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	<title>Marcos Jolbert &#187; design</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Interface de usuário é o desafio do momento</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 11:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome capacidade da &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="IHC" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg" alt="" width="300" height="388" /></a></p>
<p>Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove  entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a  cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome  capacidade da rede de banda larga. Mas ainda temos muitas coisas que  podemos fazer para compensar esse aumento de tráfego. É preciso investir  e não é barato, mas aumentar o tráfego é sempre uma coisa boa. Nós  adoramos a banda larga&#8221;, disse Michael LaJoie, CTO da Time Warner Cable  durante debate na Cable 2011, que acontece esta semana em Chicago. Para  ele, a questão do aumento de tráfego de vídeo nas redes de dados é a  menor das preocupações, disse, ao responder sobre o consumo da  capacidade da rede com a proliferação de serviços como o NetFlix. &#8220;É  fato que o tráfego de dados em nossas redes aumenta entre 35% e 50% a  cada ano. É preciso estar atento ao que acontece e ajustar onde é  necessário&#8221;, disse Tommy Werner, CTO da Comcast, a maior operadora de  cabo dos EUA.</p>
<p>Para Lajoie, o desafio dos operadores de TV paga, do ponto de  vista de tecnologia, <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>é melhorar a interface do usuário, já que boa parte  das plataformas que os usuários estão usando para consumir conteúdo,  como Apple TV e tablets, têm interfaces bem mais amigáveis do que as do  set-top boxes.</strong></em></span> <strong><span style="color: #0000ff;">&#8220;Além disso, temos que pensar em uma interface que seja  multiplataforma&#8221;</span></strong>. A Time Warner Cable, por exemplo, apostava em uma  integração entre o set-top e o iPad para que o conteúdo que chega à casa  do assinante pudesse ser assistido pela rede Wi-Fi doméstica (limitada  àquele ambiente) em qualquer cômodo. Mas a Apple mandou, a pedido dos  programadores, suspender a distribuição do aplicativo sob a alegação de  que havia questões de direitos pendentes.</p>
<p>A Comcast, por sua vez, deixou para renomear seus serviços de  cabo para Xfinity durante a Cable 2011. Mais do que uma mudança de nome,  <strong><em><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">a troca veio com uma remodelagem das interfaces de usuário, pelo menos  nos serviços mais avançados, para dar conta de um ambiente  multiplataforma em que todos os dispositivos têm uma identidade visual e  uma navegação parecida.</span></span></em></strong> A operadora também integrou o serviço Skype aos  seus set-tops, com uma pequena caixinha adicional e uma câmera  instalada sobre a TV. O serviço permite chamadas de vídeo em HD para  qualquer usuário Skype, sem custo.                   <strong> </strong></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://www.telaviva.com.br" target="_blank">Pay-TV &#8211; Samuel Possebon, de Chicago</a></strong></p>
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		<title>Disciplinas relacionadas com Design</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/disciplinas-relacionadas-com-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 16:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Gráfico extraído do livro: Designing for Interaction]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-659" title="1128535873_8e6158fd88" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg" alt="" width="481" height="500" /></a></p>
<p>Gráfico extraído do livro: <a href="http://www.amazon.com/Designing-Interaction-Creating-Applications-Devices/dp/0321432061" target="_blank">Designing for Interaction</a></p>
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		<title>Você é User Experience???</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom. São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom.</p>
<p>São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que <a title="Why UX Design cannot be designed" href="http://www.smashingmagazine.com/2011/03/15/why-user-experience-cannot-be-designed/">uma experiência não pode ser desenhada</a>. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.</p>
<p>A segunda é um <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post muito interessante</a> de Whitney Hess, que traz <strong>um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer</strong> ou se carrega um título não tão legítimo assim.</p>
<p>A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.</p>
<p>Então vamos à lista (editada e adaptada do <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post original</a>).</p>
<p><strong>Você não é um User Experience Designer se…</strong></p>
<ul>
<li><strong>…você não fala com os usuários.</strong> Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não consegue identificar o seu público.</strong> Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não define o problema antes de tentar resolvê-lo.</strong> Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não conhece os objetivos do usuário.</strong> Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você trabalha dentro de uma bolha.</strong> O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais.</strong> Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não considera os objetivos de negócios.</strong> Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não usa métodos.</strong> Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não pensa nas exceções.</strong> Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você só pensa no wireframe.</strong> Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.</li>
</ul>
<p>É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.</p>
<p>Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.</p>
<p>Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
</div>
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		<title>24 horas conversando Design</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 17:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AIGA lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design: &#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/24-horas-conversando-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"><a href="http://www.aiga.org" target="_blank">AIGA</a> lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design:</div>
<div dir="ltr"><em>&#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their thoughts about their profession via Twitter (tag: #1D4D). The idea is to spark a global design conversation around what design should be and what it could be, and will hopefully provoke some meaty thoughts about where the design industry is headed.&#8221;</em></div>
<div dir="ltr"><em> </em><br />
O experimento de 24 horas será lançado pela AIGA, uma das maiores associações profissionais de designers do mundo, pedindo que os designers (e não-designers) para dialogar com os seus pensamentos sobre sua profissão através do Twitter (tag:# 1D4D).  A idéia é desencadear uma conversa global do projeto em torno do que concepção deveria ser eo que poderia ser, e esperamos que provocam algunspensamentos sobre a carne, onde o desenho industrial é dirigido.</div>
<div dir="ltr">Acompanhe. Primeira pergunta: <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">podemos projetar algo em um dia?</span></span></div>
<div dir="ltr"><em><br />
</em></div>
<div dir="ltr">FONTE: <a href="http://bobulate.com/" target="_blank">Bobulate</a></div>
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		<title>Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D. A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers: Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/opiniao-browsers-o-que-se-espera-hoje-da-navegacao-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-647" title="Browser_Engine" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png" alt="" width="415" height="300" /></a></p>
<p>Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D.</p>
<p>A opinião interessante de<strong><strong> </strong></strong>Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os <em>Browsers</em>:</p>
<p>Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o <em>browser</em>. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de <em>sites</em> existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.</p>
<p>O <em>browser</em> canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.</p>
<p>Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via<em>browser</em>. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um <em>browser </em>apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus<em>sites</em> favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses<em> sites</em> estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.</p>
<p>Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.</p>
<p><strong>Segurança</strong>: As motivações mais importantes para a escolha do <em>browser </em>em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).</p>
<p><strong>Privacidade</strong>: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os <em>sites</em> que visitou.</p>
<p><strong>Experiência de navegação</strong>: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos <em>websites</em>: 95% dos inquiridos considera que os<em> sites</em> podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição <em>online</em>(57%), e navegar em 3D (51%).</p>
<p>A melhor experiência de navegação é conseguida se o <em>browser</em> me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/" target="_blank">Exame Informática</a> e <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<item>
		<title>Estêncil para o uso do lápis, rssss</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/estencil-para-o-uso-do-lapis-rssss/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 16:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós sabemos que diversos produtos revolucionários já foram concebidos em um guardanapo de botequim. Às vezes, usar os bons e velhos recursos do lápis e papel é a melhor forma de garantir grandes idéias e raciocinar livremente sobre elas. Os kits de estêncil &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/estencil-para-o-uso-do-lapis-rssss/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.agner.com.br/wp-content/uploads/2011/03/iphone_stencil-8.jpg" alt="réguas e blocos para criar interfaces" /></p>
<p>Nós sabemos que diversos <strong>produtos revolucionários</strong> já foram concebidos em um guardanapo de botequim. Às vezes, usar os <strong>bons e velhos recursos do lápis e papel</strong> é a melhor forma de garantir grandes idéias e raciocinar livremente sobre elas.</p>
<p>Os <strong>kits de estêncil</strong> desta loja são projetados para ajudar rapidamente no esboço de interface com o usuário, traçando fluxos e idéias sobre como um novo aplicativo pode funcionar. Assim, as boas idéias podem fluir naturalmente. São réguas e blocos para criar interfaces do <strong>Iphone, Android, Ipad e websites</strong>.</p>
<p>Eu já comprei o meu e é muito legal.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Link: <a href="http://www.uistencils.com/">www.uistencils.com/</a></p>
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		<title>Cuidados com a ergonomia</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 16:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo. CLICK AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/894651-doenca-do-laptop-da-dores-nos-punhos-cotovelos-e-costas.shtml" target="_blank">CLICK AQUI</a></p>
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		<title>Interface, Experience Design e aviões</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinterface]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

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		<description><![CDATA[É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não. FONTE: Fabricio Teixeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Já vi wireframes mais bonitos" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2011/02/picture-11.png?w=572&amp;h=356" alt="" width="572" height="356" /></p>
<p>É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/author/fabricioteixeira/" target="_blank">Fabricio Teixeira</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Problemas? Onde chegamos?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 13:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[invencao]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[solucao]]></category>

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		<description><![CDATA[“ Quando você começa a olhar para um problema e acha que ele é simples, você não compreende quão complexo ele realmente é” [...] Depois que você mergulha no problema.. percebe que ele é complicado e começa a encontrar muitas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/problemas-onde-chegamos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“ Quando você começa a olhar para um problema e acha que ele<br />
é simples, você não compreende quão complexo ele realmente<br />
é” [...] Depois que você mergulha no problema.. percebe que<br />
ele é complicado e começa a encontrar muitas soluções<br />
rebuscadas. É aí que a maioria das pessoas para … mas alguém<br />
realmente bom vai continuar, vai descobrir o problema que está<br />
por trás de tudo e vai encontrar uma solução elegante que<br />
funcione em todos os níveis.”</p>
<p>Jobs (1983)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>De onde vem a inovação?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 13:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[inovacao]]></category>

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		<description><![CDATA[Inovação é diferente de invenção. Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da inovação que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais. É mais &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação é diferente de invenção.</p>
<p>Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da <strong>inovação</strong> que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais.</p>
<p>É mais importante ainda, entender que uma invenção somente tem valor de mercado quando consumidores e usuários compram ou a usam.</p>
<p>É por isso que hoje, muito mais importante do que equipes de criação trabalhando, isoladas do mundo, gerando ideias de novos produtos, vale muito menos do que ir a campo, olhar para o mundo e identificar desejos e necessidades reais e desenvolver produtos que irão atender a demandas reais .</p>
<p>Cada vez mais a pesquisa em design, como a pesquisa em campo e os testes de usabilidade se torna ainda mais importante na corrida pela inovação. Não só para identificar novas demandas e necessidades mas também para validar os novos produtos, ajudando a evoluí-los.</p>
<p>Leia <a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2011/id20110114_286049.htm">este post</a> do Thomas D. Kuczmarski  na Bussinesswek para entender melhor a diferença entre os dois conceitos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://karinedrumond.wordpress.com" target="_blank">Designing for Humans</a></p>
]]></content:encoded>
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