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	<title>Marcos Jolbert</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>ERGODESIGN &#8211; Conceitos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 17:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Disponibilizo aqui um pequeno conceito de Ergodesign, onde poderia-se dizer que é quase raro encontrá-lo. Estas definições estão em um artigo que escrevi para o Encontro Latino Americano de Design 2012. 2. ERGODESIGN Yap; et al (1997 apud QUARESMA 2007) &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ergodesign-conceitos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Disponibilizo aqui um pequeno conceito de Ergodesign, onde poderia-se dizer que é quase raro encontrá-lo. Estas definições estão em um artigo que escrevi para o Encontro Latino Americano de Design 2012.</p>
<p>2. ERGODESIGN</p>
<p>Yap; et al (1997 apud QUARESMA 2007) afirmam que o “ergodesign é um conceito novo. Significa a fusão dos focos teóricos e práticos das duas disciplinas: Ergonomia e Design”.</p>
<p>Estas definições nos ajudam a compreender que o ergodesign é um dos maiores desafios no processo criativo e cognitivo quando se trata do desenvolvimento de um projeto gráfico voltado à transmissão de conhecimentos/conteúdos por EAD.</p>
<p>A International Ergonomics Association (IEA) apud Falzon (2007) afirma que: “A ergonomia (ou Human Factors) é a disciplina científica que visa à compreensão</p>
<p>fundamental das interações entre seres humanos e os outros componentes de um sistema”.</p>
<p>Visto que o homem é parte integrante e fundamental de todo e qualquer sistema sendo ele um dispositivo móvel ou um terminal informatizado, é apresentado a seguir um estudo de tópicos para o uso do ergodesign em vista do desenvolvimento de uma interface gráfica com um alto índice de cognição dentro de um ambiente virtual de aprendizagem.</p>
<p>2.1. Tópicos para o uso do Ergodesign</p>
<p>2.1.1. Ergonomia Cognitiva</p>
<p>Falzon (2007): “A ergonomia cognitiva trata dos processos mentais, tais como a percepção, a memória, o raciocínio e respostas motoras, com relação às interações entre as pessoas e outros componentes de um sistema”.</p>
<p>Com esta premissa, a proposta de uma interface gráfica requer:</p>
<ul>
<li>Um design com alto significado cognitivo;</li>
<li>Interface amigável e usual;</li>
<li>Design centrado no usuário.</li>
</ul>
<p>2.1.2. Design Centrado no Usuário (DCU)</p>
<p>Norman (1999), afirma que “o desenvolvimento de produto centrado no ser humano é o processo que se inicia com usuários e suas necessidades ao invés de se iniciar com a tecnologia”. Para o autor, a tecnologia é o objetivo que serve ao usuário, por meio de sua adequação à tarefa. Caso aja alguma complexidade, esta deve ser inerente à tarefa, e não à ferramenta.</p>
<p>Estas são informações que fomentam a participação do ser humano como peça fundamental para o desenvolvimento de uma interface.</p>
<p>2.2. Design Participativo</p>
<p>A característica fundamental de um sistema interativo é garantir a qualidade de uso no sistema ou dispositivo, observando a correlação que se estabelece entre usuário, tarefa e interface.</p>
<p>Loureiro (2008) afirma que “O design participativo é uma prática na qual há a participação direta dos usuários de um produto durante todo o processo de seu desenvolvimento”.</p>
<p>Espero ter ajudado com este post.</p>
<p>Vou estar colocando mais conceitos em ensino a distância, IPTV e ferramentas para a transmissão do conteúdo/conhecimento.</p>
<p>REFERÊNCIA</p>
<p>QUARESMA, Manuela. (2011) Mas afinal, o que é Ergodesign? Disponível em: http://www.manuelaquaresma.com/?cat=4&amp;paged=4. Acesso em: Novembro.</p>
<p>FALZON, Pierre. (2007) Ergonomia. Editora Bulcher, São Paulo.</p>
<p>NORMAM, Donald. (1999) The invisible computer: why good products can fail, the personal computer is so complex, and information appliances are the solution. Massachusetts: MIT, Cambridge.</p>
<p>LOUREIRO, Eduardo. (2011) Aplicando a usabilidade em projetos web. Disponível em: http://www.eduardoloureiro.com/EduardoLoureiro_Usabilidade.pdf. Acesso em: Fevereiro.</p>
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		<title>Primeiro pedido de autorização para SeAC é de IPTV</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 22:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Solicitação é da AUE Provedor de Internet que pretende ofertar o serviço nas cidades paulistas de Itu e Salto A Anatel já está analisando a primeira solicitação de autorização para exploração do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). A interessada é &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/primeiro-pedido-de-autorizacao-para-seac-e-de-iptv/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Solicitação é da AUE Provedor de Internet que pretende ofertar o serviço nas cidades paulistas de Itu e Salto</p>
<p>A Anatel já está analisando a primeira solicitação de autorização para exploração do <em><a href="http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalPaginaEspecial.do?acao=&amp;codItemCanal=1714&amp;codigoVisao=4&amp;nomeVisao=Cidad%E3o&amp;nomeCanal=TV%20por%20Assinatura&amp;nomeItemCanal=SeAC" target="_blank">Serviço de Acesso Condicionado (SeAC)</a></em>. A interessada é a empresa AUE Provedor de Internet, cuja documentação informa que o serviço será prestado inicialmente nos municípios de Itu e Salto, ambos no estado de São Paulo, com emprego da tecnologia IPTV (Internet Protocol TV).</p>
<p>Caso a documentação apresentada atenda às exigências regulamentares do serviço, aprovado por meio da Resolução nº 581/2012, o processo será encaminhado ao Conselho Diretor para deliberação.</p>
<p>A expectativa da Anatel é de que a ampliação da rede de fibra óptica decorrente da expansão da TV por Assinatura também contribua de forma relevante para a massificação da internet de alta velocidade no país.</p>
<p>FONTE: <a href="http://telesintese.com.br" target="_blank">Tele Síntese</a></p>
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		<title>OTT e o futuro dos Broadcasters</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 16:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A entrega de vídeo via Internet diretamente nos dispositivos dos usuários conectados, permite acesso em qualquer lugar, a qualquer tempo ao seu programa favorito, ou noticia que esteja procurando. Muitas das barreiras à implementação massiva dos serviços OTT TV estão &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ott-e-o-futuro-dos-broadcasters/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A entrega de vídeo via Internet diretamente nos dispositivos dos usuários conectados, permite acesso em qualquer lugar, a qualquer tempo ao seu programa favorito, ou noticia que esteja procurando. Muitas das barreiras à implementação massiva dos serviços OTT TV estão sendo suplantadas e com isso, abre-se o potencial de transformar a face da indústria de TV, criando novas oportunidades de negócio para os players existentes e também possibilitando novos entrantes.</p>
<p>Agora que muito conteúdo em vídeo está disponível online, a grande pergunta é: Sera que no futuro, a programação de TV migrara inteiramente para a Internet, deixando para trás os tradicionais provedores TV aberta, TV a cabo e TV via satélite ?</p>
<p>Obviamente ainda vai levar algum tempo para que os serviços OTT possam competir com os provedores tradicionais, principalmente no que tange aos padrões de programação entregues pelos broadcasters brasileiros. Porém o que parece ser um caminho sem volta, é que cada vez mais e mais almenta a demanda por vídeos online, os provedores de serviço e desenvolvedores de hardware (fabricantes de TV , mediacenters,HomeTheaters) estão disputando o espaço nas salas dos usuários e as soluções OTT TV parecem ser a killer aplication do momento. (embora não tenham um modelo de negócio bem definido).</p>
<p>Podemos destacar 3 razões para que o OTT TV tenha um grande impacto na industria de midia:</p>
<p><strong>Razão um: Customização</strong></p>
<p>A uma repulsa do publico jovem em não assistir TV, mas sim de “produzir” sua própria grade de programação e o OTT TV nesse sentido torna-se uma peça-chave para que conteúdos e serviços relevantes possam ser customizados para esse tipo de consumidores;</p>
<p><strong>Razão dois: Conteúdo é tudo, não importa de onde vier</strong></p>
<p>Para o publico leigo, conteudo é conteudo não importa da onde ele vem ( por cabo, pela Internet ou por Satélite), ancorados nessa visão, novos players de dentro e de fora da indústria surgirão para desafiar os operadores existentes, oferecendo aos usuários muito mais opções de escolha, pois o novo mantra entoado pelos players de OTT TV é : “O conteúdo é tudo”;</p>
<p><strong>Razão três: Necessidade de Novos modelos de negócios para os Broadcasters e Operadoras</strong></p>
<p>Ainda sobre a personalização da chamada grade de programação, veremos os usuários sendo capazes de construir portais de conteúdo personalizados ,agregando uma variedade de diferentes provedores de conteúdo, (incluindo os principais estúdios), isso fara surgir a necessidade de novos modelos de negócio que aproveitem as facilidades da integração de produtos e tecnologias, teremos então uma nova base de competição, a de consumo de contéudo e não mais só de audiência.</p>
<p>Atravéz dessa razões veremos então uma &#8220;Briga de gigantes&#8221; onde,as operadoras procurarão se consolidar ou formar alianças para competir contra esses prestadores de serviço OTT (Nomeadamente o GoogleTV e CIA) Essas Mega-operadoras devem criariar serviços premium de conectividade e de conteúdo digital convergente, mas isso são puras expeculações.</p>
<p>A unica certeza até agora , como já disse antes, é que a Internet criou uma nova geração de consumidores de vídeo, com expectativas elevadas em relação a liberdade e flexibilidade da grade de programação, é através dessa nova ótica (tendência) que as operadoras devem enchergar o futuro.</p>
<p>Do meu ponto de vista, acho que o OTT é algo que os Broadcasters devem prestar atenção.Não só por que isso esta redefinindo o modelo de negócio de distribuição de vídeo,mas também todo o ecossistema ao redor dos dispositivos que estão se integrando aos televisores. Se antes, era impensavel agregar uma placa de rede a uma TV, hoje descobrimos que Isso irá conduzir novas relações e relacionamentos e reordenar todos os outros existentes.</p>
<p>No passado com o surgimento do Triplo Play, onde as operadoras de cabo pareciam “ameaçar” as operadoras de telefonia com seus serviços de Voz sobre IP (VoIP). Hoje os serviços concorrem juntos. Hoje portais da Internet como o You Tube (Google) parecem ameaçar os Broadcasters, pois usam uma porta de entrada nunca antes imaginada na TV ( O IP). Mas isso deve ser momentaneo, pois o novo sempre assusta ,a saida (me parece) é tratar os serviços OTT, como é tratado a retransmissão do sinal da programação aberta para as oberadoras de Cabo e Satélite. Ainda que falte uma regulamentação para os serviços OTT, os Broadcasters devem trabalhar novos negócios no ecossistema OTT com as empresas que controlam os dispositivos e interfaces dos consumidores.</p>
<p>Se os Broadcaster forem capazes de vincular-se aos serviços OTT com modelos de negócio próximos do utilizados hoje para cabo e satélite eles apliaram em muito sua presença entre o publico jogem que odeia sua grade de programação .</p>
<p>É importante entender o que realmente define o modelo de négocio são os dispositivos que controlam o acesso as redes de serviços, sejam eles set top box , players de stream (embutidos ou não em televisores) ou consoles</p>
<p>O desafio que o OTT traz a este mercado, é que novos tipos de set-top boxes estão conectando a televisão a Internet e isso rompe o ecossistema que cresceu em torno do aparelho de televisão e isso é um mercado com o qual as operadoras de Tv por assinatura e os broadcasters ainda não sabem como lidar.</p>
<p>Porém ainda existem barreiras técnicas e juridias a serem vencidas (Principalmente para os paises da América Latina ).</p>
<p><strong>As principais barreiras à adoção da OTT TV são:</strong></p>
<p>OTT TV precisa de dispositivos que suportem os seus novos padrões para tornar-se presente massivamente em qualquer lugar (ubiqüidade);</p>
<p>Limitações de banda das atuais conexões, na maioria ADSL, impactam na qualidade requerida pelos conteúdos HD.</p>
<p>Com exceção de determinados nichos, os custos ainda favorecem distribuidores tradicionais, no entanto com a queda de preços dos serviços IP essa diferença tende a desaparecer;</p>
<p>Não podemos esquecer dos provedores de backbone ,eles são a “estrada” por onde os serviços de stream do OTT correm, e logo vão querer colocar restrições ao transporte deste tipo de tráfego; caso não sejam incluidos no modelo de negócio.</p>
<p>É preciso lembrar que usabilidade nestes novos serviços é a palavra chave para cativar os usuários inexperientes e encantar os já “antenados” com a tecnologia. ( Lembrem-se TV não é PC).</p>
<p>No fim, o futuro sera IP. E cada vez mais e mais nossos televisores serão centrais de entreterimento e informação comandados por um publico livre .</p>
<p>FONTE: <a href="http://tvdigitalbr2010.blogspot.com" target="_blank">TVdigital.br</a></p>
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		<title>Webtv ou IPTV?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 03:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Mercedes-Benz montou uma proposta de vídeo on-demand. Minha dúvida se isto poderia dizer que é um IPTV? O que vocês acham? http://www5.mercedes-benz.com/en/tv]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-Benz montou uma proposta de vídeo on-demand.</p>
<p>Minha dúvida se isto poderia dizer que é um IPTV? O que vocês acham?</p>
<p><a href="http://www5.mercedes-benz.com/en/tv">http://www5.mercedes-benz.com/en/tv</a></p>
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		<title>Portugal Telecom lança ultra-banda larga</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 22:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Portugal Telecom lançou um novo serviço triple-play sobre sua rede de fibra óptica que promete velocidades de até 400 Mbps na banda larga, informou o site especializado Telecoms.com na terça-feira (28). A oferta da incumbent portuguesa inclui seu serviço &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/portugal-telecom-lanca-ultra-banda-larga/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Portugal Telecom lançou um novo serviço triple-play sobre sua rede de fibra óptica que promete velocidades de até 400 Mbps na banda larga, informou o site especializado <a href="http://www.telecoms.com/category/news/" target="_blank">Telecoms.com</a> na terça-feira (28). A oferta da incumbent portuguesa inclui seu serviço de IPTV, telefone fixo com ligações ilimitadas, banda larga móvel, e seus serviços de música, jogos e TV móvel.</p>
<p>A operadora também dobrou a velocidade de seu serviço de banda larga fixa de 50 Mbps para 100 Mbps, que continua com o mesmo preço, como parte de suas estratégia para ampliar a demanda por sua rede de fibra óptica. A rede da PT já passa por cerca de 55% dos domicílios portugueses, e as assinaturas de sua oferta triple-play Meo já superaram a marca de 1 milhão.</p>
<p>FONTE: <a href="http://telesintese.com.br" target="_blank">TELESÍNTESE</a></p>
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		<title>TOP 10 &#8211; IPTV</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 23:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relatório de pesquisa mostra um crescimento contínuo IPTV globalmente com mais de 50 milhões de assinantes Assinantes de IPTV cresceram 6,06% no terceiro trimestre de 2011 e agora totalizam 54,4 milhões globalmente. Isto está de acordo com o último relatório IPTV &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/top-10-iptv/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span><span>Relatório de pesquisa mostra um crescimento contínuo IPTV globalmente com mais de 50 milhões de assinantes</span></span></p>
</div>
<p><span>Assinantes de IPTV cresceram 6,06% no terceiro trimestre de 2011 e agora totalizam 54,4 milhões globalmente. Isto está de acordo com o último relatório IPTV <a href="http://point-topic.com/index.php" target="_blank">Point Topic</a>.</span></p>
<p><span><span>O relatório Point Topic, destaca que o crescimento IPTV é dificultada pela necessidade de maior largura de banda e as tarifas de custo mais elevado do que outras aplicações.</span></span></p>
<p><span>&#8220;Com a concorrência significativa de muitas outras opções para uma alimentação TV existem barreiras que impedem a IPTV de explodir em termos de assinantes. &#8221;, diz <a href="http://point-topic.com/index.php" target="_blank">Point Topic</a>.</span></p>
<p>França é o país ranking de mercado de IPTV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2012/02/Top-10-IPTV-subscribers.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-786" title="Top-10-IPTV-subscribers" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2012/02/Top-10-IPTV-subscribers.gif" alt="" width="600" height="394" /></a></p>
<p><span><span>(Gráfico no Top 10 dos mercados de IPTV com base de assinantes no mundo)</span></span></p>
<p>Ásia, mais uma vez, é a região que mais cresce para IPTV, mas os mercados europeus estão reforçando a título individual e enquanto algumas saturações estão ocorrendo, há uma força fundamental no mercado que levou a região a uma alta de três anos em adições líquidas trimestrais, de acordo com um Fórum de banda larga um relatório preparado pela Point Topic.</p>
<p>Os 10 melhores países para IPTV todos relataram um forte crescimento. A Rússia é a grande história de sucesso, entrar no Top Ten, pela primeira vez e imediatamente ocupando o oitavo lugar. Crescimento na França, líder mundial atual, ainda é muito forte, apesar de a taxa de penetração já elevada, mas a China em breve assume o primeiro lugar, por pura força da dimensão do mercado.</p>
<p>Crescimento da banda larga durante Q3 2011 é de 17,4 milhões de linhas, elevando o total global de 581,3 milhões, um aumento trimestral de 3,08 por cento &#8211; e uma taxa de crescimento anual de 12,89 por cento.</p>
<p>Ásia domina com mais de 10,3 milhões mais linhas de assinantes adicionados no Q3 de 2011, superiores em Q2 e ao mesmo trimestre de 2010. Com mais de 246 milhões de linhas no total, a Ásia tem 42,34 por cento da quota de mercado total de banda larga.</p>
<p>Dos dez países, o mais forte crescimento continua a ser na China, apesar de um forte crescimento na Rússia já viu melhorar a sua classificação para o sétimo lugar, impulsionado em parte pelo aumento da adoção de IPTV, que trouxe a Rússia no top dez rankings de IPTV pela primeira vez.</p>
<p>FONTE: <a href="http://point-topic.com/index.php" target="_blank">Point Topic</a></p>
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		<title>IPTV na telefônica</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/iptv-na-telefonica/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 19:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo Telefônica pretende lançar seu serviço de IPTV até a segunda metade deste ano, afirmou o presidente da unidade de mercado individual da Vivo, Paulo César Teixeira. Embora Teixeira tenha evitado detalhar como será esta operação, que está em &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/iptv-na-telefonica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Telefônica pretende lançar seu serviço de IPTV até a segunda metade deste ano, afirmou o presidente da unidade de mercado individual da Vivo, Paulo César Teixeira.</p>
<p>Embora Teixeira tenha evitado detalhar como será esta operação, que está em desenvolvimento pela Telefônica Digital, o executivo disse que a oferta está ligada à estratégia de ofertar serviços atrativos aos clientes e mais rentáveis à empresa. “Não somos propriamente uma empresa baseada em preço, jogamos com outro atributo também: qualidade”, diz.</p>
<p>De acordo com ele, o objetivo da companhia para este ano é ‘ativar’ ultra-banda larga e serviços convergentes nas residências onde há disponibilidade para prestação de serviços por meio de fibra ótica (FTTH). Atualmente a empresa tem mais de um milhão residências cobertas com fibra. “Ano passado tivemos 50 mil novos clientes com este serviço e, neste início de ano, conquistamos mais nove mil”.</p>
<p>Para incrementar a oferta de serviços de vídeo por meio de sua rede, a Telefônica deve assumir o controle da TVA, operação que ainda não tem data para acontecer, mas que o mercado prevê ainda para 2012. “É um ativo relevante porque protege nossa base fixa [de telefonia] em São Paulo. Queremos a totalidade dele o mais rápido o possível”, comenta, ponderando que a oferta de serviços combinados pode reduzir a perda de clientes da telefonia fixa do grupo. Em 2011 houve retração de 2,8% na quantidade de clientes do serviço, que encerrou o ano com 10,981 milhões de assinantes.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.teletime.com.br/">http://www.teletime.com.br</a></p>
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		<title>Arquitetura de Informação – Sketching</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/arquitetura-de-informacao-sketching/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 23:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[sketch]]></category>

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		<description><![CDATA[TEXTO de Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick. Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/arquitetura-de-informacao-sketching/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;">TEXTO de Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick</span>.</strong></p>
<p><a title="sketching" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sketching.png" rel="fancybox"><img title="sketching" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sketching.png" alt="" width="600" height="299" /></a></p>
<p>Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela sua praticidade.</p>
<p>O Processo de arquitetura de informação de forma simplista consiste na propotipagem, é o desenvolvimento de protótipos que se tornam o que chamamos Wireframes. Evidente que cada empresa utiliza um tipo de processo, muitas vezes até suprimindo alguns passos as vezes vitais, mas… de maneira crua, temos: Estudo da Informação, passo em que se separa e hierarquiza o conteúdo, Sketching (Discussão da abordagem), Prototipagem (vulgo Wireframe), Teste de Usabilidade.</p>
<p>Vamos ao que interessa, Sketching é o que podemos chamar de esboço ou rascunho, do projeto em questão. É uma maneira poderosa de discutir idéias. Como funciona? Simples, o arquiteto de informação vai rascunhar suas idéias básicas, baseado no contexto geral do projeto, ele vai fazer as diversas telas principais rapidamente, levar para uma reunião com os envolvidos e então apresentar tal idéia. O objetivo é que seja algo dinâmico, que não consuma muito tempo, e que alinhe o grupo todo sobre o que será desenvolvido.</p>
<p>O Sketching pede do profissional um conhecimento básico de desenho, isso se ele quiser fazer a mão livre, mas… para os mais desajeitados eu recomendo: <a href="http://www.uistencils.com/">www.uistencils.com</a> ,não, eu realmente não estou ganhando nada indicando tais réguas, apenas sou também um usuário das mesmas e posso garantir que são muito boas.</p>
<p>Vamos a um exemplo de Skecthing voltado a User Interface.</p>
<p><a title="34-sketched-ui-wireframe1-500x362" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/34-sketched-ui-wireframe1-500x362.jpeg" rel="fancybox"><img title="34-sketched-ui-wireframe1-500x362" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/34-sketched-ui-wireframe1-500x362.jpeg" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
<p>Perceba que tais desenhos podem ser produzidos rapidamente, o foco é levar isso mesmo para ser discutido. Mas existem outras formas de se fazer isso, utilizando também os Skecthes recortados.</p>
<p><a title="iphone_sketching_wireframes" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/iphone_sketching_wireframes.jpeg" rel="fancybox"><img title="iphone_sketching_wireframes" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/iphone_sketching_wireframes.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Nas mãos de um arquiteto habilidoso o Skecthing pode se transformar em uma ferramenta extremamente poderosa, isso porque vai direto no ROI (falaremos disso mais a tarde), onde você reduz um re-trabalho e deixa de antemão toda a equipe alinhada com seu pensamento.</p>
<p>Quando discutido entre designers, desenvolvedores e outros, tais rascunhos minimizam o processo de aprovação do wireframe por parte dos seus parceiros de equipe, em resumo, eles antes mesmo de começaram o processo de criação e desenvolvimento poderão enfatizar pontos críticos que deixarão de existir nos Wireframes vide a discussão ter sido realizada.</p>
<p>É comum muitos grupos de UX ignorarem a prática do Sketching, quer seja por dizer que não há tempo hábil de se fazê-lo,  ou mesmo por não haver tal cultura. Mas eu já participei de inúmeros projetos onde utilizei eu mesmo o Sketching, e pude perceber os seus benefícios. Não é incomum inclusive em uma reunião, o responsável pela estrutura navegacional utilizar uma lousa branca de reunião para traçar as primeiras idéias antes de executar uma UI.</p>
<p>Tais discussões são tão benéficas que muitas vezes a solução não sai do próprio especialista e sim do grupo como um todo, da mente coletiva. Onde se agrega as inúmeras impressões ao se olhar para algo que lembra uma UI discorrendo sobre o que vai ser a aplicação em si.</p>
<p>Uma coisa é você discutir o Abstrato, e isso pode ser absurdamente perigoso, a outra é discutir algo visual, que se vê de fato. Não é incomum perceber que o arquiteto pensou em uma solução, o designer visualizou na cabeça uma estrutura de layout, e o desenvolvedor já estava prevendo uma outra user interface… isso porque as palavras por mais maravilhosas que sejam não conseguem ser tão dinâmicas e concretas como um simples rabisco.</p>
<p>O Sketche feito para mobile é ainda mais funcional, pois trata-se de telas mais simples. Ainda no uso do mesmo, alguns arquitetos recortam tais telas e colam com durex/espadrapo na lousa, simbolizando a navegação, discutindo e mexendo na dinâmica do fluxograma do projeto e utilizando o canetão para simular o fluxo.  O Visual ajuda a encontrar falhas, e quanto antes elas forem percebidas menor o custo para o projeto, menor o custo para o desenvolvimento de Wireframes, menor o custo para o desenvolvimento de Layout e do próprio código. Logo, ROI imediato.</p>
<p>Não a toa, o <a href="http://www.balsamiq.com/">Balsamiq</a>, um sistema criação de wireframes, não pode ser visto como, exatamente um sistema para criar wireframes.. rs. O Balsamiq é um gerador de sketches, ele tem esse estilo rascunho exatamente para simular essa prototipagem rápida.</p>
<p>Como Bill Buxton diz em seu livro “Sketching User Experience”, Sketches (esboços) são rápidos para criar e também é fácil de eliminar, razão pela qual eles são tão poderosos.</p>
<p>_________________________________________</p>
<p><strong>Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.</strong><br />
<strong> Design de Mídia Digital.</strong></p>
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		<title>Educação a distância no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ead]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>

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		<description><![CDATA[A educação a distância, também conhecida como EAD, vem tomando seu espaço, pessoas começam a sentir-se mais confiantes em iniciar um curso com essa modalidade, e as ofertas de cursos a distância também aumentaram, conforme “Artigo: O crescimento da EAD”, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/educacao-a-distancia-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A educação a distância, também conhecida como EAD, vem tomando seu espaço, pessoas começam a sentir-se mais confiantes em iniciar um curso com essa modalidade, e as ofertas de cursos a distância também aumentaram, conforme “Artigo: O crescimento da EAD”, disponível em: <a href="http://ead.folhadirigida.com.br/?p=5071">http://ead.folhadirigida.com.br/?p=5071</a>.</p>
<p>As principais vantagens na EAD são: flexibilidade de horário para os estudos, preços mais acessíveis, sem custos e sem perda de tempo com deslocamentos, entre outros. Como desvantagem, o aluno não tem um professor presencial para explicar o conteúdo, o aluno precisa ter certa disciplina e também ser um pouco auto-didata para conseguir estudar sozinho e compreender o assunto.</p>
<p>Cada EAD tem um modelo, tem alguns cursos em que o aluno precisa ir pelo menos uma vez por semana até a instituição de ensino física para ter aula via satélite e pode retirar suas dúvidas ao final da aula com o professor que ministrou a aula pelo satélite. Há cursos que não tem essa obrigatoriedade de assistir a aulas por satélite, mas o conteúdo é repassado através de arquivos, pdfs, ppts, docs, livros, algumas vezes existe o chat, ou trocas de e-mail com um professor que acompanha etc., são diversas as formas em que se pode disseminar o conhecimento pela internet.</p>
<p>Um ponto que deve ser observado é o índice elevado de desistência dos cursos a distância. Segundo o artigo: “EAD: falta de tempo gera desistência”, disponível em: <a href="http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/2523/ead-falta-de-tempo-gera-desistencia">http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/2523/ead-falta-de-tempo-gera-desistencia</a>, “Mais da metade dos alunos online abandonam cursos pela internet antes de concluí-los”, esta pesquisa foi realizada pelo Sebrae juntamente com o Instituto de Estudos Avançados com às turmas de 2008 do curso “Iniciando um Pequeno Grande Negócio” (IPGN), sendo que mais de 70% das pessoas entrevistadas, afirmam que os principais motivos da desistência são problemas pessoais como falta de tempo, questões de saúde e financeiras.</p>
<p>Uma modalidade do modelo de ensino on-line é o e-learning, que consiste em uma aprendizagem através de mídias eletrônicas. Com o e-learning as empresas também estão aderindo a EAD, disponibilizando cursos on-line para seus funcionários, através de alguns sistemas existentes no mercado que permite que o aluno assista a uma aula que esta acontecendo naquele momento em outro lugar. Estes cursos on-line também podem ser gravados para que os alunos que não puderam assistir on-line possam assistir posteriormente.</p>
<p><strong>Elaine Cristina Cordeiro</strong></p>
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		<title>O crescimento do EAD</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/o-crescimento-da-ead/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 02:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ead]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, tem-se verificado um crescimento considerado de cursos superiores na modalidade a distância, em contrapartida, alguns cursos no mesmo nível e oferecidos de forma presencial têm apresentado um decréscimo, inclusive com muitas universidades, em especial as particulares, não &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-crescimento-da-ead/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tem-se verificado um crescimento considerado de cursos superiores na modalidade a distância, em contrapartida, alguns cursos no mesmo nível e oferecidos de forma presencial têm apresentado um decréscimo, inclusive com muitas universidades, em especial as particulares, não conseguindo formar turmas em determinadas áreas do conhecimento. Esse crescimento se deve a vários fatores. No caso da EAD, há flexibilidade nos horários de estudo; não existem problemas de deslocamento que resultam na perda de tempo, muito comum nas grandes cidades; os preços mais acessíveis, dentre outros.</p>
<p>Esse crescimento já vem se refletindo na formação de alguns profissionais. Segundo números do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o país tem formado mais professores para a educação infantil e para o fundamental I por meio do ensino a distância do que de forma presencial. Dos estudantes que obtiveram as habilitações citadas em 2009, 55% graduaram-se por EAD, enquanto que 45% fizeram-nas através da educação presencial.</p>
<p>Da mesma forma, de 2005 a 2009, o percentual de estudantes que concluíram o curso superior no modelo presencial caiu quase 50%, por outro lado, os formandos por EAD cresceu 464%. O resultado confirma o que na prática já vem sendo observado: o crescimento da EAD e o decréscimo da educação superior presencial.</p>
<p>Não há aqui a intenção alguma de fazer propaganda em prol da EAD, bem como de denegrir a educação presencial. As duas modalidades têm suas peculiaridades, aspectos favoráveis e desfavoráveis e atendem, pelo menos até o momento, públicos diferentes. Da mesma forma, há cursos que, por enquanto, podem ser oferecidos na EAD e outros não.</p>
<p>Apesar do crescimento considerado, ainda há vários mitos sobre a EAD, um deles é com relação à qualidade do ensino. Muitos têm dúvidas em fazer um curso superior na modalidade a distância, pois a ausência de um professor e de colegas num mesmo espaço físico, como rege a tradição, dá um certo temor e põe em xeque a qualidade.</p>
<p>Daí, surgem as mais variadas afirmações, como: “Se com professor presente já é difícil, sem o professor ali, do meu lado, é mais difícil ainda”;  “Eu não tenho disciplina, por isso não conseguiria fazer um curso a distância”;  “Educação a distância não tem qualidade”.  Há até frases absurdas, do tipo: “O governo quer acabar de vez com a profissão de professor”.</p>
<p>Tudo isso é resultado da falta de informação e de conhecimento. Da mesma forma como podem existir cursos a distância de péssima qualidade, também pode haver cursos no formato presencial sem as mínimas condições para uma boa formação profissional. Uma boa qualidade de ensino não está relacionada diretamente à modalidade pela qual é oferecido, mas sim a um conjunto de fatores, como formação dos docentes, didática de ensino, recursos disponibilizados pela instituição que possibilitem o ensino e a aprendizagem e o interesse do estudante, dentre outros. De nada adianta uma instituição ter os melhores profissionais, disponibilizar os mais diversificados recursos pedagógicos, especialmente as novas tecnologias de informação, se o estudante não tiver empenho, dedicação e motivação para aprender.</p>
<p>Da mesma forma como o MEC fiscaliza os cursos na modalidade presencial, por meio de visitas periódicas às instituições, para averiguar a infraestrutura física, quadro de profissionais e currículo, dentre outras, e através da realização de exames externos, assim também o faz com os cursos na modalidade a distância.  O desempenho em processos seletivos e dentro da sua área é que vai permitir um raio x acerca da qualidade dos cursos nas duas modalidades, apesar de ser importante reafirmar que não é modo como o ensino é oferecido que vai implicar na qualidade, mas sim em outros fatores, alguns já citados neste espaço. Por outro lado, o ritmo do crescimento também exige maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis, a fim de que a boa qualidade seja mantida.</p>
<p><strong>Marcelo Gama</strong></p>
<address><em>Professor, especialista em Educação Inclusiva </em></address>
<address><em>e em EAD e pós-graduando em Mídias na Educação</em></address>
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