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	<title>Marcos Jolbert</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Educação a distância no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A educação a distância, também conhecida como EAD, vem tomando seu espaço, pessoas começam a sentir-se mais confiantes em iniciar um curso com essa modalidade, e as ofertas de cursos a distância também aumentaram, conforme “Artigo: O crescimento da EAD”, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/educacao-a-distancia-no-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A educação a distância, também conhecida como EAD, vem tomando seu espaço, pessoas começam a sentir-se mais confiantes em iniciar um curso com essa modalidade, e as ofertas de cursos a distância também aumentaram, conforme “Artigo: O crescimento da EAD”, disponível em: <a href="http://ead.folhadirigida.com.br/?p=5071">http://ead.folhadirigida.com.br/?p=5071</a>.</p>
<p>As principais vantagens na EAD são: flexibilidade de horário para os estudos, preços mais acessíveis, sem custos e sem perda de tempo com deslocamentos, entre outros. Como desvantagem, o aluno não tem um professor presencial para explicar o conteúdo, o aluno precisa ter certa disciplina e também ser um pouco auto-didata para conseguir estudar sozinho e compreender o assunto.</p>
<p>Cada EAD tem um modelo, tem alguns cursos em que o aluno precisa ir pelo menos uma vez por semana até a instituição de ensino física para ter aula via satélite e pode retirar suas dúvidas ao final da aula com o professor que ministrou a aula pelo satélite. Há cursos que não tem essa obrigatoriedade de assistir a aulas por satélite, mas o conteúdo é repassado através de arquivos, pdfs, ppts, docs, livros, algumas vezes existe o chat, ou trocas de e-mail com um professor que acompanha etc., são diversas as formas em que se pode disseminar o conhecimento pela internet.</p>
<p>Um ponto que deve ser observado é o índice elevado de desistência dos cursos a distância. Segundo o artigo: “EAD: falta de tempo gera desistência”, disponível em: <a href="http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/2523/ead-falta-de-tempo-gera-desistencia">http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/2523/ead-falta-de-tempo-gera-desistencia</a>, “Mais da metade dos alunos online abandonam cursos pela internet antes de concluí-los”, esta pesquisa foi realizada pelo Sebrae juntamente com o Instituto de Estudos Avançados com às turmas de 2008 do curso “Iniciando um Pequeno Grande Negócio” (IPGN), sendo que mais de 70% das pessoas entrevistadas, afirmam que os principais motivos da desistência são problemas pessoais como falta de tempo, questões de saúde e financeiras.</p>
<p>Uma modalidade do modelo de ensino on-line é o e-learning, que consiste em uma aprendizagem através de mídias eletrônicas. Com o e-learning as empresas também estão aderindo a EAD, disponibilizando cursos on-line para seus funcionários, através de alguns sistemas existentes no mercado que permite que o aluno assista a uma aula que esta acontecendo naquele momento em outro lugar. Estes cursos on-line também podem ser gravados para que os alunos que não puderam assistir on-line possam assistir posteriormente.</p>
<p><strong>Elaine Cristina Cordeiro</strong></p>
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		<title>O crescimento do EAD</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 02:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tem-se verificado um crescimento considerado de cursos superiores na modalidade a distância, em contrapartida, alguns cursos no mesmo nível e oferecidos de forma presencial têm apresentado um decréscimo, inclusive com muitas universidades, em especial as particulares, não conseguindo formar turmas em determinadas áreas do conhecimento. Esse crescimento se deve a vários fatores. No caso da EAD, há flexibilidade nos horários de estudo; não existem problemas de deslocamento que resultam na perda de tempo, muito comum nas grandes cidades; os preços mais acessíveis, dentre outros.</p>
<p>Esse crescimento já vem se refletindo na formação de alguns profissionais. Segundo números do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o país tem formado mais professores para a educação infantil e para o fundamental I por meio do ensino a distância do que de forma presencial. Dos estudantes que obtiveram as habilitações citadas em 2009, 55% graduaram-se por EAD, enquanto que 45% fizeram-nas através da educação presencial.</p>
<p>Da mesma forma, de 2005 a 2009, o percentual de estudantes que concluíram o curso superior no modelo presencial caiu quase 50%, por outro lado, os formandos por EAD cresceu 464%. O resultado confirma o que na prática já vem sendo observado: o crescimento da EAD e o decréscimo da educação superior presencial.</p>
<p>Não há aqui a intenção alguma de fazer propaganda em prol da EAD, bem como de denegrir a educação presencial. As duas modalidades têm suas peculiaridades, aspectos favoráveis e desfavoráveis e atendem, pelo menos até o momento, públicos diferentes. Da mesma forma, há cursos que, por enquanto, podem ser oferecidos na EAD e outros não.</p>
<p>Apesar do crescimento considerado, ainda há vários mitos sobre a EAD, um deles é com relação à qualidade do ensino. Muitos têm dúvidas em fazer um curso superior na modalidade a distância, pois a ausência de um professor e de colegas num mesmo espaço físico, como rege a tradição, dá um certo temor e põe em xeque a qualidade.</p>
<p>Daí, surgem as mais variadas afirmações, como: “Se com professor presente já é difícil, sem o professor ali, do meu lado, é mais difícil ainda”;  “Eu não tenho disciplina, por isso não conseguiria fazer um curso a distância”;  “Educação a distância não tem qualidade”.  Há até frases absurdas, do tipo: “O governo quer acabar de vez com a profissão de professor”.</p>
<p>Tudo isso é resultado da falta de informação e de conhecimento. Da mesma forma como podem existir cursos a distância de péssima qualidade, também pode haver cursos no formato presencial sem as mínimas condições para uma boa formação profissional. Uma boa qualidade de ensino não está relacionada diretamente à modalidade pela qual é oferecido, mas sim a um conjunto de fatores, como formação dos docentes, didática de ensino, recursos disponibilizados pela instituição que possibilitem o ensino e a aprendizagem e o interesse do estudante, dentre outros. De nada adianta uma instituição ter os melhores profissionais, disponibilizar os mais diversificados recursos pedagógicos, especialmente as novas tecnologias de informação, se o estudante não tiver empenho, dedicação e motivação para aprender.</p>
<p>Da mesma forma como o MEC fiscaliza os cursos na modalidade presencial, por meio de visitas periódicas às instituições, para averiguar a infraestrutura física, quadro de profissionais e currículo, dentre outras, e através da realização de exames externos, assim também o faz com os cursos na modalidade a distância.  O desempenho em processos seletivos e dentro da sua área é que vai permitir um raio x acerca da qualidade dos cursos nas duas modalidades, apesar de ser importante reafirmar que não é modo como o ensino é oferecido que vai implicar na qualidade, mas sim em outros fatores, alguns já citados neste espaço. Por outro lado, o ritmo do crescimento também exige maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis, a fim de que a boa qualidade seja mantida.</p>
<p><strong>Marcelo Gama</strong></p>
<address><em>Professor, especialista em Educação Inclusiva </em></address>
<address><em>e em EAD e pós-graduando em Mídias na Educação</em></address>
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		<title>Históricos do EAD</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 07:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Erick Marinho, Felipe Neves e Marcos Jolbert A modalidade de ensino a distância torna-se de muita importância no desenvolvimento e expansão da educação de nível superior no país. Visando atender as exigências de qualidade nos processos pedagógicos, as instituições &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/historicos-do-ead/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: <a href="http://br.linkedin.com/in/erickfalcone" target="_blank">Erick Marinho</a>, <a href="http://www.facebook.com/FelipeIron" target="_blank">Felipe Neves</a> e <a href="http://www.linkedin.com/in/marcosjolbert" target="_blank">Marcos Jolbert</a></p>
<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/12/EAD_IMAGE.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="EAD_IMAGE" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/12/EAD_IMAGE.jpg" alt="" width="320" height="314" /></a></p>
<p>A modalidade de ensino a distância torna-se de muita importância no desenvolvimento e expansão da educação de nível superior no país. Visando atender as exigências de qualidade nos processos pedagógicos, as instituições devem elaborar e oferecer seus materiais usando de forma integrada todos os diferentes tipos de mídias, explorando a convergência e integração entre os materiais, sempre na perspectiva da construção do conhecimento [1].</p>
<p>Um marco histórico dessa realidade pode ser visto em uma publicação realizada na Gazeta de Boston, no dia 20 de março de 1728, pelo professor de taquigrafia Cauleb Philips, onde ele dizia: &#8220;Toda pessoa da região, desejosa de aprender esta arte, pode receber em sua casa várias lições semanalmente e ser perfeitamente instruída, como as pessoas que vivem em Boston“ [2]. Observa-se que neste período utilizava-se a correspondência como ferramenta para o ensino a distância, sendo essa época considerada como a primeira geração da EAD. Com a evolução da tecnologia e surgimento de novas ferramentas, a partir da década de 70 passou a utilizar a televisão, o radio e o telefone, expandindo ainda mais o potencial do EAD, dando origem a segunda geração. E algumas décadas depois, com os computadores, estação de trabalho multimídia, redes de conferência e a internet, surgiu a terceira geração do EAD [3]. Atualmente, com a expansão da internet, surgimento de inúmeras novas ferramentas e principalmente, a inclusão digital, podemos considerar que estamos caminhando para a quarta geração de EAD [3][4].</p>
<p>Segundo a professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, existem três nomenclaturas para o ensino a distância, sendo elas [5]:</p>
<ul>
<li>Educação a Distância: realiza-se por diferentes meios (correspondência postal ou eletrônica, rádio, televisão, telefone, fax, computador, internet, dentre outros), sendo um termo abrangente, mantém a relação de discussão de tempo e espaço (distanciamento físico) dentro o processo educacional, porém não é obrigatoriamente dentro do ambiente Internet [5];</li>
<li>Educação Online: realizada obrigatoriamente com Internet em papel principal como meio, pode ser utilizada de forma síncrona ou assíncrona. Tem como características mais enfáticas a velocidade na troca de informações, o <em>feedback</em> entre alunos e professores e o grau de interatividade alcançado [5].</li>
<li>E-Learning: formato de educação a distância com suporte na internet. É muito utilizado por empresas, em processos de treinamentos de funcionários e seleção de pessoal. Seu foco consiste em organizar e disponibilizar materiais didáticos e recursos <em>hipermediáticos</em> [5]. Existe uma variação, chamada Blended learning, onde maior parte do conteúdo é transmitida online, existindo a necessidade de situações presenciais.</li>
</ul>
<div>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>[1] Secretara de educação a distância, MEC;  <strong>REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA</strong>. Brasília, agosto de 2007.</p>
<p>[2] NETO, Francisco José da Silveira Lobo. <strong>Educação a Distância: Regulamentação, Condições de êxito e Perspectivas</strong>. UNESP, 1998.</p>
<p>[3] SCHOCH, Andréa; <strong>Revista Competência</strong>, Dtcom, 2010.</p>
<p>[4] Universidade de Fenabrave. Disponível em: <a href="http://www.universidadefenabrave.com.br" target="_blank">http://www.universidadefenabrave.com.br</a>.</p>
<p>[5] ALMEIDA, M. E. B.; <strong>Educação a distância: diretrizes políticas, práticas e concepções</strong>. Fórum Paulista de Formação de Educadores. Série Cidade Educativa. Vol. 3, Campinas, SP, Papirus, 2003.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"><br />
</span></span></p>
</div>
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		<title>TIM investe em IPv6</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-755" title="Cabos_Rede" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6.</p>
<p>Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para o roteamento e transporte de dados, sobretudo em serviços como vídeo e IPTV.</p>
<p>A condução do projeto foi realizada em parceria com a Cisco e a Promon Logicalis. Juntas, construíram o planejamento técnico e a definição das ações para determinar padrões e configurar a rede e os sistemas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">Exame.com</a></p>
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		<title>Morre Michael Hart, pioneiro do livro eletrônico</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 00:46:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O norte-americano Michael Hart, fundador da mais antiga biblioteca eletrônica do mundo, morreu esta terça-feira em Illinois aos 64 anos, anunciou ontem o site do Projeto Gutenberg. Os livros eletrônicos provavelmente não existiriam hoje, se não tivesse sido Michael Hart &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/morre-michael-hart-pioneiro-do-livro-eletronico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/09/michael-hart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-751" title="michael-hart" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/09/michael-hart-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a>O norte-americano Michael Hart, fundador da mais antiga biblioteca eletrônica do mundo, morreu esta terça-feira em Illinois aos 64 anos, anunciou ontem o site do Projeto Gutenberg.</p>
<p>Os livros eletrônicos provavelmente não existiriam hoje, se não tivesse sido Michael Hart em 1971 a lembrar-se de escrever a Declaração de Independência dos Estados Unidos no computador e torná-la acessível às outras pessoas. Um gesto que hoje parece banal foi há 40 anos um passo revolucionário.</p>
<p>Foi em 1971 que Michael Hart criou o Projeto Gutenberg, o primeiro dedicado à construção de uma grande biblioteca universal acessível a partir dos computadores. A ideia foi a criação de uma biblioteca digital gratuita, atualmente com mais de 36 mil livros, em mais de 40 idiomas, que se encontram em domínio público. Os formatos disponibilizados são: ePub, Kindle, HTML e txt.</p>
<p>FONTE: Projeto Gutenberg: <a href="http://www.gutenberg.org/">www.gutenberg.org/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Digistar e o serviço de IPTV</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 17:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Digistar Corp Bhd espera que sua Internet Protocol Television (IPTV) gerar uma renda de aproximadamente 2 milhões por mês até o final do próximo ano. O diretor de Gestão, Datuk Wah Lee Chong, disse no final de julho, a empresa &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/digistar-e-o-servico-de-iptv/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Digistar Corp Bhd espera que sua Internet Protocol Television (IPTV) gerar uma renda de aproximadamente 2 milhões por mês até o final do próximo ano. O diretor de Gestão, Datuk Wah Lee Chong, disse no final de julho, a empresa estava fornecendo o serviço a doze hospitais e olhando para mais cinco até o final do ano. Digistar grupo de empresas dedica-se principalmente a economia das explorações de investimento. &#8220;Digistar é dos principais competidores, atualmente oferecendo serviços de IPTV exclusivamente em hospitais.</p>
<p>&#8220;Comparativamente, a audiência para os canais de IPTV em hospitais é de cerca de 40 a 60 por cento, pois os pacientes são muito mais exigentes do que em hotéis a menos de cinco por cento&#8221;, disse ele a repórteres depois de anunciar o resultado do terceiro trimestre findo em 30 de junho de 2011.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.btimes.com.my" target="_blank">Business Times</a></p>
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		<title>OI espera oferecer IPTV em 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 12:44:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[EDUARDO RODRIGUES da Agência Estado, traz uma informação importante para a tecnologia brasileira. Independente da empresa que ele informa, o fato de um investimento em tecnologia no Brasil faz com que a qualidade de serviço aumente e todos nós saiamos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/oi-espera-oferecer-iptv-em-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDUARDO RODRIGUES da Agência Estado, traz uma informação importante para a tecnologia brasileira. Independente da empresa que ele informa, o fato de um investimento em tecnologia no Brasil faz com que a qualidade de serviço aumente e todos nós saiamos ganhando.</p>
<p>Com a aprovação no Senado da nova lei para o mercado brasileiro de TV por assinatura, a Oi espera já poder oferecer no ano que vem o chamado serviço de IPTV, que utiliza o protocolo de internet para a transmissão de conteúdo. Segundo o diretor de regulação da companhia, Paulo Mattos, a oferta depende de uma rápida regulamentação da lei pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tão logo o projeto seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>&#8220;É importante destacar que o principal beneficiado pela nova legislação é o consumidor, que terá mais opções no momento de escolher sua TV por assinatura&#8221;, afirmou Mattos. Segundo ele, a IPTV será mais um produto disponível no mercado, ao lado da TV via satélite e a cabo tradicional, com a vantagem de estar mais adequada aos recursos de interatividade.</p>
<p>Além disso, os investimentos na IPTV demandarão a utilização de fibras ópticas de alta velocidade, capazes de trafegar serviços de ultra banda larga. De acordo com o executivo, a transmissão normal nessa modalidade necessidade de uma velocidade entre dez e 40 megabits por segundo (Mbps), sendo que uma transmissão em Full HD com interatividade demanda capacidades ainda superiores.  &#8220;O setor passará por um grande processo de ampliação tecnológica&#8221;, acrescentou Mattos. Ele disse ainda que a Oi já vem se preparando para essa expansão nos investimentos em fibras ópticas, mas depende da regulamentação final pela Anatel para dar mais impulso à ampliação da rede. &#8220;Se tudo correr bem, em 2012 já colocaremos o produto no mercado&#8221;, concluiu.</p>
<p>FONTE: <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+geral,oi-espera-oferecer-servico-de-iptv-no-ano-que-vem,80614,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>O Efeito Google e a nossa forma de memorizar</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 16:40:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há quatro anos, Betsy Sparrow, psicóloga e professora assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, via um filme em preto e branco, dos anos 40. Sabia que conhecia uma das atrizes, a rosto era-lhe familiar, mas&#8230; não se lembrava &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-efeito-google-e-a-nossa-forma-de-memorizar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/08/347580.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-730" title="google" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/08/347580.jpg" alt="" width="350" height="225" /></a></div>
<div><strong>Há quatro anos, Betsy Sparrow, psicóloga e professora assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, via um filme em preto e branco, dos anos 40. Sabia que conhecia uma das atrizes, a rosto era-lhe familiar, mas&#8230; não se lembrava do nome dela. Não perdeu muito tempo. Agarrou no smartphone, entrou na Internet e teve a resposta em segundos. &#8220;<em>Como é que se fazia antigamente para memorizar coisas destas?</em>&#8220;, recorda-se de perguntar, em conversa com o marido, nessa mesma noite.</strong></div>
<div>Algum tempo depois, decidiu estudar a questão, com dois colegas. A equipe acaba de publicar um artigo na revista Science que resulta de uma série de experiências com estudantes da Universidade de Harvard. Chama-se O Efeito Google na Memória: Consequências cognitivas de ter a informação na ponta dos dedos. Uma das experiências consistiu, no essencial, no seguinte: pediu-se a um grupo de estudantes que escrevessem no computador um conjunto de informações; antes de começarem, os investigadores disseram a metade dos alunos que o que iriam escrever ficaria guardado no computador; à outra metade foi dito que a informação se perderia. De seguida, pediu-se-lhes que reproduzissem as frases, de cabeça. Resultado: os que achavam que a informação tinha desaparecido revelaram, de longe, melhor memória, &#8220;<em>como se os seus cérebros tivessem feito um backup</em>&#8220;. Os que acreditavam que poderiam consultar a informação, porque ela estava guardada, saíram-se pior.</p>
<p>Em uma outra experiência, os estudantes tiveram que escrever perguntas e respostas, sendo a informação guardada em diferentes &#8220;<em>pastas</em>&#8220;. No final, os alunos revelaram ser mais capazes de recordar as &#8220;<em>pastas</em>&#8221; onde podiam encontrar as respostas do que as respostas propriamente ditas.</p>
<p>Se diante as pessoas confiavam nos livros, nos colegas e nos familiares para as ajudarem a encontrar determinadas informações &#8211; é um clássico, por exemplo, que os homens confiem que as mulheres não deixarão escapar uma data importante e que elas confiem nos maridos para se lembrar do nome de um amigo distante &#8211; hoje confiamos cada vez mais que a Net cumpre essa função. A Net tornou-se uma espécie de banco pessoal de memória.</p></div>
<div>Fonte: <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></div>
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		<title>GVT lançará DTH e IPTV no quarto trimestre em 14 cidades e ABC paulista</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[informatica]]></category>
		<category><![CDATA[iptv]]></category>
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		<description><![CDATA[Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, segundo informações obtidas por este noticiário.</p>
<p>O cronograma de lançamento está planejado em duas etapas: no quarto trimestre deste ano, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Vitória, Maringá/PR, Florianópolis, Guarulhos/SP e região do ABC paulista. No ano que vem &#8211; segunda etapa &#8211; as demais cidades onde a operadora já está presente. Consultado por este noticiário, o departamento de comunicação da GVT não confirmou a informação e disse que a empresa ainda estuda a lista dos primeiros municípios que receberão os serviços ainda neste ano.</p>
<p><strong>Plataforma híbrida </strong></p>
<p>Somente em 2011, a GVT está investindo R$ 220 milhões nessas operações e trabalhará com uma solução híbrida de TV por assinatura. Ou seja, DTH para broadcasting e sua rede de fibra para viabilizar serviços interativos e integrados com a Internet (IPTV). Porém, o fornecimento de IPTV depende ainda da aprovação do PL 116/2010, que cria novas regras para o setor de TV paga e permitirá que empresas de capital estrangeiro (como a GVT) operem na tecnologia de cabo.</p>
<p>A operadora pretende ser a primeira a ofertar serviços de IPTV no Brasil. “Só a GVT atualmente tem capacidade para ofertar serviços de IPTV com consistência e qualidade no País”, disse o presidente da operadora, Amos Genish, na coletiva de divulgação do balanço financeiro do primeiro trimestre da empresa. “A velocidade média da banda larga do cliente GVT é sete vezes maior em relação aos clientes que não são da GVT”, justificou na ocasião Alcides Troller, vice-presidente de marketing e vendas da operadora. Segundo dados da Nielsen, a velocidade média de navegação da base de clientes da GVT atingiu 9,13 Mbps em março, contra 1,3 Mbps da média brasileira.</p>
<p><strong>Instaladores próprios</strong></p>
<p>Cerca de 60% dos instaladores dos serviços da GVT atualmente são funcionários próprios da operadora. E a meta é aumentar essa proporção para 80% até o final do ano.</p>
<p><strong>Meta ambiciosa </strong></p>
<p>A meta da GVT é deixar a Net para trás em número de assinantes de TV. &#8220;Em dois anos queremos passar a Net&#8221;, prometeu Amos Genish. A Net conta com cerca de 4,5 milhões de clientes de TV por assinatura via cabo. A missão da GVT pode ser considerada ambiciosa se considerarmos que a Via Embratel, empresa nacional com a segunda maior base de assinantes em DTH, levou cerca de 18 meses para alcançar a marca de um milhão de clientes (atualmente se aproxima de 1,5 milhão).</p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.teletime.com.br/18/07/2011/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/tt/232517/news.aspx" target="_blank">Teletime News</a></p>
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		<title>Demonstração de IPTV no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[iptv]]></category>

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		<description><![CDATA[A União Internacional de Telecomunicações (UIT) promoverá demonstrações práticas de transmissões de IPTV (Internet Protocol Television) nos dias 21 e 22 de julho, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Mostra UIT de Interoperabilidade em IPTV. A mostra, gratuita e &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/demonstracao-de-iptv-no-rio-de-janeiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A União Internacional de Telecomunicações (UIT) promoverá demonstrações práticas de transmissões de IPTV (Internet Protocol Television) nos dias 21 e 22 de julho, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Mostra UIT de Interoperabilidade em IPTV.</p>
<p>A mostra, gratuita e aberta ao público, tem como finalidade apresentar casos práticos de aplicação dos padrões de IPTV definidos pela UIT, de forma a possibilitar a compreensão de seu funcionamento e suas vantagens em relação aos modelos de transmissão linear &#8211; como a interatividade. Demonstrações semelhantes foram realizadas na Suíça, em Singapura e na Índia.</p>
<p>Além das demonstrações, serão realizados dois workshops: Harmonização de Web e Tecnologias de IPTV (21 de julho, das 16h às 18h30) e Seminário Sobre Recomendações da UIT-T a Respeito de IPTV e Tendências de Distribuição de Vídeo no Brasil (22 de julho, das 14h às 16h).</p>
<p>Os debates reunirão especialistas no assunto, como formuladores de políticas, engenheiros e representantes da indústria de telecomunicações e de governos. Para participar dos workshops, há necessidade de credenciamento prévio.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.em.com.br" target="_blank">Estado de Minas</a></p>
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