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	<title>Marcos Jolbert &#187; arquiteturadeinformacao</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Compartilhe&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
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		<title>Motivos para abandonar um site em segundos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 15:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chris Lake escreveu um artigo listando os motivos que o fazem abandonar um site em menos de 10 segundos. Motivos muito justos, por sinal. Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou listar aqui apenas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Lake <a title="25 reasons why I'll leave your website in 10  seconds" href="http://econsultancy.com/us/blog/6924-25-reasons-why-i-ll-leave-your-website-in-10-seconds">escreveu  um artigo</a> listando os motivos que o fazem <strong>abandonar um site  em menos de 10 segundos</strong>. Motivos muito justos, por sinal.</p>
<p>Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou  listar aqui apenas os meus motivos. Faça o mesmo ali embaixo, nos  comentários.</p>
<p><img title="Olá, visitante.  Viemos tocar uma música para você." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/orchestra.jpg?w=300&amp;h=211" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>1. <strong>Som automático</strong>. Não tem coisa mais irritante do  que ser surpreendido por uma trilha-sonora mal educada em um site. É  como abrir a porta do banheiro logo cedo e se deparar com uma orquestra  inteira retumbando clarinetes e pratos no seu ouvido. Se a trilha-sonora  for realmente enriquecedora para a experiência de navegação, seja  educado: deixe que o usuário a ative, ou comece com uma versão  minimalista na homepage.</p>
<p><img title="DHTML: uma  armadilha para o seu mouse." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/mousetrap.jpg?w=239&amp;h=159" alt="" width="239" height="159" /></p>
<p>2. <strong>Banner DHTML, o pega-rato</strong>. O pop-up clássico não  me irrita tanto, porque quem coloca pop-ups em um site o faz por  inocência, ou por ignorância, ou whatever. Mas o DHTML é por maldade. É  para tentar driblar o bloqueador de pop-ups do browser. E em alguns  casos a má fé é ainda maior: o botão fechar é propositalmente pequeno  para que a pessoa se engane e clique no banner na hora de fechá-lo. Em  alguns sites gringos existem ainda os <em>Interstitials</em>, o primo  malvado do DHTML. Veja um exemplo <a title="Terrible usability" href="http://www.forbes.com/">no site da Forbes</a>. Esse não é de Deus.</p>
<p><img title="Loading eterno." src="http://tracer.sos.colorado.gov/PublicSite/Resources/Images/loading.gif" alt="" width="177" height="177" /></p>
<p>3. <strong>Loading</strong>. Eu ainda tolero um pouco de loading  porque normalmente estou interessado em explorar o site por motivos  profissionais. Mas imagino quem chega no site cheio da boa vontade e se  depara com um loading que demora mais do que… 10 segundos. Agravantes:  loadings sem indicação de progresso e sites que não armazenam o loading  em cache. Um descuido na hora de navegar e pronto: lá está o loading  novamente no 0%, firme e forte, rindo da sua cara.</p>
<p>4. <strong>Erros de português</strong>. Alguns são irrelevantes, mas  alguns são imperdoáveis e levam uma vida inteira para cicatrizar.</p>
<p>5. <strong>Falta de clareza</strong>. Quando eu entro em um site,  quero entender do que se trata em menos de 2 segundos. Não quero  precisar clicar em “About” e ler dois parágrafos de texto, ou ter que  rodar um vídeo-tutorial que não possa ser resumido em uma frase.  Objetividade e clareza não fazem mal a ninguém, não é mesmo?</p>
<div id="attachment_1775"><img title="Ilustração de um  usuário em dúvida." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/doubt.jpg?w=198&amp;h=286" alt="" width="198" height="286" />Ilustração  de um usuário em dúvida.</p>
</div>
<p>E os seus motivos, quais são? O que te faz pegar ódio mortal por um  site?</p>
<p>Desabafe, arquiteto de informação. É quase uma terapia :)</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
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		<title>Curso de Atualização em Design de Interação</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUC Minas Virtual lança programa de atualização em Design de Interação! Trata-se de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial teórica e básica, a aplicação prática &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank"><img title="Clique para mais informações" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/curso_atualizacao01.png" alt="" width="410" height="484" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>PUC Minas Virtual lança programa de <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">atualização em Design de Interação</a>!</strong></p>
<p>Trata-se  de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos  referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial  teórica e básica, a aplicação prática destes conceitos no  desenvolvimento de projetos interativos.</p>
<p>OBJETIVOS</p>
<p>Apresentar  conceitos básicos de Design de Interação, de Usabilidade e de Design  Centrado no Usuário. Proporcionar aos alunos uma visão do processo de  desenvolvimento de produtos interativos, onde deve ser levado em conta o  usuário, o objeto (sistema ou produto) a ser desenvolvido e o ambiente  onde ocorrerá a interação. Estes aspectos devem ser levados em  consideração de forma a complementar a noção acerca dos objetivos do  desenvolvimento do produto em si.</p>
<p>A QUEM SE DESTINA</p>
<p>Profissionais  que tenham contato e/ou experiência com o desenvolvimento de produtos  interativos (multimídia ou web) e desejam atualizar-se de maneira rápida  e fundamentada nos conceitos de Design de Interação, levando-se em  conta o usuário e os aspectos de usabilidade. Graduados nos cursos de  ciência da computação, sistemas de informação, desenvolvimento e  engenharia de sistemas, comunicadores, publicitários e designers.</p>
<p>CONTEÚDO DO CURSO</p>
<p>Fundamentos de Design de Interação;<br />
Design Centrado no Usuário;<br />
Usabilidade;<br />
Projeto Interativo</p>
<p>CARGA HORÁRIA</p>
<p>120 horas</p>
<p>METODOLOGIA</p>
<p>O  curso será desenvolvido pela Internet e os alunos contarão com o apoio  dos professores e de tutores. A concepção de ensino-aprendizagem adotada  respalda-se na interação entre os participantes do curso  (aluno-professor, aluno-aluno, tutor-aluno). Essa interação pode ser  sincrônica, por meio de chats, ou assincrônica, no ambiente virtual  específico do curso. O material didático inclui CD-ROM, textos básicos e  Manual do Aluno, guia que contém orientações para a navegação no  sistema. Durante o desenvolvimento do curso, os alunos deverão fazer as  leituras indicadas e realizar as tarefas propostas, dentro de prazos  previamente estabelecidos em cronograma.</p>
<p>CERTIFICAÇÃO</p>
<p>Para  receber o certificado do curso de atualização o aluno deverá completar  todas as atividades propostas pelos professores conforme cronograma do  curso.</p>
<p>BENEFÍCIOS</p>
<p>Horário flexível, respeitado o cronograma das atividades e o prazo limite estabelecido para a conclusão do curso<br />
Possibilidade de realização do curso em casa ou em local de trabalho<br />
Atendimento individualizado<br />
Material didático básico elaborado para o curso e, em parte, incluído no valor total do investimento.<br />
Suporte tecnológico durante todo o período de realização do curso</p>
<p>REQUISITOS TECNOLÓGICOS</p>
<p>O  aluno deve possuir ou ter acesso a computador com a seguinte  configuração mínima: Processador Pentium III – 500 MHz (recomenda-se  Pentium 4 – 2 GHz), 256 MB de memória RAM (recomenda-se 384 MB);<br />
Drive de CD-ROM 8X;<br />
Placa de vídeo configurada para 800 x 600 pixels e 256 cores (recomenda-se 1024 x 768 pixels e 65.536 cores/16 bits);<br />
Placa de som com caixas acústicas (ou fones de ouvido) e microfone;<br />
Windows 2000 (SP4) ou XP (SP2);<br />
Microsoft Internet Explorer (versão 6.0x ou superior);<br />
Máquina Virtual Java (Java Runtime Environment ) da Sun Microsystems (versão 1.4.2 ou superior);<br />
Acesso à Internet, com velocidade mínima de conexão de 56 kbps ;<br />
Correio eletrônico pessoal (e-mail).</p>
<p>Obs.: “O portador de  necessidades especiais no campo da visão deverá possuir ou ter acesso a  um programa ( software ) de leitura de tela, compatível com Windows 2000  (SP4) ou Windows XP (SP2), que deverá estar instalado no computador que  será utilizado para acompanhar o curso.”</p>
<p>REQUISITOS ACADÊMICOS</p>
<p>Entrega da documentação exigida na Secretaria Acadêmica da PUC Minas Virtual conforme endereço divulgado.<br />
Cópia de documento de identidade de valor legal e do CPF (não precisa ser autenticado).<br />
Curriculum Vitae (sucinto).<br />
Cópia do boleto de pagamento da Matrícula (1ª parcela do curso)</p>
<p>APÓS  FAZER A SUA INSCRIÇÃO PELA INTERNET, envie os documentos por correio à  PUC Minas Virtual com a identificação do curso e do nome do aluno: PUC  Minas Virtual A/C: Secretaria Acadêmica Rua Espírito Santo 1059, 12º  andar Centro CEP: 30160-922 – Belo Horizonte, MG</p>
<p>SELEÇÃO</p>
<p>A  seleção será feita com base na análise do histórico escolar, do  curriculum vitae e da exposição de motivos apresentados pelo candidato.</p>
<p>INSCRIÇÕES ATÉ 05/09/2010</p>
<p>DURAÇÃO DO CURSO</p>
<p>Outubro/2010 a Março/2011</p>
<p>MESES X MENSALIDADE = VALOR TOTAL</p>
<p>6 x 200,00 = 1.200,00</p>
<p>COORDENAÇÃO ACADÊMICA</p>
<p>Simone Alves Nogueira</p>
<blockquote><p><strong>Importante:  Este curso, por ser da modalidade de Atualização, pode ser feito por  graduandos e graduados! Para mais informações, acesse <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">o site da PUC Minas Virtual</a></strong></p></blockquote>
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		</item>
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		<title>Estudos de Card sorting</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 20:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo pesquisa e analizando Card-Sorting para um portal mobile&#8230;. entrevistas com pessoas da TI a professores&#8230; Depois eu postarei no site a metodologia, para compartilhar com vocês. Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo pesquisa e analizando Card-Sorting para um portal mobile&#8230;. entrevistas com pessoas da TI a professores&#8230;<br />
Depois eu postarei no site a metodologia, para compartilhar com vocês.<br />

<a href='http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/card_sorting2/' title='card_sorting2'><img width="150" height="150" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/card_sorting2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="card_sorting2" title="card_sorting2" /></a>
<a href='http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/pesquisa_card_sorting/' title='pesquisa_card_sorting'><img width="150" height="150" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa_card_sorting-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pesquisa_card_sorting" title="pesquisa_card_sorting" /></a>
</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que não é User Experience Design</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/o-que-nao-e-user-experience-design/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/o-que-nao-e-user-experience-design/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 16:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Whitney Hess, em seu primeiro post para o Mashable, lista dez pontos que normalmente as pessoas confundem ao tentar definir o papel do UX Designer dentro do processo de criação de websites. Segundo Hess, UX Design não é… …User Interface &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-que-nao-e-user-experience-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Whitney Hess" href="http://whitneyhess.com/blog/">Whitney Hess</a>, em seu primeiro <a title="10 most common misconceptions about user experience design" href="http://mashable.com/2009/01/09/user-experience-design/">post para o Mashable</a>,  lista dez pontos que normalmente as pessoas confundem ao tentar definir  o papel do UX Designer dentro do processo de criação de websites.</p>
<p>Segundo Hess, UX Design não é…</p>
<ul>
<li><strong>…User Interface Design.</strong><br />
A expressão é parecida, mas pode confundir. O desenho da interface é  apenas um dos componentes, enquanto o UX Design diz respeito à  experiência do usuário como um todo.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…somente um passo no processo.</strong><br />
UX Design é o processo em si. O trabalho de ouvir o usuário e entender o  que ele precisa deve ser uma constante em todo o projeto, e não apenas  uma etapa. “User Experience Design não é um checkbox”, diz a UXD  independente <a title="Liz Danzico" href="http://bobulate.com/">Liz Danzico</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…sobre tecnologia.</strong><br />
UX Design fala sobre como as pessoas vivem, se comportam e interagem com  o mundo. Não deve ser limitado ao computador, nem às telas em que ele  muitas vezes se materializa. A disciplina trata da interação das pessoas  com produtos, objetos e sistemas.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…somente usabilidade.</strong><br />
A boa usabilidade é apenas uma das metas do UX Designer / Arquiteto de  Informação. Nem tudo precisa ser absurdamente fácil de usar, desde que o  uso seja fácil de aprender. Facebook que o diga.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…um culto ao usuário.</strong><br />
O usuário não é o único que precisa ficar satisfeito com o produto.  Existem vários objetivos de negócios que precisam ser atingidos também.  Uma das tarefas do UX Designer / Arquiteto de Informação é justamente  encontrar esse meio termo entre as necessidades do usuário e as  necessidades do negócio.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…caro.</strong><br />
Você não precisa perder nem dinheiro e nem tempo. É preciso ponderar se  uma metodologia completa de user centered design cabe no projeto que  você está desenvolvendo ou não. “Mas é totalmente possível fazer  pequenas melhorias no projeto e no produto utilizando algumas técnicas  de UX Design”, afirma o diretor da <a title="Meld Consulting" href="http://www.meld.com.au/">Meld Consulting</a>, <a title="Steve Baty" href="http://docholdsfourth.blogspot.com/">Steve Baty</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…fácil.</strong><br />
Não é porque você domina alguns métodos e entende as regras de negócio  que você não terá dificuldades. Isso porque, na maioria das vezes, você  não é o usuário final do sistema. Esse entendimento de quem ele é e do  que deseja, por si só, já é uma tarefa e tanto.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…papel de uma pessoa ou departamento.<br />
</strong>Não. Segundo a autora, departamentalizar a UX é sintoma de uma  organização que não tem essa visão enraizada em sua cultura e onde não  são todos os colaboradores que miram no mesmo objetivo.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…uma disciplina só.</strong><br />
O próprio <a title="Rosenfeld" href="http://louisrosenfeld.com/">Rosenfeld</a> argumenta que UX  sequer seja uma disciplina. “Talvez ainda não seja  nem uma comunidade”, argumenta. Títulos não faltam: arquiteto de  informação, user experience architect, designer de interação, engenheiro  de usabilidade e por aí vai. São especializações diferentes para cada  etapa do processo. “Mas não espere que seu cardiologista resolva seu  problema no pé”, exemplifica a autora.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…uma escolha.</strong><br />
É claro que é mais natural pensar que seu produto não tem falhas e que  você não precisa de um UX Designer. Afinal, ter falhas não é o objetivo  de nenhum produto ou produtor. Ainda assim, muitas empresas ainda pensam  que uma boa experiência é apenas um diferencial, e não uma necessidade  básica.</li>
</ul>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a> e <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/author/fabricioteixeira/" target="_blank">Fabrício Teixeira</a></p>
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		<item>
		<title>Palestra para Curso de Design</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/palestra-para-curso-de-design/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/palestra-para-curso-de-design/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 02:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fatea.br/fatea/blog/2010/04/27/palestra-tecnica/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-439" title="palestra_divulgacao" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/04/palestra_divulgacao.jpg" alt="" width="322" height="270" /></a></p>
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		<title>Questionamentos na WEB?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento. Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento.</p>
<p>Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site não deveriam perder o tempo pensando, como:</p>
<p>Onde estou?</p>
<p>Onde devo começar?</p>
<p>Quais são as coisas importantes nesta página?</p>
<p>Por que eles deram este nome a isto?</p>
<p>A coisa mais importante que devemos fazer, ao estar construindo um site, no processo de Arquitetura de Informação e o Wire-frame, simplesmente, é compreender o princípio básico de eliminar perguntas.</p>
<p>Se fizermos isso, começaremos perceber tudo aquilo que nos faz pensar na Web, e vamos acabar aprendendo a reconhecê-los e evitá-los nas páginas que estiver criando.</p>
<p>Não é possível deixar tudo evidente. (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>O nosso objetivo, eu poderia dizer “Obrigação”, precisamos fazer (criar) páginas claras, de forma que apenas olhando-a o usuário comum saiba o que ela é e como usá-la.</p>
<p>Se estamos fazendo algo original ou pioneiro ou algo muito complicado, temos que estabelecer um relacionamento com a página auto-explicativo. Nesta página é preciso de um raciocínio para entendê-la. Mas, não esqueçamos de sempre questionarmos o que estamos fazendo e se possível aplicar testes de usabilidade para verificar a COGNIÇÃO do usuário.</p>
<p>Aparência, nomes, a organização da página e a pequena quantidade de textos, devem trabalhar juntos para criar um reconhecimento quase instantâneo&#8230; USABILIDADE na Página. Se não conseguimos neste projeto pioneiro tornar a página clara, precisamos alcançar pelo menos uma página auto-explicativa.</p>
<p>Por que isso tudo é importante?</p>
<p>“Na internet, os competidores estão sempre a um clique de distância, de modo que, se você frustrar os usuários, eles irão para outro lugar” (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>Um mal site, o usuário se frustra. A culpa disto não é o usuário que não sabe navegar, mas sim de quem construiu o site. Já o grande Jakob Nielsen diz a nós uma frase muito importante:</p>
<p>“…Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>A possibilidade de começar tudo de novo não é sempre atrativa&#8230; cuidem de fazer um site exato.</p>
<p>As páginas claras, faz com que tudo pareça melhor. Não fazendo as pessoas pensarem faz com tudo seja melhor para todos&#8230; Usuários e Sites. A eficácia é sempre uma ótima meta para os designers.</p>
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		<title>AI e Usabilidade?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 14:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O QUE É ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO? Se preocupa com o projeto, a implantação e manutenção de espaços informacionais digitais para o acesso humano. O foco da Arquitetura de Informação é o projeto das estruturas (ambientes informacionais). Fornecem aos usuários recursos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ai-e-usabilidade-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O QUE É ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO?</p>
<p>Se preocupa com o projeto, a implantação e  manutenção de espaços informacionais digitais para o acesso humano.</p>
<p>O foco da Arquitetura de Informação é o projeto  das estruturas (ambientes informacionais). Fornecem aos usuários  recursos necessários para transformar suas necessidades em AÇÕES e para  ATINGIR seus OBJETIVOS com sucesso.</p>
<p>A Arquitetura de Informação é uma atividade  inserida no campo da ERGONOMIA.</p>
<p>Luiz Agner</p>
<p>Dr. em Design</p>
<p>O QUE É USABILIDADE?</p>
<p>A usabilidade é um atributo de qualidade  relacionado a facilidade do uso de algo ou alguma coisa. Mais  especificamente, refere-se a rapidez com que os usuários podem aprender a  usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram  daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la.</p>
<p>Jakob Nielsen</p>
<p>Ph.D em Usabilidade na Web</p>
<p>A essência da Usabilidade é o acordo entre  INTERFACE, USUÁRIO, TAREFA e AMBIENTE. É a capacidade que um sistema  interativa oferece a seu usuário, em determinado contexto de operação,  para a realização de tarefas de maneira EFICAZ, EFICIENTE e AGRADÁVEL.</p>
<p>Ela pensa na satisfação do usuário em seus  objetivos, na interação e experiência com o sistema.</p>
<p>Walter Cybis</p>
<p>Grande Abraço</p>
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		<title>Pensar Hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos atuais. É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um celular (iPhone), que revolucionou &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/pensar-hoje/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas  criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos  atuais.</p>
<p>É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um  celular (iPhone), que revolucionou o mercado e faz com que tudo de novo  seja revisto, como: sites, display, formatos, comunicações, etc.</p>
<p>Fazer o uso da arquitetura da informação, ergonomia informacional e  usabilidade, é mostrar no mercado a preocupação com o avanço da  tecnologia. O cliente não ficará sem a interação. Mostra a verdadeira  função do designer ao dar respostas aos problemas encontrados para a  finalização destes meios.</p>
<p>Com isso a importância de ter uma atenção voltada para inculturação  dos meios modernos e tecnologia, ajuda o designer não permanecer na  inércia somente com os conhecimentos acadêmicos. Com isto precisamos nos  manter em movimento e conhecimento, esta atualização é um &#8220;xaqualão&#8221;  para ver o que está a nossa volta.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A navegação na web</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um marinheiro navegando em &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-navegacao-na-web-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Todos os dias  nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites  calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o  que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um  marinheiro navegando em um grande oceano? E principalmente, por que nos  perdemos ao navegar por um website confuso?</p>
<p style="text-align: left;">Navegar é sair  de um ponto de origem e ir para um ponto de destino que está fora do  alcance dos nossos olhos, um ponto sem contato visual. Por isso  utilizamos o termo navegar não apenas para as viagens de barcos e  navios, mas para toda sorte de meios de transporte inventados pela  humanidade. Temos navegantes e instrumentos de navegação nos aviões  comerciais, nos carros de rally e até na nave que levou nosso astronauta  brasileiro à estação espacial internacional.</p>
<p style="text-align: left;">Da mesma  forma, um usuário, ao percorrer um site, busca uma página de destino  onde estão as informações que precisa. Essa página está fora do alcance  dos seus olhos e por isso ele precisa percorrer o site para encontrá-la,  ou seja, precisa navegar pelo site.</p>
<p style="text-align: left;">E o que  precisamos para navegar na web?</p>
<p style="text-align: left;">Seja no mundo  real ou no mundo virtual para navegar precisamos de pontos de referência  para determinar a nossa posição espacial e a direção a seguir. Um  marinheiro usa como ponto de referência o Sol, as estrelas e os  satélites do GPS. Um piloto de rally usa árvores, rochas e diversos  outros marcos que aparecem no seu caminho. Até nós, ao andarmos em  nossas cidades usamos pontos de referência para indicarmos um caminho:  “No farol vire a esquerda”.</p>
<p style="text-align: left;">No mundo real  as referências já existem e fazem parte do ambiente. Árvores, rios,  montanhas e estradas. É infinita a quantidade de pontos de referência  que o mundo físico oferece para seus navegadores se orientarem.</p>
<p style="text-align: left;">Em um site, ao  contrário, essas referências não existem. Como as placas de uma rua, é  necessário criar um sistema de navegação que estabeleça pontos de  referência e uma sinalização para orientar o usuário no seu caminho. A  falta de um sistema como esse faz com que o usuário se perca, fique a  deriva ao navegar no site.</p>
<p style="text-align: left;">Os sistemas de  navegação dos websites são compostos por diversos elementos. Os mais  comuns são o menu local, a barra de navegação global, o bread crumb, os  cross contents, o mapa do site, o índice remissivo e, acredite, até pelo  logotipo da empresa. Cada um desses elementos tem a função de informar  ao usuário a sua posição no site e indicar que direção tomar.</p>
<p style="text-align: left;">Projetar  sistemas de navegação eficientes é um dos objetivos da Arquitetura de  Informação porque são eles que indicam para o usuário o caminho para  encontrar a informação que precisa e tornar o site mais fácil de usar..</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:  <a href="http://www.guilhermo.com" target="_blank">Guilhermo Reis &#8211; Mestre em Ciência da Informação</a></p>
</div>
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