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	<title>Marcos Jolbert &#187; cienciadainformacao</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D. A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers: Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/opiniao-browsers-o-que-se-espera-hoje-da-navegacao-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-647" title="Browser_Engine" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png" alt="" width="415" height="300" /></a></p>
<p>Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D.</p>
<p>A opinião interessante de<strong><strong> </strong></strong>Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os <em>Browsers</em>:</p>
<p>Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o <em>browser</em>. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de <em>sites</em> existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.</p>
<p>O <em>browser</em> canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.</p>
<p>Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via<em>browser</em>. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um <em>browser </em>apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus<em>sites</em> favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses<em> sites</em> estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.</p>
<p>Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.</p>
<p><strong>Segurança</strong>: As motivações mais importantes para a escolha do <em>browser </em>em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).</p>
<p><strong>Privacidade</strong>: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os <em>sites</em> que visitou.</p>
<p><strong>Experiência de navegação</strong>: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos <em>websites</em>: 95% dos inquiridos considera que os<em> sites</em> podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição <em>online</em>(57%), e navegar em 3D (51%).</p>
<p>A melhor experiência de navegação é conseguida se o <em>browser</em> me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/" target="_blank">Exame Informática</a> e <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>Compartilhe&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
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		<title>Os processos de comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 19:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os processos de comunicação Dois processos de comunicação são utilizados: um processo formal (escrito), e um processo informal (oral). A comunicação escrita compreende principalmente as publicações primarias, onde se apresentam pela primeira vez perante o público, sob forma de produto &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/os-processos-de-comunicacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os processos de comunicação</p>
<p>Dois processos de comunicação são utilizados: um processo formal (escrito), e um processo informal (oral).</p>
<p>A <strong>comunicação escrita</strong> compreende principalmente as publicações primarias, onde se apresentam pela primeira vez perante o público, sob forma de produto da informação.</p>
<p>A <strong>comunicação oral</strong> é constituída de formas públicas (conferencias, colóquios, seminários) e privadas (conversas, correspondencia, etc.) de distribuição das informações.</p>
<p>A informação comunicada por esses meios nao tem a estabilidade da que é comunicada pelos meios formais. O intercâmbio de informações entre dois pesquisadores durante uma conversa consiste em uma sondagem de uma ideia qualquer, com o risco de modificá-la imediatamente.</p>
<p>Diferenças entre os elementos formais e os elementos informais. Os elementos dos processos de comunicação diferem sobretudo quanto a audiência, armazenamento, atualidade e autenticidade da informação, orientação, redundancisa e interatividade.</p>
<p>FONTE: Le Coadic, Yves-François &#8211; A ciência da informação</p>
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		<title>Estudos de Card sorting</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 20:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo pesquisa e analizando Card-Sorting para um portal mobile&#8230;. entrevistas com pessoas da TI a professores&#8230; Depois eu postarei no site a metodologia, para compartilhar com vocês. Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo pesquisa e analizando Card-Sorting para um portal mobile&#8230;. entrevistas com pessoas da TI a professores&#8230;<br />
Depois eu postarei no site a metodologia, para compartilhar com vocês.<br />

<a href='http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/card_sorting2/' title='card_sorting2'><img width="150" height="150" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/card_sorting2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="card_sorting2" title="card_sorting2" /></a>
<a href='http://www.marcosjolbert.com/estudos-de-card-sorting/pesquisa_card_sorting/' title='pesquisa_card_sorting'><img width="150" height="150" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/pesquisa_card_sorting-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pesquisa_card_sorting" title="pesquisa_card_sorting" /></a>
</p>
<p>Abraços</p>
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		<title>Portugal: Novos leitores eletrônicos Kindle esgotados</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 12:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Diário Digital/Lusa. Data: 03/08/2010. Os novos aparelhos de leitura de livros eletrónicos Kindle, lançados na semana passada, esgotaram-se hoje, tendo a Amazon, que os distribui, explicado que “devido à forte procura” será necessário esperar cerca de um mês para &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/portugal-novos-leitores-eletronicos-kindle-esgotados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Diário Digital/Lusa. Data: 03/08/2010.</p>
<p>Os novos aparelhos  de leitura de livros eletrónicos Kindle, lançados na semana passada,  esgotaram-se hoje, tendo a Amazon, que os distribui, explicado que  “devido à forte procura” será necessário esperar cerca de um mês para  adquirir um.</p>
<p>“As encomendas feitas hoje deverão ser expedidas a 04 de setembro ou antes”, pode ler-se na página da internet Amazon.com.</p>
<p>O  aviso é válido para as duas versões do Kindle clássico – o modelo mais  barato, ligado às redes de internet sem fios wifi, por 139 dólares (105  euros), e a versão ligada às redes telefónicas 3G e wi-fi, por 189  dólares (143 euros) – e para ambas as cores do aparelho (branco ou  cinzento).</p>
<p>A última vez que o Kindle esteve em rutura de stock  foi na semana passada, imediatamente antes da apresentação das novas  versões do leitor eletrónico, mais sofisticadas do que a geração  anterior.</p>
<p>A versão maior do Kindle, a DX, da qual foi lançada  uma atualização no início deste mês, está ainda disponível por 379  dólares (286 euros).</p>
<p>A Amazon nunca divulgou números das vendas  do Kindle, tendo-se limitado a classificá-lo como o objeto mais vendido  no seu site desde há dois anos.</p>
<p>O gigante da distribuição na  internet indicou antes do lançamento das novas versões que o crescimento  das vendas do aparelho triplicou desde que o preço foi reduzido, de 259  para 189 dólares (de 195 para 143 euros), em junho.</p>
<p>O Kindle,  cuja primeira geração surgiu em 2007, enfrenta uma concorrência  crescente, nomeadamente dos leitores de livros eletrónicos da japonesa  Sony e da editora Barnes &amp; Noble, bem como do leitor multimédia da  Apple, o iPad, que combina as funções de um aparelho de leitura e de um  mini-computador.</p>
<p>A Apple também tem tido dificuldades em responder à procura do iPad, cujos prazos de entrega são de cerca de duas semanas.</p>
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		<title>Editora decide publicar só livro digital</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/editora-decide-publicar-so-livro-digital/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/editora-decide-publicar-so-livro-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor: Jeffrey A. Trachtenberg. Fonte: The Wall Street Journal. Data: 10/08/2010. Num momento em que os livros digitais continuam a ganhar mercado, uma das mais antigas editoras americanas de livros de bolso decidiu abandonar a publicação impressa tradicional e colocar &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/editora-decide-publicar-so-livro-digital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Jeffrey A. Trachtenberg.<br />
Fonte: The Wall Street Journal. Data: 10/08/2010.</p>
<p>Num  momento em que os livros digitais continuam a ganhar mercado, uma das  mais antigas editoras americanas de livros de bolso decidiu abandonar a  publicação impressa tradicional e colocar à venda seus títulos somente  no formato digital ou via impressão sob encomenda.</p>
<p>A Dorchester  Publishing, uma editora de livros e revistas de capital fechado,  informou que está fazendo a mudança depois que as vendas unitárias de  livros caíram 25% no ano passado, em parte devido ao declínio das  encomendas de algumas de suas contas de varejo mais importantes, entre  as quais Walmart Stores . Uma porta-voz do Walmart não quis comentar.</p>
<p>&#8220;Não  foi uma decisão demorada, porque vínhamos realizando o esforço, mas sem  obter os resultados&#8221;, disse o diretor-presidente da Dorchester, John  Prebich.</p>
<p>Os livros eletrônicos estão ganhando popularidade entre  os leitores. Mike Shatzkin, diretor-presidente da Idea Logical Co., uma  consultoria editorial, prevê que os livros digitais serão 20% a 25% das  vendas unitárias até o fim de 2012. A Amazon.com estima que suas vendas  de e-livros para o Kindle possam superar as vendas dos livros impressos  no formato brochura tradicional em 9 a 12 meses.</p>
<p>A decisão de  partir para o digital pode ser um sinal do que está por vir para outras  editoras pequenas que enfrentam queda nas vendas na área impressa  tradicional. A decisão da Dorchester vai provavelmente resultar em  economias significativas num momento em que a empresa espera que suas  vendas digitais dobrem em 2011.</p>
<p>A Dorchester, que publica livros  de bolso desde 1971, lança de 25 a 30 novos títulos por mês,  aproximadamente 65% dos quais são obras românticas.Os fãs de obras  românticas em particular já abraçaram os e-books, em parte porque os  leitores podem ler as obras em público sem ter de revelar a capa. Além  disso, o tamanho da letra é facilmente ajustável nos e-readers, o que  torna os títulos publicados no formato de bolso mais fáceis de ler para  clientes mais velhos.</p>
<p>Prebich estimou que 83% dos livros  publicados pela Dorchester são vendidos nos Estados Unidos a um preço de  tabela de US$ 7,99. Um livro brochura no formato convencional  geralmente tem o preço em torno de US$ 14,95.</p>
<p>A troca da  Dorchester pelo e-book entra em vigor hoje. A editora planeja colocar à  venda novos títulos no sistema de impressão sob encomenda por meio de  varejistas ainda este ano. A Ingram Publisher Services, uma divisão da  empresa de capital fechado Ingram Industries, informou que vai enviar as  encomendas aos varejistas conforme necessário. A notícia da decisão da  Dorchester foi revelada primeiro pela &#8220;Publishers Weekly&#8221;, uma  publicação do setor editorial.</p>
<p>Prebich admitiu que alguns autores  podem ficar tristes por ver seus títulos somente para venda como e-book  ou via impressão sob encomenda, mas disse que até agora a resposta tem  &#8220;sido receptiva ao que estamos fazendo.&#8221;</p>
<p>A Hard Case Crime, um  selo da empresa de capital fechado Winterfall LLC, disse que poderá  buscar uma maneira de transferir seus livros de mistério da Dorchester  para outra editora.</p>
<p>&#8220;Tem sido uma boa parceria, mas se eles não  vão mais publicar livros de bolso, teremos que decidir o que fazer&#8221;,  disse Charles Ardai, dono da Hard Case Crime. &#8220;Acredito no formato de  bolso, mas compreendo o mercado.&#8221;</p>
<p>A Randon House, subsidiária da  alemã Bertelsmann e a maior editora americana de livros, disse que  continua a apostar no mercado de livros de bolso. Um dos escritores  americanos de mistério de maior sucesso, o falecido John D. MacDonald, é  vendido pela Random House só no formato de bolso.</p>
<p>&#8220;Ainda é uma  alternativa viável, popular e mais barata do que os outros formatos de  leitura&#8221;, disse Stuart Applebaum, porta-voz da Random House. &#8220;E também  tem um público fiel. Será que essa fidelidade será para sempre num  mercado em transformação?&#8221;</p>
<p>FONTE do POST: <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>Pensar Hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos atuais. É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um celular (iPhone), que revolucionou &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/pensar-hoje/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas  criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos  atuais.</p>
<p>É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um  celular (iPhone), que revolucionou o mercado e faz com que tudo de novo  seja revisto, como: sites, display, formatos, comunicações, etc.</p>
<p>Fazer o uso da arquitetura da informação, ergonomia informacional e  usabilidade, é mostrar no mercado a preocupação com o avanço da  tecnologia. O cliente não ficará sem a interação. Mostra a verdadeira  função do designer ao dar respostas aos problemas encontrados para a  finalização destes meios.</p>
<p>Com isso a importância de ter uma atenção voltada para inculturação  dos meios modernos e tecnologia, ajuda o designer não permanecer na  inércia somente com os conhecimentos acadêmicos. Com isto precisamos nos  manter em movimento e conhecimento, esta atualização é um &#8220;xaqualão&#8221;  para ver o que está a nossa volta.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A construção da informação</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 18:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As atividades científicas e técnicas são o manancial de onde surgem os conhecimentos científicos e técnicos que se transformarão, depois de registrados, em INFORMAÇÕES científicas e técnicas. A informação é o sangue da ciência. Sem informação, a ciência não pode &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-construcao-da-informacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As atividades científicas e técnicas são o manancial de onde surgem os conhecimentos científicos e técnicos que se transformarão, depois de registrados, em INFORMAÇÕES científicas e técnicas.</p>
<p>A informação é o sangue da ciência. Sem informação, a ciência não pode se desenvolver e viver. Sem informação, a pesquisa seria inútil e não existiria o conhecimento. Fluido preciso, continuamente produzido e renovado, a informação só interessa se circula e sobretudo, se circula livremente.</p>
<p>1 &#8211; O Crescimento da informação</p>
<p>Atividades de pesquisa nunca tiveram nem vigor nem a extensão que tem hoje em dia. A profissão de fé dos pesquisadores é: “O que é bom para a ciência é necessariamente bom para a sociedade”.</p>
<p>Modelos quantitativos de crescimento – Constatava-se nesses últimos anos, que o crescimento da ciência era “muito mais ativo e muito mais vasto em seus problemas do que qualquer outra espécie de crescimento hoje ocorrendo no mundo”</p>
<p>As características qualitativas do crescimento – Não é pelo fato de dois países ou duas disciplinas produzirem o mesmo número de artigos que gozarão do mesmo estado de saúde científica. Dá-se, conforme o momento, mais atenção a uma ou a outra disciplina; ora à teoria, ora à experimentação.</p>
<p>As características atuais de crescimento – Ao lado desse crescimento muito particular do conhecimento e da informação, outras características permitem compreender o porquê do elevado lugar que a ciência e a tecnologia ocupam atualmente na hierarquia dos fatores sociais. Tais como:</p>
<p>Ampliações dos setores onde se exerce esse conhecimento</p>
<p>Movimento de síntese e um profundo desejo de unidade – A interdisciplina é um grande exemplo.</p>
<p>Aparecimento de novos produtos / processos de produção – fibra ótica, miniaturização, automação, novas atividades e novas empresas.</p>
<p>2 – Os atores da construção: a comunidade científica</p>
<p>A comunidade científica é o grupo social formado por indivíduos que têm como profissão a  pesquisa científica e tecnológica.</p>
<p>Os pesquisadores tem um papel importante onde eles colocam a disposição da sociedade a sua pesquisa e constatação do conhecimento. Ganha o pesquisador que primeiro publica a informação.</p>
<p>Mas o pesquisador transfere gratuitamente para a sua comunidade científica as informações que detém.</p>
<p>3 – As instituições</p>
<p>Os membros dessas comunidades trabalham em certo número de instituições de natureza social e econômica, com academias, sociedades científicas, associações de pesquisadores, laboratórios e universidades.</p>
<p>Yves-Fraçois, batiza 5 etapas dessas institucionalizações:</p>
<p>O cientista isolado – homem desprovido de apoio institucional;</p>
<p>O amadorismo científico – reunião de pares de pesquisadores;</p>
<p>A ciência acadêmica – dedicação integral nos trabalhos;</p>
<p>A ciência organizada – proporciona um programa de desenvolvimento da pesquisa e de formação para a pesquisa.</p>
<p>A mega ciência – caracteriza-se pelas dimensões dos laboratórios, orçamentos de pesquisa, complexidade dos equipamentos e a comunidade profissional.</p>
<p>4 – Uma construção acelerada</p>
<p>Uma profissionalização generalizada da pesquisa / um aumento dos meios utilizados / um aumento dos pesquisadores.</p>
<p>Tudo isso ajuda na construção da informação.</p>
<p>FONTE: Yves-Fraçois</p>
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		<title>A Ciência da Informação</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[cienciadainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>

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		<description><![CDATA[De prática de organização, a Ciência da Informação tornou-se, portanto, uma ciência social rigorosa que se apóia em uma tecnologia também rigorosa. Tem por objeto o estudo das propriedades gerais da informação (natureza, gênese, efeitos), ou seja, mais precisamente: A &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ciencia-da-informacao-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De prática de organização, a Ciência da Informação tornou-se, portanto, uma ciência social rigorosa que se apóia em uma tecnologia também rigorosa. Tem por objeto o estudo das propriedades gerais da informação (natureza, gênese, efeitos), ou seja, mais precisamente:</p>
<ul>
<li>A análise dos processos de      construção, comunicação e uso da informação;</li>
<li>E a concepção dos produtos      e sistemas que permitem sua construção, comunicação, armazenamento e uso;</li>
<li>Analisar os processos de      produção, comunicação e uso das informações;</li>
<li>Conhecer os sistemas que      permitem sua comunicação, uso e armazenamento.</li>
</ul>
<p>Existem três processos de construção, comunicação e uso da informação. Trazemos a observação, que os profissionais da informação tiveram, durante muito tempo, pouca participação em cada um desses processos. Suas intervenções e suas técnicas giraram, principalmente, em torno dos problemas de armazenamento dos documentos e objetos e do desenvolvimento dos sistemas correspondentes.</p>
<p>Os três processos são:</p>
<ul>
<li>A construção da      informação;</li>
<li>A comunicação da      informação;</li>
<li>O uso da informação.</li>
</ul>
<p>Vamos estar nos aprofundando estes três processos.</p>
<p>FONTE: Yves-François</p>
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		<title>Ciência da Informação &#8211; Sua institucionalização</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[cienciadainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[interdisciplina]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhando o surgimento desses novos conhecimentos, implantou-se, progressivamente, um conjunto de estruturas que visam a dar status cientifico e social à Ciência da Informação. As Revistas Científicas – são uma dessas estruturas. Reunidas em papel, eletrônicas e periféricas, ilhas culturais. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ciencia-da-informacao-sua-institucionalizacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhando o surgimento desses novos conhecimentos, implantou-se, progressivamente, um conjunto de estruturas que visam a dar status cientifico e social à Ciência da Informação.</p>
<ul>
<li>As Revistas Científicas – são uma dessas estruturas. Reunidas em papel, eletrônicas e periféricas, ilhas culturais.</li>
<li>Bancos de informações – são outros veículos de conhecimentos produzidos pela ciência da informação.</li>
<li>Sociedades científicas – que existem em âmbito nacional ou internacional. Organizam regularmente congressos, colóquios e conferências nos diversos campos da ciência e da indústria da informação.</li>
<li>Cursos e Unidades de ensino – a ciência da informação surge nos estabelecimentos de ensino superior, escolas de engenharias e universidades. As vezes se associam-se com os cursos de biblioteconomia. Equipes de pesquisa se acham vinculadas a essas unidades de ensino.</li>
</ul>
<p>FONTE: Yves-François</p>
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