<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marcos Jolbert &#187; cognicao</title>
	<atom:link href="http://www.marcosjolbert.com/tag/cognicao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcosjolbert.com</link>
	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 10:17:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Questionamentos na WEB?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[cognicao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinterface]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[jakobnielsen]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[questiomar]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[stevekrug]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=427</guid>
		<description><![CDATA[Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento. Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento.</p>
<p>Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site não deveriam perder o tempo pensando, como:</p>
<p>Onde estou?</p>
<p>Onde devo começar?</p>
<p>Quais são as coisas importantes nesta página?</p>
<p>Por que eles deram este nome a isto?</p>
<p>A coisa mais importante que devemos fazer, ao estar construindo um site, no processo de Arquitetura de Informação e o Wire-frame, simplesmente, é compreender o princípio básico de eliminar perguntas.</p>
<p>Se fizermos isso, começaremos perceber tudo aquilo que nos faz pensar na Web, e vamos acabar aprendendo a reconhecê-los e evitá-los nas páginas que estiver criando.</p>
<p>Não é possível deixar tudo evidente. (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>O nosso objetivo, eu poderia dizer “Obrigação”, precisamos fazer (criar) páginas claras, de forma que apenas olhando-a o usuário comum saiba o que ela é e como usá-la.</p>
<p>Se estamos fazendo algo original ou pioneiro ou algo muito complicado, temos que estabelecer um relacionamento com a página auto-explicativo. Nesta página é preciso de um raciocínio para entendê-la. Mas, não esqueçamos de sempre questionarmos o que estamos fazendo e se possível aplicar testes de usabilidade para verificar a COGNIÇÃO do usuário.</p>
<p>Aparência, nomes, a organização da página e a pequena quantidade de textos, devem trabalhar juntos para criar um reconhecimento quase instantâneo&#8230; USABILIDADE na Página. Se não conseguimos neste projeto pioneiro tornar a página clara, precisamos alcançar pelo menos uma página auto-explicativa.</p>
<p>Por que isso tudo é importante?</p>
<p>“Na internet, os competidores estão sempre a um clique de distância, de modo que, se você frustrar os usuários, eles irão para outro lugar” (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>Um mal site, o usuário se frustra. A culpa disto não é o usuário que não sabe navegar, mas sim de quem construiu o site. Já o grande Jakob Nielsen diz a nós uma frase muito importante:</p>
<p>“…Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>A possibilidade de começar tudo de novo não é sempre atrativa&#8230; cuidem de fazer um site exato.</p>
<p>As páginas claras, faz com que tudo pareça melhor. Não fazendo as pessoas pensarem faz com tudo seja melhor para todos&#8230; Usuários e Sites. A eficácia é sempre uma ótima meta para os designers.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fundamentos da Gestalt</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/fundamentos-da-gestalt/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/fundamentos-da-gestalt/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[cancaonova]]></category>
		<category><![CDATA[cognicao]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[gomesfilho]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[koffka]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[visao]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=328</guid>
		<description><![CDATA[Segunda as teorias da Gestalt, quando olhamos para uma forma não vemos suas partes isoladamente, mas sim seu conjunto, o todo. Para a nossa percepção, que é resultado de uma percepção global, as partes são inseparáveis do todo. A Gestalt, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/fundamentos-da-gestalt/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda as teorias da Gestalt, quando olhamos para uma forma não  vemos suas partes isoladamente, mas sim seu conjunto, o todo. Para a  nossa percepção, que é resultado de uma percepção global, as partes são  inseparáveis do todo.</p>
<p>A Gestalt, após sistemáticas pesquisas, apresenta uma teoria nova  sobre o fundamento da percepção. Segunda essa teoria, o que acontece no  cérebro não é idêntico ao que acontece na retina. A excitação cerebral  não se dá em pontos isolados, mais por extensão. Não existe, na  percepção da forma, um processo posterior de associação das várias  sensações. A primeira sensação é da forma, já é global e unificada.  (GOMES FILHO, 2006, p.19)</p>
<p>A marca Canção Nova possui sua semântica muito bem definida,  adequando-se no conceito definido por Gomes Filhos. Ao ver a marca,  reconhecemos em si mesma, os símbolos que ela traz.<br />
Estes símbolos, que juntos remetem ao carisma do Movimento Canção Nova; o  Espírito Santo representado pela pomba, a canção e a música  representado pelo violão, e a oração representado pela mão (estes  símbolos serão detalhados no terceiro capítulo).</p>
<p>A percepção varia de acordo com o contexto, podendo ser ele:  histórico- cultural, geográfico, familiar, sexo, idade e raça. A  percepção é uma função cerebral que atribui significado a estímulos  sensoriais. É aquisição, interpretação, seleção e organização das  informações obtidas pelo sentido. Os fatores que influenciam na  percepção podem ser: internos e externos.</p>
<p>Koffka, quando estuda o fenômeno da percepção visual, isto é, quando  procura explicar “por que vemos as coisas como vemos”, estabelece,  inicialmente, uma primeira divisão geral entre forças externas e forças  internas. (GOMES FILHO, 2006, p.19)</p>
<p>As forças internas são forças de organização que estruturam  internamente as formas de natureza externa. Como por exemplo:  intensidade, contraste, movimento e incongruência.<br />
Já as forças externas são constituídas pela estimulação da retina  através da luz que vem de algo exterior. Por exemplo: motivação e  experiência.</p>
<p>Essas correntes das forças de organização são que os gestaltistas  chamam de padrões, fatores, princípios básicos ou leis de organização da  forma percentual. São estas formas ou esses princípios que explicam por  que vemos as coisas de uma determinada maneira e não de outra. (GOMES  FILHO, 2006, p.20)</p>
<p>A interpretação da marca Canção Nova é o conjunto das forças de  organização que traz seus signos próprios, podendo ou não ter uma  percepção. Com o manual de aplicação da marca a linguagem visual e a  teoria da forma exata manterão sua fidelidade nos conceitos e na  aplicação do mesmo. Por isso a importância do uso da Gestalt na montagem  do manual de aplicação da Canção Nova.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-327" title="marca-cn_bigger" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/03/marca-cn_bigger-300x222.jpg" alt="marca-cn_bigger" width="300" height="222" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/fundamentos-da-gestalt/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ergonomia na Visão de uma Doutora</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 12:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[cognicao]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=300</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Conceitua-se a ergonomia como tecnologia projetual das comunicações entre homens e máquinas, trabalho e ambiente. De acordo com a classificação de Mário Bunge para ecnologia, a ergonomia atua tanto como teoria tecnológica substantiva quanto como teoria tecnológica operativa. Como teoria &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Conceitua-se a ergonomia como tecnologia projetual das comunicações  entre homens e máquinas, trabalho e ambiente.</p>
<p>De acordo com a classificação de Mário Bunge para ecnologia, a  ergonomia atua tanto como teoria tecnológica substantiva  quanto como  teoria tecnológica operativa.</p>
<p>Como teoria tecnológica substantiva, a ergonomia busca, através de  pesquisas descritivas e experimentais, sobre limiares, limites e  capacidades humanas (a partir de dados da fisiologia, da  neurofisiologia, da psicofisiologia, da psicologia, da psicopatologia,  da biomecânica &#8211; primacialmente aplicadas ao trabalho -, bem como da  anatomia e da antropometria),fornecer bases racionais e empíricas para  adaptar ao homem bens de consumo e de capital, meios e métodos de  trabalho, planejamento, programação e controle e processos de produção,  sistemas de informação.</p>
<p>Como teoria tecnológica operativa, a ergonomia objetiva, através da  ação, resolver os problemas da relação entre homem, máquina,  equipamentos, ferramentas, programação do trabalho, instruções e  informações, solucionando os conflitos entre o humano e o tecnológico,  entre a inteligência natural e a &#8216;inteligência&#8217; artificial nos sistemas  homens-máquinas.</p>
<p>Tais conflitos se expressam através de custos humanos do trabalho  para o operador &#8211; fadiga, doenças profissionais, lesões temporárias ou  permanentes, mutilações, mortes &#8211; e de acidentes, incidentes, erros  excessivos, paradas não controladas, lentidão e outros problemas de  desempenho, assim como danificação e má conservação de máquinas e  equipamentos, que acarretam decréscimos na produção, desperdício de  matérias-primas, baixa qualidade dos produtos &#8211; o que acaba por  comprometer a produtividade do sistema homens-máquinas.</p>
<p>Neste momento, como tecnologia operativa, com base nos enfoques  sistêmico e informacional, a ergonomia trata de definir para projetos de  produtos, estações de trabalho, sistemas de controle, sistemas de  informação, diálogos computadorizados, organização do trabalho,  operacionalização da tarefa e programas instrucionais, os seguintes  parâmetros: <em>interfaciais, instrumentais, informacionais, acionais,  comunicacionais, cognitivos, movimentacionais, espaciais/arquiteturais,  físico-ambientais, químicoambientais, securitários, operacionais,  organizacionais, instrucionais e urbanos</em>.</p>
<p>Veja a seguir:</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">interfaciais:</span></strong> configuração, morfologia, arranjo físico, dimensões, alcances de  máquinas, equipamentos, consoles, bancadas, painéis e mobiliários;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">instrumentais:</span></strong> configuração, conformação, arranjo físico e topologia, priorização,<br />
ordenação, padronização, compatibilização e consistência, localização de  painéis de supervisão (sinópticos, mostradores) e/ou comandos;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">informacionais:</span></strong> visibilidade, legibilidade, compreensabilidade e quantidade de  informação, priorização e ordenação, padronização, compatibilização e  consistência, arranjo físico, topologia e localização de componentes  sígnicos &#8211; caracteres alfanuméricos e símbolos iconográficos -, de  sistemas de sinalização de segurança ou de orientação, de painéis  sinópticos, telas de monitores de vídeo e mostradores, de manuais  operacionais e apoios instrucionais;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">acionais:</span></strong> priorização e ordenação, padronização, compatibilização e consistência,  arranjo físico, topologia e localização, configuração, conformação,  apreensibilidade, dimensões, movimentação e resistência de comandos  manuais e pediosos;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">comunicacionais:</span></strong> articulação e padronização de mensagens verbais por altofalantes,  microfones e telefonia; priorização e ordenação, arranjo físico,  localização, configuração, conformação e dimensões de equipamentos de  comunicação oral;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">cognitivos:</span></strong> compreensabilidade, consistência da lógica de codificação e  representação, compatibilização de repertórios, significação das  mensagens; processamento de informações, coerência dos estímulos, das  instruções e das ações e decisões envolvidas na tarefa, compatibilidade  entre a quantidade de informações, complexidade e/ou riscos envolvidos  na tarefa; navegação de acordo com as estratégias do usuário de  resolução de problemas; qualificação, competência e proficiência do  operador;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">movimentacionais:</span></strong> limites de peso para levantamento e transporte manual de cargas,<br />
segundo a distância horizontal da carga em relação à região lombar da  coluna vertebral,<br />
o curso vertical do levantamento ou abaixamento da carga, a origem e o  destino da carga, conformação da carga, a frequência de manipulação da  carga.</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">espaciais/arquiteturais:</span></strong> aeração, insolação e iluminação do ambiente; isolamento acústico e  térmico; áreas de circulação e layout de instalação das estações de  trabalho;<br />
ambiência gráfica, cores do ambiente e dos elementos arquiteturais;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">físico-ambientais:</span></strong> iluminação, ruído, temperatura, vibração, radiação, pressão, dentro dos  limites da higiene e segurança do trabalho, e considerando as  especificidades da tarefa;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">químico-ambientais:</span></strong> toxicidade, vapores e aerodispersóides; agentes biológicos<br />
(microorganismos: bactérias, fungos e vírus), que respeitem padrões de  assepsia, higiene e saúde;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">securitários:</span></strong> controle de riscos e acidentes através de atividades prevencionistas,<br />
pela manutenção de máquinas e equipamentos, pela utilização de  dispositivos de proteção coletiva e, em último caso, pelo uso de  equipamentos de proteção individual adequados, pela supervisão constante  da instalação dos dutos, alarmes e da planta industrial em geral;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">operacionais:</span></strong> programação da tarefa, interações formais e informais, ritmo,  repetitividade, autonomia, pausas, supervisão,precisão e tolerância das  atividades da tarefa, controles de qualidade;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">organizacionais:</span></strong> parcelamento, isolamento, participação, gestão, avaliação, jornada,  horário, turnos e escala de trabalho, seleção e treinamento para o  trabalho;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">instrucionais:</span></strong> programas de treinamento, procedimentos de execução da tarefa;  reciclagens e avaliações;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">urbanos:</span></strong> planejamento e projeto do espaço da cidade, sinalização urbana e de  transporte, terminais rodoviários, ferroviários e metroviários, áreas de  circulação e integração, áreas de repouso e de lazer, sistemas públicos  de informação.</li>
</ul>
<p>O objeto da ergonomia , seja qual for a sua linha de atuação, ou as  estratégias e os métodos<br />
que utiliza, é o homem no seu trabalho trabalhando, realizando a sua  tarefa cotidiana, executando as suas atividades do dia-a-dia. Esse  trabalho real e concreto compreende o trabalhador, operador ou usuário  no seu local de trabalho, enquanto executa sua tarefa, com suas  máquinas, ferramentas, equipamentos e meios de trabalho, num determinado  ambiente físico e arquitetural, com seus chefes e supervisores, colegas  de trabalho e companheiros de equipe, interações e comunicações formais  e informais, num determinado quadro econômico-social, ideológico e  político.</p>
<p>A ergonomia partilha o seu objetivo geral &#8211; melhorar as condições  específicas do trabalho<br />
humano &#8211; com a higiene e a segurança do trabalho. Os organizadores do  trabalho também<br />
estudam o trabalho real para determinar procedimentos mais racionais e  formas mais produtivas de efetuar a tarefa. Variam as ênfases, as  estratégias, alguns métodos e técnicas.<br />
Imprescindível se faz enfatizar que a ergonomia orienta-se  prioritariamente para a aplicação.</p>
<p>Cumpre ressaltar que a singularidade da ergonomia está justamente na  sua praxis, que integra o estudo das características físicas e psíquicas  do homem, as avaliações tecnológicas do sistema produtivo, a análise da  tarefa, com a apreciação, o diagnóstico, a projetação, a avaliação e a  implantação de sistemas homens-máquinas. O ergonomista, junto com  engenheiros, arquitetos, desenhistas industrias, analistas e  programadores de sistema, organizadores do trabalho, propõe mudanças e  inovações, sempre a partir de variáveis fisiológicas, psicológicas e  cognitivas humanas e segundo critérios que privilegiam o ser humano.</p>
<p>O atendimento aos requisitos ergonômicos possibilita maximizar o  conforto, a satisfação e o bem-estar; garantir a segurança; minimizar  constrangimentos, custos humanos e carga cognitiva, psíquica e física do  operador e/ou usuário; e otimizar o desempenho da tarefa, o rendimento  do trabalho e a produtividade do sistema homem-máquina.</p>
<p>Finalmente, cabe asseverar que a ergonomia tem como centro focal de  seus levantamentos, análises, pareceres, diagnósticos, recomendações,  proposições e avaliações, o HOMEM como ser integral. A vocação principal  da ergonomia é recuperar o sentido antropológico do trabalho, gerar o  conhecimento atuante e reformador que impede a alienação do trabalhador,  valorizar o trabalho como agir humano através do qual o homem se  transforma e transforma a sociedade, como livre expressão da atividade  criadora, como superação dos limites da natureza pela espécie humana&#8221;.  (MORAES, A. de. 1992a).</p>
<p>Para melhor explicitar o conceituação de ergonomia importa aprofundar  o que BUNGE<br />
(1975), compreende como tecnologia substantiva e operativa. Uma teoria  pode ter relevância para a ação seja por fornecer conhecimentos sobre os  objetos da ação (como as máquinas, por exemplo) seja por tratar da  própria ação (como as decisões que precedem e guiam a fabricação ou o  uso de máquinas).</p>
<p>Uma teoria do vôo é do primeiro tipo &#8211; substantivo, enquanto a teoria  das decisões ótimas sobre a distribuição do tráfego aéreo por uma  região é do segundo tipo &#8211; operativa. Os dois tipos de teoria são  teorias tecnológicas.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas, que se referem ao objeto da  ação, são, essencialmente, aplicações de teorias científicas  substantivas (em que se baseiam) a situações aproximadamente reais.  Assim, por exemplo, uma teoria de vôo é, fundamentalmente, uma aplicação  da dinâmica dos fluidos.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas apresentam um estreito contacto  com as teorias científicas.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas, que se ocupam das decisões que  precedem e guiam as ações, fornecem aos que tomam decisões os  instrumentos para planejar e fazer.</p>
<p>As teorias tecnológicas operativas referem-se às operações do  complexo homem-máquina, em situações aproximadamente reais. Ocupam-se  diretamente das ações do elaborador de decisões (decisor) e do produtor  ou agente. Assim, por exemplo, uma teoria da gestão de linhas aéreas não  estuda os aviões, mas sim certas operações do pessoal.</p>
<p>As teorias tecnológicas operativas nascem da investigação aplicada e  podem ter pouco ou nada a ver com as teorias substantivas.</p>
<p>Desse modo, matemáticos e lógicos, com escasso conhecimento prévio  das teorias científicas do campo substantivo, podem  fornecer  importantes conhecimentos a ditas teorias operativas.</p>
<p>Vale observar que a consideração da ergonomia como tecnologia não  significa colocá-la no rol dos saberes de segunda classe. Os que clamam  pela ergonomia como ciência certamente desejam valorizá-la.</p>
<p>Cumpre então, com BUNGE (1980), definir tecnologia como:</p>
<p>&#8220;um corpo de conhecimento que é compatível com a ciência  contemporânea e controlável<br />
pelo método científico, e é empregado para controlar, transformar ou  criar coisas ou processos naturais ou sociais&#8221;.</p>
<p>Como afirma o mesmo BUNGE (1975):</p>
<p>&#8220;(&#8230;) a interação entre a teoria e a prática e a integração das  artes e ofícios com a tecnologia e a ciência não se consegue apenas ao  proclamar a sua unidade, mas sim através da multiplicação de contatos e  do estímulo ao processo pelo qual os ofícios recebem uma base  tecnológica e a tecnologia se converte totalmente em ciência aplicada.  Tal pressupõe a conversão das receitas práticas peculiares aos ofícios  em regras fundamentadas, isto é em regras que se fundamentam em leis&#8221;.</p>
<p>A ergonomia garante com os seus conhecimentos substantivos a  proximidade das teorias e dos métodos científicos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/define.htm" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

