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	<title>Marcos Jolbert &#187; design</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Disciplinas relacionadas com Design</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 16:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Gráfico extraído do livro: Designing for Interaction]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-659" title="1128535873_8e6158fd88" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg" alt="" width="481" height="500" /></a></p>
<p>Gráfico extraído do livro: <a href="http://www.amazon.com/Designing-Interaction-Creating-Applications-Devices/dp/0321432061" target="_blank">Designing for Interaction</a></p>
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		<title>Você é User Experience???</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom. São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom.</p>
<p>São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que <a title="Why UX Design cannot be designed" href="http://www.smashingmagazine.com/2011/03/15/why-user-experience-cannot-be-designed/">uma experiência não pode ser desenhada</a>. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.</p>
<p>A segunda é um <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post muito interessante</a> de Whitney Hess, que traz <strong>um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer</strong> ou se carrega um título não tão legítimo assim.</p>
<p>A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.</p>
<p>Então vamos à lista (editada e adaptada do <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post original</a>).</p>
<p><strong>Você não é um User Experience Designer se…</strong></p>
<ul>
<li><strong>…você não fala com os usuários.</strong> Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não consegue identificar o seu público.</strong> Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não define o problema antes de tentar resolvê-lo.</strong> Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não conhece os objetivos do usuário.</strong> Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você trabalha dentro de uma bolha.</strong> O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais.</strong> Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não considera os objetivos de negócios.</strong> Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não usa métodos.</strong> Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não pensa nas exceções.</strong> Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você só pensa no wireframe.</strong> Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.</li>
</ul>
<p>É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.</p>
<p>Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.</p>
<p>Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
</div>
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		<title>24 horas conversando Design</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/24-horas-conversando-design/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 17:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[AIGA lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design: &#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/24-horas-conversando-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"><a href="http://www.aiga.org" target="_blank">AIGA</a> lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design:</div>
<div dir="ltr"><em>&#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their thoughts about their profession via Twitter (tag: #1D4D). The idea is to spark a global design conversation around what design should be and what it could be, and will hopefully provoke some meaty thoughts about where the design industry is headed.&#8221;</em></div>
<div dir="ltr"><em> </em><br />
O experimento de 24 horas será lançado pela AIGA, uma das maiores associações profissionais de designers do mundo, pedindo que os designers (e não-designers) para dialogar com os seus pensamentos sobre sua profissão através do Twitter (tag:# 1D4D).  A idéia é desencadear uma conversa global do projeto em torno do que concepção deveria ser eo que poderia ser, e esperamos que provocam algunspensamentos sobre a carne, onde o desenho industrial é dirigido.</div>
<div dir="ltr">Acompanhe. Primeira pergunta: <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">podemos projetar algo em um dia?</span></span></div>
<div dir="ltr"><em><br />
</em></div>
<div dir="ltr">FONTE: <a href="http://bobulate.com/" target="_blank">Bobulate</a></div>
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		<title>Cuidados com a ergonomia</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 16:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo. CLICK AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/894651-doenca-do-laptop-da-dores-nos-punhos-cotovelos-e-costas.shtml" target="_blank">CLICK AQUI</a></p>
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		<title>Laptop com Eye-tracking</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 16:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem trabalha com arquitetura de informação e usabilidade sabe que o aluguel ou compra de um equipamento profissional de eye-tracking pode custar os olhos da cara. (Pausa para reflexão sobre o trocadilho infame.) Mas essa semana a Tobii Technology lançou, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/laptop-com-eye-tracking/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Eye-tracking nativo no desktop" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2011/03/2d2ffab0eae241fb2a91aa2616123ff8.png?w=499&amp;h=218" alt="" width="499" height="218" /></p>
<p>Quem trabalha com arquitetura de informação e usabilidade sabe que o aluguel ou compra de um equipamento profissional de eye-tracking pode custar os olhos da cara. (Pausa para reflexão sobre o trocadilho infame.)</p>
<p>Mas essa semana a Tobii Technology lançou, em parceria com a Lenovo, o primeiro laptop equipado com <strong>sistema de eye-tracking nativo</strong>. O sistema está programado para executar comandos baseado na direção dos olhos dos usuários. Você olha para determinado canto da tela e o menu aparece. Você pisca um dos olhos e dá o play em um vídeo.</p>
<p>Se a tecnologia se popularizar, preparem-se para projetar também <strong>interações com os olhos</strong> – além dos cliques, toques e recentes gestos. Interessante como o conceito de “interface” tem buscado inspiração em novos sentidos e partes do corpo. E é bom a gente estar preparado :)</p>
<p>Fonte: Arquitetura de Informação</p>
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		<title>De onde vem a inovação?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 13:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inovação é diferente de invenção. Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da inovação que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais. É mais &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação é diferente de invenção.</p>
<p>Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da <strong>inovação</strong> que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais.</p>
<p>É mais importante ainda, entender que uma invenção somente tem valor de mercado quando consumidores e usuários compram ou a usam.</p>
<p>É por isso que hoje, muito mais importante do que equipes de criação trabalhando, isoladas do mundo, gerando ideias de novos produtos, vale muito menos do que ir a campo, olhar para o mundo e identificar desejos e necessidades reais e desenvolver produtos que irão atender a demandas reais .</p>
<p>Cada vez mais a pesquisa em design, como a pesquisa em campo e os testes de usabilidade se torna ainda mais importante na corrida pela inovação. Não só para identificar novas demandas e necessidades mas também para validar os novos produtos, ajudando a evoluí-los.</p>
<p>Leia <a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2011/id20110114_286049.htm">este post</a> do Thomas D. Kuczmarski  na Bussinesswek para entender melhor a diferença entre os dois conceitos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://karinedrumond.wordpress.com" target="_blank">Designing for Humans</a></p>
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		<title>Uffa de volta!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 12:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus amigos me desculpem, por descuido eu fiquei fora por alguns dias. Estamos de volta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus amigos me desculpem, por descuido eu fiquei fora por alguns dias.</p>
<p>Estamos de volta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma bicicleta sustentável</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 18:31:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O UH-02 Bamboocycle é uma bicicleta urbana criada com uma visão de design sustentável e responsável. UH-02 é simples, leve (8,8 kg) e elegante. Ela é projetada para os seus deslocamentos diários para o trabalho, uma aventura pela cidade ou de lazer &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/uma-bicicleta-sustentavel/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike03_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-563" title="bike03_01" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike03_01-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike01_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-560" title="bike01_01" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike01_01-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike02_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-562" title="bike02_01" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike02_01-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike01_03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-561" title="bike01_03" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/bike01_03-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>O UH-02 Bamboocycle é uma bicicleta urbana criada com uma visão de design sustentável e responsável.<br />
UH-02 é simples, leve (8,8 kg) e elegante. Ela é projetada para os seus deslocamentos diários para o trabalho, uma aventura pela cidade ou de lazer nos finais de semana.</p>
<p>Para eu que sou ciclista e designer, é sempre uma novidade ver as criações que são pensadas na sustentabilidade.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.bamboocycles.com/" target="_blank">http://www.bamboocycles.com</a></p>
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		<title>Preço da legibilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 01:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto muito bom de Fabiano Teixeira As placas de ruas da cidade de Nova Iorque serão trocadas de caixa alta para caixa baixa. Estudos mostraram que é mais difícil ler placas em caixa alta, e que esses milisegundos gastos olhando &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/preco-da-legibilidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito bom de Fabiano Teixeira</p>
<p><img src="http://pixel.quantserve.com/pixel/p-ab3gTb8xb3dLg.gif" border="0" alt="Quantcast" width="1" height="1" /></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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PDRTJS_settings_227640_post_1492={"id":227640,"unique_id":"wp-post-1492","title":"O pre\u00e7o da boa legibilidade","permalink":"http:\/\/arquiteturadeinformacao.com\/2010\/10\/01\/o-preco-da-boa-legibilidade\/","item_id":"_post_1492"}
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// ]]&gt;</script><img title="Exemplo de placa de trânsito com a nova fonte" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/10/placa.jpeg?w=300&amp;h=300" alt="" width="300" height="300" />As placas de ruas da cidade de Nova  Iorque serão trocadas de <strong>caixa alta</strong> para <strong>caixa  baixa</strong>.</p>
<p>Estudos mostraram que é mais difícil ler placas em caixa alta, e que  esses milisegundos gastos olhando para fora da rua aumentam as chances  de acontecer acidentes – especialmente entre os motoristas mais velhos.</p>
<p><em>“Mudar de BROADWAY para Broadway salvará vidas”</em>, afirma a  nova versão do Manual on Uniform Traffic Control Devices.</p>
<p>O tipo utilizado nas placas também mudou para o Clearview, uma fonte  especialmente desenhada para esse propósito.</p>
<blockquote><p>“These new and updated standards will help make our  nation’s roads and bridges safer for drivers, construction workers and  pedestrians alike.”, <em>afirma o Secretário de Transportes da cidade.</em></p></blockquote>
<p>O custo? US$110 por placa, US$ 27 milhões para toda a cidade.</p>
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		<title>Entrevista: marcas e storytelling</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 12:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta entrevista que Luli Radfahrer fez sobre marca, muito importante para nós. Fiz questão de colocar aqui no meu site. Luli Radfahrer (luli@luli.com.br) é Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, de onde também é professor há mais de dez anos. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/entrevista-marcas-e-storytelling/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta entrevista que Luli Radfahrer fez sobre marca, muito importante para nós. Fiz questão de colocar aqui no meu site.</p>
<p>Luli Radfahrer (<a href="mailto:luli@luli.com.br">luli@luli.com.br</a>) é  Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, de onde também é professor  há mais de dez anos. Trabalha com internet desde 1994, quando fundou a  Hipermídia, uma das primeiras agências de comunicação digital do país,  hoje parte do grupo Ogilvy.</p>
<p><strong>1.  Qual é o papel da Imagem para a construção de uma marca?</strong></p>
<p>A imagem da marca é cada vez mais  importante hoje em dia, por diversos motivos. O principal deles é o fato  de existirem cada vez menos diferenças físicas entre dois produtos de  fabricantes diferentes. À medida que a globalização e a terceirização   avançam, os bens de consumo e seus processos se tornam cada vez mais  commoditizados, com poucas diferenças significativas. Ora, se os  componentes e a manufatura de dois produtos são essencialmente os  mesmos, seu principal fator de diferenciação passa a ser o conjunto de  valores intangíveis que cada um transporta. Ele normalmente está  sintetizado na marca.</p>
<p>Outro ponto importante a se levar em  consideração é o crescimento do comércio eletrônico, principalmente em  suportes móveis. O m-commerce praticamente elimina as diferenças locais e  coloca os competidores em condições de barganha bem próximos. Esse  processo é, na verdade, vantajoso para os pequenos empreendimentos. Eles  podem não ter uma boa margem de negociação para baixar preços, mas são  mais independentes e versáteis para mudar rapidamente seus produtos e  transmitir mensagens diferenciadas.</p>
<p>Por último, a questão do play money: quando  o indivíduo sente que  a maioria das suas necessidades básicas está  realizada – mesmo que não esteja – o dinheiro utilizado para a compra de  mercadorias busca proporcionar experiências. E aí uma passagem para  Buenos Aires, um iPhone ou uma festa passam a competir pela mesma verba.  A marca que for mais importante ou mais significativa para seus  consumidores prevalece.</p>
<p><strong>2. Quais você acredita que  sejam os próximos passos da publicidade em um ambiente que a  convergência será um pressuposto? Quais os principais entraves para essa  prática?</strong></p>
<p>A convergência de mídias tende a gerar um  grande ruído e dispersar a comunicação. Mais do que nunca a mensagem  precisa ser implementada com estratégia, caso contrário tornará a  mensagem ainda mais diluída e não marcará presença. O importante em  estratégias de convergência é pensar em como as mensagens serão  integradas.</p>
<p>Outro ponto importante são as métricas: já  que é possível medir qual tipo de conteúdo é acessado por cada usuário e  prever tendências de comportamento e experiência, esse conhecimento  estratégico não pode ser considerado acessório. A complexidade crescente  das mensagens e a falta de tempo disponível para que sejam consumidas  vai de encontro a qualquer ego publicitário, mas é preciso encarar a  realidade. O consumidor dificilmente estará interessado em ouvir a  história que uma marca tem a contar, pouco importa que seja interessante  ou bem construída.</p>
<p><strong>3. É possível resguardar a essência de uma marca e os interesses do anunciante em uma plataforma convergente e colaborativa?</strong></p>
<p>Se a comunicação se concentrar nos valores  essenciais da marca, dos seus consumidores e do ambiente em que se  encontram, isso é possível. Se estiver fora de sintonia com eles, será  muito difícil. Twitter e Facebook são apenas mais uns desses universos.  Eles desaparecerão e surgirão outros. Não se pode ficar preso a técnicas  e estruturas ou a fórmulas. Elas podem até funcionar, mas não há tempo  para elaborá-las. Quando uma fórmula foi construída e testada a ponto de  ter alguma garantia de sucesso, ela normalmente já ficou obsoleta.</p>
<p><strong>4. Qual você acredita que seja o  espaço e a função social da publicidade atualmente? Como ela pode se  encaixar no contexto atual e se beneficiar desta evolução tecnológica?</strong></p>
<p>Publicidade hoje é essencialmente apoio à  marca, uma das várias ferramentas de branding. Ela já foi o principal  canal de comunicação e ainda é bastante importante na formação de  opinião e no estímulo de ações. Boa parte do conteúdo nas mídias sociais  é derivado de manifestações estimuladas pela mídia de massa –  comentários sobre novelas, publicidade, notícia, esportes – e é natural  que seja assim. A função inicial da publicidade é compartilhar  experiências, pouco importa o ambiente. Se ela compreender a dinâmica e  as métricas das redes digitais, terá muito a se beneficiar com isso. Se  não, terá se tornado um anacronismo. Ainda importante, como o telefone  fixo, mas cada vez menos relevante,</p>
<p><strong>5. O que mudou no mix de criação/formatação/redesign de uma marca?</strong></p>
<p>O mais surpreendente, na minha opinião, é o  aumento da importância do planejamento. Antes ele era mais próximo de  uma disciplina técnica de execução, hoje é cada vez mais estratégico. Já  se foi o tempo em que a criação determinava a linha de comunicação de  uma campanha. Isso hoje é feito pelo planejamento. Essa evolução fica  evidente em dois produtos antigos e bastante conhecidos: Havaianas e  Gillette.</p>
<p>Enquanto a primeira marca saltou à frente  dos holofotes, criou anúncios conceituais e investiu em lojas temáticas  em locais bastante visíveis, a outra parou no tempo. Por mais que tenha  investido em tecnologia, sua marca continuou escondida nos bastidores  das farmácias e supermercados. Ambas são marcas fortíssimas, mas não há  dúvida que a primeira gera uma fidelidade muito maior do que a segunda,  pouco importa a quantidade de celebridades internacionais que contrate  para representá-las.</p>
<p><strong>6. Até que ponto podemos dizer que marcas já são ou contam histórias? Como passa a ser a gestão da marca sob esta ótica?</strong></p>
<p>Quase nenhuma marca faz isso. Storytelling  ainda é para muitas uma moda passageira, e para outras um ideal.  Coca-Cola busca criar universos, mas seus personagens são amnésicos e  cada campanha recomeça o processo. Lego tenta dar um passo além, mas  ainda não há quase nada de relevante em narrativas. Apple e Google têm  linhas de produtos e serviços, não histórias. Steve Jobs tem uma  história e as coisas mais ou menos se misturam, mas ainda está mais para  o ocasional do que para o planejado.</p>
<p><strong>7. Como se explica o sucesso  das iniciativas não-oficiais envolvendo marcas, aquelas que não são  geridas por colaboradores da empresa, mas por pessoas sem ligação com as  corporações?</strong></p>
<p>Esse sucesso todo me lembra o começo da  web: como o mercado (ainda) é muito amador nessa área, concorrentes  pequenos e usuários comuns ainda são capazes de gerar tanto barulha  quanto grandes empresas que ainda não acordaram para esse tipo de  comunicação. À medida que o mercado se consolidar, essa intervenção  tenderá a se tornar cada vez menor.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.luli.com.br/" target="_blank">LULI RADFAHRER</a></p>
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