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	<title>Marcos Jolbert &#187; designdeinteracao</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Arquitetura de Informação – Sketching</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 23:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[TEXTO de Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick. Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/arquitetura-de-informacao-sketching/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;">TEXTO de Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick</span>.</strong></p>
<p><a title="sketching" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sketching.png" rel="fancybox"><img title="sketching" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sketching.png" alt="" width="600" height="299" /></a></p>
<p>Se tem um tema dentro da estrutura de Arquitetura de Informação que eu gosto, esse tema é sem dúvida o Sketching, quer seja pelo meu passado desenhista, quer seja pela sua praticidade.</p>
<p>O Processo de arquitetura de informação de forma simplista consiste na propotipagem, é o desenvolvimento de protótipos que se tornam o que chamamos Wireframes. Evidente que cada empresa utiliza um tipo de processo, muitas vezes até suprimindo alguns passos as vezes vitais, mas… de maneira crua, temos: Estudo da Informação, passo em que se separa e hierarquiza o conteúdo, Sketching (Discussão da abordagem), Prototipagem (vulgo Wireframe), Teste de Usabilidade.</p>
<p>Vamos ao que interessa, Sketching é o que podemos chamar de esboço ou rascunho, do projeto em questão. É uma maneira poderosa de discutir idéias. Como funciona? Simples, o arquiteto de informação vai rascunhar suas idéias básicas, baseado no contexto geral do projeto, ele vai fazer as diversas telas principais rapidamente, levar para uma reunião com os envolvidos e então apresentar tal idéia. O objetivo é que seja algo dinâmico, que não consuma muito tempo, e que alinhe o grupo todo sobre o que será desenvolvido.</p>
<p>O Sketching pede do profissional um conhecimento básico de desenho, isso se ele quiser fazer a mão livre, mas… para os mais desajeitados eu recomendo: <a href="http://www.uistencils.com/">www.uistencils.com</a> ,não, eu realmente não estou ganhando nada indicando tais réguas, apenas sou também um usuário das mesmas e posso garantir que são muito boas.</p>
<p>Vamos a um exemplo de Skecthing voltado a User Interface.</p>
<p><a title="34-sketched-ui-wireframe1-500x362" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/34-sketched-ui-wireframe1-500x362.jpeg" rel="fancybox"><img title="34-sketched-ui-wireframe1-500x362" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/34-sketched-ui-wireframe1-500x362.jpeg" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
<p>Perceba que tais desenhos podem ser produzidos rapidamente, o foco é levar isso mesmo para ser discutido. Mas existem outras formas de se fazer isso, utilizando também os Skecthes recortados.</p>
<p><a title="iphone_sketching_wireframes" href="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/iphone_sketching_wireframes.jpeg" rel="fancybox"><img title="iphone_sketching_wireframes" src="http://blog.dclick.com.br/wp-content/uploads/2012/02/iphone_sketching_wireframes.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Nas mãos de um arquiteto habilidoso o Skecthing pode se transformar em uma ferramenta extremamente poderosa, isso porque vai direto no ROI (falaremos disso mais a tarde), onde você reduz um re-trabalho e deixa de antemão toda a equipe alinhada com seu pensamento.</p>
<p>Quando discutido entre designers, desenvolvedores e outros, tais rascunhos minimizam o processo de aprovação do wireframe por parte dos seus parceiros de equipe, em resumo, eles antes mesmo de começaram o processo de criação e desenvolvimento poderão enfatizar pontos críticos que deixarão de existir nos Wireframes vide a discussão ter sido realizada.</p>
<p>É comum muitos grupos de UX ignorarem a prática do Sketching, quer seja por dizer que não há tempo hábil de se fazê-lo,  ou mesmo por não haver tal cultura. Mas eu já participei de inúmeros projetos onde utilizei eu mesmo o Sketching, e pude perceber os seus benefícios. Não é incomum inclusive em uma reunião, o responsável pela estrutura navegacional utilizar uma lousa branca de reunião para traçar as primeiras idéias antes de executar uma UI.</p>
<p>Tais discussões são tão benéficas que muitas vezes a solução não sai do próprio especialista e sim do grupo como um todo, da mente coletiva. Onde se agrega as inúmeras impressões ao se olhar para algo que lembra uma UI discorrendo sobre o que vai ser a aplicação em si.</p>
<p>Uma coisa é você discutir o Abstrato, e isso pode ser absurdamente perigoso, a outra é discutir algo visual, que se vê de fato. Não é incomum perceber que o arquiteto pensou em uma solução, o designer visualizou na cabeça uma estrutura de layout, e o desenvolvedor já estava prevendo uma outra user interface… isso porque as palavras por mais maravilhosas que sejam não conseguem ser tão dinâmicas e concretas como um simples rabisco.</p>
<p>O Sketche feito para mobile é ainda mais funcional, pois trata-se de telas mais simples. Ainda no uso do mesmo, alguns arquitetos recortam tais telas e colam com durex/espadrapo na lousa, simbolizando a navegação, discutindo e mexendo na dinâmica do fluxograma do projeto e utilizando o canetão para simular o fluxo.  O Visual ajuda a encontrar falhas, e quanto antes elas forem percebidas menor o custo para o projeto, menor o custo para o desenvolvimento de Wireframes, menor o custo para o desenvolvimento de Layout e do próprio código. Logo, ROI imediato.</p>
<p>Não a toa, o <a href="http://www.balsamiq.com/">Balsamiq</a>, um sistema criação de wireframes, não pode ser visto como, exatamente um sistema para criar wireframes.. rs. O Balsamiq é um gerador de sketches, ele tem esse estilo rascunho exatamente para simular essa prototipagem rápida.</p>
<p>Como Bill Buxton diz em seu livro “Sketching User Experience”, Sketches (esboços) são rápidos para criar e também é fácil de eliminar, razão pela qual eles são tão poderosos.</p>
<p>_________________________________________</p>
<p><strong>Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.</strong><br />
<strong> Design de Mídia Digital.</strong></p>
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		<title>Disciplinas relacionadas com Design</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 16:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Gráfico extraído do livro: Designing for Interaction]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-659" title="1128535873_8e6158fd88" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/1128535873_8e6158fd88.jpg" alt="" width="481" height="500" /></a></p>
<p>Gráfico extraído do livro: <a href="http://www.amazon.com/Designing-Interaction-Creating-Applications-Devices/dp/0321432061" target="_blank">Designing for Interaction</a></p>
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		<title>Interface, Experience Design e aviões</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não. FONTE: Fabricio Teixeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Já vi wireframes mais bonitos" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2011/02/picture-11.png?w=572&amp;h=356" alt="" width="572" height="356" /></p>
<p>É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/author/fabricioteixeira/" target="_blank">Fabricio Teixeira</a></p>
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		<title>Laptop com Eye-tracking</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/laptop-com-eye-tracking/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 16:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem trabalha com arquitetura de informação e usabilidade sabe que o aluguel ou compra de um equipamento profissional de eye-tracking pode custar os olhos da cara. (Pausa para reflexão sobre o trocadilho infame.) Mas essa semana a Tobii Technology lançou, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/laptop-com-eye-tracking/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Eye-tracking nativo no desktop" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2011/03/2d2ffab0eae241fb2a91aa2616123ff8.png?w=499&amp;h=218" alt="" width="499" height="218" /></p>
<p>Quem trabalha com arquitetura de informação e usabilidade sabe que o aluguel ou compra de um equipamento profissional de eye-tracking pode custar os olhos da cara. (Pausa para reflexão sobre o trocadilho infame.)</p>
<p>Mas essa semana a Tobii Technology lançou, em parceria com a Lenovo, o primeiro laptop equipado com <strong>sistema de eye-tracking nativo</strong>. O sistema está programado para executar comandos baseado na direção dos olhos dos usuários. Você olha para determinado canto da tela e o menu aparece. Você pisca um dos olhos e dá o play em um vídeo.</p>
<p>Se a tecnologia se popularizar, preparem-se para projetar também <strong>interações com os olhos</strong> – além dos cliques, toques e recentes gestos. Interessante como o conceito de “interface” tem buscado inspiração em novos sentidos e partes do corpo. E é bom a gente estar preparado :)</p>
<p>Fonte: Arquitetura de Informação</p>
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		<title>Compartilhe&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
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		<title>Pós em Design de Interação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 15:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[pos]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pós-Graduação &#8211; PUC Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/12/pos_puc.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-594" title="pos_puc" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/12/pos_puc.jpg" alt="" width="492" height="663" /></a></p>
<p><a href="http://www.pucminas.br/iec/hotsite_2011_01/index.php?arquivo=informacoes" target="_blank">Pós-Graduação &#8211; PUC Minas</a></p>
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		<title>Curso de Atualização em Design de Interação</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[interacao]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

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		<description><![CDATA[PUC Minas Virtual lança programa de atualização em Design de Interação! Trata-se de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial teórica e básica, a aplicação prática &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank"><img title="Clique para mais informações" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/curso_atualizacao01.png" alt="" width="410" height="484" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>PUC Minas Virtual lança programa de <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">atualização em Design de Interação</a>!</strong></p>
<p>Trata-se  de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos  referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial  teórica e básica, a aplicação prática destes conceitos no  desenvolvimento de projetos interativos.</p>
<p>OBJETIVOS</p>
<p>Apresentar  conceitos básicos de Design de Interação, de Usabilidade e de Design  Centrado no Usuário. Proporcionar aos alunos uma visão do processo de  desenvolvimento de produtos interativos, onde deve ser levado em conta o  usuário, o objeto (sistema ou produto) a ser desenvolvido e o ambiente  onde ocorrerá a interação. Estes aspectos devem ser levados em  consideração de forma a complementar a noção acerca dos objetivos do  desenvolvimento do produto em si.</p>
<p>A QUEM SE DESTINA</p>
<p>Profissionais  que tenham contato e/ou experiência com o desenvolvimento de produtos  interativos (multimídia ou web) e desejam atualizar-se de maneira rápida  e fundamentada nos conceitos de Design de Interação, levando-se em  conta o usuário e os aspectos de usabilidade. Graduados nos cursos de  ciência da computação, sistemas de informação, desenvolvimento e  engenharia de sistemas, comunicadores, publicitários e designers.</p>
<p>CONTEÚDO DO CURSO</p>
<p>Fundamentos de Design de Interação;<br />
Design Centrado no Usuário;<br />
Usabilidade;<br />
Projeto Interativo</p>
<p>CARGA HORÁRIA</p>
<p>120 horas</p>
<p>METODOLOGIA</p>
<p>O  curso será desenvolvido pela Internet e os alunos contarão com o apoio  dos professores e de tutores. A concepção de ensino-aprendizagem adotada  respalda-se na interação entre os participantes do curso  (aluno-professor, aluno-aluno, tutor-aluno). Essa interação pode ser  sincrônica, por meio de chats, ou assincrônica, no ambiente virtual  específico do curso. O material didático inclui CD-ROM, textos básicos e  Manual do Aluno, guia que contém orientações para a navegação no  sistema. Durante o desenvolvimento do curso, os alunos deverão fazer as  leituras indicadas e realizar as tarefas propostas, dentro de prazos  previamente estabelecidos em cronograma.</p>
<p>CERTIFICAÇÃO</p>
<p>Para  receber o certificado do curso de atualização o aluno deverá completar  todas as atividades propostas pelos professores conforme cronograma do  curso.</p>
<p>BENEFÍCIOS</p>
<p>Horário flexível, respeitado o cronograma das atividades e o prazo limite estabelecido para a conclusão do curso<br />
Possibilidade de realização do curso em casa ou em local de trabalho<br />
Atendimento individualizado<br />
Material didático básico elaborado para o curso e, em parte, incluído no valor total do investimento.<br />
Suporte tecnológico durante todo o período de realização do curso</p>
<p>REQUISITOS TECNOLÓGICOS</p>
<p>O  aluno deve possuir ou ter acesso a computador com a seguinte  configuração mínima: Processador Pentium III – 500 MHz (recomenda-se  Pentium 4 – 2 GHz), 256 MB de memória RAM (recomenda-se 384 MB);<br />
Drive de CD-ROM 8X;<br />
Placa de vídeo configurada para 800 x 600 pixels e 256 cores (recomenda-se 1024 x 768 pixels e 65.536 cores/16 bits);<br />
Placa de som com caixas acústicas (ou fones de ouvido) e microfone;<br />
Windows 2000 (SP4) ou XP (SP2);<br />
Microsoft Internet Explorer (versão 6.0x ou superior);<br />
Máquina Virtual Java (Java Runtime Environment ) da Sun Microsystems (versão 1.4.2 ou superior);<br />
Acesso à Internet, com velocidade mínima de conexão de 56 kbps ;<br />
Correio eletrônico pessoal (e-mail).</p>
<p>Obs.: “O portador de  necessidades especiais no campo da visão deverá possuir ou ter acesso a  um programa ( software ) de leitura de tela, compatível com Windows 2000  (SP4) ou Windows XP (SP2), que deverá estar instalado no computador que  será utilizado para acompanhar o curso.”</p>
<p>REQUISITOS ACADÊMICOS</p>
<p>Entrega da documentação exigida na Secretaria Acadêmica da PUC Minas Virtual conforme endereço divulgado.<br />
Cópia de documento de identidade de valor legal e do CPF (não precisa ser autenticado).<br />
Curriculum Vitae (sucinto).<br />
Cópia do boleto de pagamento da Matrícula (1ª parcela do curso)</p>
<p>APÓS  FAZER A SUA INSCRIÇÃO PELA INTERNET, envie os documentos por correio à  PUC Minas Virtual com a identificação do curso e do nome do aluno: PUC  Minas Virtual A/C: Secretaria Acadêmica Rua Espírito Santo 1059, 12º  andar Centro CEP: 30160-922 – Belo Horizonte, MG</p>
<p>SELEÇÃO</p>
<p>A  seleção será feita com base na análise do histórico escolar, do  curriculum vitae e da exposição de motivos apresentados pelo candidato.</p>
<p>INSCRIÇÕES ATÉ 05/09/2010</p>
<p>DURAÇÃO DO CURSO</p>
<p>Outubro/2010 a Março/2011</p>
<p>MESES X MENSALIDADE = VALOR TOTAL</p>
<p>6 x 200,00 = 1.200,00</p>
<p>COORDENAÇÃO ACADÊMICA</p>
<p>Simone Alves Nogueira</p>
<blockquote><p><strong>Importante:  Este curso, por ser da modalidade de Atualização, pode ser feito por  graduandos e graduados! Para mais informações, acesse <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">o site da PUC Minas Virtual</a></strong></p></blockquote>
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		<item>
		<title>Curso de Design de Interação</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A PUC-MINAS está oferecendo curso de atualização em Design de Interação. O que é? Os cursos de atualização propõem a complementação, a ampliação e a atualização de conhecimentos teórico-práticos em áreas específicas, permitindo ao aluno a continuidade e o aprofundamento &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/curso-de-design-de-interacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A PUC-MINAS está oferecendo curso de atualização em Design de Interação.</p>
<p>O que é?</p>
<p>Os cursos de atualização propõem a complementação, a ampliação e a  atualização de conhecimentos teórico-práticos em áreas específicas,  permitindo ao aluno a continuidade e o aprofundamento dos estudos.</p>
<p>Eles são ofertados em módulos de curta duração, com certificação  específica de cada área. Podem ser cursados por alunos da graduação e  têm validade como Atividade Complementar de Graduação.</p>
<p><a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">LINK para o CURSO</a></p>
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		<title>Design emocional no Nexus One</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 10:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sâmara Mendonça Para compreender uma marca de sucesso, é preciso relacionar estímulos e experiências sensoriais dos usuários com os produtos. São as pessoas as responsáveis por eleger aspectos emocionais como diferencial num mercado tão competitivo como o atual. Gobé (2002) define que marca emocional &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/design-emocional-no-nexus-one/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="View  all posts by Sâmara Mendonça" href="http://www.designdeinteracao.com.br/author/samara/"> Sâmara Mendonça</a> <abbr title="2010-04-28T23:50:38+0000"></abbr></p>
<p><!-- .entry-meta --></p>
<div>
<p><img title="google" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/google.jpg" alt="" width="403" height="173" /><br />
Para compreender uma marca de  sucesso, é preciso relacionar estímulos e experiências sensoriais dos  usuários com os produtos. São as pessoas as responsáveis por eleger  aspectos emocionais como diferencial num mercado tão competitivo como o  atual. Gobé (2002) define que marca emocional é aquela que se comunica  com os consumidores no nível dos sentidos e das emoções, ‘forçando-os’ a  fazerem conexões profundas e duradouras. Mas como analisar a  profundidade dessas emoções? Para isso, Norman (2004) propõe três níveis  de processamento em que as experiências são interpretadas por pessoas,  são eles: o nível visceral, o comportamental e o reflexivo.</p>
<p>A empresa Google é uma dessas marcas emocionais. Com seu serviço de  webmail – Gmail – e sua ferramenta de busca ela conquistou muitos  usuários em todo o mundo. E isso só aconteceu porque o Google colocou  seus usuários em primeiro plano e foi ao encontro das suas necessidades e  desejos. Para ampliar sua atuação, a empresa decidiu entrar em outros  mercados como o de celular com o seu primeiro smartphone nexus one, que  tem como sistema operacional o Android, também desenvolvido pela empresa  e parceiros.</p>
<p><img title="nexus" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/nexus.jpg" alt="" width="400" height="328" /><br />
Entre os diferenciais do nexus one  estão à capacidade de transformar voz em mensagens de texto, aplicativos  com o uso de um “teclado habilitado para voz”, navegação ponto a ponto  no Google Maps, o usuário também pode acessar, ao mesmo tempo, múltiplas  contas do Gmail, integração com Microsoft Exchange para e-mails. A  empresa também propõe a opção de gravar frases a laser com até 50  caracteres na parte traseira do aparelho, ou seja, a pessoa tem a  possibilidade de personalizá-lo e, são nessas enumerações que o design  emocional pode ser mais bem percebido. São os aspectos emocionais  acionados por esses diferenciais que fazem um produto ser ou não ser  aceito e bem vendido no mercado e Norman (2004) corrobora, alegando que a  emotividade no design de objetos influencia na tomada de decisão.</p>
<p>Os três níveis elaborados por Norman são de grande importância  no processo de desenvolvimento de produtos. No design de produto, o  nível visceral é voltado para a aparência do produto, em que o impacto é  de natureza visual (processamento imediato). O comportamental  (intermediário) está ligado aos aspectos funcionais, cujo prazer está  associado ao uso e desempenho do produto em questão. Já o reflexivo se  relaciona aos significados que os objetos representam para o usuário.</p>
<p>O nexus one na percepção da forma e aparência (nível visceral) remete  a algo seguro, sério, sintético, inspira confiança e credibilidade.  Isso acontece devido ao material com que é feito o artefato, por seus  traços geométricos e robustos. Além das cores sóbrias – cinza e preto.  Esse primeiro contato é decisivo para compra, pois ativam os  interesses do usuário pelo produto.</p>
<p>No nível comportamental o celular é relacionado com a funcionalidade  e usabilidade do produto. E neste quesito de experiência de uso o nexus  one se destaca por ser um produto fácil de ser utilizado e que cumpre  corretamente as funções para o qual ele foi concebido. Como, por  exemplo, o comando de voz; o display que é bem nítido mesmo durante o  dia; navegação ponto a ponto no Google Maps que é feita de forma  simples, rápida e eficiente; a iconografia e legibilidade das fontes  facilitam a identificação e, também, ajuda ao usuário a chegar ao seu  destino; entre outros.</p>
<p>O nível reflexivo, por sua vez, está ligado diretamente com a  satisfação, a marca, e o valor que o usuário agrega ao produto. O objeto  carrega valores não só dele como de seu fabricante e isso ocorre em um  tempo duradouro. É nesse nível que o usuário reflete sobre produto  levando, muitas vezes, em consideração suas experiências passadas,  interesses pessoais, sociais e características culturais. E, sem sombra  de dúvidas, o Google é uma empresa que valoriza o design emocional e  coloca seus usuários em foco, procurando atender suas necessidades e  desejos. E ela é reconhecida por isso. Valendo desse valor positivo ela  lança o nexus one com seu sistema operacional o Android com o objetivo  de melhorar a interação entre homem e máquina e trazer novos valores  para essa relação, como: integração, personalização, aplicativos com o  uso de um “teclado habilitado para voz”.</p>
<p>Por fim, por meio do design emocional é possível  conquistar consumidores, tornar o produto visualmente belo, funcional e  com um valor simbólico forte e assim ser um grande caso de sucesso.  Potencial o Google tem e já mostrou como, por exemplo, com sua  ferramenta de busca. O nexus one chega num mercado saturado e  previsível, com grande chance de êxito, pois possui funções inéditas e  conceitos que emocionam e atendem as necessidades de seus usuários.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong><br />
GOBÉ, M. A emoção das marcas: conectando marcas às pessoas. Rio  de Janeiro: Campus, 2002.<br />
NORMAN, Donald A. – Design Emocional – Porque adoramos (ou  detestamos) os objetos do dia- a dia. Rio de Janeiro: Editora JPA, 2004.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.designdeinteracao.com.br" target="_blank">Design de Interação</a></p>
</div>
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		<title>Questionamentos na WEB?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento. Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento.</p>
<p>Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site não deveriam perder o tempo pensando, como:</p>
<p>Onde estou?</p>
<p>Onde devo começar?</p>
<p>Quais são as coisas importantes nesta página?</p>
<p>Por que eles deram este nome a isto?</p>
<p>A coisa mais importante que devemos fazer, ao estar construindo um site, no processo de Arquitetura de Informação e o Wire-frame, simplesmente, é compreender o princípio básico de eliminar perguntas.</p>
<p>Se fizermos isso, começaremos perceber tudo aquilo que nos faz pensar na Web, e vamos acabar aprendendo a reconhecê-los e evitá-los nas páginas que estiver criando.</p>
<p>Não é possível deixar tudo evidente. (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>O nosso objetivo, eu poderia dizer “Obrigação”, precisamos fazer (criar) páginas claras, de forma que apenas olhando-a o usuário comum saiba o que ela é e como usá-la.</p>
<p>Se estamos fazendo algo original ou pioneiro ou algo muito complicado, temos que estabelecer um relacionamento com a página auto-explicativo. Nesta página é preciso de um raciocínio para entendê-la. Mas, não esqueçamos de sempre questionarmos o que estamos fazendo e se possível aplicar testes de usabilidade para verificar a COGNIÇÃO do usuário.</p>
<p>Aparência, nomes, a organização da página e a pequena quantidade de textos, devem trabalhar juntos para criar um reconhecimento quase instantâneo&#8230; USABILIDADE na Página. Se não conseguimos neste projeto pioneiro tornar a página clara, precisamos alcançar pelo menos uma página auto-explicativa.</p>
<p>Por que isso tudo é importante?</p>
<p>“Na internet, os competidores estão sempre a um clique de distância, de modo que, se você frustrar os usuários, eles irão para outro lugar” (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>Um mal site, o usuário se frustra. A culpa disto não é o usuário que não sabe navegar, mas sim de quem construiu o site. Já o grande Jakob Nielsen diz a nós uma frase muito importante:</p>
<p>“…Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>A possibilidade de começar tudo de novo não é sempre atrativa&#8230; cuidem de fazer um site exato.</p>
<p>As páginas claras, faz com que tudo pareça melhor. Não fazendo as pessoas pensarem faz com tudo seja melhor para todos&#8230; Usuários e Sites. A eficácia é sempre uma ótima meta para os designers.</p>
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