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	<title>Marcos Jolbert &#187; digital</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Internet próxima de atingir 2 bilhões de usuários em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 12:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora: Veronica C. Silva. Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010. Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia. Até ao final deste ano, o número &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/internet-proxima-de-atingir-2-bilhoes-de-usuarios-em-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
<p>Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010.</p>
<p>Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>Até ao final deste ano, o número mundial de internautas deve atingir a marca de dois bilhões, sendo os países em desenvolvimento os principais responsáveis por esse índice, de acordo com o último relatório da International Telecommunication Union (ITU) &#8211; em português, União Internacional das Telecomunicações.</p>
<p>Segundo o estudo, intitulado &#8220;The World in 2010: ICT facts and figures&#8221;, (em português, &#8220;O Mundo em 2010: fatos e números das Tecnologias da Informação e Comunicação&#8221;), ao todo, 1,2 bilhão de pessoas estarão localizadas em países em desenvolvimento. Dos 226 milhões de novos usuários previstos até o final de 2010, 162 milhões estarão em nações como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>A estimativa é que a China contine sendo o maior mercado de Internet no mundo, com mais de 420 milhões de pessoas.</p>
<p>No entanto 71% de toda a população dos chamados países de primeiro mundo conseguem acessar a web, enquanto esse número cai para 21% em países em desenvolvimento.</p>
<p>Acesso privado x público</p>
<p>Outro detalhe apontado pelo estudo são as diferenças no modo como as pessoas ao redor do mundo acessam e utilizam tal tecnologia. De acordo com a ITU, até o final de 2010, o número de usuários que podem acessar a web de casa chegará a 1,6 bilhão contra 1,4 bilhão no ano passado. Esta é uma realidade comum, principalmente na Europa e em alguns países na América onde a banda larga é a tecnologia mais utilizada.</p>
<p>Já nos países sub-desenvolvidos, a Internet é acessada por meio de escolas, escritórios e locais públicos, como cafés, por exemplo.</p>
<p>Por região, o relatório observou que também há uma diferença considerável na utilização da web entre as populações.</p>
<p>A cada 100 habitantes, o número de internautas na região da Ásia-Pacífico deve chegar a 21,9; na região árabe será de 24,9; enquanto na Europa, a previsão é que esse índice seja bastante superior, atingindo 65; na América 55 e na África de apenas 9,6 pessoas.</p>
<p>Telefonia Móvel</p>
<p>No entanto, quando se fala em telefonia móvel, são os países desenvolvidos que comandam o crescimento.</p>
<p>&#8220;Nestes países, a taxa de penetração móvel chegará a 68% no final de 2010, impulsionado principalmente pela região Ásia-Pacífico&#8221;, indica o relatório. As Filipinas e a China também foram citadas por contribuir significativamente para as receitas das operadoras de telefonia móvel devido às receitas geradas com SMS no ano passado.</p>
<p>Juntos, Estados Unidos e Filipinas foram responsáveis por 35% de todos os SMS enviados em 2009. Já a receita de SMS representou 12% da receita total da maior operadora móvel da China, observou a ITU.</p>
<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
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		<title>Manuscritos do Mar Morto vão para a web</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 11:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora: Paula Rothman. Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010. Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web. A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/manuscritos-do-mar-morto-vao-para-a-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/manuscrito.jpg"><img src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/manuscrito-300x171.jpg" alt="" title="manuscrito" width="300" height="171" class="alignnone size-medium wp-image-573" /></a><br />
Autora: Paula Rothman.</p>
<p>Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010.</p>
<p>Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web.</p>
<p>A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. Eles foram descobertos ao sul de Jerusalém em 1964, ao fundo de uma caverna às margens do Mar Morto e possuem mais de dois mil anos.</p>
<p>Ao todos, são mais de 30 mil fragmentos que contém as cópias mais antigas da Bíblia Hebraica, além de outras passagens de importância histórica e religiosa. Devido á sua fragilidade, eles são mantidos em ambientes com luz e temperatura controladas. Um pesquisador que queira ter acesso a eles só pode removê-los por algumas horas, para evitar a deterioração do material.</p>
<p>O objetivo da Israel Antiquities Authority é justamente tornar mais acessível esse conteúdo. Para isso, lançará Biblioteca Digital Leon Levy dos Manuscritos do Mar Morto, um projeto de custo estimado em US$3,5 milhões e que teve início há três anos.</p>
<p>Desde 2008, a IAA vem estudando a melhor maneira de digitalizar essas imagens em alta resolução. O método escolhido foi desenvolvido pela NASA e permite uma qualidade igual à visualização real – ou melhor: graças à luz infravermelha utilizada, será possível visualizar também coisas que já foram apagadas pelo tempo.</p>
<p>O equipamento deve ser instalado no início do ano que vem e, assim que as imagens começarem a ficar prontas, entra em cena a equipe do Google. Sua missão é não só colocar as imagens online, mas traduzir os textos originais em Hebraico, Aramaico e Grego para o Inglês. Além disso, a biblioteca contará com um mecanismo avançado de buscas. O melhor: todas as imagens estarão disponíveis de graça.</p>
<p>Autora: Paula Rothman.</p>
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		<title>Biblioteca em Coimbra</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/biblioteca-em-coimbra/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Agência Lusa. Data: 2/07/2010. A Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra (UC), &#8220;Alma Mater&#8221; [URL: http://www.uc.pt/sibuc/almamater/], reúne cerca de quatro mil documentos, correspondentes a perto de 500 mil imagens, e já está acessível. O novo portal &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/biblioteca-em-coimbra/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Agência Lusa. Data: 2/07/2010.</p>
<p>A Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra (UC), &#8220;Alma Mater&#8221; [URL: http://<a href="http://www.uc.pt/sibuc/almamater/" target="_blank">www.uc.pt/sibuc/almamater/</a>], reúne cerca de quatro mil documentos, correspondentes a perto de 500 mil imagens, e já está acessível.<br />
O novo portal integra o repositório temático &#8216;República Digital&#8217;, que disponibiliza &#8216;documentos inéditos sobre a implantação da República em Portugal e a resistência ao Estado Novo&#8217;, sublinhou, à agência Lusa, Carlos Fiolhais, director da Biblioteca Geral da UC.<br />
O projecto &#8216;Alma Mater&#8217; só estará concluído, no entanto, quando as &#8220;cerca de 200 mil obras de fundo antigo da Universidade&#8221; (documentação produzida até meados do século XX) estiveram digitalizadas e acessíveis através da internet, acrescentou o também director do Serviço Integrado das Bibliotecas (SIBUC) da UC.<br />
Mas, para isso, são &#8216;necessários investimentos&#8217;, que, &#8216;em tempo de crise como o que vivemos, são mais difíceis de fazer&#8217;, disse.<br />
Integrada numa &#8216;estratégia de desenvolvimento e modernização&#8217; da UC, a &#8216;Alma Mater&#8217; visa tornar mais acessível um patrimônio &#8216;vasto, rico e, nalguns aspectos, único&#8217;, como é o da mais antiga universidade portuguesa e uma das mais antigas do mundo.</p>
<p>Esta biblioteca digital, ao reduzir &#8216;a situações quase pontuais a consulta de muita documentação&#8217;, vai, também, permitir a preservação de todo o acervo de fundo antigo, onde &#8216;alguns documentos gritam por socorro&#8217;, afirmou Carlos Fiolhais.<br />
&#8216;Parte da documentação (talvez cerca de metade) agora disponibilizada&#8217; já está acessível, pela internet, mas esta nova plataforma (www.uc.pt/sibuc/almamater) &#8216;congrega e valoriza&#8217; todos esses núcleos, que &#8216;integram o rico património bibliográfico e documental de todas as bibliotecas digitais já existentes&#8217; na Universidade.<br />
A esses núcleos, junta-se um novo património digitalizado, designadamente, &#8216;livros antigos, manuscritos, cartas, fotografias, desenhos&#8217; e parte dos espólios de &#8216;autores formados pela UC&#8217;, como Almeida Garrett, Félix Avelar Brotero e Júlio Henriques, referiu o director da Biblioteca Geral e do Sistema Integrado de Bibliotecas da UC.<br />
Aquele acervo acresce ainda o núcleo &#8216;República Digital&#8217;, projecto integrado nas comemorações do centenário da República Portuguesa, que reúne &#8216;diversos documentos&#8217; (desde jornais a manuscritos, de livros a correspondência ou de fotografias a desenhos) sobre &#8216;as transformações políticas, sociais, científicas e artísticas&#8217;, provocadas pela implantação do novo regime, as ideias republicanas e a resistência ao Estado Novo, boa parte dos quais inéditos.</p>
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		<title>Acessar a Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 04:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em São Paulo, estive com um grande irmão &#8211; Márcio Louvato. De verdade um grande estudioso do cinema, vídeo e finalização&#8230; mas independente de tudo isso, falávamos sobre a internet. Logo depois, eu fazendo minhas pesquisas encontrei este texto &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/acessar-a-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em São Paulo, estive com um grande irmão &#8211; Márcio Louvato. De verdade um grande estudioso do cinema, vídeo e finalização&#8230; mas independente de tudo isso, falávamos sobre a internet.</p>
<p>Logo depois, eu fazendo minhas pesquisas encontrei este texto escrito por Murilo Cunha e fiz questão de colocar aqui no meu site. Grande abraço Márcio e sucesso na academia.</p>
<p>O acesso à internet é um direito fundamental da humanidade  para 87%  das pessoas, de acordo com estudo feito pela consultoria  canadense  GlobeScan, encomendado pelo BBC World Service, serviço  internacional de  rádio da rede pública britânica. Segundo o  levantamento, 87% das  pessoas que têm acesso à rede mundial de  computadores advogam essa  tese, enquanto 71% dos que não têm acesso  também querem ter o mesmo  direito.</p>
<p>A pesquisa, que ouviu 27 mil adultos em 26 países,  também constatou  que 78% dos internautas acreditam que a web trouxe  mudanças positivas às  suas vidas, enquanto 51% disseram gostar de  passar o tempo navegando em  redes sociais e sites de relacionamento. A  Coreia do Sul foi o país em  que mais pessoas (96%) avaliaram a internet  como direito fundamental,  seguida pelo México (94%) e Brasil (91%).</p>
<p>No entanto, as opiniões quanto à segurança da rede mundial se   dividem, já que 48% das pessoas dizem se sentir seguras para trocar   opiniões on-line e 49% discordam. Gana foi o país em que mais pessoas se   mostraram preocupadas com o que dizem on-line, com 74% dos  internautas.  Logo depois na lista vem a Alemanha, com 72%, e a Coreia  do Sul, com  70%.</p>
<p>Os brasileiros, apesar de seguirem o  entusiasmo mundial com a  Internet, não a colocam como prioridade  absoluta em suas vidas, como a  média mundial. Cerca de 55% dos  internautas do mundo declararam não  conseguir viver sem acessar a web,  enquanto no Brasil 71% disseram que  viveriam tranquilamente sem ela.</p>
<p>Análise da GlobeScan também constatou que, ao contrário do que os   números de usuários de redes sociais apontam, a maioria (47%) dos   internautas do mundo acessam a rede mundial como fonte de informações,   apenas 12% a usam para fins de entretenimento e 5% como ferramenta de   busca, pesquisa e compra de produtos ou serviços.</p>
<p>FONTE: <a href="http://a-informacao.blogspot.com/2010/03/direito-fundamental-acessar-internet.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+a-informacao+%28Blogue+%22A+Informa%C3%A7%C3%A3o%22%29&amp;utm_content=Bloglines" target="_blank">Blog A Informação</a></p>
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