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	<title>Marcos Jolbert &#187; ergonomia</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Cuidados com a ergonomia</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 16:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo. CLICK AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha de São Paulo trouxe uma matéria muito interessante sobre o uso do laptop e os erros de ergonomia ao usá-lo.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/894651-doenca-do-laptop-da-dores-nos-punhos-cotovelos-e-costas.shtml" target="_blank">CLICK AQUI</a></p>
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		<title>Fundamentos da Gestalt</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 13:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segunda as teorias da Gestalt, quando olhamos para uma forma não vemos suas partes isoladamente, mas sim seu conjunto, o todo. Para a nossa percepção, que é resultado de uma percepção global, as partes são inseparáveis do todo. A Gestalt, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/fundamentos-da-gestalt/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda as teorias da Gestalt, quando olhamos para uma forma não  vemos suas partes isoladamente, mas sim seu conjunto, o todo. Para a  nossa percepção, que é resultado de uma percepção global, as partes são  inseparáveis do todo.</p>
<p>A Gestalt, após sistemáticas pesquisas, apresenta uma teoria nova  sobre o fundamento da percepção. Segunda essa teoria, o que acontece no  cérebro não é idêntico ao que acontece na retina. A excitação cerebral  não se dá em pontos isolados, mais por extensão. Não existe, na  percepção da forma, um processo posterior de associação das várias  sensações. A primeira sensação é da forma, já é global e unificada.  (GOMES FILHO, 2006, p.19)</p>
<p>A marca Canção Nova possui sua semântica muito bem definida,  adequando-se no conceito definido por Gomes Filhos. Ao ver a marca,  reconhecemos em si mesma, os símbolos que ela traz.<br />
Estes símbolos, que juntos remetem ao carisma do Movimento Canção Nova; o  Espírito Santo representado pela pomba, a canção e a música  representado pelo violão, e a oração representado pela mão (estes  símbolos serão detalhados no terceiro capítulo).</p>
<p>A percepção varia de acordo com o contexto, podendo ser ele:  histórico- cultural, geográfico, familiar, sexo, idade e raça. A  percepção é uma função cerebral que atribui significado a estímulos  sensoriais. É aquisição, interpretação, seleção e organização das  informações obtidas pelo sentido. Os fatores que influenciam na  percepção podem ser: internos e externos.</p>
<p>Koffka, quando estuda o fenômeno da percepção visual, isto é, quando  procura explicar “por que vemos as coisas como vemos”, estabelece,  inicialmente, uma primeira divisão geral entre forças externas e forças  internas. (GOMES FILHO, 2006, p.19)</p>
<p>As forças internas são forças de organização que estruturam  internamente as formas de natureza externa. Como por exemplo:  intensidade, contraste, movimento e incongruência.<br />
Já as forças externas são constituídas pela estimulação da retina  através da luz que vem de algo exterior. Por exemplo: motivação e  experiência.</p>
<p>Essas correntes das forças de organização são que os gestaltistas  chamam de padrões, fatores, princípios básicos ou leis de organização da  forma percentual. São estas formas ou esses princípios que explicam por  que vemos as coisas de uma determinada maneira e não de outra. (GOMES  FILHO, 2006, p.20)</p>
<p>A interpretação da marca Canção Nova é o conjunto das forças de  organização que traz seus signos próprios, podendo ou não ter uma  percepção. Com o manual de aplicação da marca a linguagem visual e a  teoria da forma exata manterão sua fidelidade nos conceitos e na  aplicação do mesmo. Por isso a importância do uso da Gestalt na montagem  do manual de aplicação da Canção Nova.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-327" title="marca-cn_bigger" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/03/marca-cn_bigger-300x222.jpg" alt="marca-cn_bigger" width="300" height="222" /></p>
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		<title>Usabilidade para Jakob Nielsen</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento? Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade. Mas o que é usabilidade? Jakob Nielsen faz &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-para-jakob-nielsen/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento?  Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas  são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Mas o que é usabilidade?</strong></p>
<p>Jakob Nielsen faz um esclarecimento do que seja isto.<br />
<em>A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado a facilidade do  uso de algo ou alguma coisa. Mais especificamente, refere-se a rapidez  com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência  deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros  e o quanto gostam de utilizá-la.</em></p>
<p>Mas o melhor de tudo é quando Jakob escreve assim:</p>
<p>“&#8230;Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu  site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>Assim meus amigos vamos cuidar para não encher lingüiça ou colocar  coisas que não servem de nada nos nossos sites ou em coisas que estamos  desenvolvendo.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Jacques Régnier</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador, trabalhador. Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o bem-estar, garantir &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-jacques-regnier/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e  &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador,  trabalhador.</p>
<p>Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de  trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o  bem-estar, garantir a segurança e minimizar os custos humanos do  trabalho e a carga física, psíquica e cognitiva do operador.</p>
<p>Resulta, conseqüentemente, um segundo objetivo, que é permitir ao  homem utilizar da melhor maneira e por mais tempo possível suas  experiências, habilidades e potencialidades.</p>
<p>A Ergonomia visa adaptar o trabalho e o ambiente físico do trabalho  ao homem. Seu objetivo é, portanto, primacialmente humano.</p>
<p>Sua ação pode ter igualmente efeitos econômicos &#8211; aumentando a  qualidade da produção, o rendimento do trabalho, a produtividade do  sistema &#8211; mas, do nosso ponto de vista, uma ação que vise apenas  objetivos econômicos é uma ação de organização e não uma ação  ergonômica.</p>
<p>Cumpre fazer esta distinção:</p>
<ul>
<li> por um lado, porque os conhecimentos e técnicas colocados em  prática na empresa não permitem, por si só, distinguir  aquilo que  pertence à Ergonomia, daquilo que faz parte da organização do trabalho e  mesmo da engenharia;</li>
<li> por outro lado, para recordar que a vocação da Ergonomia é de  estar, primacialmente, a serviço do homem no trabalho.&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>RÉGNIER, Jacques. L&#8217;amélioration des conditions de travail dans  l’industrie.<br />
Paris, Masson, 1980. 176 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>Pensar Hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos atuais. É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um celular (iPhone), que revolucionou &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/pensar-hoje/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas  criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos  atuais.</p>
<p>É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um  celular (iPhone), que revolucionou o mercado e faz com que tudo de novo  seja revisto, como: sites, display, formatos, comunicações, etc.</p>
<p>Fazer o uso da arquitetura da informação, ergonomia informacional e  usabilidade, é mostrar no mercado a preocupação com o avanço da  tecnologia. O cliente não ficará sem a interação. Mostra a verdadeira  função do designer ao dar respostas aos problemas encontrados para a  finalização destes meios.</p>
<p>Com isso a importância de ter uma atenção voltada para inculturação  dos meios modernos e tecnologia, ajuda o designer não permanecer na  inércia somente com os conhecimentos acadêmicos. Com isto precisamos nos  manter em movimento e conhecimento, esta atualização é um &#8220;xaqualão&#8221;  para ver o que está a nossa volta.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A navegação na web</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um marinheiro navegando em &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-navegacao-na-web-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Todos os dias  nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites  calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o  que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um  marinheiro navegando em um grande oceano? E principalmente, por que nos  perdemos ao navegar por um website confuso?</p>
<p style="text-align: left;">Navegar é sair  de um ponto de origem e ir para um ponto de destino que está fora do  alcance dos nossos olhos, um ponto sem contato visual. Por isso  utilizamos o termo navegar não apenas para as viagens de barcos e  navios, mas para toda sorte de meios de transporte inventados pela  humanidade. Temos navegantes e instrumentos de navegação nos aviões  comerciais, nos carros de rally e até na nave que levou nosso astronauta  brasileiro à estação espacial internacional.</p>
<p style="text-align: left;">Da mesma  forma, um usuário, ao percorrer um site, busca uma página de destino  onde estão as informações que precisa. Essa página está fora do alcance  dos seus olhos e por isso ele precisa percorrer o site para encontrá-la,  ou seja, precisa navegar pelo site.</p>
<p style="text-align: left;">E o que  precisamos para navegar na web?</p>
<p style="text-align: left;">Seja no mundo  real ou no mundo virtual para navegar precisamos de pontos de referência  para determinar a nossa posição espacial e a direção a seguir. Um  marinheiro usa como ponto de referência o Sol, as estrelas e os  satélites do GPS. Um piloto de rally usa árvores, rochas e diversos  outros marcos que aparecem no seu caminho. Até nós, ao andarmos em  nossas cidades usamos pontos de referência para indicarmos um caminho:  “No farol vire a esquerda”.</p>
<p style="text-align: left;">No mundo real  as referências já existem e fazem parte do ambiente. Árvores, rios,  montanhas e estradas. É infinita a quantidade de pontos de referência  que o mundo físico oferece para seus navegadores se orientarem.</p>
<p style="text-align: left;">Em um site, ao  contrário, essas referências não existem. Como as placas de uma rua, é  necessário criar um sistema de navegação que estabeleça pontos de  referência e uma sinalização para orientar o usuário no seu caminho. A  falta de um sistema como esse faz com que o usuário se perca, fique a  deriva ao navegar no site.</p>
<p style="text-align: left;">Os sistemas de  navegação dos websites são compostos por diversos elementos. Os mais  comuns são o menu local, a barra de navegação global, o bread crumb, os  cross contents, o mapa do site, o índice remissivo e, acredite, até pelo  logotipo da empresa. Cada um desses elementos tem a função de informar  ao usuário a sua posição no site e indicar que direção tomar.</p>
<p style="text-align: left;">Projetar  sistemas de navegação eficientes é um dos objetivos da Arquitetura de  Informação porque são eles que indicam para o usuário o caminho para  encontrar a informação que precisa e tornar o site mais fácil de usar..</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:  <a href="http://www.guilhermo.com" target="_blank">Guilhermo Reis &#8211; Mestre em Ciência da Informação</a></p>
</div>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Maurice Montmollin</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 12:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Observe um trabalhador sentado numa cadeira diante da tela e do teclado de um terminal de computador. Ele tem dor nas costas. O ergonomista sabe muitas coisas sobre as costas. Ele pode ajudar a conceber cadeiras e mesas melhor adaptadas. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-maurice-montmollin/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Observe um trabalhador sentado numa cadeira diante da tela e do  teclado de um terminal de computador.</p>
<p>Ele tem dor nas costas. O ergonomista sabe muitas coisas sobre as  costas. Ele pode ajudar a conceber cadeiras e mesas melhor adaptadas.</p>
<p>O trabalhador tem também dor de cabeça. A tela reflete a luz e tem  pouco contraste. O ergonomista sabe muitas coisas sobre os olhos e a  visão. Ele pode ajudar a conceber telas menos ofuscantes.</p>
<p>O trabalhador está fatigado. Faz quatro horas que ele está diante do  seu terminal, e ele não é mais tão jovem. O ergonomista  sabe muitas  coisas sobre os efeitos da duração do trabalho sobre o organismo humano.  Ele pode ajudar a organizar melhor os horários e as pausas.</p>
<p>O trabalhador não está sentado sem fazer nada, ele executa uma  atividade. Ele interpreta informações que aparecem sobre a tela, ele  resolve problemas. Talvez cometa erros. O ergonomista sabe muitas coisas  sobre o raciocínio dos trabalhadores. Ele pode ajudar a apresentar  melhor as informações, a formular melhor os problemas e a conceber uma  melhor formação.</p>
<p>O trabalhador acha o seu trabalho muito repetitivo e muito isolado. O  ergonomista sabe certas coisas sobre o interesse das tarefas e sobre as  comunicações na equipe. Ele pode ajudar a conceber uma organização mais  satisfatória, e portanto, mais eficaz.</p>
<p>(&#8230;) A Ergonomia é uma disciplina ao mesmo tempo muito modesta e  muito ambiciosa. Muito modesta porque ela age pouco sobre as grandes  evoluções que transformam em profundidade o mundo do trabalho. Mas muito  ambiciosa, no entanto, porque pretende forjar instrumentos teóricos  precisos que permitam modificar o trabalho.&#8221;</p>
<p><strong>MONTMOLLIN, Maurice. L&#8217;ergonomie. Paris, Editions La Decouverte,  1986. 126 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Pierre Cazamian</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 12:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ergonomia é o estudo científico do trabalho humano alienado. Digo alienado porque, se o trabalho não fosse alienado, não colocaria problemas específicos. Livre expressão de uma personalidade criadora, o trabalho é uma atividade tão antiga e espontaneamente gratificante quanto &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-pierre-cazamian/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ergonomia é o estudo científico do trabalho humano alienado. Digo  alienado porque, se o trabalho não fosse alienado, não  colocaria  problemas específicos.</p>
<p>Livre expressão de uma personalidade criadora, o trabalho é uma  atividade tão antiga e espontaneamente gratificante quanto a dança e as  artes plásticas.</p>
<p>A alienação começa quando a obra de uma pessoa deve ser partilhada  entre vários e um assume o papel de comandar os outros. Porque a  hierarquia suprime a comunicação, o chefe não conhece as necessidades  daqueles que dirige.</p>
<p>A alienação se completa quando a direção adota objetivos, por exemplo  econômicos, contrários àqueles da execução.</p>
<p>A alienação, no primeiro caso &#8211; apropriação e hierarquização -, é uma  questão de ignorância (alienação primária). A alienação, no segundo  caso &#8211; definição de objetivos contrários aos da execução -, trata-se de  um cálculo (alienação  secundária).</p>
<p>(&#8230;) A ergonomia tem, ou, preferencialmente, pode ter uma dupla  função. Ela é, primeiramente, e sempre, um conhecimento, uma descrição  explicativa das conseqüências para o homem de um sistema coletivo de  produção. Mas, num segundo momento, é natural que o diagnóstico seja  seguido de um tratamento.</p>
<p>Neste ponto, deve-se distinguir entre os dois modos de alienação. No  caso da alienação primária, o conhecimento é, em si mesmo, atuante e  modificador &#8211; uma melhor compreensão entre os parceiros permite reduzir a  inadaptação.</p>
<p>(&#8230;) Mas, quando a alienação é secundária, quer dizer, simplesmente  determinada pela direção para incrementar a produção e o lucro, a  análise ergonômica, desprovida de sanções práticas, não avança, pelo  menos no estado atual das normas da nossa sociedade”.</p>
<p><strong>CAZAMIAN, Pierre. Leçons d’ergonomie industrielle; ume approche  globale.<br />
Paris, Editions Cujas, 1974. 157 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
<p><img src="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/barra.gif" alt="Barra" width="530" height="1" /></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Alphonse Chapanis</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-alphonse-chapanis/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 12:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ergonomia é um corpo de conhecimentos sobre as habilidades humanas, limitações humanas e outras características humanas que são relevantes para o design. Projeto ergonômico é a aplicação da informação ergonômica ao design de ferramentas, máquinas, sistemas, tarefas, trabalhos e ambientes &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-alphonse-chapanis/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ergonomia é um corpo de conhecimentos sobre as habilidades humanas,  limitações humanas e outras características humanas que são relevantes  para o design.</p>
<p>Projeto ergonômico é a aplicação da informação ergonômica ao design  de ferramentas, máquinas, sistemas, tarefas, trabalhos e ambientes para o  uso humano seguro, confortável e efetivo.</p>
<p>A palavra significante nestas definições é design, porque ela nos  separa de disciplinas puramente acadêmicas como antropologia, fisiologia  e psicologia.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #700000;">Como diz Alphonse CHAPANIS (1959):</span></strong></p>
<p>&#8220;Uma importante lição de engenharia, proveniente da II Guerra  Mundial, é que as máquinas não lutam sozinhas. A guerra  solicitou e  produziu maquinismos novos e complexos, porém, geralmente, essas  inovações não faziam o que se esperava  delas. Tal ocorria porque  excediam ou não se adaptavam às características e capacidades humanas.  Por exemplo, o radar foi  chamado &#8220;olho da armada&#8221;, mas o radar não vê.  Por mais rápido e preciso que seja, será quase inútil, se o operador não  puder interpretar as informações apresentadas na tela e decidir a  tempo. Similarmente, um avião de caça, por mais veloz e  eficaz que  seja, será um fracasso se o piloto não puder voá-lo com rapidez,  segurança e eficiência&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #700000;">Parafraseando Alphonse CHAPANIS  (1959), em 1997, podemos dizer que:</span></strong></p>
<p>Uma importante lição de engenharia, proveniente das catástrofes, é  que as máquinas não controlam sozinhas. A automação solicitou e produziu  sistemas novos e complexos, porém, geralmente, essas inovações não  fazem o que se espera delas. Tal ocorre porque excedem ou não se adaptam  às características e capacidades humanas. Por exemplo, o computador foi   chamado &#8220;sistema inteligente&#8221;, mas o computador não pensa. Por mais  rápido e preciso que seja, será quase inútil, se o  operador não puder  interpretar as informações apresentadas na tela e decidir a tempo.  Similarmente, um sistema de controle,  por mais informatizado e eficaz  que seja, será um fracasso se o controlador não puder monitorá-lo e  regulá- lo com rapidez, segurança e eficiência.</p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>Usabilidade de Interfaces</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador Introdução: No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-de-interfaces-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador</p>
<p>Introdução:</p>
<p>No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso público, seja em programas de uso específico, o fundamental é facilitar a comunicação entre homens e computadores &#8211; a interação homem computador &#8211; melhorando a usabilidade da interface e otimizando o diálogo com o sistema.</p>
<p>Hipótese:</p>
<p>As deficiências na usabilidade e incompatibilidade da interação homem-computador, que propiciam erros durante a operação dos sistemas informatizados e acarretam dificuldades para o usuário, devem-se ao desconhecimento, por parte do projetista, da tarefa, do modo operatório e da estratégia de resolução de problemas do componente humano do sistema Homem-Tarefa-Computador.</p>
<p>O Problema:</p>
<p>&#8220;O objetivo de uma interface computadorizada é comunicar-se com o usuário. No entanto, o projetista e o usuário possuem conhecimentos e preocupações diferentes. Consequentemente, é muito difícil para o designer prever como algumas decisões de projeto influenciarão no comportamento do usuário&#8221; (Monk, 1993). Conhecer o ponto de vista do usuário é fundamental para a adequação do sistema não só à tarefa como também ao modelo mental que o usuário possui do sistema e da tarefa.</p>
<p>Na pesquisa em questão, consideram-se as incompatibilidades comunicacionais que ocorrem quando pesquisadores fazem uso dos sites das entidades de fomento à pesquisa. Os usuários são competentes no domínio e, no entanto, enfrentam dificuldades na busca das informações que necessitam obter, como por exemplo: tipos de bolsa, prazos, formulários a preencher, prestação de contas e outras.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/leui" target="_blank">PUC Rio</a></span></span></p>
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