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	<title>Marcos Jolbert &#187; gestaodainformacao</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>TIM investe em IPv6</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6. Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/tim-investe-em-ipv6/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-755" title="Cabos_Rede" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6.</p>
<p>Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para o roteamento e transporte de dados, sobretudo em serviços como vídeo e IPTV.</p>
<p>A condução do projeto foi realizada em parceria com a Cisco e a Promon Logicalis. Juntas, construíram o planejamento técnico e a definição das ações para determinar padrões e configurar a rede e os sistemas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">Exame.com</a></p>
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		<title>GVT lançará DTH e IPTV no quarto trimestre em 14 cidades e ABC paulista</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, segundo informações obtidas por este noticiário.</p>
<p>O cronograma de lançamento está planejado em duas etapas: no quarto trimestre deste ano, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Vitória, Maringá/PR, Florianópolis, Guarulhos/SP e região do ABC paulista. No ano que vem &#8211; segunda etapa &#8211; as demais cidades onde a operadora já está presente. Consultado por este noticiário, o departamento de comunicação da GVT não confirmou a informação e disse que a empresa ainda estuda a lista dos primeiros municípios que receberão os serviços ainda neste ano.</p>
<p><strong>Plataforma híbrida </strong></p>
<p>Somente em 2011, a GVT está investindo R$ 220 milhões nessas operações e trabalhará com uma solução híbrida de TV por assinatura. Ou seja, DTH para broadcasting e sua rede de fibra para viabilizar serviços interativos e integrados com a Internet (IPTV). Porém, o fornecimento de IPTV depende ainda da aprovação do PL 116/2010, que cria novas regras para o setor de TV paga e permitirá que empresas de capital estrangeiro (como a GVT) operem na tecnologia de cabo.</p>
<p>A operadora pretende ser a primeira a ofertar serviços de IPTV no Brasil. “Só a GVT atualmente tem capacidade para ofertar serviços de IPTV com consistência e qualidade no País”, disse o presidente da operadora, Amos Genish, na coletiva de divulgação do balanço financeiro do primeiro trimestre da empresa. “A velocidade média da banda larga do cliente GVT é sete vezes maior em relação aos clientes que não são da GVT”, justificou na ocasião Alcides Troller, vice-presidente de marketing e vendas da operadora. Segundo dados da Nielsen, a velocidade média de navegação da base de clientes da GVT atingiu 9,13 Mbps em março, contra 1,3 Mbps da média brasileira.</p>
<p><strong>Instaladores próprios</strong></p>
<p>Cerca de 60% dos instaladores dos serviços da GVT atualmente são funcionários próprios da operadora. E a meta é aumentar essa proporção para 80% até o final do ano.</p>
<p><strong>Meta ambiciosa </strong></p>
<p>A meta da GVT é deixar a Net para trás em número de assinantes de TV. &#8220;Em dois anos queremos passar a Net&#8221;, prometeu Amos Genish. A Net conta com cerca de 4,5 milhões de clientes de TV por assinatura via cabo. A missão da GVT pode ser considerada ambiciosa se considerarmos que a Via Embratel, empresa nacional com a segunda maior base de assinantes em DTH, levou cerca de 18 meses para alcançar a marca de um milhão de clientes (atualmente se aproxima de 1,5 milhão).</p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.teletime.com.br/18/07/2011/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/tt/232517/news.aspx" target="_blank">Teletime News</a></p>
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		<title>O mercado do IPTV terá crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 00:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de residências pagando pelo serviço de TV distribuída por IP subirá dos atuais 35 milhões para 155 milhões até o final de 2016, de acordo com um estudo da Research TV Digital. O relatório confirma a expectativa de &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-mercado-do-iptv-tera-crescimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de residências pagando pelo serviço de TV distribuída por IP subirá dos atuais 35 milhões para 155 milhões até o final de 2016, de acordo com um estudo da Research TV Digital. O relatório confirma a expectativa de que a região Ásia-Pacífico superará a Europa Ocidental como o motor do IPTV, sendo responsável por pouco menos de três quartos dos 120 milhões de assinantes adicionais previstos. Em termos de países, a China ultrapassará a França como o principal mercado de IPTV, com um crescimento de sete vezes nos cinco anos até 2016, contando com um total de 70 milhões de assinantes.</p>
<p>O que isto significa em nível global é que, até o final de 2016, a penetração IPTV terá subido de 2,6% para 10,5% dos lares com televisão. Na Ásia-Pacífico, Europa Oriental e Europa Ocidental, a penetração do IPTV chegará a 12%.</p>
<p>Os operadores devem se beneficiar deste crescimento, com as receitas de IPTV chegando a US$ 17 bilhões até 2016. As receitas com IPTV em 2006 eram de menos de US$ 1 bilhão e, em 2010, de US$ 6 bilhões.</p>
<p>Mesmo com a Ásia-Pacífico tendo a maior parte dos lares, os Estados Unidos continuarão a representar a maior receita, com um quarto do faturamento com o serviço de TV por esta tecnologia. Atualmente o país é responsável por um terço do faturamento com IPTV. O relatório revela que nos países desenvolvidos, há uma pressão descendente sobre o ARPU, com a concorrência no mercado da televisão e o aumento da TV digital terrestre.</p>
<p>A chave para operadores de IPTV é o bundling, acrescenta o relatório. Em 2016, 83% dos assinantes pagantes de IPTV devem contratar serviços triple-play, com 10% pagando por um pacote de TV e banda larga e 7% serão assinantes apenas de TV.</p>
<p>Simon Murray, autor do relatório diz que &#8220;o ARPU também está sendo forçado para baixo quando operadores de cabo e teles convertem seus assinantes para dual-play ou pacotes triple-play. Os assinantes triple-play devem ser responsáveis por 73% da receita total com IPTV em 2016. A diferença entre receita e base se deve ao valor que o assinante triple-play paga apenas pelo serviço de TV&#8221;.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.teletime.com.br/05/07/2011/mercado-iptv-deve-decolar-nos-proximos-cinco-anos/tt/230842/news.aspx" target="_blank">Teletime</a></p>
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		<title>Os próximos 20 anos de informação</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/os-proximos-20-anos-de-informacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a agência &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/os-proximos-20-anos-de-informacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096">agência EFE</a>.</p>
<p>As questões que estão abertas para a progressão de conteúdos digitais, tanto em termos econômicos e sociais, debates centraram-se agora mais de duas centenas de especialistas que se reuniram sob o lema &#8220;A Manhã Livro: O Futuro da Palavra escrito &#8220;.</p>
<p>A espanhola Milagros del Corral, presidente do Comitê Científico do fórum não governamental, disse que “a digitalização e distribuição em linha” projetam uma série de “novas questões” que devem ser respondidas por meio de um “diálogo aberto a nível global”.</p>
<p>“Esse novo mundo está abalando os alicerces de todas as profissões e modelos de negócios para seu uso terá de ser reinventada ou, pelo menos, revisitado”, disse a ex-diretora da Biblioteca Nacional da Espanha.</p>
<p>Na sua opinião os autores, jornalistas, editores, usuários da Internet e as empresas, os leitores, blogueiros, etc … esperam “benefícios das novas oportunidades ” oferecidas pela internet.</p>
<p>No entanto, todos mantêm, segundo ela, pontos de vista “divergentes” sobre como fazer isso e estão interessados em encontrar “o modelo econômico apropriado” que lhes permita aproveitar a oportunidade, sem precedentes, que oferece acesso universal à educação, a ciência e cultura.</p>
<p>Além disso, acrescentou, na esperança de que a criação de conteúdos culturais &#8220;é devidamente pago também no ambiente digital&#8221;, porque, pensou ele, &#8220;a natureza da revolução digital torna difícil manter inalterados os princípios que fundamentam os direitos de autor &#8220;, que foram adaptadas desde o seu início no século XVIII.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096" target="_blank">Mercedes Bermejo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você é User Experience???</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom. São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom.</p>
<p>São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que <a title="Why UX Design cannot be designed" href="http://www.smashingmagazine.com/2011/03/15/why-user-experience-cannot-be-designed/">uma experiência não pode ser desenhada</a>. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.</p>
<p>A segunda é um <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post muito interessante</a> de Whitney Hess, que traz <strong>um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer</strong> ou se carrega um título não tão legítimo assim.</p>
<p>A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.</p>
<p>Então vamos à lista (editada e adaptada do <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post original</a>).</p>
<p><strong>Você não é um User Experience Designer se…</strong></p>
<ul>
<li><strong>…você não fala com os usuários.</strong> Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não consegue identificar o seu público.</strong> Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não define o problema antes de tentar resolvê-lo.</strong> Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não conhece os objetivos do usuário.</strong> Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você trabalha dentro de uma bolha.</strong> O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais.</strong> Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não considera os objetivos de negócios.</strong> Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não usa métodos.</strong> Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não pensa nas exceções.</strong> Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você só pensa no wireframe.</strong> Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.</li>
</ul>
<p>É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.</p>
<p>Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.</p>
<p>Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
</div>
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		<title>Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D. A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers: Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/opiniao-browsers-o-que-se-espera-hoje-da-navegacao-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-647" title="Browser_Engine" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png" alt="" width="415" height="300" /></a></p>
<p>Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D.</p>
<p>A opinião interessante de<strong><strong> </strong></strong>Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os <em>Browsers</em>:</p>
<p>Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o <em>browser</em>. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de <em>sites</em> existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.</p>
<p>O <em>browser</em> canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.</p>
<p>Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via<em>browser</em>. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um <em>browser </em>apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus<em>sites</em> favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses<em> sites</em> estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.</p>
<p>Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.</p>
<p><strong>Segurança</strong>: As motivações mais importantes para a escolha do <em>browser </em>em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).</p>
<p><strong>Privacidade</strong>: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os <em>sites</em> que visitou.</p>
<p><strong>Experiência de navegação</strong>: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos <em>websites</em>: 95% dos inquiridos considera que os<em> sites</em> podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição <em>online</em>(57%), e navegar em 3D (51%).</p>
<p>A melhor experiência de navegação é conseguida se o <em>browser</em> me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/" target="_blank">Exame Informática</a> e <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>De onde vem a inovação?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 13:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Inovação é diferente de invenção. Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da inovação que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais. É mais &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação é diferente de invenção.</p>
<p>Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da <strong>inovação</strong> que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais.</p>
<p>É mais importante ainda, entender que uma invenção somente tem valor de mercado quando consumidores e usuários compram ou a usam.</p>
<p>É por isso que hoje, muito mais importante do que equipes de criação trabalhando, isoladas do mundo, gerando ideias de novos produtos, vale muito menos do que ir a campo, olhar para o mundo e identificar desejos e necessidades reais e desenvolver produtos que irão atender a demandas reais .</p>
<p>Cada vez mais a pesquisa em design, como a pesquisa em campo e os testes de usabilidade se torna ainda mais importante na corrida pela inovação. Não só para identificar novas demandas e necessidades mas também para validar os novos produtos, ajudando a evoluí-los.</p>
<p>Leia <a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2011/id20110114_286049.htm">este post</a> do Thomas D. Kuczmarski  na Bussinesswek para entender melhor a diferença entre os dois conceitos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://karinedrumond.wordpress.com" target="_blank">Designing for Humans</a></p>
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		<title>Compartilhe&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
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		<title>Internet nas escolas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 11:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 22/12/2010. Autora: Lisandra Paraguassu. Enquanto 95% dos alunos do ensino médio estudam em unidades com acesso à rede, 57% têm laboratório e 73% dispõem de espaço para leitura Enquanto o investimento feito pelo governo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/internet-nas-escolas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <em>O Estado de S. Paulo</em>. Data: 22/12/2010.</p>
<p>Autora: Lisandra Paraguassu.</p>
<p>Enquanto 95% dos alunos do ensino médio estudam em unidades com acesso à rede, 57% têm laboratório e 73% dispõem de espaço para leitura</p>
<p>Enquanto o investimento feito pelo governo federal em informática possibilita que quase 95% dos alunos de ensino médio já estejam em escolas com computadores com acesso à internet, a oferta de laboratórios de ciências e bibliotecas para esses mesmos estudantes é bem menor: 57% e 73,2%, respectivamente. Os dados constam do Censo Escolar 2010, divulgado anteontem pelo Ministério da Educação.</p>
<p>O sistema de internet nas escolas cresceu rapidamente por causa de uma obrigação contratual das operadoras de telefonia que, para renovar a concessão, tiveram de se comprometer a instalar a banda larga em todas as escolas do País. Segundo o ministério, no primeiro semestre de 2011 todas as 62 mil escolas públicas terão acesso à internet.</p>
<p>Entretanto, os laboratórios de ciências e as bibliotecas &#8211; que são bem mais simples e baratos, mas dependem exclusivamente de recursos do MEC &#8211; andam a passos bem mais lentos.</p>
<p>As escolas que atendem os anos iniciais do ensino fundamental, do 1.º ao 5.º ano, são as que apresentam mais problemas. Apenas 30,4% delas têm bibliotecas e 7,6%, laboratórios.</p>
<p>Como existem muitas escolas rurais pequenas, a situação é um pouco melhor quando se leva em conta o número de alunos atendidos. Ainda assim, apenas 50% das crianças que estão aprendendo a ler e a gostar de livros são atendidas com bibliotecas. E 13,4% têm acesso a um laboratório de ciências.</p>
<p>Nas séries subsequentes a situação melhora um pouco. Nos anos finais do ensino fundamental (do 6.º ao 9.º ano), quase 60% das escolas têm bibliotecas e elas atendem cerca de 65% dos estudantes. No ensino médio, 73,2% dos estudantes têm bibliotecas nas suas escolas.</p>
<p>Os laboratórios de ciência são um problema mais sério. Mesmo no ensino médio, em que podem ser considerados essenciais, cerca de 57% dos alunos têm acesso a um laboratório. Nos anos finais do fundamental são apenas 32,6%.</p>
<p>As escolas brasileiras também têm dificuldades para oferecer instalações adequadas a crianças com deficiência. Apesar de o censo ter mostrado um crescimento nas matrículas em escolas regulares, chegando a 85% das crianças com deficiência, apenas 12,2 % delas, nos anos iniciais do ensino fundamental, têm instalações e vias adequadas para receber esses alunos. Nos anos finais e no ensino médio, a situação melhora um pouco. Mesmo assim, apenas 30% das escolas estão adaptadas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>iPad vira cardápio em bar tradicional no centro de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ipad]]></category>
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		<description><![CDATA[Bar Brahma, que tem mais de 60 anos, permite ao cliente fazer o pedido na tela do tablet; casa pretende integrar pagamento de cartão a ele. Um dos endereços mais tradicionais de São Paulo, o Bar Brahma (fundado em 1948, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Bar Brahma, que tem mais de 60 anos,  permite ao cliente fazer o pedido na tela do tablet; casa pretende  integrar pagamento de cartão a ele.</h2>
<div>
<p>Um dos endereços mais tradicionais de São Paulo, o Bar Brahma  (fundado em 1948, na esquina da Av. São João com a Ipiranga), não  resistiu aos “encantos tecnológicos” do iPad, da Apple. Desde o final de  novembro, seus garçons circulam pelas mesas com cinco tablets, que  permitem aos visitantes fazerem seus pedidos diretamente. Basta conferir  as fotos dos pratos e bebidas, selecionar o que deseja e tocar na tela.</p>
<p>“Somos um bar tradicional, mas que também precisa ser moderno,  contemporâneo”, explica Álvaro Aoás, proprietário da casa. Por enquanto,  são apenas cinco tablets, mas até o final do ano que vem ele pretende  ter mais de 50 iPads para atender seus clientes.</p>
<p>Segundo ele, o iPad, além de ar um de modernidade à casa,  é um  cardápio fácil de atualizar, e que exibe melhor as fotos dos pratos. “A  cada mês temos que trocar cerca de 50 cardápios, seja porque estão  defasados ou por conta de danos”, explica ele.  Vale lembrar que cada  unidade do cardápio de papel custa cerca de 20 reais.</p>
<div><img src="http://idgnow.uol.com.br/idgimages/imagefolder.2010-12-01.6972245029/padmais3.jpg/image_preview" alt="padmais" width="300" height="287" /><br />
<strong><sup>Pad + Colibri: aplicativo conecta cliente do restaurante diretamente com a cozinha</sup></strong></div>
<p>O próximo “passo tecnológico” será integrar o sistema de  pagamento com cartão de crédito diretamente na tela do iPad. Em  novembro, a  <a href="http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2010/11/10/especial-iphone-e-ipad-viram-maquinas-de-cartao-de-credito/">Cielo anunciou no Brasil</a> a disponibilidade de um aplicativo que transforma iPhones, iPods e  iPads em terminais de pagamento para cartão de crédito das bandeiras  Visa, MasterCard e American Express.</p>
<p>Para fazer os pedidos, os tablets utilizam o aplicativo Pad +  Colibri, desenvolvido pela companhia brasileira Esys Colibri, integrado à  solução de automação de atendimento desenvolvida pela mesma empresa. O  equipamento é integrado via wireless à cozinha, que providencia o prato.  Na hora de pagar, a conta também surge na tela do tablet. Depois de  inserir o número da mesa, é possível conferir a conta e até mesmo  retirar um item cobrado por engano.</p>
<p>Segundo Vicente Gouvêa, diretor de marketing da Esys Colibri, para  implementar a solução de atendimento via iPad em um restaurante de  pequeno porte é necessário gastar 500 reais com instalação (inclui  treinamento e manutenção), mais 230 reais por mês (com suporte e  atualizações),  além de impressora fiscal  (cerca de 2.000 reais), um PC  (por volta de mil reais),  iPad, e pagar 70 reais por mês pelo uso do  software Pad +.</p>
<p>FONTE: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/04/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/" target="_blank">IG NOW</a></p>
<h4>Por Daniel dos Santos</h4>
<h5>Publicada em 04 de dezembro de 2010</h5>
</div>
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