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	<title>Marcos Jolbert &#187; ihc</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Interface de usuário é o desafio do momento</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 11:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome capacidade da &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="IHC" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg" alt="" width="300" height="388" /></a></p>
<p>Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove  entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a  cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome  capacidade da rede de banda larga. Mas ainda temos muitas coisas que  podemos fazer para compensar esse aumento de tráfego. É preciso investir  e não é barato, mas aumentar o tráfego é sempre uma coisa boa. Nós  adoramos a banda larga&#8221;, disse Michael LaJoie, CTO da Time Warner Cable  durante debate na Cable 2011, que acontece esta semana em Chicago. Para  ele, a questão do aumento de tráfego de vídeo nas redes de dados é a  menor das preocupações, disse, ao responder sobre o consumo da  capacidade da rede com a proliferação de serviços como o NetFlix. &#8220;É  fato que o tráfego de dados em nossas redes aumenta entre 35% e 50% a  cada ano. É preciso estar atento ao que acontece e ajustar onde é  necessário&#8221;, disse Tommy Werner, CTO da Comcast, a maior operadora de  cabo dos EUA.</p>
<p>Para Lajoie, o desafio dos operadores de TV paga, do ponto de  vista de tecnologia, <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>é melhorar a interface do usuário, já que boa parte  das plataformas que os usuários estão usando para consumir conteúdo,  como Apple TV e tablets, têm interfaces bem mais amigáveis do que as do  set-top boxes.</strong></em></span> <strong><span style="color: #0000ff;">&#8220;Além disso, temos que pensar em uma interface que seja  multiplataforma&#8221;</span></strong>. A Time Warner Cable, por exemplo, apostava em uma  integração entre o set-top e o iPad para que o conteúdo que chega à casa  do assinante pudesse ser assistido pela rede Wi-Fi doméstica (limitada  àquele ambiente) em qualquer cômodo. Mas a Apple mandou, a pedido dos  programadores, suspender a distribuição do aplicativo sob a alegação de  que havia questões de direitos pendentes.</p>
<p>A Comcast, por sua vez, deixou para renomear seus serviços de  cabo para Xfinity durante a Cable 2011. Mais do que uma mudança de nome,  <strong><em><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">a troca veio com uma remodelagem das interfaces de usuário, pelo menos  nos serviços mais avançados, para dar conta de um ambiente  multiplataforma em que todos os dispositivos têm uma identidade visual e  uma navegação parecida.</span></span></em></strong> A operadora também integrou o serviço Skype aos  seus set-tops, com uma pequena caixinha adicional e uma câmera  instalada sobre a TV. O serviço permite chamadas de vídeo em HD para  qualquer usuário Skype, sem custo.                   <strong> </strong></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://www.telaviva.com.br" target="_blank">Pay-TV &#8211; Samuel Possebon, de Chicago</a></strong></p>
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		<title>Usabilidade para Jakob Nielsen</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento? Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade. Mas o que é usabilidade? Jakob Nielsen faz &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-para-jakob-nielsen/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento?  Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas  são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Mas o que é usabilidade?</strong></p>
<p>Jakob Nielsen faz um esclarecimento do que seja isto.<br />
<em>A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado a facilidade do  uso de algo ou alguma coisa. Mais especificamente, refere-se a rapidez  com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência  deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros  e o quanto gostam de utilizá-la.</em></p>
<p>Mas o melhor de tudo é quando Jakob escreve assim:</p>
<p>“&#8230;Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu  site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>Assim meus amigos vamos cuidar para não encher lingüiça ou colocar  coisas que não servem de nada nos nossos sites ou em coisas que estamos  desenvolvendo.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Jacques Régnier</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador, trabalhador. Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o bem-estar, garantir &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-jacques-regnier/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e  &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador,  trabalhador.</p>
<p>Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de  trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o  bem-estar, garantir a segurança e minimizar os custos humanos do  trabalho e a carga física, psíquica e cognitiva do operador.</p>
<p>Resulta, conseqüentemente, um segundo objetivo, que é permitir ao  homem utilizar da melhor maneira e por mais tempo possível suas  experiências, habilidades e potencialidades.</p>
<p>A Ergonomia visa adaptar o trabalho e o ambiente físico do trabalho  ao homem. Seu objetivo é, portanto, primacialmente humano.</p>
<p>Sua ação pode ter igualmente efeitos econômicos &#8211; aumentando a  qualidade da produção, o rendimento do trabalho, a produtividade do  sistema &#8211; mas, do nosso ponto de vista, uma ação que vise apenas  objetivos econômicos é uma ação de organização e não uma ação  ergonômica.</p>
<p>Cumpre fazer esta distinção:</p>
<ul>
<li> por um lado, porque os conhecimentos e técnicas colocados em  prática na empresa não permitem, por si só, distinguir  aquilo que  pertence à Ergonomia, daquilo que faz parte da organização do trabalho e  mesmo da engenharia;</li>
<li> por outro lado, para recordar que a vocação da Ergonomia é de  estar, primacialmente, a serviço do homem no trabalho.&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>RÉGNIER, Jacques. L&#8217;amélioration des conditions de travail dans  l’industrie.<br />
Paris, Masson, 1980. 176 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>Pensar Hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos atuais. É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um celular (iPhone), que revolucionou &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/pensar-hoje/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da Usabilidade é um fator que pesa para as novas  criações de dispositivos moveis e de sites interativos nos tempos  atuais.</p>
<p>É um fato dizer que devemos acompanhar o sistema, a exemplo de um  celular (iPhone), que revolucionou o mercado e faz com que tudo de novo  seja revisto, como: sites, display, formatos, comunicações, etc.</p>
<p>Fazer o uso da arquitetura da informação, ergonomia informacional e  usabilidade, é mostrar no mercado a preocupação com o avanço da  tecnologia. O cliente não ficará sem a interação. Mostra a verdadeira  função do designer ao dar respostas aos problemas encontrados para a  finalização destes meios.</p>
<p>Com isso a importância de ter uma atenção voltada para inculturação  dos meios modernos e tecnologia, ajuda o designer não permanecer na  inércia somente com os conhecimentos acadêmicos. Com isto precisamos nos  manter em movimento e conhecimento, esta atualização é um &#8220;xaqualão&#8221;  para ver o que está a nossa volta.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A navegação na web</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um marinheiro navegando em &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-navegacao-na-web-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Todos os dias  nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites  calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o  que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um  marinheiro navegando em um grande oceano? E principalmente, por que nos  perdemos ao navegar por um website confuso?</p>
<p style="text-align: left;">Navegar é sair  de um ponto de origem e ir para um ponto de destino que está fora do  alcance dos nossos olhos, um ponto sem contato visual. Por isso  utilizamos o termo navegar não apenas para as viagens de barcos e  navios, mas para toda sorte de meios de transporte inventados pela  humanidade. Temos navegantes e instrumentos de navegação nos aviões  comerciais, nos carros de rally e até na nave que levou nosso astronauta  brasileiro à estação espacial internacional.</p>
<p style="text-align: left;">Da mesma  forma, um usuário, ao percorrer um site, busca uma página de destino  onde estão as informações que precisa. Essa página está fora do alcance  dos seus olhos e por isso ele precisa percorrer o site para encontrá-la,  ou seja, precisa navegar pelo site.</p>
<p style="text-align: left;">E o que  precisamos para navegar na web?</p>
<p style="text-align: left;">Seja no mundo  real ou no mundo virtual para navegar precisamos de pontos de referência  para determinar a nossa posição espacial e a direção a seguir. Um  marinheiro usa como ponto de referência o Sol, as estrelas e os  satélites do GPS. Um piloto de rally usa árvores, rochas e diversos  outros marcos que aparecem no seu caminho. Até nós, ao andarmos em  nossas cidades usamos pontos de referência para indicarmos um caminho:  “No farol vire a esquerda”.</p>
<p style="text-align: left;">No mundo real  as referências já existem e fazem parte do ambiente. Árvores, rios,  montanhas e estradas. É infinita a quantidade de pontos de referência  que o mundo físico oferece para seus navegadores se orientarem.</p>
<p style="text-align: left;">Em um site, ao  contrário, essas referências não existem. Como as placas de uma rua, é  necessário criar um sistema de navegação que estabeleça pontos de  referência e uma sinalização para orientar o usuário no seu caminho. A  falta de um sistema como esse faz com que o usuário se perca, fique a  deriva ao navegar no site.</p>
<p style="text-align: left;">Os sistemas de  navegação dos websites são compostos por diversos elementos. Os mais  comuns são o menu local, a barra de navegação global, o bread crumb, os  cross contents, o mapa do site, o índice remissivo e, acredite, até pelo  logotipo da empresa. Cada um desses elementos tem a função de informar  ao usuário a sua posição no site e indicar que direção tomar.</p>
<p style="text-align: left;">Projetar  sistemas de navegação eficientes é um dos objetivos da Arquitetura de  Informação porque são eles que indicam para o usuário o caminho para  encontrar a informação que precisa e tornar o site mais fácil de usar..</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:  <a href="http://www.guilhermo.com" target="_blank">Guilhermo Reis &#8211; Mestre em Ciência da Informação</a></p>
</div>
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		<title>Usabilidade de Interfaces</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador Introdução: No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-de-interfaces-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador</p>
<p>Introdução:</p>
<p>No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso público, seja em programas de uso específico, o fundamental é facilitar a comunicação entre homens e computadores &#8211; a interação homem computador &#8211; melhorando a usabilidade da interface e otimizando o diálogo com o sistema.</p>
<p>Hipótese:</p>
<p>As deficiências na usabilidade e incompatibilidade da interação homem-computador, que propiciam erros durante a operação dos sistemas informatizados e acarretam dificuldades para o usuário, devem-se ao desconhecimento, por parte do projetista, da tarefa, do modo operatório e da estratégia de resolução de problemas do componente humano do sistema Homem-Tarefa-Computador.</p>
<p>O Problema:</p>
<p>&#8220;O objetivo de uma interface computadorizada é comunicar-se com o usuário. No entanto, o projetista e o usuário possuem conhecimentos e preocupações diferentes. Consequentemente, é muito difícil para o designer prever como algumas decisões de projeto influenciarão no comportamento do usuário&#8221; (Monk, 1993). Conhecer o ponto de vista do usuário é fundamental para a adequação do sistema não só à tarefa como também ao modelo mental que o usuário possui do sistema e da tarefa.</p>
<p>Na pesquisa em questão, consideram-se as incompatibilidades comunicacionais que ocorrem quando pesquisadores fazem uso dos sites das entidades de fomento à pesquisa. Os usuários são competentes no domínio e, no entanto, enfrentam dificuldades na busca das informações que necessitam obter, como por exemplo: tipos de bolsa, prazos, formulários a preencher, prestação de contas e outras.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/leui" target="_blank">PUC Rio</a></span></span></p>
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