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	<title>Marcos Jolbert &#187; informacao</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Históricos do EAD</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 07:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Erick Marinho, Felipe Neves e Marcos Jolbert A modalidade de ensino a distância torna-se de muita importância no desenvolvimento e expansão da educação de nível superior no país. Visando atender as exigências de qualidade nos processos pedagógicos, as instituições &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/historicos-do-ead/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: <a href="http://br.linkedin.com/in/erickfalcone" target="_blank">Erick Marinho</a>, <a href="http://www.facebook.com/FelipeIron" target="_blank">Felipe Neves</a> e <a href="http://www.linkedin.com/in/marcosjolbert" target="_blank">Marcos Jolbert</a></p>
<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/12/EAD_IMAGE.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="EAD_IMAGE" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/12/EAD_IMAGE.jpg" alt="" width="320" height="314" /></a></p>
<p>A modalidade de ensino a distância torna-se de muita importância no desenvolvimento e expansão da educação de nível superior no país. Visando atender as exigências de qualidade nos processos pedagógicos, as instituições devem elaborar e oferecer seus materiais usando de forma integrada todos os diferentes tipos de mídias, explorando a convergência e integração entre os materiais, sempre na perspectiva da construção do conhecimento [1].</p>
<p>Um marco histórico dessa realidade pode ser visto em uma publicação realizada na Gazeta de Boston, no dia 20 de março de 1728, pelo professor de taquigrafia Cauleb Philips, onde ele dizia: &#8220;Toda pessoa da região, desejosa de aprender esta arte, pode receber em sua casa várias lições semanalmente e ser perfeitamente instruída, como as pessoas que vivem em Boston“ [2]. Observa-se que neste período utilizava-se a correspondência como ferramenta para o ensino a distância, sendo essa época considerada como a primeira geração da EAD. Com a evolução da tecnologia e surgimento de novas ferramentas, a partir da década de 70 passou a utilizar a televisão, o radio e o telefone, expandindo ainda mais o potencial do EAD, dando origem a segunda geração. E algumas décadas depois, com os computadores, estação de trabalho multimídia, redes de conferência e a internet, surgiu a terceira geração do EAD [3]. Atualmente, com a expansão da internet, surgimento de inúmeras novas ferramentas e principalmente, a inclusão digital, podemos considerar que estamos caminhando para a quarta geração de EAD [3][4].</p>
<p>Segundo a professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, existem três nomenclaturas para o ensino a distância, sendo elas [5]:</p>
<ul>
<li>Educação a Distância: realiza-se por diferentes meios (correspondência postal ou eletrônica, rádio, televisão, telefone, fax, computador, internet, dentre outros), sendo um termo abrangente, mantém a relação de discussão de tempo e espaço (distanciamento físico) dentro o processo educacional, porém não é obrigatoriamente dentro do ambiente Internet [5];</li>
<li>Educação Online: realizada obrigatoriamente com Internet em papel principal como meio, pode ser utilizada de forma síncrona ou assíncrona. Tem como características mais enfáticas a velocidade na troca de informações, o <em>feedback</em> entre alunos e professores e o grau de interatividade alcançado [5].</li>
<li>E-Learning: formato de educação a distância com suporte na internet. É muito utilizado por empresas, em processos de treinamentos de funcionários e seleção de pessoal. Seu foco consiste em organizar e disponibilizar materiais didáticos e recursos <em>hipermediáticos</em> [5]. Existe uma variação, chamada Blended learning, onde maior parte do conteúdo é transmitida online, existindo a necessidade de situações presenciais.</li>
</ul>
<div>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>[1] Secretara de educação a distância, MEC;  <strong>REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA</strong>. Brasília, agosto de 2007.</p>
<p>[2] NETO, Francisco José da Silveira Lobo. <strong>Educação a Distância: Regulamentação, Condições de êxito e Perspectivas</strong>. UNESP, 1998.</p>
<p>[3] SCHOCH, Andréa; <strong>Revista Competência</strong>, Dtcom, 2010.</p>
<p>[4] Universidade de Fenabrave. Disponível em: <a href="http://www.universidadefenabrave.com.br" target="_blank">http://www.universidadefenabrave.com.br</a>.</p>
<p>[5] ALMEIDA, M. E. B.; <strong>Educação a distância: diretrizes políticas, práticas e concepções</strong>. Fórum Paulista de Formação de Educadores. Série Cidade Educativa. Vol. 3, Campinas, SP, Papirus, 2003.</p>
<p><span style="font-size: small;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"><br />
</span></span></p>
</div>
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		<title>TIM investe em IPv6</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6. Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/tim-investe-em-ipv6/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-755" title="Cabos_Rede" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6.</p>
<p>Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para o roteamento e transporte de dados, sobretudo em serviços como vídeo e IPTV.</p>
<p>A condução do projeto foi realizada em parceria com a Cisco e a Promon Logicalis. Juntas, construíram o planejamento técnico e a definição das ações para determinar padrões e configurar a rede e os sistemas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">Exame.com</a></p>
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		<title>OI espera oferecer IPTV em 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 12:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EDUARDO RODRIGUES da Agência Estado, traz uma informação importante para a tecnologia brasileira. Independente da empresa que ele informa, o fato de um investimento em tecnologia no Brasil faz com que a qualidade de serviço aumente e todos nós saiamos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/oi-espera-oferecer-iptv-em-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDUARDO RODRIGUES da Agência Estado, traz uma informação importante para a tecnologia brasileira. Independente da empresa que ele informa, o fato de um investimento em tecnologia no Brasil faz com que a qualidade de serviço aumente e todos nós saiamos ganhando.</p>
<p>Com a aprovação no Senado da nova lei para o mercado brasileiro de TV por assinatura, a Oi espera já poder oferecer no ano que vem o chamado serviço de IPTV, que utiliza o protocolo de internet para a transmissão de conteúdo. Segundo o diretor de regulação da companhia, Paulo Mattos, a oferta depende de uma rápida regulamentação da lei pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tão logo o projeto seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>&#8220;É importante destacar que o principal beneficiado pela nova legislação é o consumidor, que terá mais opções no momento de escolher sua TV por assinatura&#8221;, afirmou Mattos. Segundo ele, a IPTV será mais um produto disponível no mercado, ao lado da TV via satélite e a cabo tradicional, com a vantagem de estar mais adequada aos recursos de interatividade.</p>
<p>Além disso, os investimentos na IPTV demandarão a utilização de fibras ópticas de alta velocidade, capazes de trafegar serviços de ultra banda larga. De acordo com o executivo, a transmissão normal nessa modalidade necessidade de uma velocidade entre dez e 40 megabits por segundo (Mbps), sendo que uma transmissão em Full HD com interatividade demanda capacidades ainda superiores.  &#8220;O setor passará por um grande processo de ampliação tecnológica&#8221;, acrescentou Mattos. Ele disse ainda que a Oi já vem se preparando para essa expansão nos investimentos em fibras ópticas, mas depende da regulamentação final pela Anatel para dar mais impulso à ampliação da rede. &#8220;Se tudo correr bem, em 2012 já colocaremos o produto no mercado&#8221;, concluiu.</p>
<p>FONTE: <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+geral,oi-espera-oferecer-servico-de-iptv-no-ano-que-vem,80614,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Demonstração de IPTV no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A União Internacional de Telecomunicações (UIT) promoverá demonstrações práticas de transmissões de IPTV (Internet Protocol Television) nos dias 21 e 22 de julho, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Mostra UIT de Interoperabilidade em IPTV. A mostra, gratuita e &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/demonstracao-de-iptv-no-rio-de-janeiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A União Internacional de Telecomunicações (UIT) promoverá demonstrações práticas de transmissões de IPTV (Internet Protocol Television) nos dias 21 e 22 de julho, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Mostra UIT de Interoperabilidade em IPTV.</p>
<p>A mostra, gratuita e aberta ao público, tem como finalidade apresentar casos práticos de aplicação dos padrões de IPTV definidos pela UIT, de forma a possibilitar a compreensão de seu funcionamento e suas vantagens em relação aos modelos de transmissão linear &#8211; como a interatividade. Demonstrações semelhantes foram realizadas na Suíça, em Singapura e na Índia.</p>
<p>Além das demonstrações, serão realizados dois workshops: Harmonização de Web e Tecnologias de IPTV (21 de julho, das 16h às 18h30) e Seminário Sobre Recomendações da UIT-T a Respeito de IPTV e Tendências de Distribuição de Vídeo no Brasil (22 de julho, das 14h às 16h).</p>
<p>Os debates reunirão especialistas no assunto, como formuladores de políticas, engenheiros e representantes da indústria de telecomunicações e de governos. Para participar dos workshops, há necessidade de credenciamento prévio.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.em.com.br" target="_blank">Estado de Minas</a></p>
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		<title>O mercado do IPTV terá crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 00:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de residências pagando pelo serviço de TV distribuída por IP subirá dos atuais 35 milhões para 155 milhões até o final de 2016, de acordo com um estudo da Research TV Digital. O relatório confirma a expectativa de &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-mercado-do-iptv-tera-crescimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de residências pagando pelo serviço de TV distribuída por IP subirá dos atuais 35 milhões para 155 milhões até o final de 2016, de acordo com um estudo da Research TV Digital. O relatório confirma a expectativa de que a região Ásia-Pacífico superará a Europa Ocidental como o motor do IPTV, sendo responsável por pouco menos de três quartos dos 120 milhões de assinantes adicionais previstos. Em termos de países, a China ultrapassará a França como o principal mercado de IPTV, com um crescimento de sete vezes nos cinco anos até 2016, contando com um total de 70 milhões de assinantes.</p>
<p>O que isto significa em nível global é que, até o final de 2016, a penetração IPTV terá subido de 2,6% para 10,5% dos lares com televisão. Na Ásia-Pacífico, Europa Oriental e Europa Ocidental, a penetração do IPTV chegará a 12%.</p>
<p>Os operadores devem se beneficiar deste crescimento, com as receitas de IPTV chegando a US$ 17 bilhões até 2016. As receitas com IPTV em 2006 eram de menos de US$ 1 bilhão e, em 2010, de US$ 6 bilhões.</p>
<p>Mesmo com a Ásia-Pacífico tendo a maior parte dos lares, os Estados Unidos continuarão a representar a maior receita, com um quarto do faturamento com o serviço de TV por esta tecnologia. Atualmente o país é responsável por um terço do faturamento com IPTV. O relatório revela que nos países desenvolvidos, há uma pressão descendente sobre o ARPU, com a concorrência no mercado da televisão e o aumento da TV digital terrestre.</p>
<p>A chave para operadores de IPTV é o bundling, acrescenta o relatório. Em 2016, 83% dos assinantes pagantes de IPTV devem contratar serviços triple-play, com 10% pagando por um pacote de TV e banda larga e 7% serão assinantes apenas de TV.</p>
<p>Simon Murray, autor do relatório diz que &#8220;o ARPU também está sendo forçado para baixo quando operadores de cabo e teles convertem seus assinantes para dual-play ou pacotes triple-play. Os assinantes triple-play devem ser responsáveis por 73% da receita total com IPTV em 2016. A diferença entre receita e base se deve ao valor que o assinante triple-play paga apenas pelo serviço de TV&#8221;.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.teletime.com.br/05/07/2011/mercado-iptv-deve-decolar-nos-proximos-cinco-anos/tt/230842/news.aspx" target="_blank">Teletime</a></p>
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		<title>Os próximos 20 anos de informação</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a agência &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/os-proximos-20-anos-de-informacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096">agência EFE</a>.</p>
<p>As questões que estão abertas para a progressão de conteúdos digitais, tanto em termos econômicos e sociais, debates centraram-se agora mais de duas centenas de especialistas que se reuniram sob o lema &#8220;A Manhã Livro: O Futuro da Palavra escrito &#8220;.</p>
<p>A espanhola Milagros del Corral, presidente do Comitê Científico do fórum não governamental, disse que “a digitalização e distribuição em linha” projetam uma série de “novas questões” que devem ser respondidas por meio de um “diálogo aberto a nível global”.</p>
<p>“Esse novo mundo está abalando os alicerces de todas as profissões e modelos de negócios para seu uso terá de ser reinventada ou, pelo menos, revisitado”, disse a ex-diretora da Biblioteca Nacional da Espanha.</p>
<p>Na sua opinião os autores, jornalistas, editores, usuários da Internet e as empresas, os leitores, blogueiros, etc … esperam “benefícios das novas oportunidades ” oferecidas pela internet.</p>
<p>No entanto, todos mantêm, segundo ela, pontos de vista “divergentes” sobre como fazer isso e estão interessados em encontrar “o modelo econômico apropriado” que lhes permita aproveitar a oportunidade, sem precedentes, que oferece acesso universal à educação, a ciência e cultura.</p>
<p>Além disso, acrescentou, na esperança de que a criação de conteúdos culturais &#8220;é devidamente pago também no ambiente digital&#8221;, porque, pensou ele, &#8220;a natureza da revolução digital torna difícil manter inalterados os princípios que fundamentam os direitos de autor &#8220;, que foram adaptadas desde o seu início no século XVIII.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096" target="_blank">Mercedes Bermejo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lider do IPTV na Alemanha</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 19:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com mais de 1,3 milhões de assinantes, o serviço Entertain Deutsche Telekom é líder no mercado de IPTV alemão. Em segundo Hansenet é Alice Home TV está muito atrás, com apenas 79.000 lares conectados. Vodafone ainda não divulgou seus números &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/lider-do-iptv-na-alemanha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 1,3 milhões de assinantes, o serviço Entertain Deutsche Telekom é líder no mercado de IPTV alemão. Em segundo Hansenet é Alice Home TV está muito atrás, com apenas 79.000 lares conectados. Vodafone ainda não divulgou seus números para o seu primeiro serviço de IPTV lançou recentemente.</p>
<p>Última sexta-feira, 13 de maio, a O2 informou o número de clientes DSL atingiu 2,591 milhões no final do primeiro trimestre, um aumento de 31.000 ao trimestre anterior. Destes, apenas 3% leva o serviço de IPTV Alice Home TV. Isso se traduz em cerca de 79 mil casas de TV. O serviço de IPTV está disponível em 150 cidades alemãs, ou um potencial de alcance de 10 milhões de lares.</p>
<p>Vodafone Alemanha lançou seu 1 º trimestre de 2011 os valores de hoje, terça-feira, 17 de maio, mas não conseguiu dar número específico de seu recém-lançado IPTV híbrido / serviço de DTH Vodafone TV. A operadora tem 3,5 milhões de clientes DSL no país.</p>
<p>Entertain Deutsche Telekom pacote de IPTV adicionou mais 100.000 assinantes no primeiro trimestre, como o número de inscritos é atualmente de 1,3 milhões. O operador está agora apostando em seus serviços interativos, incluindo uma ampla gama de programação sob demanda e um aumento nos canais HD.</p>
<p>O operador tem mais três canais em HD ao seu line-up. Na sequência de um acordo de transporte com a MTV Networks, oferece agora Entertain MTV HD, Viva HD, Comedy Central e Nickelodeon HD HD. A fim de tornar o acesso aos canais HD possível para famílias fora do alcance dos seus serviços VDSL, a Telekom também lançou seu serviço híbrido, que dá acesso ao cliente para ambos os canais HD FTA, bem como para a plataforma criptografada HD +.</p>
<p>A fim de tornar o acesso ao serviço de IPTV mais fácil, a Deutsche Telekom está oferecendo agora um &#8220;puro&#8221; serviço de TV por entreter sem conexão com a Internet.</p>
<p>Comparado com o cabo, IPTV na Alemanha ainda é muito pequena.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.broadbandtvnews.com" target="_blank">Broadband TV News</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você é User Experience???</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom. São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/voce-e-user-experience/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Texto de Fabrício Teixeira sobre User Experience, achei conveninete colocá-lo aqui pois é muito bom.</p>
<p>São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que <a title="Why UX Design cannot be designed" href="http://www.smashingmagazine.com/2011/03/15/why-user-experience-cannot-be-designed/">uma experiência não pode ser desenhada</a>. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.</p>
<p>A segunda é um <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post muito interessante</a> de Whitney Hess, que traz <strong>um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer</strong> ou se carrega um título não tão legítimo assim.</p>
<p>A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.</p>
<p>Então vamos à lista (editada e adaptada do <a title="You're not a user experience designer if" href="http://whitneyhess.com/blog/2011/04/23/youre-not-a-user-experience-designer-if/">post original</a>).</p>
<p><strong>Você não é um User Experience Designer se…</strong></p>
<ul>
<li><strong>…você não fala com os usuários.</strong> Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não consegue identificar o seu público.</strong> Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não define o problema antes de tentar resolvê-lo.</strong> Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não conhece os objetivos do usuário.</strong> Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você trabalha dentro de uma bolha.</strong> O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais.</strong> Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não considera os objetivos de negócios.</strong> Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não usa métodos.</strong> Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você não pensa nas exceções.</strong> Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>…você só pensa no wireframe.</strong> Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.</li>
</ul>
<p>É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.</p>
<p>Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.</p>
<p>Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
</div>
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		<title>24 horas conversando Design</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/24-horas-conversando-design/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 17:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>

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		<description><![CDATA[AIGA lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design: &#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/24-horas-conversando-design/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"><a href="http://www.aiga.org" target="_blank">AIGA</a> lança uma experiência on-line, um dia para o Design, uma rede mundial de&#8221;pensar em &#8220; para a indústria de design:</div>
<div dir="ltr"><em>&#8220;The 24-hour experiment will be launched by AIGA, one of the largest professional associations for designers in the world, by asking designers (and non-designers) to chime in with their thoughts about their profession via Twitter (tag: #1D4D). The idea is to spark a global design conversation around what design should be and what it could be, and will hopefully provoke some meaty thoughts about where the design industry is headed.&#8221;</em></div>
<div dir="ltr"><em> </em><br />
O experimento de 24 horas será lançado pela AIGA, uma das maiores associações profissionais de designers do mundo, pedindo que os designers (e não-designers) para dialogar com os seus pensamentos sobre sua profissão através do Twitter (tag:# 1D4D).  A idéia é desencadear uma conversa global do projeto em torno do que concepção deveria ser eo que poderia ser, e esperamos que provocam algunspensamentos sobre a carne, onde o desenho industrial é dirigido.</div>
<div dir="ltr">Acompanhe. Primeira pergunta: <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">podemos projetar algo em um dia?</span></span></div>
<div dir="ltr"><em><br />
</em></div>
<div dir="ltr">FONTE: <a href="http://bobulate.com/" target="_blank">Bobulate</a></div>
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		<title>SCIELO em primeiro lugar</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/scielo-em-primeiro-lugar/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 16:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>

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		<description><![CDATA[A biblioteca digital SciELO Brasil foi classificada em 1º lugar no ranking mundial de portais de acesso aberto Webometrics, divulgado pelo laboratório Cybermetrics, da Espanha. A SciELO Brasil (Scientific Electronic Library Online), é um programa da Fapesp (Fundação de Amparo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/scielo-em-primeiro-lugar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A biblioteca digital SciELO Brasil foi classificada em 1º lugar no ranking mundial de portais de acesso aberto Webometrics, divulgado pelo laboratório Cybermetrics, da Espanha. A SciELO Brasil (Scientific Electronic Library Online), é um programa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP) e abrange uma coleção selecionada de 221 periódicos brasileiros.</p>
<p>FONTE: <a href="http://a-informacao.blogspot.com/" target="_blank">A Informação</a></p>
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