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	<title>Marcos Jolbert &#187; interface</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Interface, Experience Design e aviões</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 16:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não. FONTE: Fabricio Teixeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Já vi wireframes mais bonitos" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2011/02/picture-11.png?w=572&amp;h=356" alt="" width="572" height="356" /></p>
<p>É, Tyler, não adianta esfregar os olhos não.</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/author/fabricioteixeira/" target="_blank">Fabricio Teixeira</a></p>
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		<title>Curso de Atualização em Design de Interação</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[PUC Minas Virtual lança programa de atualização em Design de Interação! Trata-se de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial teórica e básica, a aplicação prática &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank"><img title="Clique para mais informações" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/curso_atualizacao01.png" alt="" width="410" height="484" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>PUC Minas Virtual lança programa de <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">atualização em Design de Interação</a>!</strong></p>
<p>Trata-se  de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos  referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial  teórica e básica, a aplicação prática destes conceitos no  desenvolvimento de projetos interativos.</p>
<p>OBJETIVOS</p>
<p>Apresentar  conceitos básicos de Design de Interação, de Usabilidade e de Design  Centrado no Usuário. Proporcionar aos alunos uma visão do processo de  desenvolvimento de produtos interativos, onde deve ser levado em conta o  usuário, o objeto (sistema ou produto) a ser desenvolvido e o ambiente  onde ocorrerá a interação. Estes aspectos devem ser levados em  consideração de forma a complementar a noção acerca dos objetivos do  desenvolvimento do produto em si.</p>
<p>A QUEM SE DESTINA</p>
<p>Profissionais  que tenham contato e/ou experiência com o desenvolvimento de produtos  interativos (multimídia ou web) e desejam atualizar-se de maneira rápida  e fundamentada nos conceitos de Design de Interação, levando-se em  conta o usuário e os aspectos de usabilidade. Graduados nos cursos de  ciência da computação, sistemas de informação, desenvolvimento e  engenharia de sistemas, comunicadores, publicitários e designers.</p>
<p>CONTEÚDO DO CURSO</p>
<p>Fundamentos de Design de Interação;<br />
Design Centrado no Usuário;<br />
Usabilidade;<br />
Projeto Interativo</p>
<p>CARGA HORÁRIA</p>
<p>120 horas</p>
<p>METODOLOGIA</p>
<p>O  curso será desenvolvido pela Internet e os alunos contarão com o apoio  dos professores e de tutores. A concepção de ensino-aprendizagem adotada  respalda-se na interação entre os participantes do curso  (aluno-professor, aluno-aluno, tutor-aluno). Essa interação pode ser  sincrônica, por meio de chats, ou assincrônica, no ambiente virtual  específico do curso. O material didático inclui CD-ROM, textos básicos e  Manual do Aluno, guia que contém orientações para a navegação no  sistema. Durante o desenvolvimento do curso, os alunos deverão fazer as  leituras indicadas e realizar as tarefas propostas, dentro de prazos  previamente estabelecidos em cronograma.</p>
<p>CERTIFICAÇÃO</p>
<p>Para  receber o certificado do curso de atualização o aluno deverá completar  todas as atividades propostas pelos professores conforme cronograma do  curso.</p>
<p>BENEFÍCIOS</p>
<p>Horário flexível, respeitado o cronograma das atividades e o prazo limite estabelecido para a conclusão do curso<br />
Possibilidade de realização do curso em casa ou em local de trabalho<br />
Atendimento individualizado<br />
Material didático básico elaborado para o curso e, em parte, incluído no valor total do investimento.<br />
Suporte tecnológico durante todo o período de realização do curso</p>
<p>REQUISITOS TECNOLÓGICOS</p>
<p>O  aluno deve possuir ou ter acesso a computador com a seguinte  configuração mínima: Processador Pentium III – 500 MHz (recomenda-se  Pentium 4 – 2 GHz), 256 MB de memória RAM (recomenda-se 384 MB);<br />
Drive de CD-ROM 8X;<br />
Placa de vídeo configurada para 800 x 600 pixels e 256 cores (recomenda-se 1024 x 768 pixels e 65.536 cores/16 bits);<br />
Placa de som com caixas acústicas (ou fones de ouvido) e microfone;<br />
Windows 2000 (SP4) ou XP (SP2);<br />
Microsoft Internet Explorer (versão 6.0x ou superior);<br />
Máquina Virtual Java (Java Runtime Environment ) da Sun Microsystems (versão 1.4.2 ou superior);<br />
Acesso à Internet, com velocidade mínima de conexão de 56 kbps ;<br />
Correio eletrônico pessoal (e-mail).</p>
<p>Obs.: “O portador de  necessidades especiais no campo da visão deverá possuir ou ter acesso a  um programa ( software ) de leitura de tela, compatível com Windows 2000  (SP4) ou Windows XP (SP2), que deverá estar instalado no computador que  será utilizado para acompanhar o curso.”</p>
<p>REQUISITOS ACADÊMICOS</p>
<p>Entrega da documentação exigida na Secretaria Acadêmica da PUC Minas Virtual conforme endereço divulgado.<br />
Cópia de documento de identidade de valor legal e do CPF (não precisa ser autenticado).<br />
Curriculum Vitae (sucinto).<br />
Cópia do boleto de pagamento da Matrícula (1ª parcela do curso)</p>
<p>APÓS  FAZER A SUA INSCRIÇÃO PELA INTERNET, envie os documentos por correio à  PUC Minas Virtual com a identificação do curso e do nome do aluno: PUC  Minas Virtual A/C: Secretaria Acadêmica Rua Espírito Santo 1059, 12º  andar Centro CEP: 30160-922 – Belo Horizonte, MG</p>
<p>SELEÇÃO</p>
<p>A  seleção será feita com base na análise do histórico escolar, do  curriculum vitae e da exposição de motivos apresentados pelo candidato.</p>
<p>INSCRIÇÕES ATÉ 05/09/2010</p>
<p>DURAÇÃO DO CURSO</p>
<p>Outubro/2010 a Março/2011</p>
<p>MESES X MENSALIDADE = VALOR TOTAL</p>
<p>6 x 200,00 = 1.200,00</p>
<p>COORDENAÇÃO ACADÊMICA</p>
<p>Simone Alves Nogueira</p>
<blockquote><p><strong>Importante:  Este curso, por ser da modalidade de Atualização, pode ser feito por  graduandos e graduados! Para mais informações, acesse <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">o site da PUC Minas Virtual</a></strong></p></blockquote>
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		<title>Usabilidade de Interfaces</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador Introdução: No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-de-interfaces-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador</p>
<p>Introdução:</p>
<p>No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso público, seja em programas de uso específico, o fundamental é facilitar a comunicação entre homens e computadores &#8211; a interação homem computador &#8211; melhorando a usabilidade da interface e otimizando o diálogo com o sistema.</p>
<p>Hipótese:</p>
<p>As deficiências na usabilidade e incompatibilidade da interação homem-computador, que propiciam erros durante a operação dos sistemas informatizados e acarretam dificuldades para o usuário, devem-se ao desconhecimento, por parte do projetista, da tarefa, do modo operatório e da estratégia de resolução de problemas do componente humano do sistema Homem-Tarefa-Computador.</p>
<p>O Problema:</p>
<p>&#8220;O objetivo de uma interface computadorizada é comunicar-se com o usuário. No entanto, o projetista e o usuário possuem conhecimentos e preocupações diferentes. Consequentemente, é muito difícil para o designer prever como algumas decisões de projeto influenciarão no comportamento do usuário&#8221; (Monk, 1993). Conhecer o ponto de vista do usuário é fundamental para a adequação do sistema não só à tarefa como também ao modelo mental que o usuário possui do sistema e da tarefa.</p>
<p>Na pesquisa em questão, consideram-se as incompatibilidades comunicacionais que ocorrem quando pesquisadores fazem uso dos sites das entidades de fomento à pesquisa. Os usuários são competentes no domínio e, no entanto, enfrentam dificuldades na busca das informações que necessitam obter, como por exemplo: tipos de bolsa, prazos, formulários a preencher, prestação de contas e outras.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/leui" target="_blank">PUC Rio</a></span></span></p>
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		<title>Ergonomia na Visão de uma Doutora</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 12:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Conceitua-se a ergonomia como tecnologia projetual das comunicações entre homens e máquinas, trabalho e ambiente. De acordo com a classificação de Mário Bunge para ecnologia, a ergonomia atua tanto como teoria tecnológica substantiva quanto como teoria tecnológica operativa. Como teoria &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ergonomia-na-visao-de-uma-doutora-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Conceitua-se a ergonomia como tecnologia projetual das comunicações  entre homens e máquinas, trabalho e ambiente.</p>
<p>De acordo com a classificação de Mário Bunge para ecnologia, a  ergonomia atua tanto como teoria tecnológica substantiva  quanto como  teoria tecnológica operativa.</p>
<p>Como teoria tecnológica substantiva, a ergonomia busca, através de  pesquisas descritivas e experimentais, sobre limiares, limites e  capacidades humanas (a partir de dados da fisiologia, da  neurofisiologia, da psicofisiologia, da psicologia, da psicopatologia,  da biomecânica &#8211; primacialmente aplicadas ao trabalho -, bem como da  anatomia e da antropometria),fornecer bases racionais e empíricas para  adaptar ao homem bens de consumo e de capital, meios e métodos de  trabalho, planejamento, programação e controle e processos de produção,  sistemas de informação.</p>
<p>Como teoria tecnológica operativa, a ergonomia objetiva, através da  ação, resolver os problemas da relação entre homem, máquina,  equipamentos, ferramentas, programação do trabalho, instruções e  informações, solucionando os conflitos entre o humano e o tecnológico,  entre a inteligência natural e a &#8216;inteligência&#8217; artificial nos sistemas  homens-máquinas.</p>
<p>Tais conflitos se expressam através de custos humanos do trabalho  para o operador &#8211; fadiga, doenças profissionais, lesões temporárias ou  permanentes, mutilações, mortes &#8211; e de acidentes, incidentes, erros  excessivos, paradas não controladas, lentidão e outros problemas de  desempenho, assim como danificação e má conservação de máquinas e  equipamentos, que acarretam decréscimos na produção, desperdício de  matérias-primas, baixa qualidade dos produtos &#8211; o que acaba por  comprometer a produtividade do sistema homens-máquinas.</p>
<p>Neste momento, como tecnologia operativa, com base nos enfoques  sistêmico e informacional, a ergonomia trata de definir para projetos de  produtos, estações de trabalho, sistemas de controle, sistemas de  informação, diálogos computadorizados, organização do trabalho,  operacionalização da tarefa e programas instrucionais, os seguintes  parâmetros: <em>interfaciais, instrumentais, informacionais, acionais,  comunicacionais, cognitivos, movimentacionais, espaciais/arquiteturais,  físico-ambientais, químicoambientais, securitários, operacionais,  organizacionais, instrucionais e urbanos</em>.</p>
<p>Veja a seguir:</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">interfaciais:</span></strong> configuração, morfologia, arranjo físico, dimensões, alcances de  máquinas, equipamentos, consoles, bancadas, painéis e mobiliários;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">instrumentais:</span></strong> configuração, conformação, arranjo físico e topologia, priorização,<br />
ordenação, padronização, compatibilização e consistência, localização de  painéis de supervisão (sinópticos, mostradores) e/ou comandos;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">informacionais:</span></strong> visibilidade, legibilidade, compreensabilidade e quantidade de  informação, priorização e ordenação, padronização, compatibilização e  consistência, arranjo físico, topologia e localização de componentes  sígnicos &#8211; caracteres alfanuméricos e símbolos iconográficos -, de  sistemas de sinalização de segurança ou de orientação, de painéis  sinópticos, telas de monitores de vídeo e mostradores, de manuais  operacionais e apoios instrucionais;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">acionais:</span></strong> priorização e ordenação, padronização, compatibilização e consistência,  arranjo físico, topologia e localização, configuração, conformação,  apreensibilidade, dimensões, movimentação e resistência de comandos  manuais e pediosos;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">comunicacionais:</span></strong> articulação e padronização de mensagens verbais por altofalantes,  microfones e telefonia; priorização e ordenação, arranjo físico,  localização, configuração, conformação e dimensões de equipamentos de  comunicação oral;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">cognitivos:</span></strong> compreensabilidade, consistência da lógica de codificação e  representação, compatibilização de repertórios, significação das  mensagens; processamento de informações, coerência dos estímulos, das  instruções e das ações e decisões envolvidas na tarefa, compatibilidade  entre a quantidade de informações, complexidade e/ou riscos envolvidos  na tarefa; navegação de acordo com as estratégias do usuário de  resolução de problemas; qualificação, competência e proficiência do  operador;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">movimentacionais:</span></strong> limites de peso para levantamento e transporte manual de cargas,<br />
segundo a distância horizontal da carga em relação à região lombar da  coluna vertebral,<br />
o curso vertical do levantamento ou abaixamento da carga, a origem e o  destino da carga, conformação da carga, a frequência de manipulação da  carga.</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">espaciais/arquiteturais:</span></strong> aeração, insolação e iluminação do ambiente; isolamento acústico e  térmico; áreas de circulação e layout de instalação das estações de  trabalho;<br />
ambiência gráfica, cores do ambiente e dos elementos arquiteturais;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">físico-ambientais:</span></strong> iluminação, ruído, temperatura, vibração, radiação, pressão, dentro dos  limites da higiene e segurança do trabalho, e considerando as  especificidades da tarefa;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">químico-ambientais:</span></strong> toxicidade, vapores e aerodispersóides; agentes biológicos<br />
(microorganismos: bactérias, fungos e vírus), que respeitem padrões de  assepsia, higiene e saúde;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">securitários:</span></strong> controle de riscos e acidentes através de atividades prevencionistas,<br />
pela manutenção de máquinas e equipamentos, pela utilização de  dispositivos de proteção coletiva e, em último caso, pelo uso de  equipamentos de proteção individual adequados, pela supervisão constante  da instalação dos dutos, alarmes e da planta industrial em geral;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">operacionais:</span></strong> programação da tarefa, interações formais e informais, ritmo,  repetitividade, autonomia, pausas, supervisão,precisão e tolerância das  atividades da tarefa, controles de qualidade;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">organizacionais:</span></strong> parcelamento, isolamento, participação, gestão, avaliação, jornada,  horário, turnos e escala de trabalho, seleção e treinamento para o  trabalho;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">instrucionais:</span></strong> programas de treinamento, procedimentos de execução da tarefa;  reciclagens e avaliações;</li>
<li><strong><span style="color: #700000; font-size: small;">urbanos:</span></strong> planejamento e projeto do espaço da cidade, sinalização urbana e de  transporte, terminais rodoviários, ferroviários e metroviários, áreas de  circulação e integração, áreas de repouso e de lazer, sistemas públicos  de informação.</li>
</ul>
<p>O objeto da ergonomia , seja qual for a sua linha de atuação, ou as  estratégias e os métodos<br />
que utiliza, é o homem no seu trabalho trabalhando, realizando a sua  tarefa cotidiana, executando as suas atividades do dia-a-dia. Esse  trabalho real e concreto compreende o trabalhador, operador ou usuário  no seu local de trabalho, enquanto executa sua tarefa, com suas  máquinas, ferramentas, equipamentos e meios de trabalho, num determinado  ambiente físico e arquitetural, com seus chefes e supervisores, colegas  de trabalho e companheiros de equipe, interações e comunicações formais  e informais, num determinado quadro econômico-social, ideológico e  político.</p>
<p>A ergonomia partilha o seu objetivo geral &#8211; melhorar as condições  específicas do trabalho<br />
humano &#8211; com a higiene e a segurança do trabalho. Os organizadores do  trabalho também<br />
estudam o trabalho real para determinar procedimentos mais racionais e  formas mais produtivas de efetuar a tarefa. Variam as ênfases, as  estratégias, alguns métodos e técnicas.<br />
Imprescindível se faz enfatizar que a ergonomia orienta-se  prioritariamente para a aplicação.</p>
<p>Cumpre ressaltar que a singularidade da ergonomia está justamente na  sua praxis, que integra o estudo das características físicas e psíquicas  do homem, as avaliações tecnológicas do sistema produtivo, a análise da  tarefa, com a apreciação, o diagnóstico, a projetação, a avaliação e a  implantação de sistemas homens-máquinas. O ergonomista, junto com  engenheiros, arquitetos, desenhistas industrias, analistas e  programadores de sistema, organizadores do trabalho, propõe mudanças e  inovações, sempre a partir de variáveis fisiológicas, psicológicas e  cognitivas humanas e segundo critérios que privilegiam o ser humano.</p>
<p>O atendimento aos requisitos ergonômicos possibilita maximizar o  conforto, a satisfação e o bem-estar; garantir a segurança; minimizar  constrangimentos, custos humanos e carga cognitiva, psíquica e física do  operador e/ou usuário; e otimizar o desempenho da tarefa, o rendimento  do trabalho e a produtividade do sistema homem-máquina.</p>
<p>Finalmente, cabe asseverar que a ergonomia tem como centro focal de  seus levantamentos, análises, pareceres, diagnósticos, recomendações,  proposições e avaliações, o HOMEM como ser integral. A vocação principal  da ergonomia é recuperar o sentido antropológico do trabalho, gerar o  conhecimento atuante e reformador que impede a alienação do trabalhador,  valorizar o trabalho como agir humano através do qual o homem se  transforma e transforma a sociedade, como livre expressão da atividade  criadora, como superação dos limites da natureza pela espécie humana&#8221;.  (MORAES, A. de. 1992a).</p>
<p>Para melhor explicitar o conceituação de ergonomia importa aprofundar  o que BUNGE<br />
(1975), compreende como tecnologia substantiva e operativa. Uma teoria  pode ter relevância para a ação seja por fornecer conhecimentos sobre os  objetos da ação (como as máquinas, por exemplo) seja por tratar da  própria ação (como as decisões que precedem e guiam a fabricação ou o  uso de máquinas).</p>
<p>Uma teoria do vôo é do primeiro tipo &#8211; substantivo, enquanto a teoria  das decisões ótimas sobre a distribuição do tráfego aéreo por uma  região é do segundo tipo &#8211; operativa. Os dois tipos de teoria são  teorias tecnológicas.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas, que se referem ao objeto da  ação, são, essencialmente, aplicações de teorias científicas  substantivas (em que se baseiam) a situações aproximadamente reais.  Assim, por exemplo, uma teoria de vôo é, fundamentalmente, uma aplicação  da dinâmica dos fluidos.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas apresentam um estreito contacto  com as teorias científicas.</p>
<p>As teorias tecnológicas substantivas, que se ocupam das decisões que  precedem e guiam as ações, fornecem aos que tomam decisões os  instrumentos para planejar e fazer.</p>
<p>As teorias tecnológicas operativas referem-se às operações do  complexo homem-máquina, em situações aproximadamente reais. Ocupam-se  diretamente das ações do elaborador de decisões (decisor) e do produtor  ou agente. Assim, por exemplo, uma teoria da gestão de linhas aéreas não  estuda os aviões, mas sim certas operações do pessoal.</p>
<p>As teorias tecnológicas operativas nascem da investigação aplicada e  podem ter pouco ou nada a ver com as teorias substantivas.</p>
<p>Desse modo, matemáticos e lógicos, com escasso conhecimento prévio  das teorias científicas do campo substantivo, podem  fornecer  importantes conhecimentos a ditas teorias operativas.</p>
<p>Vale observar que a consideração da ergonomia como tecnologia não  significa colocá-la no rol dos saberes de segunda classe. Os que clamam  pela ergonomia como ciência certamente desejam valorizá-la.</p>
<p>Cumpre então, com BUNGE (1980), definir tecnologia como:</p>
<p>&#8220;um corpo de conhecimento que é compatível com a ciência  contemporânea e controlável<br />
pelo método científico, e é empregado para controlar, transformar ou  criar coisas ou processos naturais ou sociais&#8221;.</p>
<p>Como afirma o mesmo BUNGE (1975):</p>
<p>&#8220;(&#8230;) a interação entre a teoria e a prática e a integração das  artes e ofícios com a tecnologia e a ciência não se consegue apenas ao  proclamar a sua unidade, mas sim através da multiplicação de contatos e  do estímulo ao processo pelo qual os ofícios recebem uma base  tecnológica e a tecnologia se converte totalmente em ciência aplicada.  Tal pressupõe a conversão das receitas práticas peculiares aos ofícios  em regras fundamentadas, isto é em regras que se fundamentam em leis&#8221;.</p>
<p>A ergonomia garante com os seus conhecimentos substantivos a  proximidade das teorias e dos métodos científicos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/define.htm" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>Design de Interação II</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinterface]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha definição é a seguinte: &#8220;Design de Interação é a maneira como um produto proporciona ações em conjunto entre pessoas e sistemas. Além de indicar o aspecto essencial dos produtos interativos, o termo também define um processo de criação e &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/design-de-interacao-ii/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha definição é a seguinte: &#8220;Design de Interação é a maneira como um produto proporciona ações em conjunto entre pessoas e sistemas. Além de indicar o aspecto essencial dos produtos interativos, o termo também define um processo de criação e uma sub-disciplina do Design que se ocupa em estudá-lo.&#8221;</p>
<p>No Brasil, o assunto ainda é pouco conhecido, mas nos mercados líderes em tecnologia, Design de Interação já é um campo profissional e acadêmico, contando com uma associação profissional e vários programas de Mestrado, como o Ivrea, Carnegie Mellon e Umea.</p>
<p>O Design de Interação é mais uma proposta para trazer aquilo que falta à Engenharia no desenvolvimento de novas tecnologias: a preocupação com o usuário. Seu diferencial perante propostas mais antigas como a Interação Humano-Computador e a Ergonomia é que ele não trata da solução de problemas, mas sim da intermediação entre pessoas. A abordagem é muito mais artística do que científica.</p>
<p>isso não é Design de Interfaces?</p>
<p>Apesar do termo Design de Interface ser praticamente equivalente, algumas sutilezas me fizeram preferir o termo Design de Interação.</p>
<p>Em primeiro lugar porque o conceito de interação é mais fácil de entender do que o de interface. As pessoas sabem o que é interação porque isso faz parte do dia-a-dia delas. Elas sabem também que o adjetivo &#8220;interativo&#8221; é muito usado no contexto da Informática. Tente definir o que é interação e o que é interface para um leigo e você sentirá uma diferença brutal no entendimento.</p>
<p>Interface me lembra uma superfície onde duas entidades se encontram, uma espécie de filtro. A imagem acústica é completamente estática, passiva. Já quando digo interação, nossa, vejo coisas se movimentando de um lado para o outro. Interação reforça o aspecto principal do que faço: o tempo, a quarta dimensão.</p>
<p>Por fim, Design de Interação é um termo mais abrangente do que Design de Interface porque permite incluir a própria interação entre as pessoas dentro do domínio do Design. O impacto social da interface passa a ser responsabilidade e preocupação constante do designer. Mais uma vez, ressalta que seu trabalho vai muito além de uma tela de computador, telefone celular, DVD, etc.</p>
<p>E Interatividade?</p>
<p>Até preferia Design de Interatividade, porque mais do que ações isoladas, os sistemas suportam atividades completas, compostas de várias ações. Porém, interatividade é um termo maior e soa mais feio. Talvez pelo mesmo motivo, os estadunidenses não tenham escolhido esse termo.</p>
<p>Aspectos do Design de Interação</p>
<p>Usabilidade é só um dos aspectos com os quais o designer de interação precisa se preocupar. Antes de mais nada, ele precisa pensar como o produto se insere na vida do usuário, ou seja, sua utilidade (ou inutilidade). Além de aspectos funcionais, é preciso avaliar aspectos emocionais do produto. Um produto interativo pode ter valor prático nulo e ao mesmo tempo ter uma relevância emocional tremenda (um tamagotchi, por exemplo).</p>
<p>Só para mostrar que o buraco é mais embaixo do que se pensa, veja alguns outros aspectos que comentei anteriormente neste blog:</p>
<p>* segurança</p>
<p>* comportamento social</p>
<p>* política</p>
<p>* semiótica</p>
<p>* persuasão</p>
<p>* design da informação</p>
<p>* acessibilidade</p>
<p>Na prática</p>
<p>Em projetos Web, o papel do designer de interação é parecido com o do arquiteto da informação, mas o foco é diferente. Enquanto o AI está preocupado com o armazenamento e recuperação da informação, o DI está mais preocupado com a manipulação e transformação da informação. Em projetos de aplicativos, DIs se sentem mais à vontade do que AIs para fazer o planejamento e em projetos de websites composto de muitas páginas, o AI é o mais indicado.</p>
<p>Se um projeto envolve as duas coisas, a equipe deve dispor de profissionais com conhecimento nessas duas áreas. Em grandes equipes, o DI é responsável por criar os wireframes das páginas, enquanto o AI cria a estrutura do website e o planejamento geral.</p>
<p>Seja como for, a responsabilidade principal do DI é criar um sistema que atenda às necessidades de seus usuários. De nada adianta o cliente que está bancando a aplicação gostar dela se o usuário não estiver satisfeito. Numa aplicação, mais do que num website, é preciso focar no usuário ao invés de em nossos clientes.</p>
<p>Para isso, o DI deve saber transformar dados de pesquisas com usuários em informações relevantes para a definição da interface. Se a equipe não dispor de profissionais especializados em pesquisa com usuários, o DI deve ser capaz de fazê-la. O DI precisa saber muito bem como funciona um teste de usabilidade, uma investigação contextual, uma análise de log e outros métodos de pesquisa com usuários.</p>
<p>O DI também deve ter uma boa noção de design gráfico de interfaces, para que possa orientar o designer gráfico ou de produto para criar uma forma em consonância com a função. Em muitos casos, o próprio designer de interação acaba realizando essa tarefa, ou seja, ele projeta toda a experiência do usuário.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.usabilidoido.com.br" target="_blank">Usabilidoido</a></p>
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		<title>Usabilidade de Interfaces</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-de-interfaces/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

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		<description><![CDATA[Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador Introdução: No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-de-interfaces/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="color: #ff0000;"><span style="font-size: small; font-family: Georgia,Times New Roman,Times,serif;"><strong><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Usabilidade              de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador</span></strong></span></span></h1>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong> Introdução:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> No Brasil, o              setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade,              qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às              características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso              público, seja em programas de uso específico, o fundamental é facilitar              a comunicação entre homens e computadores &#8211; a interação homem computador              &#8211; melhorando a usabilidade da interface e otimizando o diálogo com              o sistema.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
<strong>Hipótese:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> As deficiências              na usabilidade e incompatibilidade da interação homem-computador,              que propiciam erros durante a operação dos sistemas informatizados              e acarretam dificuldades para o usuário, devem-se ao desconhecimento,              por parte do projetista, da tarefa, do modo operatório e da estratégia              de resolução de problemas do componente humano do sistema Homem-Tarefa-Computador.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
<strong>O Problema:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> &#8220;O objetivo de              uma interface computadorizada é comunicar-se com o usuário. No entanto,              o projetista e o usuário possuem conhecimentos e preocupações diferentes.              Consequentemente, é muito difícil para o designer prever como algumas              decisões de projeto influenciarão no comportamento do usuário&#8221; (Monk,              1993). Conhecer o ponto de vista do usuário é fundamental para a adequação              do sistema não só à tarefa como também ao modelo mental que o usuário              possui do sistema e da tarefa.<br />
Na pesquisa em questão, consideram-se as incompatibilidades comunicacionais              que ocorrem quando pesquisadores fazem uso dos sites das entidades              de fomento à pesquisa. Os usuários são competentes no domínio e, no              entanto, enfrentam dificuldades na busca das informações que necessitam              obter, como por exemplo: tipos de bolsa, prazos, formulários a preencher,              prestação de contas e outras.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/leui" target="_blank">http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/leui</a></span></span></p>
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