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	<title>Marcos Jolbert &#187; internet</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>TIM investe em IPv6</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-755" title="Cabos_Rede" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/11/size_590_Cabos_de_internet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>São Paulo &#8211; A TIM anunciou nesta segunda-feira, 7, o investimento de R$ 1,3 milhão na preparação de sua infraestrutura de transmissão para o suporte ao protocolo IPv6.</p>
<p>Segundo a operadora, o upgrade resultará em ganho imediato de escala para o roteamento e transporte de dados, sobretudo em serviços como vídeo e IPTV.</p>
<p>A condução do projeto foi realizada em parceria com a Cisco e a Promon Logicalis. Juntas, construíram o planejamento técnico e a definição das ações para determinar padrões e configurar a rede e os sistemas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">Exame.com</a></p>
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		<title>Quantidade de dados na internet deverá quadruplicar até 2015</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 12:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quantidade total de tráfego que circula pela internet deverá quadruplicar até 2015 e atingir 966 exabytes (um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes) por ano. Os dados foram divulgados pela empresa Cisco em um estudo que também prevê &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/quantidade-de-dados-na-internet-devera-quadruplicar-ate-2015/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quantidade total de tráfego que circula pela internet deverá quadruplicar até 2015 e atingir 966 exabytes (um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes) por ano. Os dados foram divulgados pela empresa Cisco em um estudo que também prevê que nos próximos quatro anos aproximadamente 15bilhões de dispositivos estarão conectados à rede.</p>
<p>De acordo com a Cisco, o crescimento do tráfego IP global é impulsionado por quatros fatores. O primeiro deles é a proliferação de aparelhos que possibilitam a conexão à web como tablets, celulares, TVs e notebooks. Além disso, o aumento de usuários, da velocidade da banda larga e da quantidade de vídeos que circulam na internet são apontados como fatores que estimulam o tráfego on-line.</p>
<p>O estudo projeta que o tráfego global de vídeos avançados, incluindo TVs tridimensionais (3-D) e de alta definição (HDTV), aumente 14 vezes entre 2010 e 2015. Também prevê que a transmissão de dados por conexões móveis aumentará 26 vezes de 2010 até 2015, atingindo 6,3 exabytes por mês (ou 75 exabytes por ano).</p>
<p>FONTE: A informação</p>
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		<title>Os próximos 20 anos de informação</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a agência &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/os-proximos-20-anos-de-informacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os especialistas reunidos no II Fórum Mundial da Unesco sobre a Cultura e as Indústrias Culturais, FOCUS 2011, que se realiza na cidade italiana de Monza, nos próximos 20 anos todo o acesso à informação será digital, segundo a <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096">agência EFE</a>.</p>
<p>As questões que estão abertas para a progressão de conteúdos digitais, tanto em termos econômicos e sociais, debates centraram-se agora mais de duas centenas de especialistas que se reuniram sob o lema &#8220;A Manhã Livro: O Futuro da Palavra escrito &#8220;.</p>
<p>A espanhola Milagros del Corral, presidente do Comitê Científico do fórum não governamental, disse que “a digitalização e distribuição em linha” projetam uma série de “novas questões” que devem ser respondidas por meio de um “diálogo aberto a nível global”.</p>
<p>“Esse novo mundo está abalando os alicerces de todas as profissões e modelos de negócios para seu uso terá de ser reinventada ou, pelo menos, revisitado”, disse a ex-diretora da Biblioteca Nacional da Espanha.</p>
<p>Na sua opinião os autores, jornalistas, editores, usuários da Internet e as empresas, os leitores, blogueiros, etc … esperam “benefícios das novas oportunidades ” oferecidas pela internet.</p>
<p>No entanto, todos mantêm, segundo ela, pontos de vista “divergentes” sobre como fazer isso e estão interessados em encontrar “o modelo econômico apropriado” que lhes permita aproveitar a oportunidade, sem precedentes, que oferece acesso universal à educação, a ciência e cultura.</p>
<p>Além disso, acrescentou, na esperança de que a criação de conteúdos culturais &#8220;é devidamente pago também no ambiente digital&#8221;, porque, pensou ele, &#8220;a natureza da revolução digital torna difícil manter inalterados os princípios que fundamentam os direitos de autor &#8220;, que foram adaptadas desde o seu início no século XVIII.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPBDCf_oqDHwJU4W00P_0GdSnZww?docId=1544096" target="_blank">Mercedes Bermejo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D. A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers: Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/opiniao-browsers-o-que-se-espera-hoje-da-navegacao-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-647" title="Browser_Engine" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png" alt="" width="415" height="300" /></a></p>
<p>Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D.</p>
<p>A opinião interessante de<strong><strong> </strong></strong>Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os <em>Browsers</em>:</p>
<p>Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o <em>browser</em>. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de <em>sites</em> existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.</p>
<p>O <em>browser</em> canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.</p>
<p>Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via<em>browser</em>. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um <em>browser </em>apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus<em>sites</em> favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses<em> sites</em> estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.</p>
<p>Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.</p>
<p><strong>Segurança</strong>: As motivações mais importantes para a escolha do <em>browser </em>em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).</p>
<p><strong>Privacidade</strong>: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os <em>sites</em> que visitou.</p>
<p><strong>Experiência de navegação</strong>: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos <em>websites</em>: 95% dos inquiridos considera que os<em> sites</em> podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição <em>online</em>(57%), e navegar em 3D (51%).</p>
<p>A melhor experiência de navegação é conseguida se o <em>browser</em> me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/" target="_blank">Exame Informática</a> e <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>Internet nas escolas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 11:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 22/12/2010. Autora: Lisandra Paraguassu. Enquanto 95% dos alunos do ensino médio estudam em unidades com acesso à rede, 57% têm laboratório e 73% dispõem de espaço para leitura Enquanto o investimento feito pelo governo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/internet-nas-escolas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <em>O Estado de S. Paulo</em>. Data: 22/12/2010.</p>
<p>Autora: Lisandra Paraguassu.</p>
<p>Enquanto 95% dos alunos do ensino médio estudam em unidades com acesso à rede, 57% têm laboratório e 73% dispõem de espaço para leitura</p>
<p>Enquanto o investimento feito pelo governo federal em informática possibilita que quase 95% dos alunos de ensino médio já estejam em escolas com computadores com acesso à internet, a oferta de laboratórios de ciências e bibliotecas para esses mesmos estudantes é bem menor: 57% e 73,2%, respectivamente. Os dados constam do Censo Escolar 2010, divulgado anteontem pelo Ministério da Educação.</p>
<p>O sistema de internet nas escolas cresceu rapidamente por causa de uma obrigação contratual das operadoras de telefonia que, para renovar a concessão, tiveram de se comprometer a instalar a banda larga em todas as escolas do País. Segundo o ministério, no primeiro semestre de 2011 todas as 62 mil escolas públicas terão acesso à internet.</p>
<p>Entretanto, os laboratórios de ciências e as bibliotecas &#8211; que são bem mais simples e baratos, mas dependem exclusivamente de recursos do MEC &#8211; andam a passos bem mais lentos.</p>
<p>As escolas que atendem os anos iniciais do ensino fundamental, do 1.º ao 5.º ano, são as que apresentam mais problemas. Apenas 30,4% delas têm bibliotecas e 7,6%, laboratórios.</p>
<p>Como existem muitas escolas rurais pequenas, a situação é um pouco melhor quando se leva em conta o número de alunos atendidos. Ainda assim, apenas 50% das crianças que estão aprendendo a ler e a gostar de livros são atendidas com bibliotecas. E 13,4% têm acesso a um laboratório de ciências.</p>
<p>Nas séries subsequentes a situação melhora um pouco. Nos anos finais do ensino fundamental (do 6.º ao 9.º ano), quase 60% das escolas têm bibliotecas e elas atendem cerca de 65% dos estudantes. No ensino médio, 73,2% dos estudantes têm bibliotecas nas suas escolas.</p>
<p>Os laboratórios de ciência são um problema mais sério. Mesmo no ensino médio, em que podem ser considerados essenciais, cerca de 57% dos alunos têm acesso a um laboratório. Nos anos finais do fundamental são apenas 32,6%.</p>
<p>As escolas brasileiras também têm dificuldades para oferecer instalações adequadas a crianças com deficiência. Apesar de o censo ter mostrado um crescimento nas matrículas em escolas regulares, chegando a 85% das crianças com deficiência, apenas 12,2 % delas, nos anos iniciais do ensino fundamental, têm instalações e vias adequadas para receber esses alunos. Nos anos finais e no ensino médio, a situação melhora um pouco. Mesmo assim, apenas 30% das escolas estão adaptadas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>O uso da Internet a serviço do conhecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 11:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grande recurso bibliográfico sobre a botânica brasileira está agora na Internet. É a Flora brasiliensis, completamente digitalizada disponível no endereço: http://florabrasiliensis.cria.org.br/index A Flora brasiliensis foi publicada entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, Wilhelm Eichler &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-uso-da-internet-a-servico-do-conhecimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande recurso bibliográfico sobre a botânica brasileira está agora  na Internet. É a Flora brasiliensis, completamente digitalizada  disponível no endereço: <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/index" target="_blank">http://florabrasiliensis.cria.org.br/index</a></p>
<p>A Flora brasiliensis foi publicada entre 1840 e 1906 pelos editores Carl  Friedrich Philipp von Martius, Wilhelm Eichler de Agosto, e Ignatz  Urban, com a participação de 65 especialistas de vários países. A obra  contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de  angiospermas brasileiras, publicada em 15 volumes, divididos em 40  partes, num total de 10.367 páginas.</p>
<p>O Projeto</p>
<p>O projeto teve por objetivo desenvolver um sistema de informação em  linha sobre a flora brasileira, tendo como base as imagens digitalizadas  em alta resolução das pranchas de famílias selecionadas descritas na  Flora brasiliensis de Martius. A digitalização das imagens está sob a  responsabilidade do Jardim Botânico de Missouri . Os trabalhos  referentes à atualização dos nomes estão sendo coordenados por  pesquisadores do Departamento de Botânica do Instituto de Biologia da  Unicamp. O Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA) é  responsável pelo desenvolvimento do sistema on-line.</p>
<p>O sistema de informação é composto pelos seguintes módulos:</p>
<p>• banco de imagens das pranchas digitalizadas em alta resolução</p>
<p>• banco de metadados com informações sobre o conteúdo das imagens (nome científico da planta, volume, número, página, etc.)</p>
<p>• banco de dados com todos os nomes citados na obra</p>
<p>• sistema com ferramentas adequadas para que especialistas possam de  forma colaborativa contribuir na elaboração de um catálogo de nomes  atualmente aceitos, citando, quando for o caso, a sua correspondência na  obra Flora brasiliensis (o sistema Flora brasiliensis revisitada)</p>
<p>Mais informaçoes no site do CRIA <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/index" target="_blank">http://florabrasiliensis.cria.org.br/index</a></p>
<p>FONTE:</p>
<p>Terça-feira, Novembro 23, 2010<br />
Publicado por Murilo Cunha</p>
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		<item>
		<title>Internet próxima de atingir 2 bilhões de usuários em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 12:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora: Veronica C. Silva. Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010. Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia. Até ao final deste ano, o número &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/internet-proxima-de-atingir-2-bilhoes-de-usuarios-em-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
<p>Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010.</p>
<p>Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>Até ao final deste ano, o número mundial de internautas deve atingir a marca de dois bilhões, sendo os países em desenvolvimento os principais responsáveis por esse índice, de acordo com o último relatório da International Telecommunication Union (ITU) &#8211; em português, União Internacional das Telecomunicações.</p>
<p>Segundo o estudo, intitulado &#8220;The World in 2010: ICT facts and figures&#8221;, (em português, &#8220;O Mundo em 2010: fatos e números das Tecnologias da Informação e Comunicação&#8221;), ao todo, 1,2 bilhão de pessoas estarão localizadas em países em desenvolvimento. Dos 226 milhões de novos usuários previstos até o final de 2010, 162 milhões estarão em nações como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>A estimativa é que a China contine sendo o maior mercado de Internet no mundo, com mais de 420 milhões de pessoas.</p>
<p>No entanto 71% de toda a população dos chamados países de primeiro mundo conseguem acessar a web, enquanto esse número cai para 21% em países em desenvolvimento.</p>
<p>Acesso privado x público</p>
<p>Outro detalhe apontado pelo estudo são as diferenças no modo como as pessoas ao redor do mundo acessam e utilizam tal tecnologia. De acordo com a ITU, até o final de 2010, o número de usuários que podem acessar a web de casa chegará a 1,6 bilhão contra 1,4 bilhão no ano passado. Esta é uma realidade comum, principalmente na Europa e em alguns países na América onde a banda larga é a tecnologia mais utilizada.</p>
<p>Já nos países sub-desenvolvidos, a Internet é acessada por meio de escolas, escritórios e locais públicos, como cafés, por exemplo.</p>
<p>Por região, o relatório observou que também há uma diferença considerável na utilização da web entre as populações.</p>
<p>A cada 100 habitantes, o número de internautas na região da Ásia-Pacífico deve chegar a 21,9; na região árabe será de 24,9; enquanto na Europa, a previsão é que esse índice seja bastante superior, atingindo 65; na América 55 e na África de apenas 9,6 pessoas.</p>
<p>Telefonia Móvel</p>
<p>No entanto, quando se fala em telefonia móvel, são os países desenvolvidos que comandam o crescimento.</p>
<p>&#8220;Nestes países, a taxa de penetração móvel chegará a 68% no final de 2010, impulsionado principalmente pela região Ásia-Pacífico&#8221;, indica o relatório. As Filipinas e a China também foram citadas por contribuir significativamente para as receitas das operadoras de telefonia móvel devido às receitas geradas com SMS no ano passado.</p>
<p>Juntos, Estados Unidos e Filipinas foram responsáveis por 35% de todos os SMS enviados em 2009. Já a receita de SMS representou 12% da receita total da maior operadora móvel da China, observou a ITU.</p>
<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
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		<title>Música invade a internet</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 11:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Correio Braziliense. Com a tendência de serviços web e de sites virarem verbos quando se tornam hits (já googleou ou tuitou hoje?), tudo que a Apple mais quer é que você pingue um pouquinho. A gigante da maçã entrou &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/musica-invade-a-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Correio Braziliense.</p>
<p>Com a tendência de serviços web e de sites virarem verbos quando se  tornam hits (já googleou ou tuitou hoje?), tudo que a Apple mais quer é  que você pingue um pouquinho.</p>
<p>A gigante da maçã entrou na briga contra Twitter e Facebook, anunciando  um novo serviço focado em música na sua rede social: o Ping. Integrado  ao iTunes (o programa/loja de conteúdo multimídia da maçã), a ferramenta  já está disponível para 160 milhões de pessoas em 23 países. No Brasil,  a assessoria da empresa diz não haver nem previsão para que a loja  virtual (e em consequência o Ping) comece a funcionar. O iTunes 10 já  pode ser baixado, mas o botão que conduz à rede social simplesmente não  aparece na versão instalada por aqui.</p>
<p>Quando se fala em rede social focada em música, não há como não citar o  MySpace, serviço criado em 2003. Antes mesmo do Facebook, ou o Orkut,  quando surgiu, reinou soberano e viu, com o tempo, o pessoal se  interessando mais por socialização e menos por música.</p>
<p>O lançamento do Ping é golpe rasteiro: já totalmente integrado ao player  de música, com perfis para artistas e um esquema de seguidores parecido  com o do Twitter. Há quem não duvide de que esta pode ser a pá de cal  do MySpace. Mas, para Lorena Tárcia, coordenadora do laboratório de  convergência de mídias do Centro Universitário de Belo Horizonte  (Uni-BH), é difícil dizer. Ela acredita não ser possível transformar os  usuários do iTunes em usuários da nova rede social. “A Apple  disponibiliza a ferramenta e, de forma inteligente, promove a adesão  instantânea dos 160 milhões de usuários do iTunes. Mas isso não  significa que todos serão ativos nessa nova rede. É preciso aguardar e  analisar a reação das pessoas à novidade, principalmente porque a Apple é  pródiga em impor restrições de uso em suas ferramentas”, explica.</p>
<p>Socialização na escuta</p>
<p>Seria claramente uma estratégia para que o usuário comprasse a música  inteira, no próprio ambiente da loja do iTunes. Esse é outro aspecto que  fez os críticos torcerem o nariz: a Apple segue na contramão dos  serviços em plataformas abertas na internet. O Ping funciona apenas no  iTunes (e não simplesmente em um navegador, como qualquer outra rede  social), no iPod ou no iPhone. É como se a Apple ignorasse por completo  quem usa telefones Blackberry ou Android.</p>
<p>O modelo fechadão da empresa já é um clássico em seus lançamentos cheios  de particularidades mercadológicas (iPad não tem USB, só para lembrar).  Por isso, especialistas preferem a cautela à certeza de que o  lançamento da Apple será um sucesso. “As redes sociais se movem numa  velocidade tão grande e com estratégias competitivas tão agressivas, que  será preciso aguardar a reação das empresas e, principalmente, dos  usuários. Os primeiros movimentos apontam para um certo desconforto do  Facebook em relação à Apple e ao Ping. Por outro lado, vínhamos  acompanhando uma aproximação maior entre Facebook e MySpace na última  semana, antes do Ping. E há quem aponte um redirecionamento do MySpace  com enfoque dedicado mais ao conteúdo do que à socialização”, explica  Tárcia.</p>
<p>No lançamento da novidade, Steve Jobs deixou claro quem são os inimigos  que a Apple deve atacar com o Ping. “É como uma mistura de Twitter e  Facebook”, disse Jobs. A inclinação da gigante da maçã em direção às  redes sociais é indício de fenômeno curioso. “É uma movimentação de  gigantes nem estamos ainda falando de Google, ameaça com uma todos. A  questão está na importância da sociabilidade na rede. Não dá para ficar  de fora”, aponta Tárcia. Ela lembra, contudo, que tamanho não é  documento na web. “A lógica da internet é fascinante neste sentido.  Novas empresas sem grandes investimentos iniciais surgem e agregam as  pessoas com velocidade, como o Twitter. Ao mesmo tempo em que projetos  com grande aporte de investimento e marketing como o Google Wave  definham frente ao desprezo dos usuários. A palavra-chave é engajamento  e, nesse aspecto, a Apple já saí em vantagem. Mas, na rede, não basta  ser grande, é preciso um charme especial que, felizmente ou  infelizmente, não está acompanhado de manual”, defende.</p>
<p>Como não há fórmula pronta, resta às gigantes correr atrás. Por isso, a  rede da Apple tem tantas semelhanças com os dois mais bem-sucedidos  exemplos no cenário atual: é possível seguir o seu artista favorito,  como no Twitter. E também dá para colecionar amigos de forma mais direta  que no microblog, à maneira do Facebook. Além de permitir a interação  com os artistas, o Ping facilita para que você fique por dentro das  atualizações desses amigos, veja fotos e vídeos, leia comentários, etc.  Uma outra ferramenta é centrada em agenda de shows — e aqui mistura  conceitos do MySpace e do Facebook, já que é permitido confirmar  presença nas apresentações e contar a seus amigos a respeito.</p>
<p>Pequenas e importantes</p>
<p>Há várias maneiras de se socializar o que se escuta na internet.  Pulverizado por meio de redes menores, o hábito de compartilhar gostos  musicais se espalha por vários sites sem grandes pretensões. “Este  público sustenta pequenas redes focadas na qualidade e não no volume de  adesões”, diz Tárcia. São serviços gratuitos, como Last.FM, o Blip.FM ou  o Rate your music, que permitem que se defina um perfil musical e  troque informações com amigos de gostos parecidos.</p>
<p>Sites como o Myspace e o Oi Novo Som acabam caindo nas graças de músicos  em busca de visibilidade. Qualquer um deles é bacana para quem quer  descobrir novos sons. “Em termos de tendências, pelas próprias  características da internet, penso que cada vez mais teremos mídias  sociais com foco específico para que o usuário possa optar por aquela  que mais lhe interesse. Assim, como uma conexão entre elas, para que não  seja necessário acessar sites distintos para interligar essas diversas  redes de relacionamento”, acredita Tárcia.</p>
<p>O Blip.FM, por exemplo, permite integração com outras redes, como o  Twitter e o Facebook, o que é apontado como um dos principais pontos  positivos da plataforma. Como o som chega a você Scrobble Processo usado  em redes sociais para atrelar as informações do seu player (que pode  ser Winamp, Windows Media Player ou iTunes) à rede. Assim, o site sabe,  automaticamente, o que você está ouvindo naquele momento e traça seu  perfil musical.</p>
<p>Streaming</p>
<p>Em serviços baseados em streaming, música ou vídeo são transmitidos  diretamente da internet e não ficam arquivados no computador. Enquanto  se ouve ou assiste ao arquivo, ele vai sendo carregado, em fluxo. É como  funciona o YouTube. Download Quando a música é baixada para o  computador, por meio de sites de compartilhamento ou lojas virtuais de  CDs, o arquivo fica armazenado e o dono pode, por exemplo, transferi-lo  para um tocador portátil, como um MP3 Player. iTunes X iTunes Store É o  nome do programa para ouvir músicas e ver vídeos da Apple. Mas também é o  nome da loja de conteúdo da empresa. O programa já é usado no Brasil,  tanto por usuários de Mac quanto por quem usa PC, mas a loja ainda não  funciona por aqui.</p>
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		<title>Cores que predominam na web</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FONTE: COLOURLOVERS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/most-powerful-web-colors.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-535" title="cores na internet" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/most-powerful-web-colors-423x1024.jpg" alt="" width="423" height="1024" /></a></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.colourlovers.com" target="_blank">COLOURLOVERS</a></p>
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		<title>Um quarto dos internautas usa identidades falsas online</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 14:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[usuario]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de um quarto das pessoas online já mentiu acerca da sua verdadeira identidade e mais do que uma em cinco já fez alguma coisa da qual mais tarde se veio a arrepender, revela uma nova sondagem da Norton, a &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/um-quarto-dos-internautas-usa-identidades-falsas-online/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Mais de um quarto das pessoas  online já mentiu acerca da sua verdadeira identidade e mais do que uma  em cinco já fez alguma coisa da qual mais tarde se veio a arrepender,  revela uma nova sondagem da Norton, a empresa de antivirus e segurança  online.</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Dezassete por cento dos  inquiridos na sondagem da Norton indicaram que mentiram acerca da sua  idade e do local onde viviam, ao passo que nove por cento indicou ter  mentido acerca da sua vida financeira ou afectiva. Sete por cento dos  inquiridos admitiu ainda ter mentido acerca da sua aparência.</p>
<p>O estudo &#8211; Norton Cybercrime Report: The Human Impact &#8211; conclui  igualmente que uma média global de dois terços dos utilizadores  inquiridos já foi vítima de cibercrime.</p>
<p>A forma como cada país lida com a resolução destes casos também varia  muito. Por exemplo, no Reino Unido, um caso de cibercrime demora uma  média de 25 dias a ser resolvido e poderá custar 153 dólares. No Brasil,  o número médio de dias de resolução poderá disparar para 44 dias e com  custos muitos superiores (1408 dólares).</p>
<p>Portugal não vem referenciado neste estudo.</p>
<p>Significativas são igualmente as atitudes dos inquiridos no que toca à ética online: muitos consideraram “legal” fazerem <em>download</em> de músicas, álbuns e filmes sem pagarem nada por isso (17%, 14% e 15%,  respectivamente), ao passo que 17% indicaram o plágio como uma prática  aceitável.</p>
<p>Cerca de um terço dos inquiridos admitiu ainda ter enviado por e-mail ou  “postado” fotografias de outras pessoas sem lhes terem pedido  autorização prévia e um quarto terá visto, secretamente, o historial de <em>browsing</em> de outro utilizador.</div>
<div>Fonte: <a href="http://www.publico.pt/">Público</a></div>
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