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	<title>Marcos Jolbert &#187; literatura</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Obras literárias para celular</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Versões resumidas de obras como “Memorial do Convento” ou “Felizmente Há Luar” estão agora disponíveis para telemóvel, numa iniciativa da Porto Editora, que procura “adaptar os conteúdos aos dias de hoje” sem substituir os antigos suportes. “A disponibilização de conteúdos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/obras-literarias-para-celular/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif; text-align: justify;"><strong>Versões resumidas de obras como “Memorial do  Convento” ou “Felizmente Há Luar” estão agora disponíveis para  telemóvel, numa iniciativa da Porto Editora, que procura “adaptar os  conteúdos aos dias de hoje” sem substituir os antigos suportes.</strong></div>
<div style="clear: both; text-align: left;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/_e_PLOxvQJek/S46zFLC2BrI/AAAAAAAAB64/5OYDfwTdUg4/s1600-h/294218.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_e_PLOxvQJek/S46zFLC2BrI/AAAAAAAAB64/5OYDfwTdUg4/s320/294218.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">“</span><em style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">A  disponibilização de conteúdos digitais para suportes móveis é um passo  que andávamos a preparar há alguns meses e que agora damos, apostando  numa área que nos é bastante querida: a educação</em><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">”, revelou  Paulo Gonçalves, do gabinete de comunicação e imagem da Porto Editora, à  agência Lusa.</span></p>
<p><span>Os conteúdos da colecção Resumos Mobile foram  organizados por professores especializados e desenvolvidos para iPhone e  para telemóveis com sistema operativo Symbian S60 (por exemplo, Nokia  N73, N78 e N95), sendo compatíveis com iPod Touch e iPad.</span><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Segundo o  responsável, estão disponíveis “<em>resumos de estudo de obras em língua  portuguesa de autores consagrados que são abordados no ensino secundário</em>”,  com vista a “<em>apoiar o estudo dos alunos que, quando estão a  preparar-se para os exames, podem agora aceder a conteúdos via telemóvel</em>”,  seja para leitura ou audição.</span><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Às obras “Felizmente Há Luar”, de  Luís de Sttau Monteiro, e “O Memorial do Convento”, de José Saramago,  juntar-se-ão, em breve, “Os Maias”, de Eça de Queirós, “Frei Luís de  Sousa”, de Almeida Garrett, “Mensagem”, de Fernando Pessoa, ou “Os  Lusíadas”, de Luís de Camões.</span><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">“<em>A partir de agora é possível  vermos jovens estudantes na rua com os seus telemóveis e os seus  auriculares a ouvir os resumos”, assim se preparando “para os exames ou  para as provas</em>”, declarou Paulo Gonçalves, salientando que as novas  plataformas não pretendem substituir outras, mas sim oferecer “opções  complementares”.</span></p>
<p><span>Nessa lógica, “<em>esta forma de aceder aos  conteúdos educativos não vai retirar a utilização dos livros  auxiliares”, podendo até “estimular o acesso ou o interesse por esse  tipo de edições</em>”.</span></p>
<p><span>“<em>A nossa experiência diz-nos que a  disponibilização de novos formatos, novos suportes, aumenta o interesse  nos conteúdos por parte dos utilizadores. E isso tem reflexo na procura  de edições em papel</em>”, acrescentou.</span><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><br style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;" /><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Os conteúdos podem ser adquiridos  na Apple Store, no site da Porto Editora ou na sua versão mobile,  alojada em m.portoeditora.pt, onde é também possível aceder a uma  enciclopédia, a 13 dicionários e ao Vocabulário Ortográfico de Língua  Portuguesa.</span></p>
<p><span>Aqui, além de uma versão para a generalidade dos  telemóveis com acesso à Internet, existe uma outra, especialmente  concebida para ambiente iPhone. </span></div>
<div style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.publico.pt/">Público</a></div>
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		<title>A internet no currículo escolar</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é cada vez mais popular entre as crianças e os jovens, e, inegavelmente, oferece uma enorme gama de oportunidades para o divertimento, o aprendizado e o desenvolvimento cognitivo e social.  O fato é que a geração atual de jovens e adolescentes já nasceram e cresceram no mundo digital, levando-se em consideração que a partir da metade dos anos 1990’s, com o advento dos navegadores da internet, nasce verdadeiramente uma nova mídia, assim como um novo espaço de convivência comumente denominado “ciberespaço”.  Segundo a Wikipedia, “o ciberespaço é um espaço de comunicação que descarta a necessidade do homem físico para constituir a comunicação como fonte de relacionamento, dando ênfase ao ato da imaginação, necessária para a criação de uma imagem anônima, que terá comunhão com os demais.”</p>
<p>Em relatório recente do “Pew Research Center’s Internet &amp; American Life Project” intitulado “Estatísticas sobre internet, banda larga, e celular” relatando os números de uma pesquisa realizada entre 30/11 e 27/12/2009 verifica-se que: 74% dos americanos adultos (acima de 18 anos) usam a internet; 60% dos americanos adultos usam conexões de banda larga em casa; 55% dos adultos americanos se conectam à internet através de comunicação sem-fio, seja através de uma conexão WiFi ou WiMax em seus laptops ou através de um dispositivo de mão como um smartphone. Estudo da Kaiser Family Foundation publicado em Janeiro de 2010, sob autoria de V. J. Rideout, U. G. Foehr, e D. F. Roberts, busca “entender o papel das mídias na vida dos jovens é essencial para aqueles preocupados em promover o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, incluindo pais, pediatras, responsáveis por políticas públicas, defensores da criança, educadores, e organizações de saúde pública.” Foram entrevistados mais de 2.000 estudantes americanos do 3o ao 12o ano, no período de Out/2008 a Mai/2009. Além do mais, dada a quantidade de tempo que eles passam usando mais que uma mídia ao mesmo tempo, os jovens de hoje acumulam um total de 10 horas e 45 minutos de conteúdo de mídias naquelas 7½ horas diárias—um aumento de quase 2¼ horas de exposição às mídias por dia nos últimos cinco anos. O fato é que as mídias estão entre as forças mais poderosas na vida dos jovens hoje em dia. Os da faixa etária 8-18 passam mais tempo com as mídias do que em qualquer outra atividade além (talvez) de dormir—uma média de mais de 7½ horas por dia, 7 dias por semana. Além do mais, dada a quantidade de tempo que eles passam usando mais que uma mídia ao mesmo tempo (o fenômeno “multi-tarefa”), os jovens de hoje acumulam um total de 10 horas e 45 minutos de conteúdo de mídias naquelas 7½ horas diárias—um aumento de quase 2¼ horas de exposição às mídias por dia nos últimos cinco anos. Como diz Renée Hobbs, professora do Department of Broadcasting, Telecommunications and Mass Media da Temple University, em artigo no Journal Adult &amp; Adolescent Literacy (Fev 2004) os jovens de hoje estão crescendo num mundo saturado com mensagens de mídia, e mesmo assim, eles, seus pais e seus mestres recebem pouco ou nenhum treinamento nas habilidades de analisar ou reavaliar essas mensagens, muitas das quais fazem uso de linguagem, imagens em movimento, música, efeitos de som. Seundo recomenda a organização não-governamental “Partnership for 21st Century Skills” (“Parceria para Habilidades do Século XXI”, 2002), os profissionais de hoje precisam ser pensadores críticos, solucionadores e comunicadores eficientes que sejam proficientes tanto em suas áreas de especialização quanto em novos conteúdos e habilidades do século XXI. Essas habilidades incluem aprendizado e capacidade de raciocínio, e habilidades de alfabetização em tecnologia da informação e de comunicações.</p>
<p>Alfabetização midiática é uma conceitualização expandida de alfabetização. Pode se definida como a capacidade de acessar, analisar, avaliar e comunicar mensagens em uma grande variedade de formas. Ajudar as pessoas de todas as idades, sobretudo os jovens, a desenvolver hábitos de questionamento e habilidades de expressão de que precisam de forma a se tornarem pensadores críticos, comunicadores eficazes, e cidadãos ativos no mundo de hoje, esse é o papel da alfabetização midiática.</p>
<p>A tendência de crescimento do número de pessoas que fazem uso da internet parece inarredável, principalmente nas gerações mais jovens. Trata-se de um novo meio não apenas de comunicação, mas também de socialização. Como dizem Whitfield Diffie &amp; Susan Landau no prefácio de seu livro “Privacy on the Line” (MIT Press, 2001), “seria difícil encontrar um tema mais fundamental no mundo contemporâneo do que a migração da atividade humana do contato físico, face-a-face, para o mundo virtual das telecomunicações eletrônicas (e digitais)”. Segundo John Palfrey &amp; Urs Gasser, pesquisadores da Harvard University e autores do livro “Born Digital: Understanding the First Generation of Digital Natives” (Basic Books, Agosto 2008), “a internet deverá fomentar cidadãos globais com um espírito de inovação, empreendedorismo e cuidado pela sociedade como um todo”.</p>
<p>Pesquisa realizada em Outubro de 2009 na Grã-Bretanha, com base em um universo de 994 adolescentes e jovens adultos na faixa de 16 a 24 anos, sobre a importância da internet na vida de cada um, revela que: 75% dizem que não poderiam viver sem ela; 45% dizem que se sentiam mais felizes quando estavam online; 32% concordam com a frase: ‘Posso acessar todas as informações de que preciso quando estou online, não há necessidade de falar com uma pessoa real sobre meus problemas’; 82% dizem que já usaram a internet para buscar conselho e informações sobre si mesmos, e 60% sobre outras pessoas; 37%  dizem que usariam a internet para aconselhar outras pessoas sobre questões delicadas; 76% dizem que a internet significa disponibilidade de seus amigos sempre que precisa deles; 63% dizem que graças à internet eles se sentem parte de novos grupos e comunidades; 25% dizem que a internet seria sua primeira fonte de informações ou conselho sobre álcool, sexo drogas, finanças e saúde.</p>
<p>Também na Grã-Bretanha, alguns números indicam o crescimento do grau de importância que a internet assume na vida da juventude contemporânea: 99% de jovens de 8-17 anos têm acesso à internet, desses, 18% já se depararam com conteúdo impróprio; 67% dos pais estabelecem regras para uso da internet; 33% das crianças dizem que seus pais não sabem o que elas fazem na internet; 50% das que encontraram conteúdo impróprio dizem que tomaram alguma atitude. Por ocasião do lançamento do programa “Click Clever Click Safe” em Dezembro de 2009, sob a coordenação do “UK Council for Child Internet Safety”, que prevê a inclusão da internet no currículo escolar obrigatório desde os 5 anos de idade a partir de 2011, o Primeiro Ministro Gordon Brown afirmou que “hoje, quase todo adolescente tem acesso à internet. Tenho certeza de que muitos têm perfil numa rede social. Sítios como  Facebook , MySpace e Bebo estão se tornando os maiores clubes da juventude na Grã-Bretanha.” Há, no entanto,  preocupações quanto a material potencialmente impróprio, que vai desde conteúdo (por exemplo, violência) até o contato e a conduta de crianças no mundo digital. Não obstante, da mesma forma como no mundo físico, a preparação para a convivência nesse mundo virtual deve pressupor que, a partir de um certo momento, o jovem assumirá os riscos e as responsabilidades perante o mundo no qual está inserido. Dessa forma, crianças e jovens precisam adquirir o poder de se manterem seguros – não se pode pressupor que a educação sobre segurança na internet seja eficaz se for apenas constituída de uma abordagem de cima para baixo.</p>
<p>Ao que tudo indica, entre os temas para a constituição de um conteúdo básico sobre a internet a ser incluído no currículo escolar, parece razoável elencar no mínimo: (1) história da internet e da comunicação móvel; (2) terminologia da internet; (3) manipulação de mídia na internet; (4) ética e segurança online.</p>
<p>Ruy José Guerra Barretto de Queiroz, Professor Associado, Centro de Informática da UFPE</p>
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