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	<title>Marcos Jolbert &#187; projeto</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Preço da legibilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 01:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto muito bom de Fabiano Teixeira As placas de ruas da cidade de Nova Iorque serão trocadas de caixa alta para caixa baixa. Estudos mostraram que é mais difícil ler placas em caixa alta, e que esses milisegundos gastos olhando &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/preco-da-legibilidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito bom de Fabiano Teixeira</p>
<p><img src="http://pixel.quantserve.com/pixel/p-ab3gTb8xb3dLg.gif" border="0" alt="Quantcast" width="1" height="1" /></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
 //[CDATA[/ />
PDRTJS_settings_227640_post_1492={"id":227640,"unique_id":"wp-post-1492","title":"O pre\u00e7o da boa legibilidade","permalink":"http:\/\/arquiteturadeinformacao.com\/2010\/10\/01\/o-preco-da-boa-legibilidade\/","item_id":"_post_1492"}
//<!]]
// ]]&gt;</script><img title="Exemplo de placa de trânsito com a nova fonte" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/10/placa.jpeg?w=300&amp;h=300" alt="" width="300" height="300" />As placas de ruas da cidade de Nova  Iorque serão trocadas de <strong>caixa alta</strong> para <strong>caixa  baixa</strong>.</p>
<p>Estudos mostraram que é mais difícil ler placas em caixa alta, e que  esses milisegundos gastos olhando para fora da rua aumentam as chances  de acontecer acidentes – especialmente entre os motoristas mais velhos.</p>
<p><em>“Mudar de BROADWAY para Broadway salvará vidas”</em>, afirma a  nova versão do Manual on Uniform Traffic Control Devices.</p>
<p>O tipo utilizado nas placas também mudou para o Clearview, uma fonte  especialmente desenhada para esse propósito.</p>
<blockquote><p>“These new and updated standards will help make our  nation’s roads and bridges safer for drivers, construction workers and  pedestrians alike.”, <em>afirma o Secretário de Transportes da cidade.</em></p></blockquote>
<p>O custo? US$110 por placa, US$ 27 milhões para toda a cidade.</p>
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		<title>As redes podem mudar Governos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[wikinomics]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y. O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/as-redes-podem-mudar-governos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1.jpg"><img class="size-medium wp-image-488 alignnone" title="tapscott1" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y.</p>
<p>O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas menos hierarquizadas e funcionários cada vez mais independentes. Quem não se adaptar a essa nova realialidade corre o risco de se tornar uma companhia pouco ágil e nada inovadora. É o afirma o canadense <a href="http://dontapscott.com/" target="_blank">Don Tapscott</a>, autor do best-seller Wikinomics.</p>
<p>Se bem utilizadas, as redes podem aprimorar a cultura de uma empresa. Presidente da nGenera Insight, consultoria especializada em antecipar tendências, Tapscott diz que agora uma massiva interação comandada pelos jovens começa a mudar também a atuação do poder público. Depois das empresas, são os governos que se voltam às demandas da Geração Y.</p>
<p>FONTE:</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA NEGÓCIOS. As redes podem mudar governos. Tudo pelo seu celular. n, 42. p.41, ago. 2010.</a></p>
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		<title>Um pouco de sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 13:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Achei muito interessante este post do Blog Design, e fiz questão de divulgá-lo aqui no meu site. Parabéns!!! casa de bambu &#8211; foto inhabitat Começou no fim de semana passado em Madri, Espanha, a 2010 Solar Decathlon Europe, concurso internacional &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/um-pouco-de-sustentabilidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante este post do <a href="http://blogdesign.blog.uol.com.br/" target="_blank">Blog Design</a>, e fiz questão de divulgá-lo aqui no meu site. Parabéns!!!</p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/bambuedd01.jpg" alt="" /></p>
<p><span style="font-size: xx-small;">casa de bambu &#8211; foto inhabitat</span></p>
<p>Começou  no fim de semana passado em Madri, Espanha, a 2010 Solar Decathlon  Europe, concurso internacional para projetos ecologicamente corretos e  eficientes no uso de energia solar.<br />
São 17 equipes  concorrentes, a maior parte ligadas a universidades, e os critérios de  avaliação incluem minimização do uso de energia, inovação de arquitetura  e engenharia construtiva e sustentabilidade. O objetivo é construir a  casa mais barata e econômica.<br />
A FabLab House, do Instituto  Avançado de Arquitetura da Catalunha (IAAC) é um dos projetos  concorrentes.</p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/casdamadri3.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/casamadri4.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/casamadri2.jpg" alt="" /></p>
<p><span style="font-size: xx-small;">Fab Lab House &#8211; fotos IAAC</span></p>
<p>A casa tem 75 metros  quadrados, comporta até quatro pessoas e sua estrutura de madeira  permite a montagem em 15 dias.</p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/casaxangai.jpg" alt="" /></p>
<p>A  casa de bambu da Tonji University, de Xangai, tem quarto e sala, um  jardim interno, controle de umidade e temperatura.</p>
<p><img src="http://blogdesign.blog.uol.com.br/images/casaalemanha.jpg" alt="" /><br />
A  IKAROS House, da Universidade de Ciências Aplicadas de Rosenheim,  Alemanha, tem um painel de shades e o sistema de energia é capaz de  gerar quatro vezes o consumo médio da casa.</p>
<h5><a href="http://blogdesign.blog.uol.com.br/" target="_blank">Por Mara Gama às 21h56</a></h5>
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		<title>AI e Usabilidade?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/ai-e-usabilidade-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 14:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O QUE É ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO? Se preocupa com o projeto, a implantação e manutenção de espaços informacionais digitais para o acesso humano. O foco da Arquitetura de Informação é o projeto das estruturas (ambientes informacionais). Fornecem aos usuários recursos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ai-e-usabilidade-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O QUE É ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO?</p>
<p>Se preocupa com o projeto, a implantação e  manutenção de espaços informacionais digitais para o acesso humano.</p>
<p>O foco da Arquitetura de Informação é o projeto  das estruturas (ambientes informacionais). Fornecem aos usuários  recursos necessários para transformar suas necessidades em AÇÕES e para  ATINGIR seus OBJETIVOS com sucesso.</p>
<p>A Arquitetura de Informação é uma atividade  inserida no campo da ERGONOMIA.</p>
<p>Luiz Agner</p>
<p>Dr. em Design</p>
<p>O QUE É USABILIDADE?</p>
<p>A usabilidade é um atributo de qualidade  relacionado a facilidade do uso de algo ou alguma coisa. Mais  especificamente, refere-se a rapidez com que os usuários podem aprender a  usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram  daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la.</p>
<p>Jakob Nielsen</p>
<p>Ph.D em Usabilidade na Web</p>
<p>A essência da Usabilidade é o acordo entre  INTERFACE, USUÁRIO, TAREFA e AMBIENTE. É a capacidade que um sistema  interativa oferece a seu usuário, em determinado contexto de operação,  para a realização de tarefas de maneira EFICAZ, EFICIENTE e AGRADÁVEL.</p>
<p>Ela pensa na satisfação do usuário em seus  objetivos, na interação e experiência com o sistema.</p>
<p>Walter Cybis</p>
<p>Grande Abraço</p>
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		<title>A Visão de Alexandre Wollner</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 13:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Visão de Alexandre Wollner Tendo como base os livros: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil da editora Cosac Naify e Alexandre Wollner: Design 50 anos, buscar-se-á conceituar e interpretar o ponto de vista de Alexandre &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-visao-de-alexandre-wollner/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Visão de Alexandre Wollner</strong></p>
<p>Tendo como base os livros: Alexandre Wollner e a formação do design  moderno no Brasil da editora Cosac Naify e Alexandre Wollner: Design 50  anos, buscar-se-á conceituar e interpretar o ponto de vista de Alexandre  Wollner sobre o Manual de Aplicação da Marca.<br />
Para Wollner a marca precisa ser remanejada de tempos em tempos.</p>
<p>Eu sempre convenci os clientes de que era preciso remanejar a marca  de dez em dez anos. Hoje em dia esse intervalo se reduziu para dois anos  por causa da rapidez dos avanços tecnológicos. As marcas têm de se  adequar a essas evoluções técnicas. (WOLLNER, 2005, p.63)</p>
<p>Para Alexandre Wollner, todos os trabalhos que ele executa e cria são  desenhos simples. O significado, a cognição, a interpretação, são  pontos fortes para sua criação. Ele mesmo diz desta importância:</p>
<p>Os clientes aprovam a marca assim que a vêem, pois não há dúvida de  que esse é o resultado que a empresa deve ter. Não é único, talvez, é  satisfatório e tem um significado claro. [...] Mas se alguém perguntar o  que a marca significa, é possível explicar. (WOLLNER, 2005, p. 63)</p>
<p>A marca precisa ser inteligente e compreensível, afirma Alexandre  Wollner. Na sua visão sobre o manual de aplicação da marca Wollner é bem  objetivo, e ainda sendo ele quem fez o primeiro manual de identidade  visual do Brasil, diz:</p>
<p>Hoje, eu discordo totalmente de quem faz manuais impressos. [...] Não  é possível sequer distribuir duzentos ou quinhentos manuais  convenientemente. As pessoas aqui não estão acostumadas a isso e não têm  o costume de ler. (WOLLNER, 2005, p. 60)</p>
<p>O valor da tecnologia e da linguagem são claramente visíveis nos  trabalhos de Alexandre Wollner. Pegar um lápis para fazer um ponto em um  papel, é preciso linguagem e um domínio da ordem.</p>
<p>Ao se inscrever um ponto num papel, de qualquer formato, esse ponto  deve ser colocado a priori na posição adequada, usando-se o lápis  apropriado, na consistência exata do grafite selecionando (H, F, B) e  observando os limites de formato do papel para expressar exatamente a  idéia. (WOLLNER, 2003, p. 95)</p>
<p>Segue entrevista com Alexandre Wollner, realizada 7 de outubro de  2008. Wolnner relata o seu ponto de vista sobre a Gestalt e o Manual de  Aplicação da Marca.</p>
<p>Entrevista: Alexandre Wollner<br />
Cargo: Designer Gráfico. Fundador da ESDI – Escola Superior de Desenho  Industrial.<br />
1. Qual é a importância da Gestalt para a criação e aplicação de uma  identidade visual? O que a Gestalt influenciará no manual de identidade  visual ou na criação do mesmo?<br />
Gestalt é uma palavra que não se traduz tem como referência a percepção  de um significado, e cujo tema é o reconhecimento de formas que devem  focar novos significados. Essa é uma interpretação minha, mas que você  poderá ter melhor informação com seus professores de semântica e ou  semiótica.<br />
2. Qual é a importância do Manual de Aplicação da Marca ou Manual de  Identidade Visual e qual é o melhor caminho para se ter uma eficácia em  um manual de identidade visual? Por quê?<br />
Portanto quando você cria um elemento visual e cujo significado por  necessidade adquire nova linguagem e cuja forma precisa ser estruturada  por meio de modulações, analógica e digital.<br />
Hoje com o grande avanço da tecnologia o uso do manual não se torna  necessário. O criador do novo insight comunica na apresentação do  projeto, todas as possibilidades de construção, modulação, proporções,  linguagem de cores, comportamento de uso, e cria um template com todas  as possibilidades de uso na aplicação do design criado.<br />
A produção de um manual de uso impresso, além de caro tem pouco uso,  pois o pequeno número de pessoas que necessitam de usá-lo, não lêem e  deixam na gaveta. Com o template, cada novo elemento de aplicação tem de  respeitar a estrtura, sem essas possibilidades qualquer uso do signo,  logotipo, tipograma, ícone, pictograma, sigla, símbolo, emblema, etc,  será aleatório e perderá o seu significado.</p>
<p>FONTE: Marcos Jolbert &#8211; Manual de Apliacação da Marca Canção Nova</p>
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		<title>Cartões de PET reciclada</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 18:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A IntelCav apresentará os cartões de crédito feitos com garrafa PET recicladas na Mostra de Tecnologias Sustentáveis do Instituto Ethos, que acontece em São Paulo, entre os dias 12 e 14 de maio. Em janeiro deste ano, a empresa produziu &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/cartoes-de-pet-reciclada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IntelCav apresentará os cartões de crédito feitos com garrafa PET  recicladas na Mostra de Tecnologias Sustentáveis do Instituto Ethos, que  acontece em São Paulo, entre os dias 12 e 14 de maio. Em janeiro deste  ano, a empresa produziu 100 mil cartões com garrafas PET de água e  refrigerante para o Bradesco, que os utiliza no programa “Fundação  Amazônica Sustentável Bradesco MasterCard”. A iniciativa eliminou da  natureza 8.320 garrafas de dois litros, pois a cada 10 mil cartões  produzidos são utilizadas 832 embalagens.</p>
<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/intelcav_cartao_blog.jpg" alt=" " /></p>
<p><img src="http://www.intelcav.com.br/img/cartoes_2.gif" alt="" width="480" height="222" /></p>
<p><strong>Produzidos de acordo com as normas da  série ISO 7810 para os  mais diversos usos.</strong></p>
<p>• Cartões Bancários de Débito e Crédito<br />
• Cartões Comerciais<br />
• Cartões de Identificação;</p>
<p><strong>Produtos Especiais</strong><br />
• Cartões Translúcidos produzidos de acordo com os critérios  de  bloqueio infra-vermelho (IR Blocking) permitindo um perfeito  funcionamento  nas ATM’s<br />
• Cartões com impressão em base metalizada (com foil  holográfico ou  outros efeitos especiais)<br />
• Cartões Long Life – Cartão com maior vida útil<br />
• Cortes e formatos especiais desenvolvidos pelo  departamento de Card  Design Intelcav<br />
• Cartões com foto</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">MUNDO MARKETING</a> &amp; <a href="http://www.intelcav.com.br/pag/prod.htm" target="_blank">IntelCav</a></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Jacques Régnier</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador, trabalhador. Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o bem-estar, garantir &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-jacques-regnier/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ergonomia tem como objeto as comunicações entre homens e  &#8216;máquinas&#8217;, o homem como usuário, consumidor, operador, controlador,  trabalhador.</p>
<p>Os ergonomistas, ao projetarem equipamentos, produtos, estações de  trabalho e sistemas, objetivam maximizar o conforto, a satisfação e o  bem-estar, garantir a segurança e minimizar os custos humanos do  trabalho e a carga física, psíquica e cognitiva do operador.</p>
<p>Resulta, conseqüentemente, um segundo objetivo, que é permitir ao  homem utilizar da melhor maneira e por mais tempo possível suas  experiências, habilidades e potencialidades.</p>
<p>A Ergonomia visa adaptar o trabalho e o ambiente físico do trabalho  ao homem. Seu objetivo é, portanto, primacialmente humano.</p>
<p>Sua ação pode ter igualmente efeitos econômicos &#8211; aumentando a  qualidade da produção, o rendimento do trabalho, a produtividade do  sistema &#8211; mas, do nosso ponto de vista, uma ação que vise apenas  objetivos econômicos é uma ação de organização e não uma ação  ergonômica.</p>
<p>Cumpre fazer esta distinção:</p>
<ul>
<li> por um lado, porque os conhecimentos e técnicas colocados em  prática na empresa não permitem, por si só, distinguir  aquilo que  pertence à Ergonomia, daquilo que faz parte da organização do trabalho e  mesmo da engenharia;</li>
<li> por outro lado, para recordar que a vocação da Ergonomia é de  estar, primacialmente, a serviço do homem no trabalho.&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>RÉGNIER, Jacques. L&#8217;amélioration des conditions de travail dans  l’industrie.<br />
Paris, Masson, 1980. 176 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Maurice Montmollin</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 12:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Observe um trabalhador sentado numa cadeira diante da tela e do teclado de um terminal de computador. Ele tem dor nas costas. O ergonomista sabe muitas coisas sobre as costas. Ele pode ajudar a conceber cadeiras e mesas melhor adaptadas. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-maurice-montmollin/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Observe um trabalhador sentado numa cadeira diante da tela e do  teclado de um terminal de computador.</p>
<p>Ele tem dor nas costas. O ergonomista sabe muitas coisas sobre as  costas. Ele pode ajudar a conceber cadeiras e mesas melhor adaptadas.</p>
<p>O trabalhador tem também dor de cabeça. A tela reflete a luz e tem  pouco contraste. O ergonomista sabe muitas coisas sobre os olhos e a  visão. Ele pode ajudar a conceber telas menos ofuscantes.</p>
<p>O trabalhador está fatigado. Faz quatro horas que ele está diante do  seu terminal, e ele não é mais tão jovem. O ergonomista  sabe muitas  coisas sobre os efeitos da duração do trabalho sobre o organismo humano.  Ele pode ajudar a organizar melhor os horários e as pausas.</p>
<p>O trabalhador não está sentado sem fazer nada, ele executa uma  atividade. Ele interpreta informações que aparecem sobre a tela, ele  resolve problemas. Talvez cometa erros. O ergonomista sabe muitas coisas  sobre o raciocínio dos trabalhadores. Ele pode ajudar a apresentar  melhor as informações, a formular melhor os problemas e a conceber uma  melhor formação.</p>
<p>O trabalhador acha o seu trabalho muito repetitivo e muito isolado. O  ergonomista sabe certas coisas sobre o interesse das tarefas e sobre as  comunicações na equipe. Ele pode ajudar a conceber uma organização mais  satisfatória, e portanto, mais eficaz.</p>
<p>(&#8230;) A Ergonomia é uma disciplina ao mesmo tempo muito modesta e  muito ambiciosa. Muito modesta porque ela age pouco sobre as grandes  evoluções que transformam em profundidade o mundo do trabalho. Mas muito  ambiciosa, no entanto, porque pretende forjar instrumentos teóricos  precisos que permitam modificar o trabalho.&#8221;</p>
<p><strong>MONTMOLLIN, Maurice. L&#8217;ergonomie. Paris, Editions La Decouverte,  1986. 126 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Pierre Cazamian</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 12:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ergonomia é o estudo científico do trabalho humano alienado. Digo alienado porque, se o trabalho não fosse alienado, não colocaria problemas específicos. Livre expressão de uma personalidade criadora, o trabalho é uma atividade tão antiga e espontaneamente gratificante quanto &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-pierre-cazamian/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ergonomia é o estudo científico do trabalho humano alienado. Digo  alienado porque, se o trabalho não fosse alienado, não  colocaria  problemas específicos.</p>
<p>Livre expressão de uma personalidade criadora, o trabalho é uma  atividade tão antiga e espontaneamente gratificante quanto a dança e as  artes plásticas.</p>
<p>A alienação começa quando a obra de uma pessoa deve ser partilhada  entre vários e um assume o papel de comandar os outros. Porque a  hierarquia suprime a comunicação, o chefe não conhece as necessidades  daqueles que dirige.</p>
<p>A alienação se completa quando a direção adota objetivos, por exemplo  econômicos, contrários àqueles da execução.</p>
<p>A alienação, no primeiro caso &#8211; apropriação e hierarquização -, é uma  questão de ignorância (alienação primária). A alienação, no segundo  caso &#8211; definição de objetivos contrários aos da execução -, trata-se de  um cálculo (alienação  secundária).</p>
<p>(&#8230;) A ergonomia tem, ou, preferencialmente, pode ter uma dupla  função. Ela é, primeiramente, e sempre, um conhecimento, uma descrição  explicativa das conseqüências para o homem de um sistema coletivo de  produção. Mas, num segundo momento, é natural que o diagnóstico seja  seguido de um tratamento.</p>
<p>Neste ponto, deve-se distinguir entre os dois modos de alienação. No  caso da alienação primária, o conhecimento é, em si mesmo, atuante e  modificador &#8211; uma melhor compreensão entre os parceiros permite reduzir a  inadaptação.</p>
<p>(&#8230;) Mas, quando a alienação é secundária, quer dizer, simplesmente  determinada pela direção para incrementar a produção e o lucro, a  análise ergonômica, desprovida de sanções práticas, não avança, pelo  menos no estado atual das normas da nossa sociedade”.</p>
<p><strong>CAZAMIAN, Pierre. Leçons d’ergonomie industrielle; ume approche  globale.<br />
Paris, Editions Cujas, 1974. 157 p.</strong></p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
<p><img src="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/barra.gif" alt="Barra" width="530" height="1" /></p>
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		<title>A Ergonomia &#8211; Alphonse Chapanis</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 12:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ergonomia é um corpo de conhecimentos sobre as habilidades humanas, limitações humanas e outras características humanas que são relevantes para o design. Projeto ergonômico é a aplicação da informação ergonômica ao design de ferramentas, máquinas, sistemas, tarefas, trabalhos e ambientes &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-ergonomia-alphonse-chapanis/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ergonomia é um corpo de conhecimentos sobre as habilidades humanas,  limitações humanas e outras características humanas que são relevantes  para o design.</p>
<p>Projeto ergonômico é a aplicação da informação ergonômica ao design  de ferramentas, máquinas, sistemas, tarefas, trabalhos e ambientes para o  uso humano seguro, confortável e efetivo.</p>
<p>A palavra significante nestas definições é design, porque ela nos  separa de disciplinas puramente acadêmicas como antropologia, fisiologia  e psicologia.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #700000;">Como diz Alphonse CHAPANIS (1959):</span></strong></p>
<p>&#8220;Uma importante lição de engenharia, proveniente da II Guerra  Mundial, é que as máquinas não lutam sozinhas. A guerra  solicitou e  produziu maquinismos novos e complexos, porém, geralmente, essas  inovações não faziam o que se esperava  delas. Tal ocorria porque  excediam ou não se adaptavam às características e capacidades humanas.  Por exemplo, o radar foi  chamado &#8220;olho da armada&#8221;, mas o radar não vê.  Por mais rápido e preciso que seja, será quase inútil, se o operador não  puder interpretar as informações apresentadas na tela e decidir a  tempo. Similarmente, um avião de caça, por mais veloz e  eficaz que  seja, será um fracasso se o piloto não puder voá-lo com rapidez,  segurança e eficiência&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #700000;">Parafraseando Alphonse CHAPANIS  (1959), em 1997, podemos dizer que:</span></strong></p>
<p>Uma importante lição de engenharia, proveniente das catástrofes, é  que as máquinas não controlam sozinhas. A automação solicitou e produziu  sistemas novos e complexos, porém, geralmente, essas inovações não  fazem o que se espera delas. Tal ocorre porque excedem ou não se adaptam  às características e capacidades humanas. Por exemplo, o computador foi   chamado &#8220;sistema inteligente&#8221;, mas o computador não pensa. Por mais  rápido e preciso que seja, será quase inútil, se o  operador não puder  interpretar as informações apresentadas na tela e decidir a tempo.  Similarmente, um sistema de controle,  por mais informatizado e eficaz  que seja, será um fracasso se o controlador não puder monitorá-lo e  regulá- lo com rapidez, segurança e eficiência.</p>
<p>FONTE: <a href="http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/moraergo/" target="_blank">Anamaria de Moraes</a></p>
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