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	<title>Marcos Jolbert &#187; qualidade</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Falando de Qualidade V &#8211; Tom PETERS</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 12:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Introduziu o conceito de &#8220;Excelência&#8221; juntamente com Waterman no livro de gestão mais vendido de sempre &#8211; &#8220;In Search of Excellence&#8221;. Para os autores, as empresas excelentes têm oito características distintivas: inclinação para a ação; proximidade do cliente; autonomia individual; &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-v-tom-peters/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Introduziu o conceito de &#8220;Excelência&#8221; juntamente com Waterman no  livro de gestão mais vendido de sempre &#8211; &#8220;In Search of Excellence&#8221;.</p>
<p>Para os autores, as empresas excelentes têm oito características  distintivas: inclinação para a ação; proximidade do cliente; autonomia  individual; produtividade através das pessoas; criação de valores  concretos; centrar-se no essencial; simplicidade formal; e existência em  simultâneo de rigidez e flexibilidade.<br />
Desenvolveu também o modelo dos sete &#8220;S&#8217;s&#8221;, Style, Structure, Staff,  Systems, Strategy, Shared Values, Skills, um instrumento de análise das  organizações.<br />
No seu segundo livro &#8220;A passion for Excellence&#8221; Tom Peters identificou a  liderança como ponto fundamental da melhoria da qualidade. Os três  principais elementos na senda da excelência são os clientes, a inovação e  as pessoas e as três principais actividades do lider o ouvir, o ensinar  e o facilitar.<br />
Com base nas seguintes premissas:<br />
* Os consumidores estarão dispostos a pagar bem pela qualidade<br />
* As empresas que fornecerem essa qualidade progredirão<br />
* Os trabalhadores querem oportunidades para fornecer uma qualidade  elevada<br />
* Nenhum produto é lider seguro na qualidade<br />
Enunciou os 12 princípios para uma revolução da qualidade:<br />
1. A gestão deve estar intensamente comprometida com a qualidade<br />
2. Deve existir um guia seguindo só passos de Crosby, Juran, Deming, ou  outro guru<br />
3. A Qualidade deve ser avaliada através da recolha de dados<br />
4. As idéias de qualidade e desempenho devem ser reconhecidas e  recompensadas<br />
5. Todos devem ser formados em técnicas estatísticas para avaliar a  qualidade<br />
6. A Qualidade deve ser implementada por equipas multifuncionais<br />
7. Os projeto de qualidade podem envolver problemas simples e não apenas  problemas que envolvam toda a empresa<br />
8. A Qualidade deve ser realçada em todas as ocasiões<br />
9. Deve existir uma estrutura organizacional paralela que se concentra  na qualidade<br />
10. A Qualidade exige o envolvimento de todos: gestores, empregados,  clientes e fornecedores<br />
11. Eliminar os custos da não qualidade<br />
12. Um programa de melhoramento da qualidade é contínuo</p>
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		<title>Falando de Qualidade IV &#8211; Armand V. FEIGENBAUN</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definiu, nos anos 50, o conceito de controlo da qualidade total: &#8220;um sistema eficiente para a integração do desenvolvimento da qualidade, da manutenção da qualidade e dos esforços de melhoramento da qualidade dos diversos grupos numa organização, para permitir produtos &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-iv-armand-v-feigenbaun/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Definiu, nos anos 50, o conceito de controlo da qualidade total: &#8220;um  sistema eficiente para a integração do desenvolvimento da qualidade, da  manutenção da qualidade e dos esforços de melhoramento da qualidade dos  diversos grupos numa organização, para permitir produtos e serviços mais  econômicos que levem em conta a satisfação total do consumidor&#8221;.<br />
Para Feigenbaum a Qualidade é uma filosofia de gestão e um compromisso  com a excelência.<br />
A Qualidade:<br />
1. é o único objetivo da organização<br />
2. é determinada pelos clientes<br />
3. pressupõe trabalho em grupo (círculos de qualidade)<br />
4. exige o compromisso da gestão de topo<br />
5. exige o empowerment (aumento da capacidade de decisão dos  trabalhadores e redução dos níveis hierárquicos)<br />
Defende que a qualidade deve ser projetada e embutida nos produtos, não  podendo ser obtida somente a partir da inspeção dos mesmos. Para amparar  esta exigência defende que a empresa estruture um Sistema de Qualidade.<br />
Define o Sistema de Qualidade Total como a combinação da estrutura  operacional de trabalho de toda a organização documentada em  procedimentos de gestão e técnicos, eletivos e integrados, para o  direcionamento das ações coordenadas de mão de obra, máquinas e  informações da organização, de acordo com os melhores e mais práticos  meios de assegurar a satisfação quanto à qualidade e custos.<br />
O Sistema de Qualidade deve ser estruturado e planeado e não  desenvolvido de forma casual. Os seus princípios devem incluir:<br />
* orientação ao cliente<br />
* integração de atividades por toda a organização<br />
* atribuições claras ao pessoal, tendo em vista a obtenção da qualidade<br />
* atividades específicas para controlo de fornecedores<br />
* identificação total dos equipamentos de qualidade<br />
* conscientização de toda a organização<br />
* eficácia real das ações corretivas<br />
* controlo contínuo do sistema, incluindo previsão e realimentação da  informação<br />
* auditoria periódica das atividades do sistema</p>
<p>Feigenbaum sugere uma série de partes componentes ou subsistemas  básicos que devem estar baseados em procedimentos documentados, tendo  como macro referência o Manual de Qualidade:<br />
1. Avaliação da qualidade antes do início da produção<br />
2. Planejamento da qualidade e do processo<br />
3. Planejamento, avaliação e controlo da qualidade dos materiais  adquiridos<br />
4. Avaliação e controlo da qualidade do produto e do processo<br />
5. Realimentação da informação da qualidade<br />
6. Equipamento da informação da qualidade<br />
7. Formação e orientação para a qualidade e desenvolvimento do pessoal<br />
8. Qualidade na assistência técnica<br />
9. Gestão da função controlo da qualidade<br />
10. Estudos especiais sobre a qualidade</p>
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		<title>Falando de Qualidade III &#8211; Philip B. CROSBY</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 12:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A abordagem de Crosby baseia-se na prevenção. A idéia de que os erros são inevitáveis é falsa. Compete aos gestores através das suas atitude e práticas, nomeadamente através do reconhecimento, desenvolver o compromisso com a prevenção e eleger como objetivo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-iii-philip-b-crosby/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A abordagem de Crosby baseia-se na prevenção.<br />
A idéia de que os erros são inevitáveis é falsa. Compete aos gestores  através das suas atitude e práticas, nomeadamente através do  reconhecimento, desenvolver o compromisso com a prevenção e eleger como  objetivo principal &#8220;zero defeitos&#8221;. Se, por exemplo, for privilegiado o  prazo de execução em relação à qualidade então o trabalho vai focar-se  nesse parâmetro.<br />
Para Crosby, Qualidade está associada aos seguintes conceitos: &#8220;zero  defeitos&#8221;, &#8220;fazer certo à primeira&#8221;, &#8220;os quatro absolutos da qualidade&#8221;,  &#8220;o processo de prevenção&#8221;, &#8220;a vacina da qualidade&#8221; e os 6 C&#8217;s.<br />
&#8220;Zero defeitos&#8221; não significa que o produto tenha de ser perfeito.  Significa que todos os indivíduos, na organização, estão comprometidos  em satisfazer os requisitos à primeira. O dia &#8220;zero defeitos&#8221; permite à  gestão de topo reafirmar o seu compromisso com a qualidade.<br />
Os 4 absolutos:<br />
* A prevenção deve ser a linha de conduta generalizada.<br />
* Os custos de qualidade servem como ferramenta de gestão para avaliar e  atribuir recursos.<br />
* O padrão &#8220;zero defeitos&#8221; deve ser a filosofia do trabalho.<br />
A conformidade com as especificações deve ser a linguagem padronizada em  relação ao nível de qualidade que se pretende obter.<br />
Crosby vê os problemas como bactérias da não conformidade, daí a  necessidade de vacinas com anticorpos que sirvam para prevenir a  existência de problemas. A sua &#8220;vacina da qualidade&#8221; consiste em três  acções da gestão: determinação, formação e implementação. A  responsabilidade da administração contínua da vacina pertence à gestão  de topo.<br />
Os seis C&#8217;s:<br />
* Compreensão ou a importância de perceber o que significa Qualidade<br />
* Compromisso da gestão de topo que começa por definir a política de  Qualidade<br />
* Competência, resultado dum plano de formação e crítico para a  implantação do movimento de melhoria da qualidade de forma metódica<br />
* Comunicação, para que todos na organização adquiram uma cultura  corporativa da qualidade<br />
* Correção, baseada na prevenção e desempenho<br />
* Continuação que enfatiza o processo de melhoria da qualidade como uma  &#8220;forma de estar&#8221; da organização</p>
<p>Para Crosby qualidade significa conformidade com os requisitos. A  qualidade deve ser definida em termos quantitativos para ajudar a  organização a agir com base em metas tangíveis.<br />
A qualidade deve ser medida regularmente através do custo provocado por  fazer as coisas mal. Para ajudar os gestores na avaliação dos custos dos  erros desenvolveu a seguinte fórmula:<br />
Custo da Qualidade = Preço da Conformidade(POC)  + Preço da não  conformidade (PONC)<br />
POC &#8211; refere-se ao custo por fazer bem à primeira<br />
PONC &#8211; fornece informação à gestão acerca dos custos perdidos e uma  indicação do progresso à medida que a organização melhora<br />
Crosby definiu a política de qualidade como o estado de espírito dos  funcionários duma organização sobre a forma como devem fazer o trabalho.  Se não existir uma política formal estabelecida pela gestão cada um  estabelece a sua.<br />
Seqüência de passos para um programa de melhoria da qualidade:<br />
1. Compromisso da gestão de topo em relação à qualidade. A Direção da  organização deve estar convencida da necessidade da melhoria da  qualidade e exprimi-lo claramente através dum documento escrito que  defina a política de qualidade da organização. Deve exprimir o que cada  um deve fazer para responder às necessidades dos clientes.<br />
2. Equipas de melhoria da qualidade. A Direção deve estabelecer uma  equipa para supervisionar a melhoria da qualidade em todos os  departamentos. O papel da equipa é avaliar o que é necessário em cada  departamento e levar a cabo tudo o que respeita à política geral da  qualidade da organização.<br />
3. Medida da qualidade. Os indicadores de qualidade devem ser  introduzidos de forma a identificar as necessidades de melhoria.<br />
4. Avaliação do custo da não qualidade. As equipas da melhoria da  qualidade deverão fazer uma estimativa dos custos da não qualidade de  forma a identificar zonas prioritárias em que as ações serão  imediatamente rentáveis.<br />
5. Tomada de consciência das necessidades da qualidade. Os funcionários  deverão compreender a importância do respeito pelas especificações e o  custo das não conformidades.<br />
6. Ações corretiva. As oportunidades para as ações corretiva são  desencadeadas nas etapas 3 e 4.<br />
7. Planear um programa &#8220;zero defeitos&#8221;. Uma comissão ad hoc deve ser  constituída na equipa da melhoria da qualidade. Esta comissão deverá  desencadear um programa &#8220;zero defeitos&#8221; apropriado às necessidades da  organização e à sua cultura.<br />
8. Formação dos responsáveis e inspetores. Desde o início do programa,  aos diferentes níveis de responsabilidade, os dirigentes devem ser  formados para implementar o que lhes compete no programa global de  melhoria da qualidade.<br />
9. Instituir &#8220;um dia zero defeitos&#8221; para que o conjunto dos funcionários  da organização seja sensibilizado nas novas normas de desempenho.<br />
10. Definição de objetivo. Para transformar os compromissos em ação os  indivíduos e os grupos devem ser encorajados a estabelecerem metas de  aperfeiçoamento. Para isso, cada responsável define, com os membros da  sua equipa, os objetivo específicos a atingir cujos resultados sejam  mensuráveis. Estes objetivo podem ser do conhecimento de todos e o seu  progresso pode ser avaliado em reuniões regulares.<br />
11. Eliminar as causas dos erros. Os empregados devem ser encorajados a  comunicar as dificuldades que têm em atingir as suas metas de  aperfeiçoamento e na remoção das causa de erros.<br />
12. Reconhecimento. Deve ser manifestado publicamente (mas não  financeiramente) o reconhecimento àqueles que atingem os seus objetivo  de forma regular.<br />
13. Círculos de qualidade. Os especialistas em Qualidade e as pessoas  particularmente motivadas pelo progresso da melhoria da qualidade  devem-se encontrar regularmente a fim de trocarem idéias e experiências.<br />
14. Recomeçar e progredir sempre. O conjunto de passos anteriores deve  ser iniciado com regularidade, o que renova o compromisso dos antigos  funcionários e introduz os novos no processo.</p>
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		<title>Falando de Qualidade II &#8211; Willian Edward DEMING</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo Deming a Qualidade de um produto ou serviço apenas pode ser definida pelo cliente. A Qualidade é, assim, um termo relativo que vai mudando de significado à medida que as necessidades dos clientes evoluem. Para corresponder ou exceder as &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-ii-willian-edward-deming/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Deming a Qualidade de um produto ou serviço apenas pode ser  definida pelo cliente. A Qualidade é, assim, um termo relativo que vai  mudando de significado à medida que as necessidades dos clientes  evoluem.<br />
Para corresponder ou exceder as expectativas dos clientes os gestores  têm de compreender a importância das pesquisas junto dos consumidores ,  as teorias e o pensamento estatístico e a aplicação dos métodos  estatísticos aos processos.<br />
Nas definições extraídas dos seus escritos nota-se a ênfase posta nos  métodos quantitativos, cujos resultados, aplicados aos produtos,  resultará em:<br />
* grau previsível de uniformidade devido a uma reduzida variabilidade<br />
* custos menores<br />
* adequação ao mercado.<br />
No seu livro &#8220;Out of the Crisis&#8221; Deming é cauteloso na definição de  Qualidade pois é difícil traduzir as necessidades futuras dos clientes  em características mensuráveis de forma a que o produto possa ser  desenhado para satisfazer o cliente a um preço que este esteja disposto a  pagar.<br />
Deming enunciou, em 1989,os 14 princípios a que a gestão devia obedecer.  São eles:<br />
1. Criar constância de propósitos, ou seja recursos permanentes, para a  melhoria dos produtos e serviços, de forma a que a organização seja  competitiva, permaneça no mercado e proporcione empregos. A Direção da  organização deve dar prioridade às suas preocupações de longo prazo e  investir numa caminhada inovadora para satisfazer o melhor possível as  necessidades dos seus clientes.<br />
2. Adotar uma nova filosofia. Os atrasos, os erros e a falta de uma  política de formação já não podem ser tolerados sendo necessária uma  transformação na abordagem da gestão ocidental.<br />
3. Cessar com a dependência da inspeção como forma de atingir a  qualidade pois o corolário dessa prática é a aceitação do defeito.  Deve-se antes prevenir e investir na eliminação dos defeitos, colocar a  qualidade do produto em primeiro lugar e controlar por amostragem.<br />
4. Acabar com a prática da escolha dos fornecedores através dum único  critério &#8211; o preço. O preço é apenas um custo que deve ser avaliado  conjuntamente com a qualidade ou não qualidade do fornecimento. O  importante é minimizar os custos totais. Assim, devem ser estabelecidas  novas regras sobre as compras e as relações a longo prazo com os  fornecedores devem ser desenvolvidas.<br />
5. Melhorar constante e permanentemente o sistema de produção.<br />
6. Instituir a formação usando métodos modernos. Exigem-se sempre novas  capacidades que se harmonizam com as alterações respeitantes aos  materiais, métodos, desenho, equipamentos e serviços.<br />
7. Instituir a liderança. Estabelecer novas formas de dirigir com base  em relatórios sobre a qualidade.<br />
8. Eliminar o medo. Evitar um estilo autoritário de gestão para que  todos possam trabalhar com eficiência. Encorajar a comunicação e dar  liberdade aos funcionários para questionar, propor e reportar  dificuldades.<br />
9. Derrubar as barreiras entre os departamentos. As pessoas devem  trabalhar em equipa e a comunicação entre os serviços é indispensável. A  existência de círculos de qualidade multidisciplinares contribuem para o  enriquecimento das tarefas e das soluções.<br />
10. Eliminar slogans e metas numéricas. A maioria dos problemas de  qualidade tem a ver com os processos e sistemas que são criados pelos  gestores.<br />
11. Abandonar a gestão por objetivo com base em indicadores  quantitativos. Esses indicadores realçam a quantidade em detrimento da  qualidade. Usar métodos estatísticos para melhoria contínua da qualidade  e da produtividade.<br />
12. Não classificar nem ordenar o desempenho dos trabalhadores.<br />
13. Instituir um programa de educação e auto-melhoramento.<br />
14. Estruturar a gestão de forma a levar a cabo os 13 pontos anteriores.  Obter o empenhamento de todos os trabalhadores no sentido da mudança.</p>
<p>Os 14 pontos da gestão estão disponíveis no &#8220;W. Edwards Deming  Institute&#8221;.</p>
<p>Adotou um método de abordagem sistemática para a resolução de  problemas conhecido como PDCA (Plan, Do, Check, Action).<br />
* Plan (planejamento) : estabelecer missão, visão, objetivos (metas),  procedimentos e processos (metodologias) necessários para o atingimentos  dos resultados.<br />
* Do (execução) : realizar, executar as atividades.<br />
* Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamente os  resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o  planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as  informações, eventualmente confeccionando relatórios.<br />
* Act (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os  relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de  ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia,  aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas.</p>
<p>FONTE: Me desculpem mas não encontrei a fonte deste post, pois no meu antigo blog, também não tinha. Mas achei importante colocá-lo aqui.</p>
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		<title>Falando de Qualidade I &#8211; Kaoru ISHIKAWA</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-i-kaoru-ishikawa/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 12:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao falar de qualidade, venho aqui no meu site compartilhar com vocês o que eu pesquisei sobre a qualidade, no meu tempo acadêmico. A importância da qualidade na nossa vida é muito importante, pois nós que zelamos pelo processo, a &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/falando-de-qualidade-i-kaoru-ishikawa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao falar de qualidade, venho aqui no meu site compartilhar com vocês o  que eu pesquisei sobre a qualidade, no meu tempo acadêmico.<br />
A importância da qualidade na nossa vida é muito importante, pois nós  que zelamos pelo processo, a qualidade do projeto, a perfeita  execução&#8230;não podemos perder de vista os gênios da qualidade, aqui  gostaria de colocar alguns destes grandes nomes que nos orienta no  caminho da qualidade.<br />
A qualidade precisa trabalhar com as pessoas, para o final do processo  sair perfeito. De verdade a qualidade começa e termina com a educação.<br />
<strong>ISHIKAWA</strong></p>
<p>Está associado principalmente ao conceito de &#8220;Círculos de Qualidade&#8221;.<br />
Os círculos de qualidade são pequenas equipes, geralmente da mesma área  de trabalho, que voluntária e regularmente se reúnem para identificar,  investigar, analisar e resolver os problemas que surgem no trabalho.<br />
Nos círculos de qualidade são destacadas as seguintes características:<br />
<strong>Voluntarismo</strong>. Os círculos devem ser criados em bases voluntárias e  não por ordens superiores.<br />
<strong>Auto-desenvolvimento</strong>. Os membros do círculo precisam ter vontade  de estudar.<br />
<strong>Desenvolvimento mútuo</strong>. Os membros do círculo precisam aspirar a  expandir os seus horizontes e a cooperar com outros círculos.<br />
<strong>Eventual participação total</strong>. Os círculos precisam estabelecer  como seu objetivo último a participação total de todos os trabalhadores  do mesmo local de trabalho.<br />
As idéias básicas subjacentes às atividades do círculo da qualidade são:<br />
1. Contribuir para o melhoramento e para o desenvolvimento da  organização<br />
2. Respeitar a humanidade e criar um local de trabalho animado e bom  para se viver<br />
3. Exercitar integralmente as capacidades humanas<br />
Segundo Ihikawa &#8220;praticar um bom controlo da qualidade é desenvolver,  projetar, produzir e comercializar um produto de qualidade que é mais  econômico, mais útil e sempre satisfatório para o cliente&#8221;.<br />
Ishikawa sistematizou os sete instrumentos para o controle da qualidade:<br />
* Diagramas causa-efeito<br />
* Histogramas<br />
* Folhas de controle<br />
* Diagramas de escada<br />
* Gráficos de controle<br />
* Fluxos de controle<br />
Segundo a experiência Japonesa, 95% dos problemas podem ser resolvidos  com estes métodos, simples, de controle de qualidade.<br />
Ishikawa preconiza que uma das bases do TQC (Total Quality Control) é a  gestão funcional cruzada, dado que a garantia efetiva da qualidade não  pode ser obtida somente pelo departamento de qualidade. A forma orgânica  vertical serve somente para definir a hierarquia, não proporcionando a  ligação horizontal das diversas funções. Para operacionalizar a gestão  dos processos, a empresa necessita de um Comitê Inter-funcional.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.geocities.com/ResearchTriangle/Node/8639/Escolas.html">-  AQUI -</a></p>
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