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	<title>Marcos Jolbert &#187; redessociais</title>
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		<title>As redes sociais e a cultura da empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 14:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Don Tapscott responde perguntas de alguns leitores de seu livro: Pergunta de Mauro Segura, Rio de Janeiro-RJ As redes sociais podem mudar a cultura das empresas ou a cultura das empresas é que determina o sucesso das redes sociais? Se &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/as-redes-sociais-e-a-cultura-da-empresa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/don-tapscott-20090808150754.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-491" title="don-tapscott-20090808150754" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/don-tapscott-20090808150754-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Don Tapscott responde perguntas de alguns leitores de seu livro:</p>
<p>Pergunta de Mauro Segura, Rio de Janeiro-RJ</p>
<p>As redes sociais podem mudar a cultura das empresas ou a cultura das empresas é que determina o sucesso das redes sociais?</p>
<p>Se usadas adequadamente, as redes sociais podem mudar a cultura de uma comapnhia. Em meu livro WIKINOMICS escrevi que, se um exército marchando em sincronia com uma música militar era a metáfora para o ambiente de trabalho do passado, o do futuro será mais parecido com uma banda de jazz, em que os músicos improvisam criativamente em torno das mesmas melodia e ritmo.</p>
<p>Os funcionários estão desenvolvendo as próprias interconexões auto-organizadas e formando equipes multifuncionais capazes de interagir como uma força de trabalho global em tempo real.</p>
<p>Afrouxar hierarquias organizacionais e dar poder aos funcionários pode levar a uma inovação mais rápida, estruturas de menor custo, maior agilidade e melhor capacidade de resposta aos clientes, além de conferir mais autenticidade e respeito à empresa no mercado.</p>
<p>FONTE:</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA NEGÓCIOS. As redes podem mudar governos. Tudo pelo seu celular. n, 42. p.41, ago. 2010.</a></p>
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		<title>As redes podem mudar Governos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y. O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/as-redes-podem-mudar-governos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1.jpg"><img class="size-medium wp-image-488 alignnone" title="tapscott1" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y.</p>
<p>O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas menos hierarquizadas e funcionários cada vez mais independentes. Quem não se adaptar a essa nova realialidade corre o risco de se tornar uma companhia pouco ágil e nada inovadora. É o afirma o canadense <a href="http://dontapscott.com/" target="_blank">Don Tapscott</a>, autor do best-seller Wikinomics.</p>
<p>Se bem utilizadas, as redes podem aprimorar a cultura de uma empresa. Presidente da nGenera Insight, consultoria especializada em antecipar tendências, Tapscott diz que agora uma massiva interação comandada pelos jovens começa a mudar também a atuação do poder público. Depois das empresas, são os governos que se voltam às demandas da Geração Y.</p>
<p>FONTE:</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA NEGÓCIOS. As redes podem mudar governos. Tudo pelo seu celular. n, 42. p.41, ago. 2010.</a></p>
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		<title>Estudantes viciados na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor: Walden Siew. Data: 23/04/2010. Fonte; Reuters Brasil. Estudantes universitários norte-americanos estão viciados em celulares, mídias sociais e Internet, e têm sintomas semelhantes ao vício em drogas ou álcool, de acordo com um novo estudo. Pesquisadores na Universidade de Maryland &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/estudantes-viciados-na-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Walden Siew. Data: 23/04/2010.<br />
Fonte; Reuters Brasil.<br />
Estudantes  universitários norte-americanos estão viciados em celulares, mídias  sociais e Internet, e têm sintomas semelhantes ao vício em drogas ou  álcool, de acordo com um novo estudo.</p>
<p>Pesquisadores na  Universidade de Maryland pediram a 200 estudantes que ficassem uma dia  sem qualquer tipo de mídia e descobriram que, depois de 24 horas, muitos  deles mostravam sinais de abstinência, ansiedade e dificuldade de  agirem normalmente sem mídias e contato social.</p>
<p>A diretor de  pesquisa do projeto e professora de jornalismo da universidade, Susan  Moeller, afirmou que muitos alunos escreviam sobre como odiaram perder  seus contatos com mídia, que muitos compararam a perder amigos e  familiares.</p>
<p>&#8220;Claramente, sou viciado e a dependência é doentia&#8221;,  disse um estudante. &#8220;Com BlackBerrys, notebooks, televisão e iPod, as  pessoas se tornaram incapazes de ficar sem essa segunda-pele midiática&#8221;.</p>
<p>Moeller  afirmou que os alunos sentiram falta, principalmente, de mensagens de  texto, mensagens instantâneas, email e Facebook.</p>
<p>&#8220;Enviar SMS e  mensagens instantâneas para meus amigos me conforta&#8221;, disse um dos  estudantes, que escreveu em seu blog sobre suas reações. &#8220;Quando não  tinha esses dois luxos, me sentia bem sozinho e isolado da minha vida&#8221;.</p>
<p>Poucos  estudantes disseram ter assistido às notícias na TV ou lido um jornal.</p>
<p>A  Associação Psiquiátrica Americana não reconhece o vício em Internet  como doença.</p>
<p>FONTE: <a href="http://a-informacao.blogspot.com/2010/04/estudantes-viciados-em-internet.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+a-informacao+%28Blogue+%22A+Informa%C3%A7%C3%A3o%22%29&amp;utm_content=Bloglines" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>Mídias sociais: Na gestão da marca</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 18:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Fernando Byington Egydio Martins* Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/midias-sociais-desafio-e-oportunidades-na-gestao-da-marca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernando Byington Egydio Martins*</p>
<p>Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, predominantemente informal, as redes virtuais se tornaram um convite para que as organizações adotassem uma postura mais próxima, humana e encontrassem uma nova forma de encantar os seus públicos.</p>
<p>Cada empresa tem procurado o seu jeito de explorar essas novas possibilidades, mas algumas, em especial, abriram caminhos que servem de referência a todas as outras. Esse é o caso da Ford, que, por meio do executivo Monty Scott, começou em dezembro de 2008 a mudar o uso corporativo das ferramentas online.</p>
<p>Naquele momento, quando as mídias sociais ainda não tinham o mesmo impacto de hoje, Scott encontrou mensagens no Twitter que criticavam o comportamento da Ford por supostamente tentar fechar o site de um fã, o RangerStation.com. A informação correu as redes sociais e levou mais de mil internautas a reclamarem no portal da montadora em apenas uma noite.</p>
<p>O executivo, que seis meses antes fazia parte de uma empresa especializada em mídias sociais, começou uma reação de Relações Públicas pelo Twitter. Primeiro, avisou no microblog que iria examinar o caso; mais tarde, alertou que a Ford acreditava que o site estava vendendo produtos falsificados com a sua marca; e, ao longo da tarde, enquanto convencia os advogados da montadora a desistirem da ação judicial, continuava a atualizar as postagens para contextualizar os seguidores.</p>
<p>No final do dia, o executivo publicou um tweet que colocava fim na situação. Em menos de 24 horas, Scott reportou que o caso estava solucionado: uma conversa sob sua mediação havia definido que a empresa retiraria o processo e o site suspenderia as vendas consideradas ilegais. Solução rápida, comunicação excelente.</p>
<p>Além de conter um movimento viral extremamente negativo para a marca, o executivo reverteu a favor da Ford um grave problema de Relações Públicas. Para isso, fez uma inversão no processo de comunicação: em vez de iniciar a ação institucional falando, começou o caso ouvindo o que os interlocutores tinham a dizer.</p>
<p>A diferença entre o cenário atual e o de 2008, quando Scotty entrou em cena, é que agora pouquíssimas empresas duvidam da importância e potencial das mídias sociais. Segundo a consultoria Nielsen Online, no final do ano passado 67% dos internautas do mundo já usavam redes sociais e blogs – escala superior ao uso de e-mails pessoais. Uma coisa, no entanto, permanece igual do caso Ford para cá: sem a existência de fórmulas consagradas nesse campo, as organizações continuam experimentando e tentando entender a melhor maneira de explorar as ferramentas virtuais.</p>
<p>A primeira percepção das empresas sobre o assunto, anos atrás, foi de que as redes poderiam atuar positiva ou negativamente sobre as marcas – e que isso abria portas e pontos de atenção. O passo seguinte foi ver nas mídias sociais um canal de divulgação, extensão da publicidade e dos press releases. Não demorou e os mais ousados perceberam que as novas ferramentas também poderiam construir relacionamentos. A Tecnisa, por exemplo, notou que seus seguidores no Twitter buscavam oportunidades de compra de imóvel. Baseada nisso, elaborou promoção com vantagens exclusivas para seus seguidores em redes como Facebook, Linkedin e Twitter.</p>
<p>A familiaridade com as novas ferramentas continuou evoluindo. Aos poucos, ficou claro que os participantes não recebem com conforto, no ambiente virtual, as organizações que exploram as redes em mão única, com objetivo apenas de enviar mensagens institucionais previamente preparadas. Além disso, com o passar do tempo, ficou evidenciada a importância de uma possibilidade óbvia e importante proporcionada pelas mídias sociais: elas permitem às empresas dialogar, agregar valor e gerar experiências para os públicos estratégicos, de maneira a estabelecer um novo tipo de relacionamento.</p>
<p>Essa, aliás, tem sido a nossa abordagem no Grupo Santander Brasil. Desde o final do ano passado, fazemos uso do Twitter como mais uma forma de ouvir as idéias do cliente e de estabelecer uma comunicação de duas mãos com ele. Além disso, exploramos a nova linguagem também com o objetivo de estimular o relacionamento interno. Para isso, criamos o Círculo Colaborativo, nossa rede social voltada aos funcionários.</p>
<p>As mídias sociais, definitivamente, revelam muito sobre uma organização. Aquelas que têm relacionamento como valor tentarão gerar experiências para os seus públicos; as que preferem um modelo assimétrico de comunicação no máximo enviarão mensagens sem estabelecer diálogos; e outras, mais fechadas e acostumadas a atuar no formato 1.0, nem mesmo participarão. Mais do que um instrumento que cria valor de marca, o fenômeno das redes virtuais é um campo de atuação que reflete a estratégia e o modelo de cada empresa. Num mundo cada vez mais transparente, não dá mais para fingir ser uma coisa na web e se comportar de outra maneira na gestão do negócio.</p>
<p>* Fernando Byington Egydio Martins é vice-presidente de Marca, Marketing e Comunicação Corporativa do Santander.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/3,13815,midias-sociais-desafio-e-oportunidades-na-gestao-da-marca.htm" target="_blank">Mundo Marketing</a></p>
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		<title>Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Video muito bom produzido pela Click, sobre redes sociais.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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