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	<title>Marcos Jolbert &#187; site</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Motivos para abandonar um site em segundos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 15:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chris Lake escreveu um artigo listando os motivos que o fazem abandonar um site em menos de 10 segundos. Motivos muito justos, por sinal. Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou listar aqui apenas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Lake <a title="25 reasons why I'll leave your website in 10  seconds" href="http://econsultancy.com/us/blog/6924-25-reasons-why-i-ll-leave-your-website-in-10-seconds">escreveu  um artigo</a> listando os motivos que o fazem <strong>abandonar um site  em menos de 10 segundos</strong>. Motivos muito justos, por sinal.</p>
<p>Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou  listar aqui apenas os meus motivos. Faça o mesmo ali embaixo, nos  comentários.</p>
<p><img title="Olá, visitante.  Viemos tocar uma música para você." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/orchestra.jpg?w=300&amp;h=211" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>1. <strong>Som automático</strong>. Não tem coisa mais irritante do  que ser surpreendido por uma trilha-sonora mal educada em um site. É  como abrir a porta do banheiro logo cedo e se deparar com uma orquestra  inteira retumbando clarinetes e pratos no seu ouvido. Se a trilha-sonora  for realmente enriquecedora para a experiência de navegação, seja  educado: deixe que o usuário a ative, ou comece com uma versão  minimalista na homepage.</p>
<p><img title="DHTML: uma  armadilha para o seu mouse." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/mousetrap.jpg?w=239&amp;h=159" alt="" width="239" height="159" /></p>
<p>2. <strong>Banner DHTML, o pega-rato</strong>. O pop-up clássico não  me irrita tanto, porque quem coloca pop-ups em um site o faz por  inocência, ou por ignorância, ou whatever. Mas o DHTML é por maldade. É  para tentar driblar o bloqueador de pop-ups do browser. E em alguns  casos a má fé é ainda maior: o botão fechar é propositalmente pequeno  para que a pessoa se engane e clique no banner na hora de fechá-lo. Em  alguns sites gringos existem ainda os <em>Interstitials</em>, o primo  malvado do DHTML. Veja um exemplo <a title="Terrible usability" href="http://www.forbes.com/">no site da Forbes</a>. Esse não é de Deus.</p>
<p><img title="Loading eterno." src="http://tracer.sos.colorado.gov/PublicSite/Resources/Images/loading.gif" alt="" width="177" height="177" /></p>
<p>3. <strong>Loading</strong>. Eu ainda tolero um pouco de loading  porque normalmente estou interessado em explorar o site por motivos  profissionais. Mas imagino quem chega no site cheio da boa vontade e se  depara com um loading que demora mais do que… 10 segundos. Agravantes:  loadings sem indicação de progresso e sites que não armazenam o loading  em cache. Um descuido na hora de navegar e pronto: lá está o loading  novamente no 0%, firme e forte, rindo da sua cara.</p>
<p>4. <strong>Erros de português</strong>. Alguns são irrelevantes, mas  alguns são imperdoáveis e levam uma vida inteira para cicatrizar.</p>
<p>5. <strong>Falta de clareza</strong>. Quando eu entro em um site,  quero entender do que se trata em menos de 2 segundos. Não quero  precisar clicar em “About” e ler dois parágrafos de texto, ou ter que  rodar um vídeo-tutorial que não possa ser resumido em uma frase.  Objetividade e clareza não fazem mal a ninguém, não é mesmo?</p>
<div id="attachment_1775"><img title="Ilustração de um  usuário em dúvida." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/doubt.jpg?w=198&amp;h=286" alt="" width="198" height="286" />Ilustração  de um usuário em dúvida.</p>
</div>
<p>E os seus motivos, quais são? O que te faz pegar ódio mortal por um  site?</p>
<p>Desabafe, arquiteto de informação. É quase uma terapia :)</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
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		<title>A Simplicidade</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 13:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais. “Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg"><img class="size-full wp-image-579 aligncenter" title="Sketche" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg" alt="" width="223" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais.</p>
<p style="text-align: center;">“Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. Quando os websites precisam se tornar simples, simplicidade não é deixar tudo banalizado ou estúpido. Pelo contrário. Simplicidade é quando alguém toma conta dos detalhes.” – Oliver Reichenstein</p>
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		<title>Site renovado</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/site-renovado/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 02:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá amigos! Para facilitar a navegação mobile, mudei o design do meu site. Ainda ele está em andamento para que você possa ainda mais estar confortável com as suas leituras. Grande abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos!</p>
<p>Para facilitar a navegação mobile, mudei o design do meu site. Ainda ele está em andamento para que você possa ainda mais estar confortável com as suas leituras.</p>
<p>Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A experiência em aplicativos</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/a-experiencia-em-aplicativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 11:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sites corporativos têm muito a evoluir no uso de aplicativos web. Muitos pecam bastante na usabilidade e na experiência do usuário. Por Paulo Roberto Floriano O desenvolvimento de aplicativos baseados na web já é algo extremamente comum, e eles vêm &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-experiencia-em-aplicativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sites corporativos têm muito a evoluir no uso de  aplicativos web. Muitos pecam bastante na usabilidade e na experiência  do usuário</strong>.</p>
<p>Por <a title="Veja todos os artigos de Paulo Roberto Floriano" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/paulo_roberto_floriano">Paulo Roberto  Floriano</a></p>
<p>O desenvolvimento de  aplicativos baseados na web já é algo extremamente comum, e eles vêm  ganhando um nível de sofisticação cada vez maior.</p>
<p>Serviços e funcionalidades bastante complexas estão à disposição na  web em ferramentas de colaboração e trabalho em grupo, dashboards,  sistemas transacionais, sistemas de e-commerce, online banking e também  nos sistemas SaaS (software como serviço).</p>
<p>No início da internet, um dos grandes desafios (que em muitos casos  ainda persiste) consistiu em pensá-la como uma nova mídia, com  características completamente distintas do que havia até então, e  planejar o conteúdo de sites e intranets de acordo com estas  particularidades.</p>
<p>Demorou algum tempo para até que gestores dessas iniciativas  entendessem que não estariam aproveitando o potencial da web apenas  copiando e colando suas brochuras, comunicados e informativos.</p>
<p>Nesta questão dos aplicativos baseados na web, estamos enfrentando  desafio parecido.</p>
<p>Antes, quando a complexidade no desenvolvimento de tais plataformas e  mesmo a disponibilidade de banda era muito reduzida, os aplicativos  tinham muito menos possibilidades. Isso já não é mais desculpa.</p>
<p>A web 2.0 veio para mostrar que já é possível desenvolver  <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/05/06/o-valor-da-experiencia-do-usuario-em-aplicativos-web/#">aplicações</a> riquíssmas em  interação com o usuário com baixa complexidade de implementação.</p>
<p>Então será que estamos pensando os nossos aplicativos de acordo com  esse novo contexto? Estamos entendendo as particularidades desse novo  cenário, para aproveitar todas as suas oportunidades?</p>
<p>Problemas de usabilidade neste tipo de aplicação trazem vários  impactos negativos para a empresa que o disponibiliza: visão negativa da  marca e de sua prestação de serviços, aumento de retrabalho por  execução de maneira incorreta do processo, gastos com equipe de suporte  ao usuário (muitas vezes utilizando canais mais caros, como o telefone) e  perda de oportunidade de venda de serviços e fidelização dos usuários.</p>
<p>Alguns dos problemas mais comuns são (existem inúmeros outros):</p>
<ul>
<li> Falta de compreensão dos usuários e seus diferentes níveis de  familiaridade/experiência de uso com o sistema – ou mesmo de experiência  no mundo web.</li>
</ul>
<ul>
<li> Falta de compreensão da motivação dos usuários. Eles possuem  diferentes objetivos em relação ao sistema e diferentes contextos de  uso, que impactam em sua experiência.</li>
</ul>
<ul>
<li> Falta de visão geral do processo. Sistemas não oferecem um senso de  orientação que permita aos usuários prosseguir no processo ou voltar  aos passos anteriores – ou mesmo saber onde ele está.</li>
</ul>
<ul>
<li> Problema para encontrar serviços ou páginas: termos não são os que  os usuários estão buscando (vocabulário técnico ou específico da  empresa) ou informações não estão organizadas de acordo com uma lógica  clara.</li>
</ul>
<ul>
<li> Páginas e maneira como os serviços são executados são  despadronizados. Isso dificulta o aprendizado dos usuários, que se  confundem e precisam reaprender a utilizar cada um dos serviços.</li>
</ul>
<ul>
<li> Jargões excessivamente técnicos (que muitas vezes não são  explicados aos usuários).</li>
</ul>
<ul>
<li> Sistema não oferece feedback ao usuário na execução das transações.</li>
</ul>
<ul>
<li> Mensagens de erro (quando um usuário realiza uma operação de  maneira incompleta, por exemplo) pouco explicativas e que não ajudam os  usuários a completar o processo de maneira adequada.</li>
</ul>
<ul>
<li> Número excessivo de campos para preenchimento (e algumas vezes  desnecessários).</li>
</ul>
<p>Projetos de usabilidade impactam diretamente na experiência do  usuário, fazendo com que ela tenha resultados concretos de acordo com  seus objetivos (aumentar vendas, fidelizar clientes,  <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/05/06/o-valor-da-experiencia-do-usuario-em-aplicativos-web/#">reduzir custos</a>, etc.).</p>
<p>É preciso deixar de olhar este tipo de projeto pelo lado das  restrições tecnológicas e entender pra valer o potencial desse novo  contexto de negócio.</p>
<p>FONTE: <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/05/06/o-valor-da-experiencia-do-usuario-em-aplicativos-web/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Questionamentos na WEB?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento. Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/questionamentos-na-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos em um site, fazemos despercebida uma conversa mental. Isso tudo em uma fração de segundo, mas podemos constatar que é um processo bastante turbulento.</p>
<p>Poderíamos listar uma dúzia de outras coisas as quais os visitantes de um site não deveriam perder o tempo pensando, como:</p>
<p>Onde estou?</p>
<p>Onde devo começar?</p>
<p>Quais são as coisas importantes nesta página?</p>
<p>Por que eles deram este nome a isto?</p>
<p>A coisa mais importante que devemos fazer, ao estar construindo um site, no processo de Arquitetura de Informação e o Wire-frame, simplesmente, é compreender o princípio básico de eliminar perguntas.</p>
<p>Se fizermos isso, começaremos perceber tudo aquilo que nos faz pensar na Web, e vamos acabar aprendendo a reconhecê-los e evitá-los nas páginas que estiver criando.</p>
<p>Não é possível deixar tudo evidente. (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>O nosso objetivo, eu poderia dizer “Obrigação”, precisamos fazer (criar) páginas claras, de forma que apenas olhando-a o usuário comum saiba o que ela é e como usá-la.</p>
<p>Se estamos fazendo algo original ou pioneiro ou algo muito complicado, temos que estabelecer um relacionamento com a página auto-explicativo. Nesta página é preciso de um raciocínio para entendê-la. Mas, não esqueçamos de sempre questionarmos o que estamos fazendo e se possível aplicar testes de usabilidade para verificar a COGNIÇÃO do usuário.</p>
<p>Aparência, nomes, a organização da página e a pequena quantidade de textos, devem trabalhar juntos para criar um reconhecimento quase instantâneo&#8230; USABILIDADE na Página. Se não conseguimos neste projeto pioneiro tornar a página clara, precisamos alcançar pelo menos uma página auto-explicativa.</p>
<p>Por que isso tudo é importante?</p>
<p>“Na internet, os competidores estão sempre a um clique de distância, de modo que, se você frustrar os usuários, eles irão para outro lugar” (KRUG, 2006, p.7)</p>
<p>Um mal site, o usuário se frustra. A culpa disto não é o usuário que não sabe navegar, mas sim de quem construiu o site. Já o grande Jakob Nielsen diz a nós uma frase muito importante:</p>
<p>“…Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>A possibilidade de começar tudo de novo não é sempre atrativa&#8230; cuidem de fazer um site exato.</p>
<p>As páginas claras, faz com que tudo pareça melhor. Não fazendo as pessoas pensarem faz com tudo seja melhor para todos&#8230; Usuários e Sites. A eficácia é sempre uma ótima meta para os designers.</p>
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		<title>Usabilidade</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/usabilidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como podemos definir USABILIDADE? Usabilidade é o mesmo que facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros. Quais são os erros &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como podemos definir USABILIDADE?</strong></p>
<p>Usabilidade é o mesmo que facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.</p>
<p><strong>Quais são os erros de usabilidade mais comuns?</strong></p>
<p>O erro mais comum é acreditar que se sabe tudo sobre os usuários de um website. O criador do website projeta de uma forma que lhe faz sentido, mas para o usuário, não há sentido algum. Aí o usuário se bate, não consegue navegar e até mesmo desiste e vai embora. Quem é que já não passou por estas dificuldades?</p>
<p>* Excesso de informação irrelevante</p>
<p>* Palavras técnicas desconhecidas</p>
<p>* Botões que não reagem como esperado</p>
<p>Isso acontece ou porque o desenvolvedor achou que o usuário ia entender ou porque não sabia como fazer melhor. Usabilidade preenche justamente essa lacuna do desenvolvimento: definir o que fica melhor para o usuário.</p>
<p><strong>Quais são as diretrizes de usabilidade que devem ser usadas na construção de um site?</strong></p>
<p>Eu não acredito em diretrizes. Acredito em bom senso. O desenvolvedor que deseja melhorar a usabilidade de um website deve conhecer bem seus usuários, tomar decisões informadas e testar suas criações. Não existem diretrizes que substituam isso.</p>
<p><strong>Como planejar a estrutura de um site?</strong></p>
<p>Deve-se começar com uma pesquisa com usuários para verificar suas expectativas. Depois, analisar o conteúdo disponível. Esse conteúdo deve ser organizado de uma forma que faça sentido para o usuário, então é preciso convidá-los a participar da organização usando uma dinâmica chamada card-sorting. Por fim, deve-se elaborar diagramas que sintetizem a visão do usuário para os desenvolvedores do website.</p>
<p><strong>Quais são as práticas de usabilidade mais eficientes atualmente?</strong></p>
<p>Pesquisa com usuários. Elas são fundamentais para tomar decisões informadas. Existem vários métodos, tais como testes de usabilidade, card-sorting, avaliação heurística, mas o mais importante é ter bom senso.</p>
<p><strong>As práticas de usabilidade variam de acordo com o tipo de site e seu público? Ou não, são diretrizes fixas?</strong></p>
<p>As práticas de usabilidade devem ser executadas dentro de uma metodologia contextual, que leva em conta a situação específica do projeto, adaptando os métodos e técnicas para a necessidade. Embora existam, eu não confio em procedimentos padronizados para a usabilidade.</p>
<p><strong>É possível avaliar se as práticas utilizadas em um site estão tendo o resultado esperado? Como avaliar?</strong></p>
<p>A análise de estatísticas de navegação e os testes de usabilidade são muito eficientes para verificar o nível de usabilidade de um website. Na análise de estatísticas, é possível identificar situações indesejáveis como, por exemplo, a desistência do usuário no meio de uma tarefa. Porém, não dá pra saber o motivo da desistência. Isso pode ser verificado num teste de usabilidade, no qual o usuário executa tarefas na frente dos desenvolvedores, que observam sua fala, seu estado emocional e contexto de uso.</p>
<p><strong>Você poderia dar exemplos de boas práticas de usabilidade e práticas ruins?</strong></p>
<p>A Usabilidade está por todas as partes em nosso dia-a-dia. Da torneira de banheiro ao painel do microondas. Se funciona, a gente nem nota que está ali, mas se apresenta dificuldade, ficamos irritados. As boas práticas de usabilidade passam desapercebidas, mas contribuem para uma boa experiência no final do dia. Existem produtos que se tornaram famosos por sua usabilidade: é o caso do buscador Google, do iPhone, do Windows e do Nintendo Wii. Algumas pessoas acham que a usabilidade desses produtos é boa, outros acham que é ruim, mas o fato incontestável é que a usabilidade é a alma desses produtos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.usabilidoido.com.br" target="_blank">Usabilidaoido</a></p>
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