<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marcos Jolbert &#187; usabilidade</title>
	<atom:link href="http://www.marcosjolbert.com/tag/usabilidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcosjolbert.com</link>
	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 10:17:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Interface de usuário é o desafio do momento</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 11:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinterface]]></category>
		<category><![CDATA[ihc]]></category>
		<category><![CDATA[iptv]]></category>
		<category><![CDATA[transmissao]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=702</guid>
		<description><![CDATA[Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome capacidade da &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="IHC" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/06/minority-report.jpg" alt="" width="300" height="388" /></a></p>
<p>Se o tráfego de vídeo nas redes de banda larga é um problema para nove  entre 10 engenheiros de redes de telecomunicações, os engenheiros de TV a  cabo parecem não estar muito preocupados. &#8220;Claro que o vídeo consome  capacidade da rede de banda larga. Mas ainda temos muitas coisas que  podemos fazer para compensar esse aumento de tráfego. É preciso investir  e não é barato, mas aumentar o tráfego é sempre uma coisa boa. Nós  adoramos a banda larga&#8221;, disse Michael LaJoie, CTO da Time Warner Cable  durante debate na Cable 2011, que acontece esta semana em Chicago. Para  ele, a questão do aumento de tráfego de vídeo nas redes de dados é a  menor das preocupações, disse, ao responder sobre o consumo da  capacidade da rede com a proliferação de serviços como o NetFlix. &#8220;É  fato que o tráfego de dados em nossas redes aumenta entre 35% e 50% a  cada ano. É preciso estar atento ao que acontece e ajustar onde é  necessário&#8221;, disse Tommy Werner, CTO da Comcast, a maior operadora de  cabo dos EUA.</p>
<p>Para Lajoie, o desafio dos operadores de TV paga, do ponto de  vista de tecnologia, <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>é melhorar a interface do usuário, já que boa parte  das plataformas que os usuários estão usando para consumir conteúdo,  como Apple TV e tablets, têm interfaces bem mais amigáveis do que as do  set-top boxes.</strong></em></span> <strong><span style="color: #0000ff;">&#8220;Além disso, temos que pensar em uma interface que seja  multiplataforma&#8221;</span></strong>. A Time Warner Cable, por exemplo, apostava em uma  integração entre o set-top e o iPad para que o conteúdo que chega à casa  do assinante pudesse ser assistido pela rede Wi-Fi doméstica (limitada  àquele ambiente) em qualquer cômodo. Mas a Apple mandou, a pedido dos  programadores, suspender a distribuição do aplicativo sob a alegação de  que havia questões de direitos pendentes.</p>
<p>A Comcast, por sua vez, deixou para renomear seus serviços de  cabo para Xfinity durante a Cable 2011. Mais do que uma mudança de nome,  <strong><em><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">a troca veio com uma remodelagem das interfaces de usuário, pelo menos  nos serviços mais avançados, para dar conta de um ambiente  multiplataforma em que todos os dispositivos têm uma identidade visual e  uma navegação parecida.</span></span></em></strong> A operadora também integrou o serviço Skype aos  seus set-tops, com uma pequena caixinha adicional e uma câmera  instalada sobre a TV. O serviço permite chamadas de vídeo em HD para  qualquer usuário Skype, sem custo.                   <strong> </strong></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://www.telaviva.com.br" target="_blank">Pay-TV &#8211; Samuel Possebon, de Chicago</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/interface-de-usuario-e-o-desafio-do-momento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De onde vem a inovação?</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 13:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[inovacao]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=624</guid>
		<description><![CDATA[Inovação é diferente de invenção. Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da inovação que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais. É mais &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação é diferente de invenção.</p>
<p>Um nova tecnologia, design, protótipo, processo de trabalho ou patente pode ser criada a partir de uma invenção. Mas é por meio da <strong>inovação</strong> que as invenções são transformadas em produtos e serviços comerciais.</p>
<p>É mais importante ainda, entender que uma invenção somente tem valor de mercado quando consumidores e usuários compram ou a usam.</p>
<p>É por isso que hoje, muito mais importante do que equipes de criação trabalhando, isoladas do mundo, gerando ideias de novos produtos, vale muito menos do que ir a campo, olhar para o mundo e identificar desejos e necessidades reais e desenvolver produtos que irão atender a demandas reais .</p>
<p>Cada vez mais a pesquisa em design, como a pesquisa em campo e os testes de usabilidade se torna ainda mais importante na corrida pela inovação. Não só para identificar novas demandas e necessidades mas também para validar os novos produtos, ajudando a evoluí-los.</p>
<p>Leia <a href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jan2011/id20110114_286049.htm">este post</a> do Thomas D. Kuczmarski  na Bussinesswek para entender melhor a diferença entre os dois conceitos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://karinedrumond.wordpress.com" target="_blank">Designing for Humans</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/de-onde-vem-a-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compartilhe&#8230;</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[cienciadainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=618</guid>
		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Motivos para abandonar um site em segundos</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 15:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ai]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[erros]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=607</guid>
		<description><![CDATA[Chris Lake escreveu um artigo listando os motivos que o fazem abandonar um site em menos de 10 segundos. Motivos muito justos, por sinal. Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou listar aqui apenas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Lake <a title="25 reasons why I'll leave your website in 10  seconds" href="http://econsultancy.com/us/blog/6924-25-reasons-why-i-ll-leave-your-website-in-10-seconds">escreveu  um artigo</a> listando os motivos que o fazem <strong>abandonar um site  em menos de 10 segundos</strong>. Motivos muito justos, por sinal.</p>
<p>Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou  listar aqui apenas os meus motivos. Faça o mesmo ali embaixo, nos  comentários.</p>
<p><img title="Olá, visitante.  Viemos tocar uma música para você." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/orchestra.jpg?w=300&amp;h=211" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>1. <strong>Som automático</strong>. Não tem coisa mais irritante do  que ser surpreendido por uma trilha-sonora mal educada em um site. É  como abrir a porta do banheiro logo cedo e se deparar com uma orquestra  inteira retumbando clarinetes e pratos no seu ouvido. Se a trilha-sonora  for realmente enriquecedora para a experiência de navegação, seja  educado: deixe que o usuário a ative, ou comece com uma versão  minimalista na homepage.</p>
<p><img title="DHTML: uma  armadilha para o seu mouse." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/mousetrap.jpg?w=239&amp;h=159" alt="" width="239" height="159" /></p>
<p>2. <strong>Banner DHTML, o pega-rato</strong>. O pop-up clássico não  me irrita tanto, porque quem coloca pop-ups em um site o faz por  inocência, ou por ignorância, ou whatever. Mas o DHTML é por maldade. É  para tentar driblar o bloqueador de pop-ups do browser. E em alguns  casos a má fé é ainda maior: o botão fechar é propositalmente pequeno  para que a pessoa se engane e clique no banner na hora de fechá-lo. Em  alguns sites gringos existem ainda os <em>Interstitials</em>, o primo  malvado do DHTML. Veja um exemplo <a title="Terrible usability" href="http://www.forbes.com/">no site da Forbes</a>. Esse não é de Deus.</p>
<p><img title="Loading eterno." src="http://tracer.sos.colorado.gov/PublicSite/Resources/Images/loading.gif" alt="" width="177" height="177" /></p>
<p>3. <strong>Loading</strong>. Eu ainda tolero um pouco de loading  porque normalmente estou interessado em explorar o site por motivos  profissionais. Mas imagino quem chega no site cheio da boa vontade e se  depara com um loading que demora mais do que… 10 segundos. Agravantes:  loadings sem indicação de progresso e sites que não armazenam o loading  em cache. Um descuido na hora de navegar e pronto: lá está o loading  novamente no 0%, firme e forte, rindo da sua cara.</p>
<p>4. <strong>Erros de português</strong>. Alguns são irrelevantes, mas  alguns são imperdoáveis e levam uma vida inteira para cicatrizar.</p>
<p>5. <strong>Falta de clareza</strong>. Quando eu entro em um site,  quero entender do que se trata em menos de 2 segundos. Não quero  precisar clicar em “About” e ler dois parágrafos de texto, ou ter que  rodar um vídeo-tutorial que não possa ser resumido em uma frase.  Objetividade e clareza não fazem mal a ninguém, não é mesmo?</p>
<div id="attachment_1775"><img title="Ilustração de um  usuário em dúvida." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/doubt.jpg?w=198&amp;h=286" alt="" width="198" height="286" />Ilustração  de um usuário em dúvida.</p>
</div>
<p>E os seus motivos, quais são? O que te faz pegar ódio mortal por um  site?</p>
<p>Desabafe, arquiteto de informação. É quase uma terapia :)</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>iPad vira cardápio em bar tradicional no centro de São Paulo</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[tendencia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=601</guid>
		<description><![CDATA[Bar Brahma, que tem mais de 60 anos, permite ao cliente fazer o pedido na tela do tablet; casa pretende integrar pagamento de cartão a ele. Um dos endereços mais tradicionais de São Paulo, o Bar Brahma (fundado em 1948, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Bar Brahma, que tem mais de 60 anos,  permite ao cliente fazer o pedido na tela do tablet; casa pretende  integrar pagamento de cartão a ele.</h2>
<div>
<p>Um dos endereços mais tradicionais de São Paulo, o Bar Brahma  (fundado em 1948, na esquina da Av. São João com a Ipiranga), não  resistiu aos “encantos tecnológicos” do iPad, da Apple. Desde o final de  novembro, seus garçons circulam pelas mesas com cinco tablets, que  permitem aos visitantes fazerem seus pedidos diretamente. Basta conferir  as fotos dos pratos e bebidas, selecionar o que deseja e tocar na tela.</p>
<p>“Somos um bar tradicional, mas que também precisa ser moderno,  contemporâneo”, explica Álvaro Aoás, proprietário da casa. Por enquanto,  são apenas cinco tablets, mas até o final do ano que vem ele pretende  ter mais de 50 iPads para atender seus clientes.</p>
<p>Segundo ele, o iPad, além de ar um de modernidade à casa,  é um  cardápio fácil de atualizar, e que exibe melhor as fotos dos pratos. “A  cada mês temos que trocar cerca de 50 cardápios, seja porque estão  defasados ou por conta de danos”, explica ele.  Vale lembrar que cada  unidade do cardápio de papel custa cerca de 20 reais.</p>
<div><img src="http://idgnow.uol.com.br/idgimages/imagefolder.2010-12-01.6972245029/padmais3.jpg/image_preview" alt="padmais" width="300" height="287" /><br />
<strong><sup>Pad + Colibri: aplicativo conecta cliente do restaurante diretamente com a cozinha</sup></strong></div>
<p>O próximo “passo tecnológico” será integrar o sistema de  pagamento com cartão de crédito diretamente na tela do iPad. Em  novembro, a  <a href="http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2010/11/10/especial-iphone-e-ipad-viram-maquinas-de-cartao-de-credito/">Cielo anunciou no Brasil</a> a disponibilidade de um aplicativo que transforma iPhones, iPods e  iPads em terminais de pagamento para cartão de crédito das bandeiras  Visa, MasterCard e American Express.</p>
<p>Para fazer os pedidos, os tablets utilizam o aplicativo Pad +  Colibri, desenvolvido pela companhia brasileira Esys Colibri, integrado à  solução de automação de atendimento desenvolvida pela mesma empresa. O  equipamento é integrado via wireless à cozinha, que providencia o prato.  Na hora de pagar, a conta também surge na tela do tablet. Depois de  inserir o número da mesa, é possível conferir a conta e até mesmo  retirar um item cobrado por engano.</p>
<p>Segundo Vicente Gouvêa, diretor de marketing da Esys Colibri, para  implementar a solução de atendimento via iPad em um restaurante de  pequeno porte é necessário gastar 500 reais com instalação (inclui  treinamento e manutenção), mais 230 reais por mês (com suporte e  atualizações),  além de impressora fiscal  (cerca de 2.000 reais), um PC  (por volta de mil reais),  iPad, e pagar 70 reais por mês pelo uso do  software Pad +.</p>
<p>FONTE: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/04/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/" target="_blank">IG NOW</a></p>
<h4>Por Daniel dos Santos</h4>
<h5>Publicada em 04 de dezembro de 2010</h5>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/ipad-vira-cardapio-em-bar-tradicional-no-centro-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pós em Design de Interação</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/pos-em-design-de-interacao/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/pos-em-design-de-interacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 15:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[pos]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=593</guid>
		<description><![CDATA[Pós-Graduação &#8211; PUC Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/12/pos_puc.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-594" title="pos_puc" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/12/pos_puc.jpg" alt="" width="492" height="663" /></a></p>
<p><a href="http://www.pucminas.br/iec/hotsite_2011_01/index.php?arquivo=informacoes" target="_blank">Pós-Graduação &#8211; PUC Minas</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/pos-em-design-de-interacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Simplicidade</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 13:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[informar]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=577</guid>
		<description><![CDATA[Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais. “Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg"><img class="size-full wp-image-579 aligncenter" title="Sketche" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg" alt="" width="223" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais.</p>
<p style="text-align: center;">“Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. Quando os websites precisam se tornar simples, simplicidade não é deixar tudo banalizado ou estúpido. Pelo contrário. Simplicidade é quando alguém toma conta dos detalhes.” – Oliver Reichenstein</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frustação Catalogável</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/frustacao-catalogavel/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/frustacao-catalogavel/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 18:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestaodainformacao]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[inteligenciaartificial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=545</guid>
		<description><![CDATA[Textos fantástico de Fabricio Teixeira, não pude deixar de colocá-lo no site. A caixa de buscas do Google é um universo à parte no que tange ao comportamento do usuário. Há algum tempo ela deixou de ser apenas um campo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/frustacao-catalogavel/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Textos fantástico de <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/author/fabricioteixeira/" target="_blank">Fabricio Teixeira</a>, não pude deixar de colocá-lo no site.</p>
<p><img src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/09/captura-de-tela-2010-09-28-as-09-22-43.png?w=589&amp;h=276" alt="" width="589" height="276" /></p>
<p>A  caixa de buscas do Google é um universo à parte no que tange ao  comportamento do usuário. Há algum tempo ela deixou de ser apenas um  campo texto e passou a representar o ponto de partida de grande parte  das tarefas realizadas na web. Com o tempo, passou a corrigir erros  ortográficos, sugerir buscas relacionadas e – com o <a title="Google Instant: a busca instantânea do Google" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2010/09/09/google-instant-a-busca-instantanea-do-google/" target="_blank">recente Google Instant</a> – inclusive prever o que você está digitando.</p>
<p>Ainda assim, a busca do Google não está isenta de causar frustração nos usuários.</p>
<div><img src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/09/frustration.png?w=277&amp;h=297" alt="" width="277" height="297" />Usuária loucamente frustrada.</p>
</div>
<p>Agora imagine um mecanismo de busca que <strong>detecte essa frustação em tempo real e já sugira uma solução para o problema</strong>. É isso que o time de User Experience do Google vem tentando fazer e compartilha em seu <a title="Search behavior" href="http://googleresearch.blogspot.com/2010/09/frowns-sighs-and-advanced-queries-how.html" target="_blank">blog</a>.</p>
<blockquote><p>“We  gave users search tasks, some of which we knew to be difficult. The  first couple of searches always looked pretty much the same independent  of task difficulty: users formulated a query, quickly scanned the  results and either clicked on a result or refined the query. However,  after a couple of unsuccessful searches, we started noticing interesting  changes in behavior. In addition to many of them sighing or starting to  bite their nails, users sometimes started to type their searches as  natural language questions, they sometimes spent a very long time simply  staring at the results page, and they sometimes completely changed  their approach to the task.”</p></blockquote>
<p><img title="Cadê?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/09/picture-52.png?w=400&amp;h=297" alt="" width="400" height="297" /></p>
<p>Segundo  o Google, além de mudanças faciais e corporais nos usuários que estão  com dificuldades, ocorrem mudanças também na navegação.</p>
<blockquote><p>“…those  signals were: use of question queries, use of advanced operators,  spending more time on the search results page, formulating the longest  query in the middle of the session, and spending a larger proportion of  the time on the search results page.”</p></blockquote>
<p>Esses são os  primeiros sinais de que sim, é possível que, no futuro, o computador  identifique que o usuário está tendo dificuldades. É como se a  frustração pudesse ser “catalogada” e identificada por uma inteligência  artificial.</p>
<p>Sabemos que esse tipo de pesquisa monitorada (ou <strong>teste de usabilidade</strong>)  é fundamental para que uma empresa tente entender melhor como as  pessoas se comportam ao utilizar determinado serviço. Mas para o Google  esse tipo de resultado deve ter um sabor especial.</p>
<p>Afinal, como  ser inovador em um serviço que já está bem estabelecido e que as pessoas  já sabem utilizar? Como evoluir a busca, que já é um processo tão  simples, sem torná-lo complicado demais?</p>
<p>Não tem momento melhor para extrair esses insights do que ao observar pessoas.</p>
<div><img title="Vai lá, Google!" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/09/1156290503_getemtiger1.png?w=267&amp;h=154" alt="" width="267" height="154" />Vai lá, Google!</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/frustacao-catalogavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No teste de Usabilidade</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/no-teste-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/no-teste-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 17:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=538</guid>
		<description><![CDATA[É preciso manter sempre a classe e ter paciência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso manter sempre a classe e ter paciência.</p>
<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/usabilidade.gif"><img class="alignnone size-large wp-image-539" title="usabilidade" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/usabilidade-506x1024.gif" alt="" width="506" height="1024" /></a></p>
<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/usabilidade2.gif"><img class="alignnone size-large wp-image-541" title="usabilidade2" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/usabilidade2-469x1024.gif" alt="" width="469" height="1024" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/no-teste-de-usabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de Atualização em Design de Interação</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/</link>
		<comments>http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[designdeinteracao]]></category>
		<category><![CDATA[interacao]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosjolbert.com/?p=516</guid>
		<description><![CDATA[PUC Minas Virtual lança programa de atualização em Design de Interação! Trata-se de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial teórica e básica, a aplicação prática &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank"><img title="Clique para mais informações" src="http://www.designdeinteracao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/curso_atualizacao01.png" alt="" width="410" height="484" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>PUC Minas Virtual lança programa de <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">atualização em Design de Interação</a>!</strong></p>
<p>Trata-se  de um curso de apresentação e consolidação de conceitos básicos  referentes ao Design de Interação e que propõe, após esta parte inicial  teórica e básica, a aplicação prática destes conceitos no  desenvolvimento de projetos interativos.</p>
<p>OBJETIVOS</p>
<p>Apresentar  conceitos básicos de Design de Interação, de Usabilidade e de Design  Centrado no Usuário. Proporcionar aos alunos uma visão do processo de  desenvolvimento de produtos interativos, onde deve ser levado em conta o  usuário, o objeto (sistema ou produto) a ser desenvolvido e o ambiente  onde ocorrerá a interação. Estes aspectos devem ser levados em  consideração de forma a complementar a noção acerca dos objetivos do  desenvolvimento do produto em si.</p>
<p>A QUEM SE DESTINA</p>
<p>Profissionais  que tenham contato e/ou experiência com o desenvolvimento de produtos  interativos (multimídia ou web) e desejam atualizar-se de maneira rápida  e fundamentada nos conceitos de Design de Interação, levando-se em  conta o usuário e os aspectos de usabilidade. Graduados nos cursos de  ciência da computação, sistemas de informação, desenvolvimento e  engenharia de sistemas, comunicadores, publicitários e designers.</p>
<p>CONTEÚDO DO CURSO</p>
<p>Fundamentos de Design de Interação;<br />
Design Centrado no Usuário;<br />
Usabilidade;<br />
Projeto Interativo</p>
<p>CARGA HORÁRIA</p>
<p>120 horas</p>
<p>METODOLOGIA</p>
<p>O  curso será desenvolvido pela Internet e os alunos contarão com o apoio  dos professores e de tutores. A concepção de ensino-aprendizagem adotada  respalda-se na interação entre os participantes do curso  (aluno-professor, aluno-aluno, tutor-aluno). Essa interação pode ser  sincrônica, por meio de chats, ou assincrônica, no ambiente virtual  específico do curso. O material didático inclui CD-ROM, textos básicos e  Manual do Aluno, guia que contém orientações para a navegação no  sistema. Durante o desenvolvimento do curso, os alunos deverão fazer as  leituras indicadas e realizar as tarefas propostas, dentro de prazos  previamente estabelecidos em cronograma.</p>
<p>CERTIFICAÇÃO</p>
<p>Para  receber o certificado do curso de atualização o aluno deverá completar  todas as atividades propostas pelos professores conforme cronograma do  curso.</p>
<p>BENEFÍCIOS</p>
<p>Horário flexível, respeitado o cronograma das atividades e o prazo limite estabelecido para a conclusão do curso<br />
Possibilidade de realização do curso em casa ou em local de trabalho<br />
Atendimento individualizado<br />
Material didático básico elaborado para o curso e, em parte, incluído no valor total do investimento.<br />
Suporte tecnológico durante todo o período de realização do curso</p>
<p>REQUISITOS TECNOLÓGICOS</p>
<p>O  aluno deve possuir ou ter acesso a computador com a seguinte  configuração mínima: Processador Pentium III – 500 MHz (recomenda-se  Pentium 4 – 2 GHz), 256 MB de memória RAM (recomenda-se 384 MB);<br />
Drive de CD-ROM 8X;<br />
Placa de vídeo configurada para 800 x 600 pixels e 256 cores (recomenda-se 1024 x 768 pixels e 65.536 cores/16 bits);<br />
Placa de som com caixas acústicas (ou fones de ouvido) e microfone;<br />
Windows 2000 (SP4) ou XP (SP2);<br />
Microsoft Internet Explorer (versão 6.0x ou superior);<br />
Máquina Virtual Java (Java Runtime Environment ) da Sun Microsystems (versão 1.4.2 ou superior);<br />
Acesso à Internet, com velocidade mínima de conexão de 56 kbps ;<br />
Correio eletrônico pessoal (e-mail).</p>
<p>Obs.: “O portador de  necessidades especiais no campo da visão deverá possuir ou ter acesso a  um programa ( software ) de leitura de tela, compatível com Windows 2000  (SP4) ou Windows XP (SP2), que deverá estar instalado no computador que  será utilizado para acompanhar o curso.”</p>
<p>REQUISITOS ACADÊMICOS</p>
<p>Entrega da documentação exigida na Secretaria Acadêmica da PUC Minas Virtual conforme endereço divulgado.<br />
Cópia de documento de identidade de valor legal e do CPF (não precisa ser autenticado).<br />
Curriculum Vitae (sucinto).<br />
Cópia do boleto de pagamento da Matrícula (1ª parcela do curso)</p>
<p>APÓS  FAZER A SUA INSCRIÇÃO PELA INTERNET, envie os documentos por correio à  PUC Minas Virtual com a identificação do curso e do nome do aluno: PUC  Minas Virtual A/C: Secretaria Acadêmica Rua Espírito Santo 1059, 12º  andar Centro CEP: 30160-922 – Belo Horizonte, MG</p>
<p>SELEÇÃO</p>
<p>A  seleção será feita com base na análise do histórico escolar, do  curriculum vitae e da exposição de motivos apresentados pelo candidato.</p>
<p>INSCRIÇÕES ATÉ 05/09/2010</p>
<p>DURAÇÃO DO CURSO</p>
<p>Outubro/2010 a Março/2011</p>
<p>MESES X MENSALIDADE = VALOR TOTAL</p>
<p>6 x 200,00 = 1.200,00</p>
<p>COORDENAÇÃO ACADÊMICA</p>
<p>Simone Alves Nogueira</p>
<blockquote><p><strong>Importante:  Este curso, por ser da modalidade de Atualização, pode ser feito por  graduandos e graduados! Para mais informações, acesse <a href="http://www.pucminas.br/ensino/virtual/cursos.php?tipo=1&amp;&amp;pagina=3511&amp;curso=88" target="_blank">o site da PUC Minas Virtual</a></strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosjolbert.com/curso-de-atualizacao-em-design-de-interacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

