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	<title>Marcos Jolbert &#187; web</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>GVT lançará DTH e IPTV no quarto trimestre em 14 cidades e ABC paulista</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presente em 103 cidades de 18 estados, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (DTH) e de vídeo via Internet (IPTV) inicialmente nas principais capitais (e algumas outras grandes cidades) do País ainda neste ano, segundo informações obtidas por este noticiário.</p>
<p>O cronograma de lançamento está planejado em duas etapas: no quarto trimestre deste ano, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Vitória, Maringá/PR, Florianópolis, Guarulhos/SP e região do ABC paulista. No ano que vem &#8211; segunda etapa &#8211; as demais cidades onde a operadora já está presente. Consultado por este noticiário, o departamento de comunicação da GVT não confirmou a informação e disse que a empresa ainda estuda a lista dos primeiros municípios que receberão os serviços ainda neste ano.</p>
<p><strong>Plataforma híbrida </strong></p>
<p>Somente em 2011, a GVT está investindo R$ 220 milhões nessas operações e trabalhará com uma solução híbrida de TV por assinatura. Ou seja, DTH para broadcasting e sua rede de fibra para viabilizar serviços interativos e integrados com a Internet (IPTV). Porém, o fornecimento de IPTV depende ainda da aprovação do PL 116/2010, que cria novas regras para o setor de TV paga e permitirá que empresas de capital estrangeiro (como a GVT) operem na tecnologia de cabo.</p>
<p>A operadora pretende ser a primeira a ofertar serviços de IPTV no Brasil. “Só a GVT atualmente tem capacidade para ofertar serviços de IPTV com consistência e qualidade no País”, disse o presidente da operadora, Amos Genish, na coletiva de divulgação do balanço financeiro do primeiro trimestre da empresa. “A velocidade média da banda larga do cliente GVT é sete vezes maior em relação aos clientes que não são da GVT”, justificou na ocasião Alcides Troller, vice-presidente de marketing e vendas da operadora. Segundo dados da Nielsen, a velocidade média de navegação da base de clientes da GVT atingiu 9,13 Mbps em março, contra 1,3 Mbps da média brasileira.</p>
<p><strong>Instaladores próprios</strong></p>
<p>Cerca de 60% dos instaladores dos serviços da GVT atualmente são funcionários próprios da operadora. E a meta é aumentar essa proporção para 80% até o final do ano.</p>
<p><strong>Meta ambiciosa </strong></p>
<p>A meta da GVT é deixar a Net para trás em número de assinantes de TV. &#8220;Em dois anos queremos passar a Net&#8221;, prometeu Amos Genish. A Net conta com cerca de 4,5 milhões de clientes de TV por assinatura via cabo. A missão da GVT pode ser considerada ambiciosa se considerarmos que a Via Embratel, empresa nacional com a segunda maior base de assinantes em DTH, levou cerca de 18 meses para alcançar a marca de um milhão de clientes (atualmente se aproxima de 1,5 milhão).</p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.teletime.com.br/18/07/2011/gvt-lancara-dth-e-iptv-no-quarto-trimestre-em-14-cidades-e-abc-paulista/tt/232517/news.aspx" target="_blank">Teletime News</a></p>
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		<title>Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D. A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers: Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/opiniao-browsers-o-que-se-espera-hoje-da-navegacao-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png"><img class="alignnone size-full wp-image-647" title="Browser_Engine" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2011/04/Browser_Engine.png" alt="" width="415" height="300" /></a></p>
<p>Texto de Portugal muito interessante e importante para o novo tempo da internet e web 3D.</p>
<p>A opinião interessante de<strong><strong> </strong></strong>Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os <em>Browsers</em>:</p>
<p>Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o <em>browser</em>. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de <em>sites</em> existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.</p>
<p>O <em>browser</em> canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.</p>
<p>Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via<em>browser</em>. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um <em>browser </em>apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus<em>sites</em> favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses<em> sites</em> estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.</p>
<p>Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.</p>
<p><strong>Segurança</strong>: As motivações mais importantes para a escolha do <em>browser </em>em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).</p>
<p><strong>Privacidade</strong>: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os <em>sites</em> que visitou.</p>
<p><strong>Experiência de navegação</strong>: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos <em>websites</em>: 95% dos inquiridos considera que os<em> sites</em> podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição <em>online</em>(57%), e navegar em 3D (51%).</p>
<p>A melhor experiência de navegação é conseguida se o <em>browser</em> me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/" target="_blank">Exame Informática</a> e <a href="http://a-informacao.blogspot.com" target="_blank">A Informação</a></p>
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		<title>Compartilhe&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog Arquitetura de Informação Vale a pena a leitura. Precisa disso tudo? Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a interface de seu site, é hora de repensar a vida. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/compartilhe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Análise fantástica de Fabrício Teixeira do blog <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></div>
<div></div>
<div>Vale a pena a leitura.</div>
<div></div>
<div><a href="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg"><img title="Precisa disso tudo?" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/fb2.jpg?w=500&amp;h=1337" alt="" width="500" height="1337" /></a></div>
<div>
<p>Precisa disso tudo?</p>
</div>
<p>Quando o excesso de ícones de redes sociais começa a atrapalhar a  interface de seu site, é hora de repensar a vida. Além de poluição  visual, muitas vezes acaba distraindo a atenção do usuário daquilo que  você tanto quer que ele compartilhe: o conteúdo.</p>
<p>Os ícones de compartilhamento podem até servir como um lembrete, no final de um texto muito extenso, como cita <a title="Your website ony needs one social share button" href="http://socialmediatoday.com/elliot-volkman/256097/your-website-only-needs-one-social-share-button">esse artigo</a>.</p>
<blockquote><p>“The reason behind adding one share widget to the bottom  of each article is based on logic and user experience. If a person  enjoys your content enough that they read through the entire article,  they will be more inclined to share it. So when they get to the very end  of the article, what should be there waiting for them to spread  information they are interested in? A non-obtrusive share button that  does not distract from the rest of your article. You only have a few  seconds to grab the reader’s attention, and adding more widgets will  create more clutter that users don’t want.”</p></blockquote>
<p>Tenho a tendência a acreditar que, se o conteúdo é realmente bom, ele  será compartilhado mesmo sem nenhum desses botões. Em todo caso, não  custa lembrar o usuário que não está acostumado a copiar a colar links  da barra de endereços.</p>
<p>Mas será que o The Washington Post não está exagerando?</p>
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		<title>Motivos para abandonar um site em segundos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 15:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chris Lake escreveu um artigo listando os motivos que o fazem abandonar um site em menos de 10 segundos. Motivos muito justos, por sinal. Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou listar aqui apenas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/motivos-para-abandonar-um-site-em-segundos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Lake <a title="25 reasons why I'll leave your website in 10  seconds" href="http://econsultancy.com/us/blog/6924-25-reasons-why-i-ll-leave-your-website-in-10-seconds">escreveu  um artigo</a> listando os motivos que o fazem <strong>abandonar um site  em menos de 10 segundos</strong>. Motivos muito justos, por sinal.</p>
<p>Mas como é um tipo de lista muito pessoal e muito polêmica, vou  listar aqui apenas os meus motivos. Faça o mesmo ali embaixo, nos  comentários.</p>
<p><img title="Olá, visitante.  Viemos tocar uma música para você." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/orchestra.jpg?w=300&amp;h=211" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>1. <strong>Som automático</strong>. Não tem coisa mais irritante do  que ser surpreendido por uma trilha-sonora mal educada em um site. É  como abrir a porta do banheiro logo cedo e se deparar com uma orquestra  inteira retumbando clarinetes e pratos no seu ouvido. Se a trilha-sonora  for realmente enriquecedora para a experiência de navegação, seja  educado: deixe que o usuário a ative, ou comece com uma versão  minimalista na homepage.</p>
<p><img title="DHTML: uma  armadilha para o seu mouse." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/mousetrap.jpg?w=239&amp;h=159" alt="" width="239" height="159" /></p>
<p>2. <strong>Banner DHTML, o pega-rato</strong>. O pop-up clássico não  me irrita tanto, porque quem coloca pop-ups em um site o faz por  inocência, ou por ignorância, ou whatever. Mas o DHTML é por maldade. É  para tentar driblar o bloqueador de pop-ups do browser. E em alguns  casos a má fé é ainda maior: o botão fechar é propositalmente pequeno  para que a pessoa se engane e clique no banner na hora de fechá-lo. Em  alguns sites gringos existem ainda os <em>Interstitials</em>, o primo  malvado do DHTML. Veja um exemplo <a title="Terrible usability" href="http://www.forbes.com/">no site da Forbes</a>. Esse não é de Deus.</p>
<p><img title="Loading eterno." src="http://tracer.sos.colorado.gov/PublicSite/Resources/Images/loading.gif" alt="" width="177" height="177" /></p>
<p>3. <strong>Loading</strong>. Eu ainda tolero um pouco de loading  porque normalmente estou interessado em explorar o site por motivos  profissionais. Mas imagino quem chega no site cheio da boa vontade e se  depara com um loading que demora mais do que… 10 segundos. Agravantes:  loadings sem indicação de progresso e sites que não armazenam o loading  em cache. Um descuido na hora de navegar e pronto: lá está o loading  novamente no 0%, firme e forte, rindo da sua cara.</p>
<p>4. <strong>Erros de português</strong>. Alguns são irrelevantes, mas  alguns são imperdoáveis e levam uma vida inteira para cicatrizar.</p>
<p>5. <strong>Falta de clareza</strong>. Quando eu entro em um site,  quero entender do que se trata em menos de 2 segundos. Não quero  precisar clicar em “About” e ler dois parágrafos de texto, ou ter que  rodar um vídeo-tutorial que não possa ser resumido em uma frase.  Objetividade e clareza não fazem mal a ninguém, não é mesmo?</p>
<div id="attachment_1775"><img title="Ilustração de um  usuário em dúvida." src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2010/12/doubt.jpg?w=198&amp;h=286" alt="" width="198" height="286" />Ilustração  de um usuário em dúvida.</p>
</div>
<p>E os seus motivos, quais são? O que te faz pegar ódio mortal por um  site?</p>
<p>Desabafe, arquiteto de informação. É quase uma terapia :)</p>
<p>FONTE: <a href="http://arquiteturadeinformacao.com" target="_blank">Arquitetura de Informação</a></p>
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		<title>Pai da Web diz que Facebook ameaça fragmentar o espaço cibernético</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/pai-da-web-diz-que-facebook-ameaca-fragmentar-o-espaco-cibernetico/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 16:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tim Berners-Lee, o pai da World Wide Web, acaba de deixar um alerta: o Facebook está crinado um &#8220;espaço de armazenamento de conteúdos fechado&#8220;, por não permitir extrair os ficheiros lá colocados. Num artigo publicado pelo jornal Scientific American, Berners-Lee &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/pai-da-web-diz-que-facebook-ameaca-fragmentar-o-espaco-cibernetico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/users/0/13/timbernerslee12345-e57f.jpg"><strong><img src="http://aeiou.exameinformatica.pt/users/0/13/timbernerslee12345-e57f.jpg" border="0" alt="" width="320" height="240" /></strong></a></div>
<div><strong>Tim Berners-Lee, o pai da World Wide Web, acaba de deixar um alerta: o Facebook está crinado um &#8220;<em>espaço de armazenamento de conteúdos fechado</em>&#8220;, por não permitir extrair os ficheiros lá colocados.</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Num artigo publicado pelo jornal Scientific American, Berners-Lee sublinha que o rei dos portais sociais tem vindo a &#8220;<em>fugir dos princípios de adotou no início</em>&#8220;.</div>
<div>O investigador britânico lembra  que a WWW foi criada com base nos princípios de igualdade entre  produtores de conteúdos e internautas e que o aparecimento de portais  sociais que limitam o acesso a dados e a conteúdos não só lesa os  utilizadores como também poderá ser uma ameça para o próprio  ecossistema.</div>
<div>&#8220;<em>Quanto mais usamos, mais  dependentes ficamos. A rede social está a tornar-se a plataforma central  &#8211; um espaço de armazenamento de conteúdos fechado, que não permite aos  utilizadores o controlo total da informação que lá colocam. Quanto maior  for o sucesso deste tipo de arquiteturas, maior será a fragmentação da  Internet, e menor será a probabilidade de manter este espaço como algo  único e universal</em>&#8220;, atenta o denominado pai da Web.</div>
<div>O Facebook não foi o único alvo  de Berners-Lee. O pioneiro das tecnologias aproveitou ainda para lembrar  que outras empresas que têm vindo a conhecer um sucesso recente com o  desenvolvimento de aplicações para smartphones ou computadores, em vez  de optarem por colocarem os respetivos conteúdos e funcionalidades na  Web. Neste plano, o iTunes, da Apple, é o principal alvo de críticas.</div>
<div>Fonte: <a href="http://aeiou.exameinformatica.pt/">Exame Informática </a></div>
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		<title>O uso da Internet a serviço do conhecimento</title>
		<link>http://www.marcosjolbert.com/o-uso-da-internet-a-servico-do-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 11:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grande recurso bibliográfico sobre a botânica brasileira está agora na Internet. É a Flora brasiliensis, completamente digitalizada disponível no endereço: http://florabrasiliensis.cria.org.br/index A Flora brasiliensis foi publicada entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, Wilhelm Eichler &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/o-uso-da-internet-a-servico-do-conhecimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande recurso bibliográfico sobre a botânica brasileira está agora  na Internet. É a Flora brasiliensis, completamente digitalizada  disponível no endereço: <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/index" target="_blank">http://florabrasiliensis.cria.org.br/index</a></p>
<p>A Flora brasiliensis foi publicada entre 1840 e 1906 pelos editores Carl  Friedrich Philipp von Martius, Wilhelm Eichler de Agosto, e Ignatz  Urban, com a participação de 65 especialistas de vários países. A obra  contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de  angiospermas brasileiras, publicada em 15 volumes, divididos em 40  partes, num total de 10.367 páginas.</p>
<p>O Projeto</p>
<p>O projeto teve por objetivo desenvolver um sistema de informação em  linha sobre a flora brasileira, tendo como base as imagens digitalizadas  em alta resolução das pranchas de famílias selecionadas descritas na  Flora brasiliensis de Martius. A digitalização das imagens está sob a  responsabilidade do Jardim Botânico de Missouri . Os trabalhos  referentes à atualização dos nomes estão sendo coordenados por  pesquisadores do Departamento de Botânica do Instituto de Biologia da  Unicamp. O Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA) é  responsável pelo desenvolvimento do sistema on-line.</p>
<p>O sistema de informação é composto pelos seguintes módulos:</p>
<p>• banco de imagens das pranchas digitalizadas em alta resolução</p>
<p>• banco de metadados com informações sobre o conteúdo das imagens (nome científico da planta, volume, número, página, etc.)</p>
<p>• banco de dados com todos os nomes citados na obra</p>
<p>• sistema com ferramentas adequadas para que especialistas possam de  forma colaborativa contribuir na elaboração de um catálogo de nomes  atualmente aceitos, citando, quando for o caso, a sua correspondência na  obra Flora brasiliensis (o sistema Flora brasiliensis revisitada)</p>
<p>Mais informaçoes no site do CRIA <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/index" target="_blank">http://florabrasiliensis.cria.org.br/index</a></p>
<p>FONTE:</p>
<p>Terça-feira, Novembro 23, 2010<br />
Publicado por Murilo Cunha</p>
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		<title>A Simplicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 13:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais. “Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-simplicidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg"><img class="size-full wp-image-579 aligncenter" title="Sketche" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/11/3831154796_bc8fdd4248_m.jpg" alt="" width="223" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Este texto, fiz questão de colocar aqui no meu site, para provocar todos aqueles que se aventuram em desenvolver sites e portais.</p>
<p style="text-align: center;">“Websites são funcionalmente confusos porque não são delicados o bastante, porque não foram desenhados com a atenção necessária. Quando os websites precisam se tornar simples, simplicidade não é deixar tudo banalizado ou estúpido. Pelo contrário. Simplicidade é quando alguém toma conta dos detalhes.” – Oliver Reichenstein</p>
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		<title>Internet próxima de atingir 2 bilhões de usuários em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 12:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora: Veronica C. Silva. Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010. Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia. Até ao final deste ano, o número &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/internet-proxima-de-atingir-2-bilhoes-de-usuarios-em-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
<p>Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010.</p>
<p>Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>Até ao final deste ano, o número mundial de internautas deve atingir a marca de dois bilhões, sendo os países em desenvolvimento os principais responsáveis por esse índice, de acordo com o último relatório da International Telecommunication Union (ITU) &#8211; em português, União Internacional das Telecomunicações.</p>
<p>Segundo o estudo, intitulado &#8220;The World in 2010: ICT facts and figures&#8221;, (em português, &#8220;O Mundo em 2010: fatos e números das Tecnologias da Informação e Comunicação&#8221;), ao todo, 1,2 bilhão de pessoas estarão localizadas em países em desenvolvimento. Dos 226 milhões de novos usuários previstos até o final de 2010, 162 milhões estarão em nações como Brasil, Rússia e Índia.</p>
<p>A estimativa é que a China contine sendo o maior mercado de Internet no mundo, com mais de 420 milhões de pessoas.</p>
<p>No entanto 71% de toda a população dos chamados países de primeiro mundo conseguem acessar a web, enquanto esse número cai para 21% em países em desenvolvimento.</p>
<p>Acesso privado x público</p>
<p>Outro detalhe apontado pelo estudo são as diferenças no modo como as pessoas ao redor do mundo acessam e utilizam tal tecnologia. De acordo com a ITU, até o final de 2010, o número de usuários que podem acessar a web de casa chegará a 1,6 bilhão contra 1,4 bilhão no ano passado. Esta é uma realidade comum, principalmente na Europa e em alguns países na América onde a banda larga é a tecnologia mais utilizada.</p>
<p>Já nos países sub-desenvolvidos, a Internet é acessada por meio de escolas, escritórios e locais públicos, como cafés, por exemplo.</p>
<p>Por região, o relatório observou que também há uma diferença considerável na utilização da web entre as populações.</p>
<p>A cada 100 habitantes, o número de internautas na região da Ásia-Pacífico deve chegar a 21,9; na região árabe será de 24,9; enquanto na Europa, a previsão é que esse índice seja bastante superior, atingindo 65; na América 55 e na África de apenas 9,6 pessoas.</p>
<p>Telefonia Móvel</p>
<p>No entanto, quando se fala em telefonia móvel, são os países desenvolvidos que comandam o crescimento.</p>
<p>&#8220;Nestes países, a taxa de penetração móvel chegará a 68% no final de 2010, impulsionado principalmente pela região Ásia-Pacífico&#8221;, indica o relatório. As Filipinas e a China também foram citadas por contribuir significativamente para as receitas das operadoras de telefonia móvel devido às receitas geradas com SMS no ano passado.</p>
<p>Juntos, Estados Unidos e Filipinas foram responsáveis por 35% de todos os SMS enviados em 2009. Já a receita de SMS representou 12% da receita total da maior operadora móvel da China, observou a ITU.</p>
<p>Autora: Veronica C. Silva.</p>
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		<title>Manuscritos do Mar Morto vão para a web</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 11:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autora: Paula Rothman. Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010. Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web. A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/manuscritos-do-mar-morto-vao-para-a-web/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/manuscrito.jpg"><img src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/10/manuscrito-300x171.jpg" alt="" title="manuscrito" width="300" height="171" class="alignnone size-medium wp-image-573" /></a><br />
Autora: Paula Rothman.</p>
<p>Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010.</p>
<p>Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web.</p>
<p>A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. Eles foram descobertos ao sul de Jerusalém em 1964, ao fundo de uma caverna às margens do Mar Morto e possuem mais de dois mil anos.</p>
<p>Ao todos, são mais de 30 mil fragmentos que contém as cópias mais antigas da Bíblia Hebraica, além de outras passagens de importância histórica e religiosa. Devido á sua fragilidade, eles são mantidos em ambientes com luz e temperatura controladas. Um pesquisador que queira ter acesso a eles só pode removê-los por algumas horas, para evitar a deterioração do material.</p>
<p>O objetivo da Israel Antiquities Authority é justamente tornar mais acessível esse conteúdo. Para isso, lançará Biblioteca Digital Leon Levy dos Manuscritos do Mar Morto, um projeto de custo estimado em US$3,5 milhões e que teve início há três anos.</p>
<p>Desde 2008, a IAA vem estudando a melhor maneira de digitalizar essas imagens em alta resolução. O método escolhido foi desenvolvido pela NASA e permite uma qualidade igual à visualização real – ou melhor: graças à luz infravermelha utilizada, será possível visualizar também coisas que já foram apagadas pelo tempo.</p>
<p>O equipamento deve ser instalado no início do ano que vem e, assim que as imagens começarem a ficar prontas, entra em cena a equipe do Google. Sua missão é não só colocar as imagens online, mas traduzir os textos originais em Hebraico, Aramaico e Grego para o Inglês. Além disso, a biblioteca contará com um mecanismo avançado de buscas. O melhor: todas as imagens estarão disponíveis de graça.</p>
<p>Autora: Paula Rothman.</p>
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		<title>Cores que predominam na web</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FONTE: COLOURLOVERS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/most-powerful-web-colors.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-535" title="cores na internet" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/09/most-powerful-web-colors-423x1024.jpg" alt="" width="423" height="1024" /></a></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.colourlovers.com" target="_blank">COLOURLOVERS</a></p>
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