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	<title>Marcos Jolbert &#187; web2</title>
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	<description>Design, IHC, User Experience (UX), Arquitetura de Informação, Ciência da Comunicação e Informação, IPTV e Engenharia Elétrica</description>
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		<title>Número de usuários de internet no Brasil cresce 21,5%</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FONTE: Alessandra Saraiva, da Agência Estado RIO &#8211; Em 2009, o número de pessoas com 10 anos ou mais de idade que declararam ter utilizado internet somou 67,9 milhões, um salto de 21,5% contra 2008, o que representa um acréscimo &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/numero-de-usuarios-de-internet-no-brasil-cresce-215/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FONTE: <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/not_34447.htm" target="_blank">Alessandra Saraiva, da Agência Estado</a></p>
<p>RIO &#8211; Em 2009, o número de pessoas com 10 anos ou mais de idade que  declararam ter utilizado internet somou 67,9 milhões, um salto de 21,5%  contra 2008, o que representa um acréscimo de 12 milhões de novos  usuários da web entre 2008 e 2009. Os dados foram anunciados nesta  quarta-feira, 8, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), em sua Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de  2009.</p>
<p>O instituto informou ainda que, ao se comparar com o número de  usuários de internet de 2005, que girava em torno de 31,9 milhões de  pessoas, houve um aumento de 112% de 2005 a 2009 no número de pessoas  que declararam ter utilizado a internet.</p>
<p>A pesquisa também revelou que, em um universo estimado de 58,5  milhões de domicílios, a proporção de lares que possuíam microcomputador  subiu de 31,2% para 34,7% de 2008 para 2009. A fatia de domicílios com  acesso à Internet também cresceu, no mesmo período, saltando de 23,8%  para 27,4% do total.</p>
<p><strong>Jovens lideram avanço da web no País</strong></p>
<p>O IBGE apurou ainda que o avanço no acesso à internet ocorreu de  forma mais acelerada entre as pessoas mais jovens. Entre as pessoas de  10 a 14 anos de idade, o porcentual de usuários de Internet subiu de  51,1% em 2008 para 58,8% do total em 2009. Entre os adolescentes de 15 a  17 anos, a fatia de usuários da internet no total cresceu de 62,9% para  71,1%. Já entre os jovens de 18 a 19 anos, a proporção de usuários da  internet subiu de 59,7% para 68,7%, no mesmo período. Em contrapartida,  na faixa etária de 50 anos ou mais, o porcentual de usuários da Web no  total subiu de forma menos intensa, de 11,2% em 2008 para 15,2% em 2009.</p>
<p>Ao detalhar o acesso à internet no País, a Pnad também investigou se o  avanço da Web no País foi igual entre homens e mulheres. Segundo o  levantamento, o aumento no contingente de mulheres com acesso à internet  foi de 22,9% de 2008 para 2009, mais forte do que a taxa de crescimento  no número de homens com acesso ao serviço, que foi de 20%, para o mesmo  período.</p>
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		<title>A internet na visão de Don Tapscott</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 23:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se uma empresa quer se destacar no mundo da web 2.0, deve desenvolver uma identidade clara e distinta. O apelo da web 2.0 consiste na possibilidade de envolver diferentes partes interessadas, como clientes ou parceiros de negócio no desenvolvimento de &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-internet-na-visao-de-don-tapscott/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se uma empresa quer se destacar no mundo da web 2.0, deve desenvolver uma identidade clara e distinta. O apelo da web 2.0 consiste na possibilidade de envolver diferentes partes interessadas, como clientes ou parceiros de negócio no desenvolvimento de sua identidade.</p>
<p>A internet está se tornando um novo modo de produção e provoca profundas transformações na estrutura da empresa. Começa a mudar o modo como direcionamos os recursos na sociedade para inovar, criar produtos e serviços, governar, educar e assim por diante.</p>
<p>Estamos vendo hoje o surgimento da hypernet, uma nova internet que combina 4 tendências: MOBILIDADE, BANDA LARGA, P2P e a INTEGRAÇÃO da computação móvel com o espaço físico, formando ambientes inteligentes.</p>
<p>Essa rede promoverá uma transformação profunda no modelo e na estratégia dos negócios.</p>
<p>FONTE:</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA NEGÓCIOS. As redes podem mudar governos. Tudo pelo seu celular. n, 42. p.41, ago. 2010.</a></p>
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		<title>As redes podem mudar Governos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y. O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/as-redes-podem-mudar-governos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1.jpg"><img class="size-medium wp-image-488 alignnone" title="tapscott1" src="http://www.marcosjolbert.com/wp-content/uploads/2010/08/tapscott1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em seu novo livro, o autor de &#8220;Wikinomics&#8221; afirma que, depois das empresas agora são os poderes públicos que se voltam para as demandas da Geração Y.</p>
<p>O crescimento das redes sociais e do compartilhamento das informações tem exigido empresas menos hierarquizadas e funcionários cada vez mais independentes. Quem não se adaptar a essa nova realialidade corre o risco de se tornar uma companhia pouco ágil e nada inovadora. É o afirma o canadense <a href="http://dontapscott.com/" target="_blank">Don Tapscott</a>, autor do best-seller Wikinomics.</p>
<p>Se bem utilizadas, as redes podem aprimorar a cultura de uma empresa. Presidente da nGenera Insight, consultoria especializada em antecipar tendências, Tapscott diz que agora uma massiva interação comandada pelos jovens começa a mudar também a atuação do poder público. Depois das empresas, são os governos que se voltam às demandas da Geração Y.</p>
<p>FONTE:</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA NEGÓCIOS. As redes podem mudar governos. Tudo pelo seu celular. n, 42. p.41, ago. 2010.</a></p>
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		<title>Mídias sociais: Na gestão da marca</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 18:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Fernando Byington Egydio Martins* Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/midias-sociais-desafio-e-oportunidades-na-gestao-da-marca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fernando Byington Egydio Martins*</p>
<p>Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, predominantemente informal, as redes virtuais se tornaram um convite para que as organizações adotassem uma postura mais próxima, humana e encontrassem uma nova forma de encantar os seus públicos.</p>
<p>Cada empresa tem procurado o seu jeito de explorar essas novas possibilidades, mas algumas, em especial, abriram caminhos que servem de referência a todas as outras. Esse é o caso da Ford, que, por meio do executivo Monty Scott, começou em dezembro de 2008 a mudar o uso corporativo das ferramentas online.</p>
<p>Naquele momento, quando as mídias sociais ainda não tinham o mesmo impacto de hoje, Scott encontrou mensagens no Twitter que criticavam o comportamento da Ford por supostamente tentar fechar o site de um fã, o RangerStation.com. A informação correu as redes sociais e levou mais de mil internautas a reclamarem no portal da montadora em apenas uma noite.</p>
<p>O executivo, que seis meses antes fazia parte de uma empresa especializada em mídias sociais, começou uma reação de Relações Públicas pelo Twitter. Primeiro, avisou no microblog que iria examinar o caso; mais tarde, alertou que a Ford acreditava que o site estava vendendo produtos falsificados com a sua marca; e, ao longo da tarde, enquanto convencia os advogados da montadora a desistirem da ação judicial, continuava a atualizar as postagens para contextualizar os seguidores.</p>
<p>No final do dia, o executivo publicou um tweet que colocava fim na situação. Em menos de 24 horas, Scott reportou que o caso estava solucionado: uma conversa sob sua mediação havia definido que a empresa retiraria o processo e o site suspenderia as vendas consideradas ilegais. Solução rápida, comunicação excelente.</p>
<p>Além de conter um movimento viral extremamente negativo para a marca, o executivo reverteu a favor da Ford um grave problema de Relações Públicas. Para isso, fez uma inversão no processo de comunicação: em vez de iniciar a ação institucional falando, começou o caso ouvindo o que os interlocutores tinham a dizer.</p>
<p>A diferença entre o cenário atual e o de 2008, quando Scotty entrou em cena, é que agora pouquíssimas empresas duvidam da importância e potencial das mídias sociais. Segundo a consultoria Nielsen Online, no final do ano passado 67% dos internautas do mundo já usavam redes sociais e blogs – escala superior ao uso de e-mails pessoais. Uma coisa, no entanto, permanece igual do caso Ford para cá: sem a existência de fórmulas consagradas nesse campo, as organizações continuam experimentando e tentando entender a melhor maneira de explorar as ferramentas virtuais.</p>
<p>A primeira percepção das empresas sobre o assunto, anos atrás, foi de que as redes poderiam atuar positiva ou negativamente sobre as marcas – e que isso abria portas e pontos de atenção. O passo seguinte foi ver nas mídias sociais um canal de divulgação, extensão da publicidade e dos press releases. Não demorou e os mais ousados perceberam que as novas ferramentas também poderiam construir relacionamentos. A Tecnisa, por exemplo, notou que seus seguidores no Twitter buscavam oportunidades de compra de imóvel. Baseada nisso, elaborou promoção com vantagens exclusivas para seus seguidores em redes como Facebook, Linkedin e Twitter.</p>
<p>A familiaridade com as novas ferramentas continuou evoluindo. Aos poucos, ficou claro que os participantes não recebem com conforto, no ambiente virtual, as organizações que exploram as redes em mão única, com objetivo apenas de enviar mensagens institucionais previamente preparadas. Além disso, com o passar do tempo, ficou evidenciada a importância de uma possibilidade óbvia e importante proporcionada pelas mídias sociais: elas permitem às empresas dialogar, agregar valor e gerar experiências para os públicos estratégicos, de maneira a estabelecer um novo tipo de relacionamento.</p>
<p>Essa, aliás, tem sido a nossa abordagem no Grupo Santander Brasil. Desde o final do ano passado, fazemos uso do Twitter como mais uma forma de ouvir as idéias do cliente e de estabelecer uma comunicação de duas mãos com ele. Além disso, exploramos a nova linguagem também com o objetivo de estimular o relacionamento interno. Para isso, criamos o Círculo Colaborativo, nossa rede social voltada aos funcionários.</p>
<p>As mídias sociais, definitivamente, revelam muito sobre uma organização. Aquelas que têm relacionamento como valor tentarão gerar experiências para os seus públicos; as que preferem um modelo assimétrico de comunicação no máximo enviarão mensagens sem estabelecer diálogos; e outras, mais fechadas e acostumadas a atuar no formato 1.0, nem mesmo participarão. Mais do que um instrumento que cria valor de marca, o fenômeno das redes virtuais é um campo de atuação que reflete a estratégia e o modelo de cada empresa. Num mundo cada vez mais transparente, não dá mais para fingir ser uma coisa na web e se comportar de outra maneira na gestão do negócio.</p>
<p>* Fernando Byington Egydio Martins é vice-presidente de Marca, Marketing e Comunicação Corporativa do Santander.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/3,13815,midias-sociais-desafio-e-oportunidades-na-gestao-da-marca.htm" target="_blank">Mundo Marketing</a></p>
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		<title>Usabilidade para Jakob Nielsen</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:59:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento? Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade. Mas o que é usabilidade? Jakob Nielsen faz &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/usabilidade-para-jakob-nielsen/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou usando um site? Tenho a internet como meio de conhecimento?  Faço uso da web para buscar conteúdo, informações? Se estas perguntas  são feitas, os designers precisam se preocupar com a usabilidade.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Mas o que é usabilidade?</strong></p>
<p>Jakob Nielsen faz um esclarecimento do que seja isto.<br />
<em>A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado a facilidade do  uso de algo ou alguma coisa. Mais especificamente, refere-se a rapidez  com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência  deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros  e o quanto gostam de utilizá-la.</em></p>
<p>Mas o melhor de tudo é quando Jakob escreve assim:</p>
<p>“&#8230;Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso no seu  site, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p>Assim meus amigos vamos cuidar para não encher lingüiça ou colocar  coisas que não servem de nada nos nossos sites ou em coisas que estamos  desenvolvendo.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>A navegação na web</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:54:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todos os dias nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um marinheiro navegando em &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/a-navegacao-na-web-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo" style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Todos os dias  nós remamos com nossos mouses pelo infomar da web. Navegamos por sites  calmos e agitados. Atravessamos webpages nunca dantes navegadas. Mas o  que é navegar? Por que comparamos nossos cliques aos movimentos de um  marinheiro navegando em um grande oceano? E principalmente, por que nos  perdemos ao navegar por um website confuso?</p>
<p style="text-align: left;">Navegar é sair  de um ponto de origem e ir para um ponto de destino que está fora do  alcance dos nossos olhos, um ponto sem contato visual. Por isso  utilizamos o termo navegar não apenas para as viagens de barcos e  navios, mas para toda sorte de meios de transporte inventados pela  humanidade. Temos navegantes e instrumentos de navegação nos aviões  comerciais, nos carros de rally e até na nave que levou nosso astronauta  brasileiro à estação espacial internacional.</p>
<p style="text-align: left;">Da mesma  forma, um usuário, ao percorrer um site, busca uma página de destino  onde estão as informações que precisa. Essa página está fora do alcance  dos seus olhos e por isso ele precisa percorrer o site para encontrá-la,  ou seja, precisa navegar pelo site.</p>
<p style="text-align: left;">E o que  precisamos para navegar na web?</p>
<p style="text-align: left;">Seja no mundo  real ou no mundo virtual para navegar precisamos de pontos de referência  para determinar a nossa posição espacial e a direção a seguir. Um  marinheiro usa como ponto de referência o Sol, as estrelas e os  satélites do GPS. Um piloto de rally usa árvores, rochas e diversos  outros marcos que aparecem no seu caminho. Até nós, ao andarmos em  nossas cidades usamos pontos de referência para indicarmos um caminho:  “No farol vire a esquerda”.</p>
<p style="text-align: left;">No mundo real  as referências já existem e fazem parte do ambiente. Árvores, rios,  montanhas e estradas. É infinita a quantidade de pontos de referência  que o mundo físico oferece para seus navegadores se orientarem.</p>
<p style="text-align: left;">Em um site, ao  contrário, essas referências não existem. Como as placas de uma rua, é  necessário criar um sistema de navegação que estabeleça pontos de  referência e uma sinalização para orientar o usuário no seu caminho. A  falta de um sistema como esse faz com que o usuário se perca, fique a  deriva ao navegar no site.</p>
<p style="text-align: left;">Os sistemas de  navegação dos websites são compostos por diversos elementos. Os mais  comuns são o menu local, a barra de navegação global, o bread crumb, os  cross contents, o mapa do site, o índice remissivo e, acredite, até pelo  logotipo da empresa. Cada um desses elementos tem a função de informar  ao usuário a sua posição no site e indicar que direção tomar.</p>
<p style="text-align: left;">Projetar  sistemas de navegação eficientes é um dos objetivos da Arquitetura de  Informação porque são eles que indicam para o usuário o caminho para  encontrar a informação que precisa e tornar o site mais fácil de usar..</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:  <a href="http://www.guilhermo.com" target="_blank">Guilhermo Reis &#8211; Mestre em Ciência da Informação</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Não me faça pensar.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 12:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não me faça pensar. Livro de Steve Krug, dá uma abordagem de Usabilidade na Web. Não me faça pensar é algo maravilhoso, verdadeiramente uma lei sobre a usabilidade, princípio primordial, um verdadeiro fator de desempate ao decidir se algo funciona &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/nao-me-faca-pensar-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não me faça pensar.</strong></p>
<p>Livro de Steve Krug, dá uma abordagem de  Usabilidade na Web.</p>
<p>Não me faça pensar é algo maravilhoso,  verdadeiramente uma lei sobre a usabilidade, princípio primordial, um  verdadeiro fator de desempate ao decidir se algo funciona ou não.</p>
<p>Falando de desenvolvimento para web a  página deve por si própria ser auto-explicativa. O usuário deve ser  capaz de entendê-la, o que ela é e como usá-la, sem desprender esforço.  (Krug, 2006, p.3)</p>
<p>Quando estamos navegando e paramos em uma  página web fazemos estas perguntas: isto é botão? Para onde vai me levar  este link?</p>
<p>Isto tudo leva milésimos de segundos, mas fazemos estas perguntas  para nós mesmos.</p>
<p>Nomes, títulos entre outros que foram  criados pelos designers ou programadores, “nominhos” específicos que só  eles entendem e o usuário nem tem idéia que possa ser aquilo, podem ser  um elemento de saída do cliente ou usuário do site. Precisamos ter  atenção em nossas criações, o que queremos comunicar, para onde queremos  levar o usuário, o que quero atingir com isto. As coisas obscuras podem  levar a insucessos!</p>
<p>Hoje a internet é um mundo! Se não sou  objetivo meu cliente ou usuário não terá receio de abrir infinitas abas  no seu browser para poder encontrar em outro lugar ou em outro site mais  inteligente. Claro que existem propostas e propostas, onde sites levam  os usuários a uma descoberta, mas não é deste tipo de concepção de site  que estou mencionando. Falo de sites que precisam ser objetivos,  diretos, onde não passa de dois clicks do assunto que eu procuro.</p>
<p>Krug menciona algo que achei muito  importante: “Como regra geral, as pessoas não gostam de ter de descobrir  como fazer algo.”</p>
<p>As pessoas que criam sites e não se preocupam em deixar as coisas  fáceis, podem diminuir a confiança dos usuários no site.</p>
<p>Precisamos eliminar as perguntas&#8230;já é um  começo!</p>
<p><strong>Grande abraço.</strong></p>
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		<title>Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Video muito bom produzido pela Click, sobre redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Video muito bom produzido pela Click, sobre redes sociais.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Scott Goodstein estrategista 2.0 da campanha do Obama</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Jolbert</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas &#8230; <a href="http://www.marcosjolbert.com/scott-goodstein-estrategista-2-0-da-campanha-do-obama/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título desse post.<br />
O que isso quer dizer? Aquilo que muita gente fala, mas quase ninguém realmente faz. Uma boa estratégia para redes sociais deve seguir 5 passos principais:<br />
Mapear redes e comunidades<br />
Escutá-las<br />
Integrar-se às que são aderentes à sua proposta de comunicação<br />
Fazer parte delas<br />
Opa! Mas e aquela ação viral no capricho? Pois é. Não acredite em quem te vende um viral no capricho porque isso não existe. Você não faz uma campanha viral. Você faz uma campanha. Se você fizer tudo direitinho e tiver um pingo de sorte, o virus se espalha.<br />
O grande valor agregado ao seu negócio está em poder escutar o que as pessoas tem a dizer e poder participar deste diálogo com propriedade.<br />
Fonte: Talk:2</p>
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