Usabilidade de Interfaces: Ergonomização do Diálogo Pesquisador-Computador
Introdução:
No Brasil, o setor de engenharia de software desperta para questões de interdisciplinaridade, qualidade e adequação dos projetos de interfaces informatizadas às características dos usuários. Seja em sistemas de informação de uso público, seja em programas de uso específico, o fundamental é facilitar a comunicação entre homens e computadores – a interação homem computador – melhorando a usabilidade da interface e otimizando o diálogo com o sistema.
Hipótese:
As deficiências na usabilidade e incompatibilidade da interação homem-computador, que propiciam erros durante a operação dos sistemas informatizados e acarretam dificuldades para o usuário, devem-se ao desconhecimento, por parte do projetista, da tarefa, do modo operatório e da estratégia de resolução de problemas do componente humano do sistema Homem-Tarefa-Computador.
O Problema:
“O objetivo de uma interface computadorizada é comunicar-se com o usuário. No entanto, o projetista e o usuário possuem conhecimentos e preocupações diferentes. Consequentemente, é muito difícil para o designer prever como algumas decisões de projeto influenciarão no comportamento do usuário” (Monk, 1993). Conhecer o ponto de vista do usuário é fundamental para a adequação do sistema não só à tarefa como também ao modelo mental que o usuário possui do sistema e da tarefa.
Na pesquisa em questão, consideram-se as incompatibilidades comunicacionais que ocorrem quando pesquisadores fazem uso dos sites das entidades de fomento à pesquisa. Os usuários são competentes no domínio e, no entanto, enfrentam dificuldades na busca das informações que necessitam obter, como por exemplo: tipos de bolsa, prazos, formulários a preencher, prestação de contas e outras.
FONTE: PUC Rio